Goddelijke liturgie in het PORTUGEES


A Divina

Liturgia

Liturgia é uma palavra grega e Significa “serviço público.” Na terminologia da Igreja, significa o Serviço Divino durante o qual são oferecidos os Santíssimos Corpo e sangue de nosso Senhor Jesus Cristo no Sacramento da Comunhão ou Eucaristia.

Eucaristia em grego, significa “agradecimento.” É um sacramento do Novo Testamento instituído por Jesus Cristo, nosso Salvador, antes de Sua paixão e morte.

Os Santos Apóstolos e Evangelistas Mateus, Marcos e Lucas descrevem com detalhes a instituição do sacramento da Eucaristia na Última Ceia do Senhor, na Quinta feira Santa (Mat. 26:26-29; Mar.14:20-24; Luc. 22:14-20): Tomando em Suas Santas mãos o pão, levantou os olhos aos Céus, deu graças e agradecimento ao Pai, Partiu o pão em pedaços e distribuiu-os, Dizendo: “Tomai e comei, este é o meu Corpo que é dado por vós.” Os apóstolos receberam o pão de Suas mãos e distribuíram entre si. E tomando o cálice, deu graças a Deus Pai e deu-o aos discípulos, dizendo: “Bebei dele todos, este é o meu Sangue do Novo Testamento, o qual é derramado por vós e por muitos, para a remissão dos pecados.” E tomaram dele todos, após o que, Jesus disse: “Fazei isto em memória de Mim.”

Os apóstolos seguiram fielmente este mandamento de Jesus e celebravam constantemente este sacramento. Assim faziam também todos os Bispos e Sacerdotes ordenados pelos apóstolos na Igreja por eles fundada, seguindo fielmente esta santa tradição até o século IV.

São Basílio o Grande, arcebispo de Cesaréia na Capadócia (+379), baseando- se em todas as tradições antigas da Igreja compôs a Divina Liturgia que é celebrada até os dias de hoje, 10 vezes por ano.

São João Chrisóstomo Arcebispo de Constantinopla (+404), sem alterar a essência da Liturgia de São Basílio, encurtou-a e, nessa forma abreviada, é celebrada em nossa Igreja todos os dias, inclusive domingos e dias santos.

Assim, o texto da parte mais importante da Liturgia remonta aos tempos apostólicos e, até hoje, é santa e fielmente seguido pela Igreja Ortodoxa, sem alterações. Do grego para o eslavo, usado na Igreja Russa, a Liturgia foi traduzida por São Cirílo, em meados do século IX. Já há mil anos que a Igreja Ortodoxa Russa vem celebrando a Santa Liturgia em eslavo. Somente agora, como conseqüência de nossa situação de exilados e imigrantes, e devido que para muitos fiéis nascidos na diáspora, a Liturgia em eslavo tornou-se difícil de entender e, devido ainda ao número crescente de conversões, tornou-se indispensável a tradução da Liturgia para o português, para melhor entendimento e assimilação do sacramento.

Ordem e

Conteúdo da Liturgia

A Santa Liturgia não só relembra, mas também repete a vida de nosso Salvador Jesus Cristo. Ela compõe-se de três partes:

1 – Proskomídia

2 – Liturgia dos Catecúmenos

3 – Liturgia dos Fiéis

1 – Proskomídia

É celebrada somente pelo sacerdote, dentro do altar, na mesa das oferendas, cuja localização é à esquerda do altar. Para a celebração da Liturgia durante a Proskomídia são preparadas as espécies do pão e do vinho. São trazidas cinco “prosforas” (pães especiais com o sinal da cruz impresso na parte superior) e vinho tinto natural de uva. Nesse ofício de Oblação, um dos pães e o vinho misturado com água, são preparados para o sacramento da comunhão. Deste pão é recortada uma parte em forma de cubo e colocada na Patena (um prato especial com suporte e coberto com a cruzeta). O vinho é colocado no cálice. Em seguida, ambos são cobertos com véus. A cerimônia da Proskomídia não consta deste livro, uma vez que o povo não participa da mesma.

2 – Liturgia dos Catecúmenos

Começa este livro com a Liturgia dos Catecúmenos, que vai até o momento em que é proclamada a ladainha convidando os catecúmenos a saírem. Dessa parte da Liturgia podem participar todas as pessoas, batizadas ou não. Nessa parte da Liturgia comemora-se o período de vida de Jesus, nosso Salvador, desde sua infância (cântico das Antífonas) até Seu aparecimento em público, pregações e ensinamentos, o que é simbolizado pela abertura das Portas Reais, Pequeno Intróito com o evangelho e leitura das Sagradas Escrituras do Novo Testamento (Carta dos Apóstolos e Evangelho).

Antigamente participavam dessa parte as pessoas que estavam se preparando para o Batismo, os catecúmenos, que eram instruídos na verdade da fé Cristã e que saiam da Igreja com a invocação da Ladainha “Catecúmenos, sai.”

3- Liturgia Dos Fiéis

Em seguida tem início a Liturgia dos Fiéis, durante a qual é celebrado o Sacramento da Eucaristia ou Comunhão. Dessa parte da Liturgia podem participar somente os Cristãos Ortodoxos batizados. Durante o Cântico do Hino dos Querubins, as Santas Oferendas são transportadas do Altar das Oferendas para o Altar Principal. É o “Grande Intróito,” que simboliza a entrada triunfal de Cristo em Jerusalém.

Durante o translado das Oferendas, o sacerdote reza para que o Senhor Deus se lembre em Seu Reino das autoridades eclesiásticas e civis e dos paroquianos, da irmandade, de todos os presentes e de todos os cristãos ortodoxos.

Antes da Consagração é cantado o Símbolo de Fé e, então tem início a principal e mais importante parte da Liturgia – a Eucaristia – que começa com as palavras “Demos graças ao Senhor.” Nesta oração são lembradas todas as dádivas divinas para a humanidade, canta-se o Hino de Louvor dos Serafins (Santo, Santo, Santo é o Senhor…), e é relembrada a instituição do sacramento da Sagrada Eucaristia e última ceia.

A Consagração do pão e vinho acontece durante o cântico “Nós Te Louvamos e…” Após a Consagração canta-se o Hino à Mãe de Deus: “É verdadeiramente digno e justo louvar-te …” Durante o qual o sacerdote reza a todos os Santos e são lembrados todos os cristãos ortodoxos vivos e falecidos.

A Comunhão é precedida pela oração “Pai Nosso.” Fecham-se as Portas Reais e a Cortina e o sacerdote toma a Comunhão no Altar. Este momento simboliza Jesus no

Sepulcro. Abrem-se as Portas Reais e o sacerdote traz o cálice para a comunhão dos fiéis, simbolizando a Ressurreição de Jesus e o acesso a todos ao Reino dos Céus.

Após a Comunhão, o Cálice com os santos Dons é levado para a mesa das Oferendas, simbolizando a Ascensão de Cristo.

A Liturgia termina com a benção final do sacerdote, quando todos os fiéis vêm beijar a Cruz.

A Santa Liturgia tem um grande significado para o cristão. Ela relembra e simboliza toda a vida terrena de nosso Senhor Jesus Cristo e todos os que participam de Seu Corpo e Sangue, misticamente participam da Santa Ceia e da Vida de CRISTO, com CRISTO e em CRISTO.

Quando um cristão ortodoxo se prepara para a comunhão, deve purificar previamente a sua alma através da Penitência e da confissão. Sem isso não é permitido receber a comunhão.

Confissão é o reconhecimento sincero de todos seus pecados, faltas e transgressões, acompanhado do mais profundo arrependimento e firme propósito de corrigir-se e viver de acordo com as leis e vontade de Deus. No Sacramento da Confissão é dada a absolvição, a certeza da misericórdia Divina. A penitência é sempre acompanhada pelo jejum e não se pode beber ou comer nada desde a véspera até a Comunhão.

Todo cristão ortodoxo deve comungar o mais freqüentemente possível, porém, no mínimo quatro vezes ao ano (no período das 4 Quaresmas). Aquele quer por negligência deixar passar mais de um ano sem a confissão e comunhão, deixa de fazer parte do Santo Rebanho de Cristo (cânone apostólico). É como se ele mesmo tivesse se excomungado.

Durante a Liturgia todos que estiverem no templo devem orar com reverência, de pé, participando de todas as orações e cânticos, como se todos fossem um só coração. Esta oração em conjunto eleva a alma da baixeza material do mundo e proporciona-lhe a leveza e a paz Divina dos Santos no Reino de Deus. É necessário aprender as orações desde criança. Quem não sabe rezar não pode ser um autêntico cristão. Os Santos Apóstolos nos exortam a rezar continuamente, todos os dias, em casa e em viagem, trabalhando ou descansando. Na Igreja a oração tem significado especial, pois é feita em conjunto e não em particular. Essa oração pública, unida, é parte importante da Liturgia, bem como de todo ofício religioso celebrado na Igreja.Essas orações em conjunto cultivam e educam no indivíduo os sentimentos de amor, fé, caridade e esperança, fortalecendo nosso espírito cristão. A educação religiosa é fundamental e importantíssima uma vez que eleva a mente e o coração ã verdadeira existência cristã, direcionando e orientando todos os nossos atos no caminho indicado pelo fundador do cristianismo: nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo e seus Santos Apóstolos.

Portanto, fiquem firmes na fé Apostólica Ortodoxa, reta e verdadeira. Sejam verdadeiros filhos da Igreja e soldados de Cristo, como foram nossos antepassados. A ortodoxia é nosso tesouro espiritual que devemos desenvolver e aumentar, crescendo e nos aperfeiçoando na fé e na Caridade de Cristo.

Reverendo Arcipreste

GEORGE PETRENKO

Liturgia

Diácono: Abençoa, Soberano.

Sacerdote: Bendito seja o Reino do Pai, e do Filho e do Espirito Santo, agora e sempre e pelos séculos dos séculos.

Coro: Amém.

Ladainha da Paz

Diácono: Em paz, oremos ao Senhor.

Coro: Senhor, tem piedade.

Sacerdote: Pela paz celestial e salvação de nossas almas, oremos ao Senhor.

Coro: Senhor, tem piedade.

Diácono: Pela paz do mundo inteiro, pela estabilidade das Santas Igrejas de Deus e pela união de todos, oremos ao Senhor

Coro: Senhor tem piedade.

Diácono: Por este Santo Templo e por aqueles que nele entram com fé, veneração e temor a Deus, oremos ao Senhor.

Coro: Senhor tem piedade.

Diácono: Pelo episcopado Ortodoxo da Igreja Russa, pelo nosso Reverendíssimo Senhor Metropolita Vitali, primaz da Igreja Russa no exílio, pelo nosso Reverendo Senhor Arcebispo (ou Bispo), pelo venerável presbitério, diaconato em Cristo, e por todo o Clero e povo, oremos a Senhor.

Coro: Senhor, tem piedade.

Diácono: Pela sofredora Nação Russa e seu povo dos inimigos visíveis e invisíveis e firme-nos na união de espírito, amor fraterno e devoção, oremos ao Senhor.

Coro: Senhor tem piedade.

Diácono: Por este país por seus governantes e forças armadas e por todo país cristão, oremos ao Senhor.

Coro: Senhor tem piedade.

Diácono: Por esta cidade, por todas as cidades e países e pelos fiéis que nelas habitam, oremos ao Senhor.

Coro: Senhor tem piedade.

Diácono: Pela salubridade do ar, pela abundância dos frutos da terra e por tempos pacíficos, oremos ao Senhor.

Coro: Senhor tem piedade.

Diácono: Pelos navegantes, viajantes, enfermos, sofredores, prisioneiros e pela sua salvação, oremos ao Senhor.

Coro: Senhor tem piedade.

Diácono: Para que sejamos livres de toda aflição ira e necessidade, oremos ao Senhor.

Coro: Senhor tem piedade.

Diácono: Protege-nos, salva-nos, tem piedade de nós e guarda-nos, ó Deus, pela Tua Graça.

Coro: Senhor tem piedade.

Diácono: Comemorando nossa Santíssima, Puríssima Bem Aventurada e Gloriosa Senhora, a Mãe de Deus e sempre Virgem Maria, com todos os Santos, encomendemo-nos mutuamente uns aos outros e toda a nossa vida a Cristo Deus.

Coro: A ti, ó Senhor.

Sacerdote: Porque a Ti pertence toda glória, honra e adoração, Pai Filho e Espirito Santo, agora e sempre e pelos séculos dos séculos.

Coro: Amém.

O coro canta

A primeira Antífona

– Salmo 102

Coro: Bendize, ó minha alma,o Senhor, Bendito és Tu, ó Senhor. Bendize, ó minha alma, ó Senhor, e todas as coisas que há dentro de mim, o Seu Santo Nome. Bendize, ó minha alma, o Senhor, e não esqueças nenhum dos Seus benefícios. É Ele quem perdoa todas as tuas culpas, e quem sara todas as tuas enfermidades. É Ele quem resgata da morte a tua vida, e quem te coroa de misericórdia e de graça. É Ele quem sacia de bens a tua vida, renova-se como a da águia a tua juventude. O Senhor faz obras de justiça e defende o direito de todos os oprimidos, faz conhecer a Moisés os Seus caminhos, aos filhos de Israel as Suas obras. O Senhor é misericordioso e compassivo, lento para a ira e muito clemente. Não está sempre a contender, nem guarda ressentimento para sempre, não nos trata segundo os nossos pecados, nem nos retribui segundo as nossas culpas. Porque quanto o céu está elevado acima da Terra, tanto prevalece a Sua misericórdia sobre os que O temem. Quanto o oriente dista do ocidente, tanto Ele afasta de nós os nossos delitos. Como um pai se compadece dos seus filhos, assim se compadece o Senhor dos que O Temem. Porque Ele sabe bem de que somos formados, lembra-Se que somos pó. Os dias do homem são semelhantes ao feno, como a flor do campo assim floresce. Apenas é tocada pelo vento, já não existe, nem o seu lugar o conhece mais. Mas a misericórdia do Senhor estende-se desde a eternidade, e para sempre sobre os que O temem. E a Sua justiça com os filhos, com aqueles que guardam a sua aliança e se lembram dos Seus mandamentos para os observar. O Senhor estabeleceu o Seu trono no céu e o Seu reino domina todas as coisas. Bendizei o Senhor todos os Seus anjos, vós que sois poderosos em força, que executais as Suas ordens prontos para obedecer a Sua palavra. Bendizei o Senhor, vós, todos os exércitos, vós Seus ministros, que fazeis a Sua vontade. Bendizei o Senhor, vós todas as Suas obras em todos os lugares do Seu domínio. Bendize, ó minha alma, o Senhor, e todas as coisas que há dentro de mim, o Seu Santo Nome; bendito és Tu ó Senhor.

Terminada a Antífona, o diácono ou sacerdote entoa

A pequena Ladainha

Diácono: Novamente, em paz, oremos ainda ao Senhor.

Coro: Senhor, tem piedade.

Diácono::Protege-nos, salva-nos, tem misericórdia de nós e guarda-nos, ó Deus, pela Tua Graça.

Coro: Senhor, tem piedade.

Diácono: Comemorando a nossa Santíssima, Puríssima, Bem Aventurada e Gloriosa Senhora, a Mãe de Deus e sempre Virgem Maria, com todos os Santos, encomendemo-nos mutuamente uns aos outros e toda nossa vida a Cristo Deus.

Coro: A Ti, ó Senhor.

Sacerdote: Porque a Ti pertence o domínio, e Teu é o reino, o poder e a glória, Pai, Filho e Espírito Santo, agora e sempre e pelos séculos dos séculos.

Coro: Amém.

O coro canta

a Segunda Antífona

– Salmo 145

Coro: Louva, ó minha alma, o Senhor, eu louvarei o Senhor durante a minha vida, cantarei Salmos ao meu Deus enquanto existir. Não confies nos príncipes, nem no homem que não podem salvar. Quando se for, o seu espírito voltará ao seu pó, então se desvanecerão todos os seus projetos. Ditoso aquele de quem é protetor o Deus de Jacó, cuja esperança está no Senhor, seu Deus.

Que fez o céu, e a terra, o mar e todas as coisas que neles há. Que conserva eternamente a fidelidade, faz justiça aos oprimidos, dá pão aos famintos. O Senhor dá liberdade aos cativos, o Senhor abre os olhos aos cegos, o Senhor endireita os encurvados, o Senhor ama os justos. O Senhor protege os peregrinos, ampara os órfãos e a viúva, mas embaraça os caminhos do pecador. O Senhor reinará para sempre o Teu Deus, Ó Sião, de geração em geração.

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, agora e sempre e pelos séculos dos séculos Amém. Ó Filho único, Verbo de Deus, que embora imortal condescendeste para a nossa salvação em encarnar no seio da Santíssima Mãe de Deus e sempre Virgem Maria, e te tornaste homem sem sofrer alteração, foste crucificado, Cristo Deus, vencendo a morte com a Tua morte, Tu que fazes parte da Trindade Santíssima e És glorificado com o Pai e o Espírito Santo, salva-nos.

Terminada a Antífona, o diácono ou sacerdote entoa

A pequena Ladainha

Diácono: Novamente, em paz, oremos ainda ao Senhor.

Coro: Senhor tem piedade.

Diácono: Protege-nos, salva-nos, tem misericórdia de nós e guarda-nos ó Deus pela Tua Graça.

Coro: Senhor tem piedade.

Diácono: Comemorando a Nossa Santíssima, Puríssima, Bem Aventurada e Gloriosa Senhora, a Mãe de Deus e sempre Virgem Maria com todos os Santos,, encomendemo-nos mutuamente, uns aos outros e toda a nossa vida a Cristo Deus.

Coro: A Ti ó Senhor.

Sacerdote: Pois Tu és um Deus bom e benevolente e a Ti rendemos glória, Pai, Filho e Espírito Santo, agora e sempre e pelos séculos dos séculos.

Coro: Amém.

O coro canta

A terceira Antífona

Coro: Em Teu reino lembra-Te de nós, ó Senhor, quando chegares ao Teu reino. Bem aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus. Bem aventurados os que choram, porque eles serão consolados. Bem aventurados os mansos, porque possuirão a terra. Bem aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados. Bem aventurados os misericordiosos, porque obterão misericórdia. Bem aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus. Bem aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus. Bem aventurados os que sofrem perseguição por amor da justiça, porque deles é o reino dos céus. Bem aventurados sois vós quando vos caluniarem e perseguirem e, mentindo, disserem mal de vós por minha causa. Alegrai-vos e exultai-vos, porque é grande a vossa recompensa nos céus.

Intróito

Diácono: A Sabedoria! Estejam atentos!

Coro: Vinde, adoremos e prostremo-nos diante de Cristo. Salva-nos, Filho de Deus, que ressuscitaste dos mortos, a nós que Te cantamos: Aleluia.

(Nos dias de semana… que és admirável nos teus Santos). (Nas festas de nossa Senhora… pelas orações da Mãe de Deus).

O coro canta então os tropários e kondákios próprios do dia

Triságio

Sacerdote: Pois Tu és Santo, ó Deus nosso, e a Ti rendemos glória, Pai, Filho e Espirito Santo, agora e sempre.

O diácono sai pela Porta Real e voltando-se com o orárion para o Ícone de Cristo, diz:

Diácono: Senhor, salva os devotos (…) e ouve-nos.

Coro: Senhor, salva os devotos (…) e ouve-nos.

Diácono: E por todos os séculos dos séculos.

Coro: Amém.

Santo Deus, Santo Poderoso, Santo Imortal, tem piedade de nós (3 vezes).

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, agora e sempre e pelos séculos dos séculos. Amém.

Santo Imortal, tem piedade de nós.

Santo Deus, Santo Poderoso Santo Imortal, tem piedade de nós.

Diácono: Estejamos atentos.

Sacerdote: Paz a todos.

O leitor, parado no meio da Igreja, responde.

Leitor: E a teu espirito.

Diácono: Sabedoria.

Leitor: Prokimenon.

Coro: (canta o Prokimenon).

Diácono: Sabedoria.

Epístola

Leitor: Leitura da Epístola do Apóstolo São Paulo aos…

Diácono: Estejamos atentos.

Leitor: (Lê a Epístola).

Terminada a leitura,o sacerdote diz:

Sacerdote: Paz a ti.

Leitor: E ao teu espírito.

Diácono: Sabedoria.

Leitor: Aleluia.

Coro: Aleluia, Aleluia, Aleluia.

Diácono: Abençoa, Senhor, o anunciante do Evangelho do Apóstolo e Evangelista (…nome do santo).

Sacerdote: Que Deus pelas orações do santo, glorioso e ilustre Apóstolo e Evangelista (nome…) te conceda a palavra para anunciar com grande poder o cumprimento do Evangelho de Seu Filho amado, Nosso Senhor Jesus Cristo.

Diácono: Amém.

Sacerdote: Sabedoria. Atentos ouçamos o Santo Evangelho. Paz a todos.

Coro: E ao teu espírito.

Evangelho

Diácono: Leitura do Santo Evangelho, segundo São…

Coro: Glória a Ti, Senhor, glória a Ti.

Sacerdote:Estejamos atentos.

Sacerdote:Paz a ti,anunciante.

Coro:Glória a Ti, Senhor, Glória a Ti.

O diácono parado diante das Portas Reais, entoa a ladainha insistente:

Ladainha Insistente

Diácono: Digamos todos, com toda a nossa alma, e com todo o nosso espírito, digamos:

Coro: Senhor, tem piedade.

Diácono: Senhor Onipotente, Deus de nossos pais, nós Te suplicamos: ouve-nos e tem piedade de nós.

Coro: Senhor tem piedade.

Diácono: Tem piedade de nós, ó Deus, segundo a Tua grande misericórdia, nós Te suplicamos ouve-nos e tem piedade de nós.

Coro: Senhor tem piedade (três vezes).

Diácono: Oremos ainda pelo Episcopado Ortodoxo, da Igreja Russa, pelo nosso Reverendíssimo Senhor Metropolita Vitali, primaz da Igreja Russa no exílio e pelo nosso Reverendo Senhor Bispo (…) e por todos nossos irmãos em Cristo.

Coro: Senhor tem piedade (três vezes).

Diácono: Oremos ainda pela sofredora Nação Russa e seu povo Ortodoxo, tanto na terra natal como na diáspora, e pela sua salvação.

Coro: Senhor tem piedade (três vezes).

Diácono: Oremos ainda para que Ele liberte o seu povo do amargo tormento das autoridades ímpias e firme-nos na união de espirito, amor fraterno e devoção.

Coro: Senhor, tem piedade (três vezes).

Diácono: Oremos ainda por este país, pelos seus governantes e forças armadas e por todos os países cristãos.

Coro: Senhor tem piedade (três vezes).

Diácono: Oremos ainda pelos nossos irmãos, sacerdotes, monges e por toda nossa irmandade em Cristo.

Coro: Senhor tem piedade (três vezes).

Diácono: Oremos ainda pelos bem aventurados e sempre lembrados Patriarcas Ortodoxos, pelos devotos reis e rainhas e pelos fundadores desta Santa Igreja e por todos os nossos pais e irmãos ortodoxos falecidos, que descansam aqui ou em qualquer outro lugar.

Coro: Senhor tem piedade (três vezes).

Diácono: Ó médico de corpos e de almas, com devoção e coração aflito, a Ti recorremos e sofrendo, imploramos: cura as doenças, elimina os vícios e paixões da alma e do corpo de Teus servos (nome…) e perdoa-lhes ó Bondoso, todos os pecados voluntários e involuntários e ergue-os rapidamente do leito e da doença, nós Te imploramos: ouve-nos e tem piedade de nós.

Coro: Senhor tem piedade (três vezes).

Diácono: Oremos ainda pelos benfeitores e os que trazem suas oferendas a este Santo Templo, pelos que nele trabalham, cantam e pelo povo aqui presente, que esperam de Ti grande e abundante misericórdia.

Coro: Senhor tem piedade (três vezes).

Sacerdote: Pois Tu és um Deus misericordioso e benevolente, e a Ti rendemos glória, Pai, Filho e Espírito Santo, agora e sempre e pelos séculos dos séculos.

Coro: Amém.

Oração Pela Salvação da Rússia

Diácono: Oremos ao Senhor.

Coro: Senhor tem piedade.

Sacerdote: Senhor Jesus Cristo, nosso Deus, aceita de nós Teus indignos servos, esta suplicante oração e, perdoando-nos todos os nossos pecados, lembra-Te de nossos inimigos, que nos odeiam e ofendem, não lhes retribuas pelos seus atos, mas segundo Tua grande misericórdia, converte-os os infiéis à Fé verdadeira e devota; os fiéis ao afastamento do mal e para atos de bondade. Por Tua graça e pela Tua força onipotente, livra-nos a todos e a tua Santa Igreja de todas as situações maléficas. Liberta a nação Russa dos impiedosos ateus e do seu poderio; Deus misericordioso, ouve os sofridos lamentos dos Teus fiéis servos, que na aflição e penúria, dia e noite clamam a Ti, e livra suas vidas da perdição.

Envia a paz e a tranqüilidade, amor e firmeza e rápida reconciliação a este Teu povo, que redimiste pelo Teu precioso sangue. Revela-Te também àqueles que Te abandonaram e aos que não Te procuram, para que nenhum deles pereça, mas todos se salvem e alcancem o pleno conhecimento da verdade. E que todos em um só pensamento e no incessante amor, glorifiquem Teu puríssimo nome, paciente e bondoso Senhor, pelos séculos dos séculos.

Coro: Amém.

Se for dia de semana e houver oferenda pelos falecidos, o diácono ou o sacerdote entoa a Ladainha pelos Falecidos.

Ladainha Pelos Falecidos

Diácono: Tem piedade de nós ó Deus e segundo a Tua grande misericórdia, nós te suplicamos: ouve-nos e tem piedade de nós.

Coro: Senhor tem piedade (três vezes).

Diácono: Oremos ainda pelo eterno descanso dos servos de Deus, falecidos (nomes..). e pelo perdão de seus pecados voluntários e involuntários.

Coro: Senhor tem piedade (três vezes).

Diácono: Para que Deus nosso Senhor os acolha onde habitam os justos.

Coro: Senhor tem piedade (três vezes).

Diácono: Peçamos a nosso Senhor Jesus Cristo, Rei Imortal e Deus nosso, que tenha misericórdia deles, conceda a remissão de seus pecados e os receba nos céus.

Coro: Concede-nos, Senhor.

Diácono: Oremos ao Senhor.

Coro: Senhor, tem piedade.

Sacerdote: Deus dos espíritos e dos corpos, Tu que esmagaste a morte, debelaste o demônio e que doaste a vida ao mundo, que Te pertence, concede agora, Senhor, o repouso às almas de Teus servos falecidos (nomes…) num lugar luminoso, abundante e confortável, onde não exista dor nem tristeza nem lamentação. Perdoa-lhes, ó Deus bom e misericordioso, todos os pecados cometidos por pensamento, palavra ou ação, porque não há ser humano que não peque. E Tu, na verdade És o único sem pecado e a Tua justiça é eterna, e a Tua palavra é a verdade. Pois Tu és ó Deus nosso Senhor Jesus Cristo, a ressurreição o descanso e a vida de Teus servos falecidos (nomes) e Te glorificamos juntamente com, o Teu eterno Pai e Teu Santíssimo, bom e vivificante Espírito agora e sempre e pelos séculos dos séculos.

Coro: Amém.

O sacerdote fecha as Portas Reais.

Ladainha Dos Catecúmenos

Diácono: Catecúmenos, orai ao Senhor.

Coro: Senhor, tem piedade.

Diácono: Fiéis, oremos pelos catecúmenos, para que o Senhor tenha piedade deles.

Coro: Senhor, tem piedade.

Diácono: Que Ele os instrua na palavra da verdade.

Coro: Senhor, tem piedade.

Diácono: Que Ele lhes revele o Evangelho da justiça.

Coro: Senhor, tem piedade.

Diácono: Que Ele os una à Sua Igreja Santa,Universal e Apostólica.

Coro: Senhor, tem piedade.

Diácono: Salva-os, tem misericórdia deles, auxilia e protege-os, Senhor, pela Tua Graça.

Coro: Senhor, tem piedade.

Diácono: Catecúmenos, inclinai as vossas cabeças diante do Senhor.

Coro: A Ti, ó Senhor.

Sacerdote: Que possam eles conosco glorificar também o Teu Nobre e Sublime Nome. Pai, Filho e Espírito Santo, agora e sempre e pelos séculos dos séculos.

Coro: Amém.

Liturgia Dos Fiéis

Diácono: Saiam os catecúmenos, catecúmenos saiam. Saiam todos os catecúmenos. Que nenhum dos catecúmenos permaneça, mas todos os fiéis, novamente em paz, oremos ainda ao Senhor.

Coro: Senhor, tem piedade.

Diácono: Protege-nos, salva-nos, tem misericórdia de nós e guarda-nos, ó Deus, pela Tua Graça.

Coro: Senhor, tem piedade.

Diácono: Sabedoria.

Coro: Senhor, tem piedade

Sacerdote: Porque a Ti pertencem toda glória, honra e adoração Pai, Filho e Espirito Santo, agora e Sempre e pelos séculos dos séculos.

Coro: Amém.

Diácono: Novamente oremos, ainda em paz, ao Senhor.

Coro: Senhor, tem piedade.

Diácono: Protege-nos, salva-nos, tem misericórdia de nós e guarda-nos, ó Deus, pela Tua graça.

Coro: Senhor, Tem piedade.

Diácono: Sabedoria.

Sacerdote: Pois estando sempre guardados sob Tua proteção, a Ti rendemos glória, Pai,Filho e Espirito Santo, agora e sempre e pelos séculos dos séculos.

Coro: Amém.

O sacerdote ou diácono abre as Portas Reais e incensa o santuário e o “Iconastas” e o coro canta o Hino dos Querubins.

Hino dos Querubins

Coro: Místicamente representando os Querubins e cantando à Vivificante Trindade o hino Trissantíssimo, deixemos de lado agora todas as preocupações terrenas.

Grande Intróito

Sacerdote: Que o Senhor Deus se lembre em Seu reino do Episcopado Ortodoxo da Igreja Russa, do nosso Reverendíssimo Senhor Metropolita Vitali, primaz da Igreja Russa no exílio, do nosso reverendo Senhor Bispo (…) de São Paulo e do Brasil, e de todo o clero e monges e de toda a hierarquia eclesiástica, agora e sempre e pelos séculos dos séculos.

Sacerdote: Que o senhor Deus Se lembre em Seu reino da sofredora nação Russa e de seu povo ortodoxo, tanto na terra natal como na diáspora, deste País, de seus governantes e das forças armadas e de todos os países cristãos, agora e sempre e pelos séculos dos séculos.

Sacerdote: Que o Senhor Deus se lembre em Seu reino, de todos os que sofrem perseguição e torturas por causa da Santa fé Ortodoxa, dos fundadores, construtores, benfeitores e de todos os paroquianos e irmãos desta Santa Igreja e de todos vós fiéis cristãos ortodoxos, agora e sempre e pelos séculos dos séculos.

Coro: Amém.

Coro: Afim de podermos receber do alto o Rei de todos, invisivelmente acompanhado das legiões angélicas, Aleluia, aleluia, Aleluia.

Fecham-se as Portas Reais e a cortina. O diácono ou sacerdote entoa:

A ladainha suplicante

Diácono: Completemos nossa oração ao Senhor.

Coro: Senhor, Tem piedade.

Diácono: Pelos preciosos dons oferecidos, oremos ao Senhor.

Coro: Senhor, Tem piedade.

Diácono: Por este Santo Templo e por aqueles que nele entram com fé, veneração e temor de Deus, oremos ao Senhor.

Coro: Senhor, Tem piedade.

Diácono: Para que sejamos livres de toda aflição, ira e necessidade, oremos ao Senhor.

Coro: Senhor, Tem piedade.

Diácono: Protege-nos, salva-nos, tem misericórdia de nós e guarda-nos, ó Deus, pela Tua Graça.

Coro: Senhor, Tem piedade.

Diácono: Que todo este dia seja perfeito, santo, pacífico e sem pecado, peçamos ao Senhor.

Coro: Concede-nos Senhor.

Diácono: Um anjo de paz, guia fiel e guardião de nossas almas e corpos, peçamos ao Senhor.

Coro: Concede-nos Senhor.

Diácono: O perdão e remissão de nossos pecados e transgressões, peçamos ao Senhor.

Coro: Concede-nos Senhor.

Diácono: Todas as coisas boas e proveitosas para nossas almas e pela paz do mundo, peçamos ao Senhor.

Coro: Concede-nos Senhor.

Diácono: Que nos conceda passar o resto de nossa vida na paz e no arrependimento, peçamos ao Senhor.

Diácono: Que nossa vida tenha um fim cristão, irrepreensível, pacífico e sem sofrimento, por uma sentença favorável perante o temível tribunal de Cristo, peçamos ao Senhor.

Coro: Concede-nos Senhor.

Diácono: Comemorando a Nossa Santíssima, Puríssima, Bem Aventurada e Gloriosa Senhora, e Mãe de Deus e sempre Virgem Maria. Com todos os Santos, encomendemo-nos mutuamente uns aos outros e toda nossa vida a Cristo Deus.

Coro: A Ti, ó Senhor.

Sacerdote: Pelas misericórdias do Teu Filho Unigênito, com o qual És abençoado juntamente com o Teu Santíssimo, Bom e Vivificante Espírito, agora e sempre e pelos séculos dos séculos.

Coro: Amém.

Sacerdote: Paz a todos.

Coro: E a teu espírito.

Diácono: Amemo-nos uns aos outros, para que num só pensamento professemos:

Coro: O Pai, o Filho e o Espírito Santo, Trindade consubstancial e indivisível.

Diácono: As portas, as portas, com sabedoria estejamos atentos.

Abre-se a cortina das Portas Reais.

Símbolo de Fé de Nicéia

(Coro e/ou fiéis).

CREIO em um só Deus, Pai onipotente, criador do céu e da terra e de todas as coisas visíveis e invisíveis. E em um só senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos, Luz de Luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado e não feito, consubstancial ao Pai, por quem foram feitas todas as coisas. O Qual por causa de nós homens e por causa de nossa salvação desceu dos céus e se encarnou pelo Espírito Santo e da Virgem Maria e se fez homem. E foi crucificado por nossa causa, sob o poder de Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras. E subiu aos céus e está sentado à direita do Pai e novamente virá com glória para julgar os vivos e os mortos, e cujo reino não terá fim. E no Espírito Santo, Senhor Vivificante que do Pai procede e que é juntamente com o Pai e o Filho adorado e glorificado, e que falou pelos profetas. E na Igreja Una, Santa, Universal e Apostólica. Confesso um só batismo para a remissão dos pecados. Espero a ressurreição dos mortos e a vida do século futuro. Amém.

Diácono: Fiquemos de pé com reverência. Fiquemos com temor. Estejamos atentos para oferecer em paz a Santa Oblação (sacrifício).

Coro: A misericórdia da paz, o Sacrifício de louvor.

Sacerdote: A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o Amor de Deus Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam com todos vós.

Coro: E com teu espírito.

Sacerdote: Elevemos ao alto nossos corações.

Coro: Já os temos no Senhor.

Sacerdote: Demos graças ao Senhor.

Coro: É digno e justo adorar o Pai, o Filho e o Espírito Santo, Trindade consubstancial e indivisível.

Sacerdote: O hino triunfal cantando, clamando, bradando e dizendo.

Coro: Santo, Santo, Santo é o Senhor dos exércitos. O céu e a terra estão cheios de Tua glória. Hosana nas alturas. Bendito seja o que vem em nome do Senhor, Hosana nas alturas.

Sacerdote: Tomai e comei, este é o Meu Corpo, que é partido por vós, para a remissão dos pecados.

Coro: Amém.

Sacerdote: Bebei dele todos, este é o Meu Sangue do Novo Testamento, que é por vós e por muitos derramado, para a remissão dos pecados.

Coro: Amém.

Sacerdote: O que é Teu, do que é Teu, a Ti oferecido por tudo e por todos.

Coro: Nós Te louvamos, bendizemos, agradecemos a Ti, ó Senhor e Te suplicamos, ó Deus nosso.

Nos dias de semana faz-se aqui a grande

reverência, pois é o momento de transsubstanciação.

Sacerdote: E, especialmente, pela nossa Santíssima, Puríssima, Bem Aventurada e gloriosa Soberana, Mãe de Deus e sempre Virgem Maria.

Coro: É verdadeiramente digno louvar-Te, ó Mãe de Deus, sempre Bem Aventurada e Imaculada,e Mãe de nosso Deus, Mais honorável que os Querubins e incomparavelmente mais gloriosa que os Serafins, que ao Verbo de Deus deste nascimento sem mácula. És verdadeiramente a Mãe de Deus e nós Te exaltamos.

Na Liturgia de São Basílio, canta-se este Hino à Nossa Senhora.

Hino Á Nossa Senhora

Coro: Em Ti, ó cheia de graça rejubila-se toda a criação: o conjunto dos anjos e o gênero humano. Ó Templo Santificado e paraíso vivo, Louvor virgem, onde Deus se encarnou, e sendo Deus antes dos séculos, tornou-se criança. Ele fez Seu trono em Teu seio e Teu ventre mais vasto que os céus. Em Ti, ó cheia de graça, rejubila-se toda a criação: Glória a Ti.

Sacerdote: Lembra-Te, Senhor, antes de todos, do Episcopado Ortodoxo da Igreja Russa, e do nosso reverendíssimo Senhor Metropolita Vitali, primaz da Igreja Russa no exílio, e de nosso Reverendo Senhor Bispo (..). e conserva-os para as Tuas Igrejas em paz, íntegros, honrados, com saúde e por longos anos, pregando fielmente a palavra da Tua verdade.

Coro: E de todos e de tudo.

Sacerdote: E concede-nos que, com uma só boca e um só coração glorifiquemos e louvemos Teu Nobilíssimo e Majestoso Nome, Pai, Filho e Espírito Santo, agora e sempre e pelos séculos dos séculos.

Coro: Amém.

Sacerdote: E que as misericórdias do grande Deus e Salvador nosso, Jesus Cristo, estejam com todos vós.

Coro: E com teu espírito.

Diácono: Tendo comemorado todos os Santos, novamente em paz, oremos ao Senhor.

Coro: Senhor tem piedade.

Diácono: Pelos Preciosos Dons aqui oferecidos e consagrados, oremos ao Senhor.

Coro: Senhor, tem piedade.

Diácono: Para que nosso benevolente Deus, recebendo-os em Seu Santo, Celestial e Espiritual altar, em perfume de espiritual suavidade, nos conceda a Divina Graça e o Dom do Espírito Santo, oremos ao Senhor.

Coro: Senhor, tem piedade.

Diácono: Para que sejamos livres de toda aflição, ira e necessidade, oremos ao Senhor.

Coro: Coro: Senhor, tem piedade.

Diácono: Protege-nos, salva-nos, tem misericórdia de nós e guarda-nos, ó Deus, pela Tua Graça.

Coro: Senhor, tem piedade.

Diácono: Que todo este dia seja perfeito, santo, pacífico e sem sofrimento, peçamos ao Senhor.

Coro: Concede-nos Senhor.

Diácono: Um anjo de paz, guia fiel e guardião de nossas almas e corpos, peçamos ao Senhor.

Coro: Concede-nos Senhor.

Diácono:O perdão e remissão de nossos pecados e transgressões, peçamos ao Senhor.

Coro: Concede-nos Senhor.

Diácono: Todas as coisas boas e proveitosas para nossas almas e pela paz do mundo, peçamos ao Senhor.

Coro: Concede-nos Senhor.

Diácono: Que nos conceda passar o resto de nossa vida em paz e no arrependimento, peçamos ao Senhor.

Coro: Concede-nos Senhor.

Diácono: Que nossa vida tenha um fim cristão, irrepreensível, pacífico e sem sofrimento, por uma sentença favorável perante o temível tribunal de Cristo, peçamos ao Senhor.

Coro: Concede-nos Senhor.

Diácono: Suplicando a união da fé e a participação do Espírito Santo, encomendemo-nos mutuamente uns aos outros e toda a nossa vida a Cristo Deus.

Coro: A Ti, ó Senhor.

Sacerdote: E concede-nos, Senhor, que ousemos com toda confiança e sem condenação invocar a Ti, ó Deus Pai Celestial, e dizer-Te:

Pai Nosso

(coro e/ou fiéis).

PAI nosso que estás no céu, santificado seja o Teu Nome, venha a nós o Teu reino, seja feita a Tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dá hoje e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores, e não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do maligno.

Sacerdote: Pois Teu é o reino, o poder e a glória, Pai,Filho e Espírito Santo, agora e sempre e pelos séculos dos séculos.

Coro: Amém

Sacerdote: Paz a Todos.

Coro: E a teu espírito.

Diácono: Inclinai vossas cabeças ao Senhor.

Coro: A Ti, ó Senhor.

Sacerdote: Pela graça, misericórdia e amor de Teu Filho Unigênito, com o qual És bendito, juntamente com o Teu Santíssimo Bom e Vivificante Espírito, agora e sempre e pelos séculos dos séculos.

Coro: Amém.

Diácono: Estejamos atentos.

Sacerdote: O que é Santo, aos Santos.

Coro: O único Santo, o único Senhor, Jesus Cristo, na Glória de Deus Pai. Amém.

O coro canta, então, a antífona da comunhão, bem como outros hinos, de acordo com o dia ou a festa da Igreja. Neste momento o celebrante comunga no altar e prepara a comunhão para os fiéis.

Os fiéis, que se preparam para comungar os Preciosos Corpo e Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo, dirigem-se para perto do altar, beijam a imagem no meio da Igreja, fazem uma inclinação de cabeça aos fiéis presentes, pedindo-lhes perdão e ficam à espera da comunhão com toda fé e devoção, tendo a mente completamente voltada à misericórdia de Deus, orando em silêncio.

Comunhão

Abrem-se as Portas Reais e o sacerdote traz o Cálice Sagrado dizendo:

Sacerdote: Com fé e temor de Deus, aproximai-vos.

Coro: Bendito seja o que vem em nome do Senhor, o Senhor é Deus e se manifestou a nós.

Sacerdote: Creio, Senhor, e confesso que em verdade Tu És Cristo, Filho de Deus vivo e que vieste ao mundo para salvar os pecadores, do qual eu sou o primeiro. Creio ainda que este é o Teu Puríssimo Corpo e que este é Teu Próprio e Precioso Sangue. Suplico-Te, pois, tem misericórdia de mim e perdoa-me as minhas faltas voluntárias e involuntárias, que cometi por palavras ou ações, com conhecimento ou por ignorância e concede-me, sem condenação, receber Teus puríssimos Mistérios para a remissão dos pecados e para a vida eterna. Amém.

De Tua ceia mística, aceita-me hoje como participante, ó filho de Deus pois não revelarei Teu Mistério aos Teus inimigos,

Nem Te darei o beijo como Judas, mas como o ladrão me confesso: lembra-Te de mim, Senhor, no Teu reino, Que não seja para Teu juízo ou condenação a recepção de Teus Santos Mistérios, Senhor, mas para a cura da alma e do corpo. Amem.

Coro: Recebei o Corpo de Cristo, bebei da Fonte da Vida.

Quando termina a comunhão, o coro canta:

Coro: Aleluia, Aleluia, Aleluia.

O sacerdote coloca o cálice no altar e, voltando-se para o povo, os abençoa e diz:

Sacerdote: Salva, ó Deus, o Teu povo e abençoa a Tua herança.

Coro: Vimos a Luz Verdadeira, recebemos o Espírito Celestial, encontramos a verdadeira fé, adoramos a Trindade indivisível: Ela nos salvou.

O sacerdote, após incensar os Sagrados Dons, toma-Os nas mãos e voltando-se para o povo, diz:

Sacerdote: Eternamente, agora e sempre e pelos séculos dos séculos.

Coro: Amém. Que os nossos lábios, Senhor, estejam cheios de Teus louvores, para que cantemos a Tua Glória, pois concedestes participar dos Teus Santos, Divinos, Imortais e Vivificantes Mistérios. Conserva-nos na Tua Santidade, para o dia inteiro aprender a Tua verdade. Aleluia, Aleluia, Aleluia.

Diácono: Atentos. Tendo recebido os Divinos, Santos, Preciosos, Imortais, Celestiais, Vivificantes e Temíveis Mistérios, agradeçamos dignamente ao senhor.

Coro: Senhor, tem piedade.

Diácono: Protege-nos, salva-nos, tem piedade de nós e guarda-nos, ó Deus pela Tua Graça.

Coro: Senhor, tem piedade.

Diácono: Tendo pedido que este dia inteiro seja perfeito, santo, pacifico e sem pecado, encomendemo-nos mútuamente uns aos outros e toda nossa vida a Cristo Deus.

Coro:,A Ti, ó Senhor.

Sacerdote: Pois Tu és a nossa santificação e a Ti rendemos glória, Pai Filho e Espírito Santo, Agora e sempre e pelos séculos dos séculos.

Coro: Amém.

Sacerdote: Saiamos em paz.

Coro: Em nome do Senhor.

Diácono: Oremos ao Senhor.

Coro: Senhor, tem piedade.

Sacerdote: Senhor, Tu que abençoas os que Te bendizem a santificas os que em Ti confiam, Salva o Teu povo e abençoa a Tua herança, guarda a plenitude da Tua Igreja, santifica os que amam a magnificência da Tua Casa. Glorifica-os com o Teu divino poder e não nos abandone, nós que confiamos em Ti. Dá a paz ao Teu mundo, às Tuas Igrejas, aos sacerdotes e a todo Teu povo. Porque toda boa dádiva e todo dom perfeito vem do alto, procedente de Ti, ó Pai das luzes, e a Ti rendemos glória, ação de graças e adoraçao, Pai, Filho e Espírito Santo, agora e sempre e pelos séculos dos séculos.

Coro: Amém. Bendito seja o nome do Senhor de agora e por toda a eternidade (três vezes).

Sacerdote: A benção do Senhor esteja sobre vós pela Sua graça e Seu amor pela humanidade, a todo o momento, pelos séculos dos séculos.

Coro: Amém.

Sacerdote: Glória a Ti, Cristo Deus, esperança nossa, glória a Ti.

Coro: Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, agora e sempre e pelos séculos dos séculos. Amém.

Coro: Senhor, tem piedade. (três vezes). Abençoai.

Sacerdote: Que Cristo, nosso verdadeiro Deus ressuscitado dos mortos, pelas orações de Sua Puríssima Mãe, dos santos gloriosos e ilustres Apóstolos, do nosso Pai entre os Santos, João Chrisóstomo, Arcebispo de Constantinopla, dos Santos (…), dos Santos justos antepassados de Deus, Joaquim e Ana e de todos os santos, tenha piedade de nós e nos salve, pois Ele é infinitamente bom e benevolente.

Coro: Amém.

Estas palavras da bênção final variam de acordo com o dia da semana e a festa.

Os fiéis aproximam-se do celebrante e, um a um, beijam a Cruz e recebem o pão bento.

*** *** ***

Orações de Agradecimento

Depois da Comunhão.

Sacerdote: Glória a Ti, ó Deus (três vezes).

Primeira Oração

Agradeço-Te, Senhor meu Deus, por não teres rejeitado a mim pecador, mas por permitir-me ser participante de Teus Santos Mistérios.

Agradeço-Te por me ter permitido, embora indigno, receber os Teus Puríssimos Dons Celestiais. Porém, Senhor Benevolente, que morreste e ressuscitaste por nossa causa, e nos destes estes temíveis e Vivificantes Mistérios para o bem e a santificação de nossas almas e corpos,concede para que em mim eles sejam para a cura do corpo e da alma, para a libertação de todo inimigo, para a iluminação dos olhos do meu coração, para a paz das minhas forças espirituais, para uma fé inquebrável, para um amor sincero, para plenitude da sabedoria, cumprimento dos Teus mandamentos, aumento da Tua divina graça e ajuntar-me ao Teu reino para que, mantido por Eles na Tua Santidade, sempre me lembre da Tua graça e não viva mais para mim, mas para Ti, nosso Senhor e Benfeitor. E assim, ao partir dessa vida na esperança da vida eterna, possa alcançar o descanso esterno, onde é constante a voz dos que se rejubilam e incessante a felicidade dos que contemplam a beleza indizível de Tua face. Pois Tu és, o Cristo nosso Deus, o desejo verdadeiro e a felicidade inefável dos que Te amam, e a Ti louva toda a criação, por toda a eternidade. Amém.

Segunda Oração

De São Basílio, O Grande

Ó Cristo Deus Soberano, Rei dos séculos e Criador de todas as coisas, agradeço-Te por todos os bens que me tens dado e pela comunhão dos Teus puríssimos e vivificantes Mistérios. Rogo-Te, misericordioso e amante da humanidade, guarda-me sob Tua proteção, à sombra das Tuas asas e conceda-me, até o meu último suspiro, com consciência pura, receber dignamente os Teus Santos Dons para a remissão dos pecados e alcançar a vida eterna. Pois tu és o Pão da Vida, a Fonte da Santidade, Doador de Bens. A Ti rendemos glória, juntamente com o Pai e o Espírito Santo, agora e sempre e pelos séculos dos séculos.

Terceira Oração

De São Simeão Metafrastes

Por Tua vontade me deste o Teu corpo em alimento, ó fogo que consome os indignos. Não me consumas ó meu Criador, porém entra em meus membros, em todo o meu ser, no coração e na alma. Queima os espinhos de todos os meus pecados, purifica a alma, santifica os pensamentos, firma as ligaduras juntamente com os ossos. Ilumina os meus cinco sentidos, fixa todo o meu ser no Teu amor. Guarda, protege e livra-me de toda ação ou palavra destruidora da alma. Purifica-me, lava-me e adorna-me Torna-me bondoso, compreensivo e iluminado. Faça-me morada somente de Teu Espírito e nunca do pecado. Que esta Tua casa, pela entrada da comunhão, fuja de todo o mal e de todo o vício, como do fogo. Apresento diante de ti as orações de todos os santos, das potestades.

Angelicais, do Teu precursor, dos sábios apóstolos, juntamente com Tua pura e Imaculada Mãe, cujas preces ó Cristo meu, aceita com compaixão e faz deste teu servo um filho de luz. Somente Tu trazes, ó bondoso, a santidade e a luz às nossas almas e, diariamente nós Te rendemos glória, que a Ti é devida como Deus e Senhor.

Quarta Oração

Que o Teu Santo Corpo seja para a minha vida eterna, ó Senhor Jesus Cristo, nosso Deus, e o Teu precioso Sangue para a remissão dos pecados. Que seja este agradecimento para minha alegria, saúde e satisfação e no dia do Teu terrível segundo advento permita-me ficar à mão direita da Tua glória, pelas orações de Tua Mãe puríssima e de todos os santos.

Quinta Oração

Santíssima Soberana, Mãe de Deus, luz de minha alma obscurecida, minha esperança, meu abrigo, meu refúgio, minha consolação e alegria: agradeçoTe por teres permitido que eu, embora indigno, recebesse o puríssimo Corpo e preciosíssimo Sangue de Teu Filho. Tu, de quem nasceu a Verdadeira Luz, ilumina os olhos da sabedoria de meu coração. Tendo dado nascimento à Fonte da Imortalidade, renova minha vida, morta pelo pecado. Bondosa Mãe de Deus misericordioso, tem misericórdia de mim e dá-me humildade em meus pensamentos, coração contrito, devoção e liberdade à minha mente escravizada. Torna-me digno, até o meu último suspiro, de receber sem condenação a santidade destes puríssimos Sacramentos, para a cura da alma e do corpo. E dá-me lágrimas de arrependimento e confissão, para que eu possa louvar-Te e glorificar-Te todos os dias de minha vida, porque Tu és bendita e gloriosa por todos os séculos. Amém.

Agora, Senhor, deixa ir em paz o Teu servo, segundo a Tua palavra. Porque os meus olhos viram a Tua salvação que preparaste ante a face de todas as nações. Luz para iluminação dos povos e glória de Teu povo Israel.

Santo Deus, Santo Forte, Santo Imortal, tem piedade de nós (três vezes).

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, agora e sempre e pelos séculos dos séculos. Amém.

Santíssima Trindade, tem piedade de nós; Senhor, purifica-nos de nossos pecados; Soberano, perdoa as nossas transgressões. Santo, visita-nos e cura nossas fraquezas, por Teu santo nome.

Senhor, tem piedade (três vezes).

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, agora e sempre e pelos séculos dos séculos.

Pai nosso que está no céu, santificado seja o Teu nome, venha a nós o Teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dá hoje e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores e não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal.

Sacerdote: Pois Teu é o reino, o poder e a glória, Pai, Filho e Espírito Santo, agora e sempre e pelos séculos dos séculos

Leitor: Amém.

De Teus lábios, como iluminação do fogo, brilhou a graça que iluminou o mundo. Não procurou para o mundo tesouros da avareza, mas mostrou-nos a altura da humildade. Ó Pai João Chrisóstomo, cujas palavras nos instruirão, roga ao verbo Cristo Deus pela salvação de nossas almas.

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Do céu recebeste a graça Divina e por Teus lábios ensinas a todos a adorar o único Deus na Trindade, ó João Chrisóstomo, Santo e Bem Aventurado, dignamente Te louvamos, Tu és nosso mestre e nos revelas as coisas divinas.

Agora e sempre e pelos séculos dos séculos. Amém. Firme Protetora dos Cristãos, constantemente intercedendo junto ao Criador, não desprezes o apelo dos pecadores mas, na tua bondade, ajuda-nos,a nós que confiantemente clamamos por Ti. Sê solicita em ouvir as nossas petições, pronta em defender-nos, ó Mãe de Deus, que sempre protege aqueles que Te veneram.

Senhor, tem piedade. (12 vezes).

Mais honorável que os querubins e incomparavelmente mais gloriosa que os Serafins, que ao verbo de Deus deste nascimento sem mácula: És verdadeiramente a Mãe de Deus e nós Te exaltamos.

Glória ao Pai, ao filho e ao Espírito Santo agora e sempre e pelos séculos dos séculos. Amém. Senhor, tem piedade, (3 vezes). Abençoai.

Sacerdote: Que Cristo, nosso verdadeiro Deus ressuscitado dos mortos, pelas orações de Sua Puríssima Mãe, de nosso Pai São João Chrisóstomo, Arcebispo de Constantinopla e de todos os Santos, tenha piedade de nós e nos salve,pois Ele é infinitamente bom e nos ama.

Leitor: Amém.

Rua Paratiquara, 151 – Vila Alpina

Cep: 03209-040 – São Paulo – Brasil

Copyright

Direitos Autorais Reservados

Tradução

Reverendo Arcipreste George Petrenko

Editoração E Revisão

Ana Berenice M. Baranov

Apresentação

São Paulo, Outubro De 1997.

 

(divina_liturgia.doc, 08-05-99)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Goddelijke liturgie van Joh Chrysostomos in het ROEMEENS

 

 

DUMNEZEIASCA LITURGHIE

a sfântului IOAN GURĂ DE AUR

Arhiepiscopul Constantinopolului

Liturghia Catehumenilor

Sfintele uşi sunt deschise şi perdeaua ridicată. Diaconul, stând în faţa uşilor împărăteşti zice cu glas mare:

Diaconul: Binecuvântează, părinte.

Preotul, având capul descoperit, ia Sfânta Evanghelie cu amândouă mâinile, o ridică puţin şi face semnul Sfintei Cruci pe sfântul antimis, începând cu capătul de sus, apoi cu cel de jos, la stânga şi la dreapta zicând:

Preotul: Binecuvântată este împărăţia Tatălui şi a Fiului şi a Sfântului Duh, acum şi pururea şi în vecii vecilor.

Preotul închide sfintele uşi, iar diaconul zice ectenia mare. Dacă nu este diacon o zice preotul din altar.

Ectenia Mare

Diaconul: Cu pace Domnului să ne rugăm.

În timpul ecteniei mari strana răspunde după fiecare ectenie de cerere.

Strana: Doamne miluieşte.

Diaconul: Pentru pacea de sus şi pentru mântuirea sufletelor noastre, Domnului să ne rugăm.

Pentru pacea a toată lumea, pentru bună starea sfintelor lui Dumnezeu Biserici şi pentru unirea tuturor, Domnului să ne rugăm.

Pentru sfântă biserica aceasta şi pentru cei ce cu credinţă, cu evlavie şi cu frică de Dumnezeu intră într-însa, Domnului să ne rugăm.

Pentru Prea Fericitul Părintele nostru (N) Patriarhul Bisericii Ortodoxe Române, pentru (Înalt-) Prea Sfinţitul (Arhi-) Episcopul (şi Mitropolitul) nostru (N), pentru cinstita preoţime şi cea întru Hristos diaconime, şi pentru tot clerul şi poporul, Domnului să ne rugăm.

Pentru (aici se pomeneşte Cârmuirea ţării, după îndrumările Sfântului Sinod), Domnului să ne rugăm.

Pentru sfânt locaşul acesta, ţara aceasta şi pentru toate oraşele şi satele şi pentru cei ce cu credinţă locuiesc într-însele, Domnului să ne rugăm.

Pentru buna-întocmire a văzduhului, pentru îmbelşugarea roadelor pământului şi pen tru vremuri paşnice, Domnului să ne rugăm.

Pentru cei ce călătoresc pe ape, pe uscat şi prin aer, pentru cei bolnavi, pentru cei ce se ostenesc, pentru cei robiţi şi pentru mântuirea lor, Domnului să ne rugăm.

Aici se pot adăuga şi alte ectenii pentru felurite cereri.

Pentru ca să fim izbăviţi noi, de tot necazul, mânia, primejdia şi nevoia, Domnului să ne rugăm.

Apără, mântuieşte, miluieşte şi ne păzeşte pe noi, Dumnezeule, cu harul Tău.

Pe Preasfânta, curata, preabinecuvântata, mărita stăpâna noastră, de Dumnezeu Născătoarea şi pururea Fecioara Maria, cu toţi sfinţii să o pomenim.

Când strana cântă Preasfântă Născătoare…, preotul zice încet rugăciunea antifonului întâi.

Strana: Preasfântă Născătoare de Dumnezeu miluieşte-ne pe noi.

Diaconul: Pe noi înşine şi unii pe alţii şi toată viaţa noastră lui Hristos Dumnezeu să o dăm.

Strana: Ţie, Doamne.

Rugăciunea Antifonului întâi

Preotul: Doamne Dumnezeul nostru, a Cărui stăpânire este neasemănată şi slavă neajunsă, a Cărui milă este nemăsurată şi iubire de oameni negrăită, Însuţi Stăpâne, după milostivirea Ta, caută spre noi şi spre sfântă biserica aceasta, şi fă bogate milele Tale şi îndurările Tale cu noi şi cu cei ce se roagă împreună cu noi.

Cu glas tare, preotul zice ecfonisul:

Preotul: Că Ţie se cuvine toată slava, cinstea şi închinăciunea, Tatălui şi Fiului şi Sfântului Duh, acum şi pururea şi în vecii vecilor.

Strana: Amin.

Strana cântă acum antifonul întâi. La încheierea antifonului, diaconul stă din nou înaintea sfintelor uşi, îşi ridică orarul şi zice ectenia mică.

Ectenia Mică

Diaconul: Iară şi iară cu pace, Domnului să ne rugăm.

Strana: Doamne, miluieşte.

Diaconul: Apără, mântuieşte, miluieşte şi ne păzeşte, pe noi, Dumnezeule, cu harul Tău.

Strana: Doamne miluieşte.

Diaconul: Pe Preasfânta, curata, preabinecuvântata, mărita stăpâna noastră, de Dumnezeu Născătoarea şi pururea Fecioara Maria, cu toţi sfinţii să o pomenim.

Când strana cântă Preasfântă Născătoare…, preotul zice încet rugăciunea antifonului îal doilea.

Strana: Preasfântă Născătoare de Dumnezeu miluieşte-ne pe noi

Diaconul: Pe noi înşine şi unii pe alţii şi toată viaţa noastră lui Hristos Dumnezeu să o dăm.

Strana: Ţie, Doamne.

Rugăciunea Antifonului al doilea

Preotul: Doamne Dumnezeul nostru, mântuieşte poporul Tău şi binecuvântează moştenirea Ta; plinirea Bisericii Tale o păzeşte, sfinţeşte pe cei ce iubesc podoaba casei Tale, Tu pe aceştia îi prea măreşte cu dumnezeiască puterea Ta şi nu ne lăsa pe noi, cei ce nădăjduim întru Tine.

Cu glas tare preotul zice ecfonisul.

Preotul: Că a Ta este stăpânirea şi a Ta este împărăţia şi puterea şi slava, a Tatălui şi a Fiului şi a Sfântului Duh, acum şi pururea şi în vecii vecilor.

Strana: Amin.

Strana cântă acum antifonul al doilea. La încheierea antifonului, diaconul stă iarăşi în faţa icoanei Născătoarei de Dumnezeu, ridică orarul şi zice ectenia mică.

Ectenia Mică

Diaconul: Iară şi iară cu pace, Domnului să ne rugăm.

Strana: Doamne, miluieşte

Diaconul: Apără, mântuieşte, miluieşte şi ne păzeşte, pe noi, Dumnezeule, cu harul Tău.

Strana: Doamne miluieşte.

Diaconul: Pe Preasfânta, curata, preabinecuvântata, mărita stăpâna noastră, de Dumnezeu Născătoarea şi pururea Fecioara Maria, cu toţi sfinţii să o pomenim.

Când diaconul intră în altar pe uşa dinspre miazăzi, stă la locul său la sfânta masă şi se înclină în faţă preotului, în timp ce preotul zice rugăciunea antifonului al treilea.

Strana: Preasfântă Născătoare de Dumnezeu miluieşte-ne pe noi

Diaconul: Pe noi înşine şi unii pe alţii şi toată viaţa noastră lui Hristos Dumnezeu să o dăm.

Strana: Ţie, Doamne.

Rugăciunea Antifonului al Treilea

Preotul: Cel ce ne-ai dăruit nouă aceste rugăciuni obşteşti şi împreună-glăsuite, Cel ce şi la doi şi la trei, care se unesc în numele Tău, ai făgăduit să le împlineşti cererile, Însuţi, şi acum, plineşte cererile cele de folos ale robilor Tăi dându-ne nouă, în veacul de acum, cunoştinţa adevărului Tău, şi în cel ce va să fie, viaţă veşnică dăruindu-ne.

Cu glas tare, preotul zice ecfonisul:

Preotul: Că bun şi iubitor de oameni eşti şi Ţie slavă înălţăm, Tatălui şi Fiului şi Sfântului Duh, acum şi pururea şi în vecii vecilor.

Strana: Amin.

În timp ce strana cântă antifonul al treilea sau Fericirile, preotul şi diaconul fac trei închinăciuni înaintea Sfintei Mese. Preotul ridică Sfânta Evanghelie şi o dă diaconului. Diaconul merge înaintea preotului în jurul altarului. Ei ies pe uşa dinspre miazănoapte şi se opresc în mijlocul bi sericii.

Intrarea mică

Diaconul, stând în mijlocul bisericii, în faţa preotului şi puţin în dreapta sa, zice:

Diaconul: Domnului să ne rugăm. Doamne miluieşte.

Preotul zice Rugăciunea Intrării:

Stăpâne Doamne, Dumnezeul nostru, Cel ce ai aşezat în ceruri cetele şi oştile înge rilor şi ale arhanghelilor spre slujba slavei Tale, fă ca împreună cu intrarea noastră să fie şi intrarea sfinţilor îngeri, care slujesc împreună cu noi şi împreună slăvesc bunătatea Ta. Că Ţie se cuvine toată slava, cinstea şi închi nă ciunea, Tatălui şi Fiului şi Sfântului Duh, acum şi pururea şi în vecii vecilor. Amin.

După rugăciune, diaconul, ţinând orarul în mâna dreaptă, arată către răsărit cu mâna dreaptă şi zice:

Diaconul: Binecuvântează, părinte, sfânta intrare.

Preotul, binecuvântând către sfântul altar, zice încet:

Preotul: Binecuvântată este intrarea sfinţilor Tăi, totdeauna, acum şi pururea şi în vecii vecilor. Amin.

Ei se închină de două ori. Diaconul îi dă Sfânta Evanghelie preotului să o sărute. Amândoi mai fac o închinăciune. Dacă însă în biserică este arhiereu (sau la mănăstire, stareţ), ei îl înlocuiesc pe preot şi diaconul duce Sfânta Evanghelie celui mai mare să o sărute, sărutând şi el mâna acestuia. După ce se termină cântarea, diaconul, stând înaintea sfintelor uşi, înalţă Sfânta Evanghelie cu icoana Învierii spre popor şi zice:

Diaconul: Înţelepciune, drepţi!

Diaconul intră în sfântul altar prin sfintele uşi. Preotul se pleacă către străni, intră în altar şi, luând Sfânta Evanghelie, o aşează pe Sfânta Masă.

Strana: Veniţi să ne închinăm şi să cădem la Hristos. Mântuieşte-ne pe noi, Fiul lui Dumnezeu,

(Duminica) Cel ce ai înviat din morţi, pe noi, cei ce-Ţi cântăm Ţie: Aliluia.

(în zilele săptămânii) Cel ce eşti minunat întru sfinţi…

La praznicile împărăteşti, în loc de Veniţi să ne închinăm…, se cântă stihurile speciale.

După această cântare se cântă troparele şi condacele potri vite.

După ce se cântă condacele, diaconul, stând între sfintele uşi, cu faţa către credincioşi şi, ţinând orarul în mâna dreaptă, zice:

Diaconul: Domnului să ne rugăm.

Şi întorcându-se în dreapta preotului îşi pleacă capul către acesta.

Strana: Doamne miluieşte.

Diaconul zice cu glas încet către preot:

Diaconul: Binecuvântează, părinte, vremea cântării celei întreit-sfinte.

Preotul îl binecuvântează pe cap zicând:

Preotul: Că sfânt eşti Dumnezeul nostru şi Ţie slavă înălţăm, Tatălui şi Fiului şi Sfântului Duh, acum şi pururea, – (Pauză)

La sărbătorile mai însemnate şi mai cu seamă când slujba se face în sobor, preotul se opreşte după cuvintele : … acum şi pururea, iar diaconul se apropie de sfintele uşi şi arătând cu orarul către icoana Mântuitorului, zice:

Diaconul: Doamne, mântuieşte pe cei binecredincioşi.

Cei care se află în altar cântă zicând aceleaşi cuvinte.

Diaconul: Doamne, mântuieşte pe cei binecredincioşi (de două ori)

De fiecare dată, strana răspunde cu aceleaşi cuvinte.

Diaconul: Şi ne auzi pe noi.

Este de asemenea obiceiul ca cei din altar să cânte Şi ne auzi pe noi.

După aceasta, diaconul, cu glas mare şi înălţând orarul, zice:

Diaconul: Şi în vecii vecilor.

Când slujeşte preotul singur, zice el însuşi: Doamne, mântuieşte pe cei binecredincioşi. Apoi el cântă singur: Şi ne auzi pe noi, după care zice: Şi în vecii vecilor.

Strana: Amin.

Sfinte Dumnezeule, Sfinte tare, Sfinte fără de moarte, miluieşte-ne pe noi.

Slavă Tatălui şi Fiului şi Sfântului Duh şi acum şi pururea şi în vecii vecilor. Amin.

În zilele de praznic, se poate zice şi altă cântare.

În timpul acestei cântări, preotul citeşte în taină:

Rugăciunea Cântării celei Întreit-sfinte

Preotul: Dumnezeule cel sfânt, Care întru sfinţi Te odihneşti, Cel ce cu glas întreit-sfânt eşti lăudat de serafimi şi slăvit de heruvimi şi de toată puterea cerească închinat; Cel ce dintru nefiinţă întru fiinţă ai adus toate; Care ai zidit pe om după chipul şi asemănarea Ta şi cu tot harul Tău l-ai împodobit; Cel ce dai înţelepciune şi pricepere celui ce cere, şi nu treci cu vederea pe cel ce greşeşte, ci pui pocăinţa spre mântuire; Care ne-ai învrednicit pe noi, smeriţii şi nevrednicii robii Tăi, şi în ceasul acesta, a sta înaintea slavei sfântului Tău jertfelnic şi a-Ţi aduce datorita închinare şi preaslăvire: Însuţi Stăpâne, primeşte şi din gurile noastre, ale păcătoşilor, întreit-sfânta cântare şi ne cercetează pe noi întru bunătatea Ta. Iartă-ne nouă toată greşeala cea de voie şi cea fără de voie; sfinţeşte sufletele şi trupurile noastre şi ne dă nouă să slujim Ţie cu cuvioşie în toate zilele vieţii noastre. Pentru rugăciunile Preasfintei Născătoarei de Dumnezeu şi ale tuturor sfinţilor care din veac au bine-plăcut Ţie. Că sfânt eşti Dumnezeul nostru şi Ţie slavă înălţăm, Tatălui şi Fiului şi Sfântului Duh, acum şi pururea şi în vecii vecilor. Amin.

Preotul şi diaconul se închină înaintea Sfintei Mese de fiecare dată când se cântă Sfinte Dumnezeule…

La SlavăŞi acum…, diaconul, de la locul lui, arătând cu orarul spre proscomidiar, zice către preot:

Diaconul: Porunceşte, părinte.

Preotul merge la proscomidiar îşi pleacă capul şi zice:

Preotul: Binecuvântat este cel ce vine întru numele Domnului.

Apoi diaconul arată către scaunul de sus şi zice:

Diaconul: Binecuvântează, părinte, scaunul cel de sus.

Diaconul rămâne în dreptul colţului sfintei mese. Preotul, se întoarce către Sfânta Masă, apoi merge către scaunul cel de sus, zicând:

Preotul: Binecuvântat eşti pe scaunul slavei împărăţiei Tale, Cel ce şezi pe heruvimi, totdeauna, acum şi pururea şi în vecii vecilor. Amin.

Preotul stă cu faţa către credincioşi în dreapta scaunului de sus, locul din mijloc fiind rezervat episcopului.

După SlavăŞi acum…, diaconul stând între sfintele uşi zice:

Diaconul: Puternic.

Şi strana cântă Sfinte Dumnezeule….

Apostolul

După plinirea Cântării celei întreit-sfinte, diaconul venind între sfintele uşi, cu faţa spre credincioşi, zice:

Diaconul: Să luăm aminte.

Preotul: Pace tuturor.

Cititorul: Şi duhului tău.

Clericii merg şi stau înaintea scaunului înalt.

Cititorul stă în mijlocul bisericii cu faţa la altar şi cântă prochimenul Apostolului. Apoi diaconul zice:

Diaconul: Înţelepciune.

Şi citeţul: Din Epistola către…

Diaconul: Să luăm aminte.

Cititorul, cu faţa la altar, citeşte Epistola.

Diaconul ia cădelniţa cu tămâie şi vine către preot pentru a primi binecuvântarea , apoi cădeşte Sfânta Masă împrejur şi în sfântul altar şi pe preot, apoi iese din altar şi cădeşte după rânduială icoanele, jeţul arhieresc, strănile, pe citeţ şi, din mijlocul bisericii, pe ceilalţi credincioşi. Apoi, intră în sfântul altar, cădind.

Evanghelia

Întorcându-se către Sfânta Masă, preotul citeşte încetişor rugăciunea dinaintea Evangheliei.

Preotul: Străluceşte în inimile noastre, Iubitorule de oameni, Stăpâne, lumina cea curată a cunoaşterii Dumnezeirii Tale şi deschide ochii gândului nostru spre înţelegerea evanghelicelor Tale propovăduiri. Pune în noi şi frica fericitelor Tale porunci, ca toate poftele trupului călcând, vieţuire duhov nicească să petrecem, cugetând şi făcând toate cele ce sunt spre bună-plăcerea Ta. Că Tu eşti luminarea sufle te lor şi a trupurilor noastre, Hristoase Dumneze ule şi Ţie slavă înălţăm, împreună şi Celui fără de început al Tău Părinte şi Preasfântului şi bunului şi de viaţă făcătorului Tău Duh, acum şi pururea şi în vecii vecilor. Amin.

Diaconul, isprăvind de cădit, pune cădelniţa la locul ei, se apropie de preot şi primeşte de la el Sfânta Evanghelie şi, închinându-se înaintea Sfintei Evanghelii, o ia cu amândouă mâinile şi pune capătul orarului peste ea.

După citirea Apostolului, preotul stă între sfintele uşi cu faţa spre credincioşi şi zice:

Preotul: Pace ţie, cititorule.

Citeţul: Şi duhului tău

Strana: Aliluia! Aliluia! Aliluia!

Diaconul iese cu Sfânta Evanghelie prin sfintele uşi. Înaintea lui merg doi purtători cu sfeşnice cu lumânări; diaconul zice:

Diaconul: Binecuvântează, părinte, pe binevestitorul Sfântului Apostol şi Evanghelist (N)

Preotul, binecuvântându-l, zice:

Preotul: Dumnezeu, pentru rugăciunile Sfântului, întru tot lăudatului Apostol şi Evanghelist (N) săţi dea ţie, celui ce binevesteşti, cuvânt cu putere multă, spre plinirea Evangheliei iubitului Său Fiu, a Domnului nostru Iisus Hristos.

Diaconul: Amin.

În zilele săptămânii, preotul binecuvântează pe diacon în taină.

După aceasta, diaconul (sau preotul dacă nu este diacon) stă între sfintele uşi cu faţa către credincioşi, şi zice:

Diaconul: Înţelepciune, drepţi, să ascultăm Sfânta Evanghelie.

Preotul: Pace tuturor!

Preotul stă între sfintele uşi, cât timp diaconul citeşte din Sfânta Evanghelie.

Strana: Şi duhului tău.

Diaconul: Din Sfânta Evanghelie de la (N) citire.

Strana: Slavă Ţie, Doamne, slavă Ţie.

Preotul sau diaconul al doilea zice:

Preotul: Să luăm aminte.

Dacă nu este diacon, preotul citeşte Sfânta Evanghelie, dintre sfintele uşi, având de-a dreapta şi de-a stânga câte un sfeşnic cu lumânare aprinsă.

După citirea Sfintei Evanghelii, diaconul îndreaptă cartea către preot care zice::

Preotul: Pace ţie, celui ce ai binevestit.

Strana: Slavă Ţie, Doamne, slavă Ţie.

Preotul, primind Sfânta Evanghelie de la diacon, o sărută şi-i binecuvântează pe credincioşi cu ea în semnul crucii după care o aşează pe Sfânta Masă deasupra sfântului antimis.

După citirea textului Evangheliei, urmează de obicei tâlcuirea ei (predica).

După predică, dacă se ţine acum, se închid sfintele uşi, iar diaconul stând în faţa sfintelor uşi, în mijlocul bisericii, zice:

Ectenia cererii stăruitoare

Diaconul: Să zicem toţi, din tot sufletul şi din tot cugetul nostru să zicem.

Strana: Doamne miluieşte.

Diaconul: Doamne, Atotstăpânitorule, Dumnezeul părinţilor noştri, rugămu-ne Ţie, auzi-ne şi ne miluieşte.

Strana: Doamne miluieşte.

Diaconul: Miluieşte-ne pe noi, Dumnezeule, după mare mila Ta, rugămu-ne Ţie, auzi-ne şi ne miluieşte.

Strana: Doamne miluieşte (de 3 ori).

În acest timp, preotul zice în taină Rugăciunea cererii stăruitoare.

Diaconul sau, dacă nu este diacon, preotul, zice:

Diaconul: Încă ne rugăm pentru Prea Fericitul Părintele nostru (N), Patriarhul Bisericii Ortodoxe Române, şpentru (Înalt-) Prea Sfinţitul (Arhi-) Episcopul (şi Mitropolitul) nostru (N)ţ, şi pentru toţi fraţii noştri întru Hristos.

Încă ne rugăm (aici se pomeneşte Cârmuirea tării, după îndrumările Sfântului Sinod), pentru sănătatea şi mântuirea lor.

Încă ne rugăm pentru fraţii noştri: preoţi, ieromonahi, ierodiaconi, diaconi, monahi şi monahii şi pentru toţi cei întru Hristos fraţi ai noştri.

Încă ne rugăm pentru fericiţii şi pururea pomeniţii ctitori ai sfânt locaşului acestuia şi pentru toţi cei mai dinainte adormiţi părinţi şi fraţi ai noştri dreptmăritori creştini, care odihnesc aici şi pretutindeni.

Încă ne rugăm pentru mila, viaţa, pacea, sănătatea, mântuirea, cercetarea, lăsarea şi iertarea păcatelor robilor lui Dumnezeu enoriaşi, ctitori şi binefăcători ai sfântului locaşului acestuia.

Aici se pot pune ectenii pentru diferite cereri.

Încă ne rugăm pentru cei ce aduc daruri şi fac bine în sfânta şi întru tot cinstită bise rica aceasta, pentru cei ce se ostenesc, pentru cei ce cântă şi pentru poporul ce stă înainte şi aşteaptă de la Tine mare şi multă milă.

Rugăciunea cererii stăruitoare

Preotul: Doamne Dumnezeul nostru, primeşte această rugăciune stăruitoare de la robii Tăi şi ne miluieşte pe noi, după mulţimea milei Tale, şi trimite îndurările Tale peste noi şi peste tot poporul Tău, care aşteaptă de la Tine mare şi multă milă.

Preotul: Că milostiv şi iubitor de oameni Dumnezeu eşti şi Ţie slavă înălţăm, Tatălui şi Fiului şi Sfântului Duh, acum şi pururea şi în vecii vecilor.

Strana: Amin.

*

* *

Ectenia pentru pomenirea morţilor

Acum se poate zice ectenia pentru cei chemaţi, potrivit cerinţelor parohiei. De obicei nu se zice în zilele de duminică, în sărbătoarea Învierii sau în zilele de sărbătoare:

Diaconul: Miluieşte-ne pe noi, Dumnezeule, după mare mila Ta, rugămu-ne Ţie, auzi-ne şi ne miluieşte.

Strana: Doamne miluieşte. (de 3 ori)

Diaconul: Încă ne rugăm pentru odihna sufletelor adormiţilor robilor lui Dumnezeu (N), şi pentru ca să li se ierte lor toată greşeala cea de voie şi cea fără de voie.

Strana: Doamne miluieşte. (de trei ori)

Diaconul: Ca Domnul Dumnezeu să aşeze sufletele lor unde drepţii se odihnesc.

Strana: Doamne miluieşte. (de trei ori)

Diaconul: Mila lui Dumnezeu, împărăţia cerului şi iertarea păcatelor lor, de la Hristos, Împăratul cel fără de moarte şi Dumnezeul nostru, să cerem.

Strana: Dă Doamne.

Diaconul: Domnului să ne rugăm.

Strana: Doamne miluieşte.

Preotul: Dumnezeul duhurilor şi a tot trupul, Care ai călcat moartea şi pe diavolul l-ai surpat şi ai dăruit viaţă lumii Tale, Însuţi Doamne, odihneşte sufletele adormiţilor robilor Tăi (N), în loc luminat, în loc cu verdeaţă, în loc de odihnă, de unde a fugit toată durerea, întristarea şi suspinarea. Şi orice greşeală au săvârşit ei cu cuvântul, cu lucrul, sau cu gândul, ca un Dumnezeu bun şi iubitor de oameni, iartă-le lor. Că nu este om, care să fie viu şi să nu greşească; numai Tu singur eşti fără de păcat; dreptatea Ta este dreptate în veac şi cuvântul Tău, adevărul.

Diaconul: Domnului să ne rugăm.

Preotul: Că Tu eşti învierea şi viaţa şi odihna robilor Tăi (N), Hristoase, Dumnezeul nostru, şi Ţie slavă înălţăm, împreună şi Celui fără de început al Tău Părinte şi Preasfântului şi bunului şi de viaţă făcătorului Tău Duh, acum şi pururea şi în vecii vecilor.

Strana: Amin.

Diaconul, sau dacă nu este diacon, preotul:

Diaconul: Întru fericita adormire, veşnică odihnă dă, Doamne, sufletelor adormiţilor robilor Tăi, celor ce s-au pomenit acum, şi le fă lor veşnică pomenire.

Şi se cântă, în altar o dată, apoi la străni de două ori: Veşnică pomenire.

Strana: Veşnică pomenire.

Ectenia pentru cei chemaţi

Preotul începe să desfacă sfântul antimis. Totuşi Ectenia şi Rugăciunea pentru cei chemaţi pot fi omise în unele situaţii. În acest caz antimisul se desface la zicerea Ecteniei Cererii Stăruitoare, înaintea ecfonisului. Dacă se omite Ectenia pentru cei chemaţi, diaconul zice acum Ectenia pentru credincioşi.

Diaconul: Rugaţi-vă cei chemaţi, Domnului.

Preotul desface partea din stânga sa.

Strana: Doamne miluieşte.

Diaconul: Cei credincioşi, pentru cei chemaţi să ne rugăm, ca Domnul să-i miluiască pe dânşii.

Preotul desface partea din dreapta sa.

Strana: Doamne miluieşte.

Diaconul: Să-i înveţe pe dânşii cuvântul adevărului .

Preotul desface partea de jos.

Strana: Doamne miluieşte.

Diaconul: Să le descopere lor Evanghelia dreptăţii.

Preotul desface pertea de sus.

Strana: Doamne miluieşte.

Apoi preotul începe să şteargă cu buretele sfântul antimis, din toate părţile, spre îndoitura din dreapta.

Diaconul: Să-i unească pe dânşii cu Sfânta Sa sobornicescă şi apostolească Biserică.

Strana: Doamne miluieşte.

Diaconul: Mântuieşte, miluieşte, apără şi-i păzeşte pe dânşii, Dumnezeule, cu harul Tău.

Strana: Doamne miluieşte.

Diaconul: Cei chemaţi, capetele voastre Domnului să le plecaţi.

Strana: Ţie, Doamne.

Rugăciunea pentru cei chemaţi

Preotul citeşte în taină:

Preotul: Doamne Dumnezeul nostru, Cel ce întru cele de sus locuieşti şi spre cei smeriţi priveşti, Care ai trimis mântuire neamului omenesc pe Unul-Născut Fiul Tău şi Dumnezeu, pe Domnul nostru Iisus Hristos, caută spre robii Tăi cei chemaţi, care şi-au plecat grumajii înaintea Ta, şi-i învredniceşte pe dânşii, la vremea potrivită, de baia naşterii celei de a doua, de iertarea păcatelor şi de veşmântul nestricăciunii; uneşte-i pe dânşii cu sfânta Ta sobornicească şi apostolească Biserică şi-i numără pe dânşii cu turma Ta cea aleasă.

Preotul zice ecfonisul în timp ce însemnează cruciş cu buretele deasupra sfântului antimis. Apoi îl sărută şi îl pune la locul lui, sus în dreapta antimisului.

Preotul: Ca şi aceştia împreună cu noi să slăvească preacinstitul şi de mare cuviinţă numele Tău, al Tatălui şi al Fiului şi al Sfântului Duh, acum şi pururea şi în vecii vecilor.

Strana: Amin.

Diaconul zice din mijlocul bisericii:

Diaconul: Câţi sunteţi chemaţi, ieşiţi.

Iar de este un al doilea diacon, zice şi acesta, dintre sfintele uşi:

Cei chemaţi, ieşiţi.

Apoi iarăşi diaconul, din mijlocul bisericii:

Câţi sunteţi chemaţi, ieşiţi.

Diaconul, dintre sfintele uşi:

Ca nimeni dintre cei chemaţi (să nu rămână).

Dacă este numai un singur diacon, ori de slujeşte preotul singur, preotul zice tot dialogul:

Câţi sunteţi chemaţi, ieşiţi.

Cei chemaţi, ieşiţi.

Câţi sunteţi chemaţi, ieşiţi.

Ca nimeni dintre cei chemaţi (să nu rămână).

Liturghia CredincioŞilor

Prima ectenie pentru credincioşi

Diaconul, din mijlocul bisericii, zice:

Diaconul: Câţi suntem credincioşi, iară şi iară cu pace Domnului să ne rugăm.

Strana: Doamne miluieşte.

Se închide perdeaua de la sfintele uşi. Strana cântă din nou:

Strana: Doamne miluieşte.

Preotul citeşte în taină Prima rugăciune pentru credincioşi

Diaconul: Apără, mântuieşte, miluieşte şi ne păzeşte pe noi, Dumnezeule, cu harul Tău.

Strana: Doamne miluieşte.

Rugăciunea întâi pentru credincioşi

Preotul: Mulţumim Ţie, Doamne, Dumnezeul Puterilor, Care ne-ai învrednicit pe noi a sta şi acum înaintea sfântului Tău jertfelnic şi a cădea la îndurările Tale, pentru păcatele noastre şi pentru păcatele cele din neştiinţă ale poporului. Primeşte Dumnezeule, rugăciunea noastră; fă-ne să fim vrednici a-Ţi aduce rugăciuni, cereri şi jertfe fără de sânge pentru tot poporul Tău; şi ne învredniceşte pe noi, pe care ne-ai pus întru această slujbă a Ta, cu puterea Duhului Tău celui Sfânt, ca fără de osândă şi fără de sminteală, întru mărturia curată a cugetului nostru, să Te chemăm pe Tine în toată vremea şi în tot locul şi, auzindu-ne pe noi, milostiv să ne fii nouă, întru mulţimea bunătăţii Tale.

Diaconul: Înţelepciune!

Preotul: Că Ţie se cuvine toată slava, cinstea şi închinăciunea, Tatălui şi Fiului şi Sfântului Duh, acum şi pururea şi în vecii vecilor.

Strana: Amin.

A Doua Ectenie pentru Credincioşi

Diaconul: Iară şi iară cu pace, Domnului să ne rugăm.

Strana: Doamne miluieşte. (acum şi la urmă toa rele ectenii de cerere)

Următoarele ectenii de cerere se zic numai dacă slujeşte şi un diacon. Dacă preotul slujeşte singur, el citeşte în taină a doua Rugăciune pentru credincioşi.

Diaconul: Pentru pacea de sus şi pentru mântuirea sufletelor noastre, Domnului să ne rugăm.

Pentru pacea a toată lumea, pentru bunăstarea sfintelor lui Dumnezeu Biserici şi pentru unirea tuturor, Domnului să ne rugăm.

Pentru sfântă biserica aceasta şi pentru cei ce cu credinţă, cu evlavie şi cu frică de Dum nezeu intră într-însa, Domnului să ne rugăm.

Pentru ca să fim noi izbăviţi de tot necazul, mânia, primejdia şi nevoia, Domnului să ne rugăm.

Dacă preotul slujeşte singur el continuă de aici.

Diaconul : Apără, mântuieşte, miluieşte şi ne păzeşte pe noi, Dumnezeule, cu harul Tău.

Strana: Doamne miluieşte.

Rugăciunea a doua pentru credincioşi

Preotul: Iarăşi şi de multe ori cădem la Tine şi ne rugăm Ţie, Bunule şi Iubitorule de oameni, ca privind spre rugăciunea noastră, să curăţeşti sufletele şi trupurile noastre de toată necurăţia trupului şi a duhului şi să ne dai nouă să stăm nevinovaţi şi fără de osândă înaintea sfântului Tău jertfelnic. Şi dăruieşte, Dumnezeule, şi celor ce se roagă împreună cu noi spor în viaţă, în credinţă şi în înţelegerea cea duhov nicească. Dă lor săŢi slujească totdeauna cu frică şi cu dragoste şi întru nevinovăţie şi fără osândă să se împărtăşească cu Sfintele Tale Taine şi să se învrednicească de cereasca Ta împărăţie.

Diaconul: Înţelepciune.

Diaconul intră în altar prin uşa dinspre miazănoapte.

Preotul: Ca sub stăpânirea Ta totdeauna fiind păziţi, Ţie slavă să înălţăm, Tatălui şi Fiului şi Sfântului Duh, acum şi pururea şi în vecii vecilor.

Strana: Amin.

Strana cântă cântarea heruvimică până la: Ca pe împăratul…

Strana: Noi, care pe heruvimi cu taină închipuim şi făcătoarei de viaţă Treimi întreit-sfântă cântare aducem, toată grija cea lumească să o lepădăm.

Preotul citeşte în taină Rugăciunea din timpul cântării heruvimice:

Rugăciunea din timpul

cântării heruvimice

Preotul: Nimeni din cei legaţi cu pofte şi cu desfătări trupeşti nu este vrednic să vină, să se apropie, sau să slujească Ţie, Împăratul slavei; căci a sluji Ţie este lucru mare şi înfricoşător chiar pentru puterile cele cereşti. Dar, totuşi, pentru iubirea Ta de oameni cea negrăită şi nemăsurată, fără mutare şi fără schimbare Te-ai făcut om, şi Arhiereu al nostru Te-ai făcut, şi, ca un Stăpân a toate, ne-ai dat slujba sfântă a acestei jertfe liturgice şi fără sânge; că singur Tu, Doamne Dumnezeul nostru, stăpâneşti cele cereşti şi cele pământeşti, Care Te porţi pe scaunul heruvimilor, Domnul serafimilor şi Împăratul lui Israel, Cel ce singur eşti Sfânt şi întru sfinţi Te odihneşti. Deci pe Tine Te rog, Cel ce singur eşti bun şi binevoitor, caută spre mine păcătosul şi netrebnicul robul Tău, şi-mi curăţeşte sufletul şi inima de cugete viclene; şi învredniceşte-mă, cu puterea Sfântului Tău Duh, pe mine, cel ce sunt îmbrăcat cu harul preoţiei, să stau înaintea sfintei Tale mese acesteia şi să jertfesc sfântul şi preacuratul Tău Trup şi scumpul Tău Sânge. Căci la Tine vin, plecându-mi grumajii mei şi mă rog Ţie: Să nu întorci faţa Ta de la mine, nici să mă lepezi dintre slujitorii Tăi, ci binevoieşte săŢi fie aduse darurile acestea de mine păcătosul şi nevrednicul robul Tău. Că Tu eşti Cel ce aduci şi Cel ce Te aduci, Cel ce primeşti şi Cel ce Te împarţi, Hristoase, Dumnezeul nostru, şi Ţie slavă înălţăm, împreună şi Celui fără de început al Tău Părinte şi Preasfântului şi bunului şi de viaţă făcătorului Tău Duh, acum şi pururea şi în vecii vecilor. Amin.

După ce preotul a zis rugăciunea, el şi diaconul zic în taină cântarea heruvimică de trei ori, făcând câte o închinăciune la fiecare sfârşit.

Cântarea heruvimică

Preotul: Noi, care pe heruvimi cu taină închipuim şi făcătoarei de viaţă Treimi întreit-sfântă cântare aducem, toată grija cea lumească să o lepădăm…

Diaconul: …Ca pe Împăratul tuturor, să primim pe Cel înconjurat în chip nevăzut de cetele îngereşti. Aliluia, aliluia, aliluia.

Şi de nu s-a făcut mai înainte acoperirea Cinstitelor Daruri la proscomidiar, se face acum. Se ridică apoi perdeaua şi se deschid sfintele uşi. Diaconul dă cădelniţa preotului, şi, luând o lumânare aprinsă merge înaintea preotului care tămâiază Sfânta Masă împrejur, altarul tot şi ieşind prin sfintele uşi, tămâiază icoanele şi pe credincioşi. Preotul zice în taină Psalmul 50 până la versul Jertfa lui Dumnezeu, duhul umilit…. Dacă este timp el poate zice şi alte tropare de umilinţă. Întorcându-se la Sfânta Masă, preotul dă cădelniţa diaconului. Amândoi fac apoi două închinăciuni înaintea Sfintei Mese, zicând:

Preotul: Dumnezeule, curăţeşte-mă pe mine păcătosul şi mă miluieşte.

După aceea preotul sărută sfântul antimis, Sfânta Cruce şi Sfânta Masă. Diaconul sărută numai Sfânta Masă. Mai fac apoi amândoi o închinăciune şi se întorc plecându-se, dintre sfintele uşi, către credincioşi. Merg după aceea la proscomidiar şi închinându-se de trei ori, zic:

Dumnezeule curăţeşte-mă pe mine păcătosul şi mă miluieşte.

Diaconul: Ridică, părinte.

Preotul, luând Aerul îl pune pe umerii diaconului, zicând:

Preotul: Ridicaţi mâinile voastre la cele sfinte şi binecuvântaţi pe Domnul.

El dă sfântul disc diaconului, care îl ţine în dreptul frunţii. Preotul însuşi ia sfântul potir. Diaconul iese înaintea preotului prin uşa dinspre miazănoapte făcând Ieşirea cu Cinstitele Daruri sau Vohodul. Dacă sunt doi diaconi, preotul pune mai întâi pe umerii celui de al doilea un Aer, dându-i apoi cădelniţa. Al doilea diacon merge înaintea diaconului întâi. Iar de slujeşte numai preotul, face el singur Vohodul, având Aerul pe umeri, potirul în mâna dreaptă şi discul în mâna stângă.

Când sunt mai mulţi preoţi şi diaconi, cel dintâi dintre preoţi, împreună cu diaconii, se pleacă către credincioşi. Apoi vin şi ceilalţi preoţi începând de la cei cu rang mai mare, care se închină după rânduială şi vin în faţa proscomidiarului, având în mâna dreaptă fiecare câte o sfântă cruce, şi, la nevoie, chiar cartea Dumnezeieştii Liturghii. Preotul care a făcut Proscomidia poartă copia şi linguriţa. Şi fac Vohodul, mergând unul după altul în urma preotului celui dintâi şi când ajung în mijlocul bisericii, se întorc cu faţa spre apus. Când nu sunt diaconi, atât sfântul disc cât şi sfântul potir se iau de către întâiul dintre preoţi.

Ieşind deci din sfântul altar, întâiul dintre diaconi zice cu glas mare:

Ieşirea cu Cinstitele Daruri

Diaconul: Pe voi pe toţi, dreptmăritorilor creştini, să vă pomenească Domnul Dumnezeu întru împărăţia Sa, totdeauna, acum şi pururea şi în vecii vecilor.

Strana: Amin. (Acum şi la următoarele ectenii de cerere)

Al doilea diacon, mergând înaintea primului diacon, se opreeşte în faţa icoanei Sfintei Fecioare. Primul dintre diaconi intra în altar şi stă în dreapta, aşteptându-l pe preot să intre cu Sfântul Potir. Când preotul intră în altar, al doilea diacon îl cădeşte şi apoi intră şi el prin uşa dinspre miazănoapte. Înainte de a intra în altar, preotul zice următoarele ectenii de cerere:

Preotul: Pe Prea Fericitul Părintele nostru (N), Patriarhul Bisericii Ortodoxe Române, şpe (Înalt-) Prea Sfinţitul (Arhi-) Episcopul (şi Mitropolitul) nostru (N)ţ, să-l pomenească Domnul Dumnezeu întru împărăţia Sa.

Pe (aici se pomeneşte Cârmuirea ţării, după îndrumările Sfântului Sinod), să-i pomenească Domnul Dumnezeu întru împărăţia Sa.

Pe fraţii noştri: preoţi, ieromonahi, ierodiaconi, diaconi, monahi şi monahii şi pe toţi cei din clerul bisericesc să-i pomenească Domnul Dumnezeu întru înpărăţia Sa.

Pe adormiţii întru fericire patriarhi ai Bisericii Ortodoxe Române, Miron, Nicodim, Justinian şi Iustin, să-i pomenească Domnul Dumnezeu întru împărăţia Sa.

Pe fericiţii şi pururea pomeniţii ctitori ai sfântului locaşului acestuia şi pe alţi ctitori, miluitori şi făcători de bine, să-i pomenească Domnul Dumnezeu întru împărăţia Sa.

Pe ostaşii români căzuţi pe câmpurile de luptă pentru apărarea ţării, să-i pomenească Domnul Dumnezeu întru împărăţia Sa.

Pe cei ce au adus aceste daruri şi pe cei pentru care s-au adus, vii şi morţi să-i pomenască Domnul Dumnezeu întru împărăţia Sa.

Pe toţi cei adormiţi din neamurile noastre, strămoşi, moşi, părinţi, fraţi, surori şi pe toţi cei dintr-o rudenie cu noi, pe fiecare după numele său, să-i pomenească Domnul Dumnezeu întru împărăţia Sa.

Nu se citesc acum pomelnice.

Întâiul dintre preoţi zice, făcând semnul Sfintei Cruci cu potirul spre credincioşi:

Preotul: Şi pe voi pe toţi, dreptmăritorilor creştini, să vă pomenească Domnul Dumnezeu întru împărăţia Sa, totdeauna, acum şi pururea şi în vecii vecilor.

Strana: Amin.

Strana cântă mai departe cântarea heruvimică de la Ca pe Împăratul… până la sfârşit.

Strana: …Ca pe Împăratul tuturor, să primim pe Cel înconjurat în chip nevăzut de cetele îngereşti. Aliluia, aliluia, aliluia.

Când preoţii intră în altar, întâiul dintre diaconi zice către preotul care duce sfântul potir:

Diaconul: Preoţia ta să o pomenească Domnul Dumnezeu întru împărăţia Sa.

Preotul zice către diacon:

Preotul: Diaconia ta să o pomenească Domnul Dumnezeu întru împărăţia Sa, totdeauna, acum şi pururea şi în vecii vecilor.

Diaconul: Amin.

Şi pune sfântul potir pe antimis şi ia sfântul disc de la diacon, îl aşează pe Sfânta Masă în stânga sfântului potir, întocmai ca la proscomidiar, zicând:

Preotul: Iosif cel cu bun chip de pe lemn luând preacurat trupul Tău, cu giulgiu curat înfăşurându-l şi cu miresme, în mormânt nou îngropându-l, l-a pus.

În mormânt cu trupul, în iad cu sufletul, ca un Dumnezeu, în rai cu tâlharul şi pe scaun împreună cu Tatăl şi cu Duhul ai fost, Hristoase, toate umplându-le, Cel ce eşti necuprins.

Ca un purtător de viaţă şi mai înfrumuseţat decât raiul cu adevărat şi decât toată cămara împărătească mai luminat s-a arătat, Hristoase, mormântul Tău, izvorul învierii noastre.

Se închid sfintele uşi şi perdeaua lor. Preotul ia aco-perămintele de pe sfântul disc şi de pe sfântul potir, le pune pe Sfânta Masă. După ce a luat Aerul de pe umerii diaconului, îl cădeşte, apoi îl aşează peste Cinstitele Daruri, zicând:

Preotul: Iosif cel cu bun chip de pe lemn luând preacurat trupul Tău, cu giulgiu curat înfăşurându-l şi cu miresme, în mormânt nou îngropându-l, l-a pus.

Luând cădelniţa, preotul cădeşte Cinstitele Daruri de trei ori, zicând:

Preotul: Fă bine, Doamne, întru bunăvoirea Ta, Sio nului, şi să se zidească zidurile Ierusalimului.

Diaconul: Atunci vei binevoi jertfa dreptăţii, prinosul şi arderile de tot, atunci vor pune pe altarul Tău viţei.

Preotul dă înapoi cădelniţa. Plecându-şi capul, zice către diacon:

Preotul: Pomeneşte-mă, frate şi împreună-slujitorule.

Diaconul: Preoţia ta să o pomenească Domnul Dumnezeu întru împărăţia Sa.

Apoi diaconul îşi pleacă capul şi ţinând orarul cu trei degete ale mâinii drepte, zice:

Diaconul: Roagă-te pentru mine, părinte.

Preotul: Duhul Sfânt să vină peste tine şi puterea Celui preaînalt să te umbrească.

Diaconul: Acelaşi Duh să lucreze împreună cu noi în toate zilele vieţii noastre. Pomeneşte-mă, părinte.

Preotul îl binecuvântează pe diacon şi zice:

Diaconul: Să te pomenească Domnul Dumnezeu întru împărăţia Sa, totdeauna, acum şi pururea şi în vecii vecilor.

Diaconul: Amin.

Diaconul sărută dreapta preotului, iese prin uşa dinspre miazănoapte şi mergând la locul cel obişnuit, înaintea sfintelor uşi, zice:

Diaconul: Să plinim rugăciunea noastră Domnului.

Strana: Doamne miluieşte. (Acum şi la urmă toarele ectenii de cerere)

Diaconul: Pentru Cinstitele Daruri ce sunt puse înainte, Domnului să ne rugăm.

Pentru sfântă biserica aceasta şi pentru cei ce cu credinţă, cu evlavie şi cu frică de Dumnezeu intră într-însa, Domnului să ne rugăm.

Pentru ca să fim izbăviţi noi de tot necazul, mânia, primejdia şi nevoia, Domnului să ne rugăm.

Apără, mântuieşte, miluieşte şi ne păzeşte pe noi, Dumnezeule, cu harul Tău.

După aşezarea Cinstitelor Daruri pe Sfânta Masă, diaconul îşi urmează ectenia, în timp ce preotul zice în taină Rugăciunea punerii-înainte.

Dacă sunt mai mulţi preoţi, Sărutul Păcii poate să înceapă în timpul acestei ectenii de cerere.

Diaconul: Ziua toată desăvârşită, sfântă, în pace şi fără de păcat, la Domnul să cerem.

Strana: Dă Doamne. (Acum şi la următoarele ectenii de cerere)

Diaconul: Înger de pace, credincios îndreptător, păzitor al sufletelor şi al trupurilor noastre, la Domnul să cerem.

Milă şi iertare de păcatele şi de greşelile noastre, la Domnul să cerem.

Cele bune şi de folos sufletelor noastre şi pace lumii, la Domnul să cerem.

Cealaltă vreme a vieţii noastre în pace şi întru pocăinţă a o săvârşi, la Domnul să cerem.

Sfârşit creştinesc vieţii noastre, fără durere, neînfruntat, în pace şi răspuns bun la înfricoşătoarea judecată a lui Hristos, să cerem.

Pe Preasfânta, curata, preabinecuvântata, mărita stăpâna noastră, de Dumnezeu Născătoarea şi pururea Fecioara Maria, cu toţi sfinţii să o pomenim.

Strana: Preasfântă Născătoare de Dumnezeu, miluieşte-ne pe noi.

Diaconul: Pe noi înşine şi unii pe alţii şi toată viaţa noastră lui Hristos Dumnezeu să o dăm.

Strana: Ţie, Doamne.

Rugăciunea punerii – înainte

Preotul: Doamne, Dumnezeule, Atotţiitorule, Cel ce eşti singur Sfânt, Care primeşti jertfă de laudă de la cei ce Te cheamă pe Tine cu toată inima, primeşte şi rugăciunea noastră a păcătoşilor şi o du la sfântul Tău jertfelnic; fă-ne vrednici a-Ţi aduce Ţie daruri şi jertfe duhovniceşti, pentru păcatele noastre şi pentru cele din neştiinţă ale poporului. Şi ne învredniceşte să aflăm har înaintea Ta, ca să fie bineprimită jertfa noastră şi să se sălăşluiască Duhul cel bun al harului Tău peste noi, peste aceste daruri puse înainte şi peste tot poporul Tău.

Preotul: Cu îndurările Unuia-Născut Fiului Tău, cu Care eşti binecuvântat, împreună cu Preasfântul şi bunul şi de viaţă făcătorul Tău Duh, acum şi pururea şi în vecii vecilor.

Strana: Amin.

Preotul stă cu faţa spre credincioşi şi îi binecuvântează.

Sărutul păcii

Preotul: Pace tuturor.

Strana: Şi duhului tău.

Diaconul: Să ne iubim unii pe alţii, ca într-un gând să mărturisim.

Strana: Pe Tatăl, pe Fiul şi pe Sfântul Duh, Treimea cea de o fiinţă şi nedespărţită.

Preotul se închină de trei ori, zicând de fiecare dată:

Preotul: Iubi-Te-voi, Doamne, virtutea mea, Domnul este întărirea mea şi scăparea mea şi izbăvitorul meu.

Imnul aceasta îl poate cânta clerul din altar, corul sau un cântăreţ.

Preotul sărută sfântul disc, sfântul potir şi marginea Sfintei Mese. Diaconul, face semnul crucii şi sărută crucea de pe orarul său.

De vor sluji mai mulţi preoţi, cel dintâi dintre preoţii împreună-slujitori, după ce s-a închinat Cinstitele Daruri, trece în partea dinspre miazăzi a altarului. Al doilea preot sărută şi el Cinstitele Daruri şi merge la cel dintâi care zice: Hristos în mijlocul nostru! Al doilea preot răspunde: Este şi va fi! Se sărută unul pe altul pe umeri şi cel dintâi zice: Totdeauna, acum şi pururea şi în vecii vecilor. Amin. Cel de-al doilea preot trece în dreapta celui dintâi şi aşteaptă amândoi până ce ceilalţi preoţi sărută Sfintele Daruri şi vin la ei să schimbe sărutul păcii.

Dacă sunt mai mulţi diaconi, ei nu sărută Cinstitele Daruri, ci fiecare sfânta cruce de pe orarul său şi apoi unul pe altul, rostind aceleaşi cuvinte şi făcând întocmai ca şi preoţii.

Diaconul care a zis ectenia zice de la locul său cu glas tare:

Diaconul: Uşile, uşile, cu înţelepciune să luăm aminte!

Se ridică perdeaua sfintelor uşi. Preotul ridică Aerul deasupra Cinstitelor Daruri şi îl clatină singur, ori cu ceilalţi preoţi împreună-slujitori, dacă sunt mai mulţi. El zice, împreună cu credincioşii, Simbolul credinţei şi după cuvintele şi a înviat a treia zi sărută Aerul şi îl aşează la o parte împreună cu celelalte acoperăminte.

Simbolul credinţei (Crezul)

Cred întru unul Dumnezeu, Tatăl atotţiitorul, Făcătorul cerului şi al pământului, al tuturor celor văzute şi nevăzute.

Şi întru unul Domn Iisus Hristos, Fiul lui Dumnezeu, Unul Născut, Care din Tatăl S-a născut mai înainte de toţi vecii: Lumină din Lumină, Dumnezeu adevărat din Dumnezeu adevărat, născut iar nu făcut, Cel de o fiinţă cu Tatăl, prin Care toate s-au făcut;

Care pentru noi oamenii şi pentru a noastră mântuire, S-a pogorât din ceruri şi S-a întrupat de la Duhul Sfânt şi din Fecioara Maria şi S-a făcut om;

Şi S-a răstignit pentru noi în zilele lui Ponţiu Pilat şi a pătimit şi S-a îngropat;

Şi a înviat a treia zi, după Scripturi;

Şi S-a înălţat la ceruri şi şade de-a dreapta Tatălui;

Şi iarăşi va să vină cu slavă să judece viii şi morţii, a Cărui împărăţie nu va avea sfârşit.

Şi întru Duhul Sfânt, Domnul de viaţă Făcătorul, Care din Tatăl purcede, Cel ce împreună cu Tatăl şi cu Fiul este închinat şi slăvit, Care a grăit prin prooroci.

Întru una, sfântă, sobornicească şi apostolească Biserică;

Mărturisesc un botez spre iertarea păcatelor;

Aştept învierea morţilor;

Şi viaţa veacului ce va să fie. Amin.

Pregătirea pentru Sfinţirea

Cinstitelor Daruri

Diaconul: Să stăm bine, să stăm cu frică, să luăm aminte, Sfânta Jertfă cu pace a o aduce.

Strana: Mila păcii, jertfa laudei.

Diaconul îşi face semnul crucii, intră în sfântul altar, ia un acoperământ şi apără cu evlavie Cinstitele Daruri. Se deschid sfintele uşi. Preotul, luând în mână o cruce de pe Sfânta Masă, şi stând între sfintele uşi, îi binecuvântează pe credincioşi zicând:

Preotul: Harul Domnului nostru Iisus Hristos şi dragostea lui Dumnezeu Tatăl şi împăr tăşirea Sfântului Duh, să fie cu voi cu toţi.

Strana: Şi cu duhul tău.

Preotul, înălţând Sfânta Cruce, zice tot cu faţa spre credincioşi:

Preotul: Sus să avem inimile.

Strana: Avem către Domnul.

Preotul se întoarce către icoana Mântuitorului, se pleacă şi zice:

Preotul: Să mulţumim Domnului.

Preotul se întoarce apoi la Sfânta Masă. Se închid sfintele uşi şi perdeaua.

Strana: Cu vrednicie şi cu dreptate este a ne închina Tatălui şi Fiului şi Sfântului Duh, Treimei celei de o fiinţă şi nedespărţită.

Rugăciunile de sfinţire a Cinstitelor Daruri:

Preotul: Cu vrednicie şi cu dreptate este a-Ţi cânta Ţie, pe Tine a Te binecuvânta, pe Tine a Te lăuda, Ţie a-Ţi mulţumi, Ţie a ne închina, în tot locul stăpânirii Tale; căci Tu eşti Dumnezeu negrăit şi necuprins cu gândul, nevăzut, neajuns, pururea fiind şi acelaşi fiind: Tu şi Unul-Născut Fiul Tău şi Duhul Tău cel Sfânt. Tu din nefiinţă la fiinţă ne-ai adus pe noi, şi căzând noi, iarăşi ne-ai ridicat şi nu Te-ai depărtat, toate făcându-le, până ce ne-ai suit la cer şi ne-ai dăruit împărăţia Ta ce va să fie. Pentru toate acestea mulţumim Ţie şi Unuia-Născut Fiului Tău şi Duhului Tău celui Sfânt, pentru toate pe care le ştim şi pe care nu le ştim; pentru binefacerile Tale cele arătate şi cele nearătate, ce ni s-au făcut nouă. Mulţumim Ţie şi pentru Liturghia aceasta, pe care ai binevoit a o primi din mâinile noastre, deşi stau înaintea Ta mii de arhangheli şi zeci de mii de îngeri, heruvimii cei cu ochi mulţi şi se rafimii cei cu câte şase aripi, care se înalţă zburând…

Diaconul, sau dacă nu este diacon, preotul face cu sfânta steluţă semnul crucii deasupra sfântului disc, atingând cu ea în cele patru părţi ale sfântului disc, când preotul zice cu glas tare:

Preotul: Cântare de biruinţă cântând, strigând, glas înălţând şi grăind:

Preotul sărută sfânta steluţă şi o pune deoparte.

Strana: Sfânt, Sfânt, Sfânt, Domnul Savaot! Plin este cerul şi pământul de slava Ta! Osana întru cei de sus! Binecuvântat este cel ce vine întru numele Domnului! Osana întru cei de sus!

Diaconul stă în dreapta preotului, apără Cinstitele Daruri cu un acoperământ. Preotul zice în taină:

Preotul: Cu aceste fericite Puteri şi noi, Iubitorule de oameni, Stăpâne, strigăm şi grăim: Sfânt eşti şi Preasfânt, Tu şi Unul-Născut Fiul Tău şi Duhul Tău cel Sfânt. Sfânt eşti şi Preasfânt şi slava Ta este plină de măreţie. Căci Tu ai iubit lumea Ta atât de mult încât pe Unul-Născut Fiul Tău L-ai dat, ca tot cel ce crede într-Însul să nu piară, ci să aibă viaţă veşnică. Şi Acesta venind şi toată rânduiala cea pentru noi plinind, în noaptea întru care a fost vândut şi mai vârtos Însuşi pe Sine S-a dat pentru viaţa lumii, luând pâinea cu sfintele şi preacuratele şi fără prihană mâinile Sale, mulţumind şi binecuvântând, sfinţind şi frângând, a dat Sfinţilor Săi Ucenici şi Apostoli, zicând:

Diaconul, ţinând orarul cu trei degete de la mâna dreaptă, arată preotului sfântul disc, preotul, arătând cu dreapta Sfântul Agneţ, zice:

Preotul: Luaţi, mâncaţi, acesta este Trupul Meu, Care se frânge pentru voi spre iertarea păcatelor.

Strana: Amin.

Preotul continuă, zicând în taină:

Preotul: Asemenea şi paharul după cină zicând:

Diaconul arată cu orarul sfântul potir, când preotul, arătând cu dreapta spre sfântul potir, zice:

Preotul: Beţi dintru acesta toţi, acesta este Sângele Meu, al Legii celei noi, Care pentru voi şi pentru mulţi se varsă, spre iertarea păcatelor.

Strana: Amin.

Preotul continuă zicând în taină:

Preotul: Aducându-ne aminte, aşadar, de această poruncă mântuitoare şi de toate cele ce s-au făcut pentru noi: de cruce, de groapă, de învierea cea de a treia zi, de suirea la ceruri, de şederea cea de-a dreapta, şi de cea de a doua şi slăvită iarăşi venire.

Diaconul pune acoperământul deoparte şi stând în faţa Sfântei Mese ia sfântul disc cu mâna dreaptă, şi sfântul potir cu cea stângă, cu mâna dreaptă peste cea stângă în chip de cruce, le înalţă deasupra sfântului antimis la Ţie Ţi-aducem…, coborându-le, face semnul crucii cu ele deasupra antimisului, în timp ce preotul zice:

Dacă nu este diacon, preotul face el cele de mai sus.

Preotul: Ale Tale dintru ale Tale, Ţie Ţi-aducem de toate şi pentru toate.

Strana: Pe Tine Te lăudăm, pe Tine Te binecuvântăm, Ţie Îţi mulţumim, Doamne, şi ne rugăm Ţie, Dumnezeul nostru.

În timpul acestei cântări preotul şi diaconul se închină de trei ori înaintea Sfintei Mese, zicând:

Clericii: Dumnezeule, curăţeşte-mă pe mine păcătosul şi mă miluieşte.

Apoi preotul ridicându-şi mâinile zice troparul Ceasului al III-lea:

Preotul: Doamne, Cel ce ai trimis pe Preasfântul Tău Duh, în ceasul al treilea, Apostolilor Tăi, pe Acela, Bunule, nu-L lua de la noi, ci ni-L înnoieşte nouă, celor ce ne rugăm Ţie.

Diaconul: Stih 1: Inimă curată zideşte întru mine, Dumnezeule, şi duh drept înnoieşte întru cele dinlăuntru ale mele.

Preotul şi diaconul se pleacă din nou şi preotul, ridicându-şi mâinile, zice:

Preotul: Doamne, Cel ce ai trimis pe Preasfântul Tău Duh, în ceasul al treilea, Apostolilor Tăi, pe Acela, Bunule, nu-L lua de la noi, ci ni-L înnoieşte nouă, celor ce ne rugăm Ţie.

Diaconul: Stih 2: Nu mă lepăda de la faţa Ta şi Duhul Tău cel Sfânt nu-L lua de la mine.

Preotul şi diaconul se pleacă din nou şi preotul, ridicându-şi mâinile, zice:

Preotul: Doamne, Cel ce ai trimis pe Preasfântul Tău Duh, în ceasul al treilea, Apostolilor Tăi, pe Acela, Bunule, nu-L lua de la noi, ci ni-L înnoieşte nouă, celor ce ne rugăm Ţie.

Diaconul: Slavă Tatălui şi Fiului şi Sfântului Duh. Şi acum şi pururea şi în vecii vecilor. Amin.

Cuvintele diaconului care urmează nu se spun de către preot când acesta este singur. Când sunt mulţi preoţi, numai cel dintâi sfinţeşte Cinstitele Daruri.

Preotul zice în taină:

Preotul: Încă aducem Ţie această slujbă duhov nicească şi fără de sânge, şi Te chemăm, Te rugăm şi cu umilinţă la Tine cădem: Trimite Duhul Tău cel Sfânt peste noi şi peste aceste Daruri, ce sunt puse înainte.

Diaconul îşi pleacă capul, arată cu orarul sfânta pâine şi zice încet:

Diaconul: Binecuvântează, părinte, sfânta pâine.

Preotul binecuvântează peste Sfântul Agneţ, zicând:

Preotul: Şi fă, adică, pâinea aceasta, Cinstit Trupul Hristosului Tău.

Diaconul: Amin.

Diaconul arată spre Sfântul Potir şi zice:

Diaconul: Binecuvântează, părinte, sfântul potir.

Preotul binecuvântează sfântul potir, zicând:

Preotul: Iar ceea ce este în potirul acesta, Cinstit Sângele Hristosului Tău.

Diaconul: Amin.

Diaconul arată către amândouă Sfintele, şi zice:

Diaconul: Binecuvântează-le, părinte, pe amândouă.

Preotul face odată semnul crucii asupra sfântului disc şi asupra sfântului potir, zicând:

Preotul: Prefăcându-le cu Duhul Tău cel Sfânt.

Diaconul: Amin, Amin, Amin.

Preotul şi diaconul se pleacă de trei ori, până la pământ. Apoi diaconul zice:

Diaconul: Pomeneşte-mă, părinte, pe mine păcătosul.

Preotul: Să te pomenească Domnul Dumnezeu întru împărăţia Sa, totdeauna, acum şi pururea şi în vecii vecilor.

Diaconul: Amin.

Diaconul apără Sfintele Taine cu acoperământul. Dacă este numai un preot, el acoperă sfântul potir cu un acoperământ mic. Apoi continuă:

Preotul: Pentru ca să fie celor ce se vor împărtăşi, spre trezirea sufletului, spre iertarea păcatelor, spre împărtăşirea cu Sfântul Tău Duh, spre plinirea împărăţiei cerurilor, spre îndrăznirea cea către Tine, iar nu spre judecată sau spre osândă.

Încă aducem Ţie această slujbă duhovnicească pentru cei adormiţi întru credinţă: strămoşi, părinţi, patriarhi, prooroci, apostoli, propovăduitori, evanghelişti, mucenici, mărturisitori, pustnici şi pentru tot sufletul cel drept, care s-a săvârşit întru credinţă.

Preotul şi diaconul cad în genunchi privind spre dumneze iescul Trup şi Sânge al Domnului. Terminându-se la strană imnul Pe Tine Te lăudăm…, preotul ridică perdeaua uşilor împărăteşti şi tămâind Sfintele Taine zice:

Preotul: Mai ales pentru Preasfânta, curata, prea binecuvântata, mărita stăpâna noastră, de Dumnezeu Născătoarea şi pururea Fecioara Maria:

Preotul dă cădelniţa diaconului care cădeşte Sfânta Masă împrejur, proscomidiarul, altarul, pe preot şi pe cei din altar. Dacă preotul slujeşte singur, el cădeşte numai în faţa Sfintei Mese. Diaconul pune cădelniţa la o parte şi citeşte pomelnicul bisericii pentru cei adormiţi. În acest timp la strană se cântă Axionul.

Axionul Născătoarei de Dumnezeu

La praznicele împărăteşti, axionul poate fi altul.

Strana: Cuvine-se cu adevărat să te fericim Născă toare de Dumnezeu, cea pururea feri ci tă şi prea nevinovată şi maica Dum nezeului nostru. Ceea ce eşti mai cinstită decât heruvimii şi mai mărită fără de ase mănare decât se rafimii, care fără stricăciune pe Dumnezeu Cuvântul l-ai născut, pe tine cea cu adevărat Născătoare de Dumnezeu te mărim.

Înainte de terminarea Axionului Născătoarei de Dumnezeu se săvârşeşte sfinţirea anafurei. Luând de la diacon vasul cu anafură, preotul îl atinge de sfântul disc şi de sfântul potir, zicând în taină:

Preotul: Binecuvântată este anafura sfinţilor Tăi, Doamne, totdeauna, acum şi pururea şi în vecii vecilor. Amin.

Trebuie ştiut că: anfura se taie de obicei din prescura din care s-a scos Sfântul Agneţ. Dacă sunt credincioşi mulţi şi nu ajunge numai o prescură, se poate tăia şi prescura a doua, din care s-a scos părticica întru cinstea şi pomenirea Preasfintei Născătoare de Dumnezeu. Prin urmare, aceste două prescuri trebuie să fie întregi şi mai mari decât celelalte.

Preotul continuă:

Preotul: Pentru Sfântul Ioan Proorocul, Înaintemergătorul şi Botezătorul, pentru Sfinţii măriţii şi întru tot lăudaţii Apostoli, pentru Sfântul (N), a cărui pomenire o săvârşim, şi pentru toţi sfinţii Tăi; cu ale căror rugăciuni, cercetează-ne pe noi, Dumnezeule. Şi pomeneşte pe toţi cei adormiţi întru nădejdea învierii şi a vieţii celei de veci şi-i odihneşte pe dânşii, Dumnezeul nostru, acolo unde străluceşte lumina feţei Tale.

Încă Te rugăm: Pomeneşte, Doamne, pe toţi episcopii ortodocşi, care drept învaţă cuvântul adevărului Tău, toată preoţimea, cea întru Hristos diaconime şi tot cinul preoţesc şi monahicesc.

Încă aducem Ţie această slujbă duhovnicească pentru toată lumea, pentru sfânta sobornicească şi apostolească Biserică; pentru cei ce în curăţie şi în viaţă cinstită vieţuiesc, pentru (aici se pomeneşte cârmuirea ţării, după îndrumările Sfântului Sinod). Dă lor, Doamne, paşnică ocârmuire, ca şi noi, întru liniştea lor, viaţă paşnică şi netulburată să trăim, în toată cucernicia şi curăţia.

Dacă este timp, preotul citeşte încet pomelnicele viilor şi morţilor. Pentru cei vii zice:

Pentru mântuirea şi iertarea păcatelor robilor lui Dumnezeu (N).

Iar pentru cei morţi zice:

Pentru iertarea păcatelor şi odihna sufletelor robilor lui Dumnezeu (N), în loc luminat, de unde a fugit toată durerea, întristarea şi suspinarea; odihneşte-i, Dumnezeul nostru, şi-i sălăşluieşte pe dânşii unde străluceşte lumina feţei Tale.

Acum preotul şi diaconul se spală pe mâini. După terminarea axionului Născătoarei de Dumnezeu, preotul spune cu glas tare:

Preotul: Întâi pomeneşte, Doamne, pe Prea Fericitul Părintele nostru (N), Patriarhul Bisericii Ortodoxe Române, şpe (Înalt-) Prea Sfinţitul (Arhi-) Episcopul (şi Mitropolitul) nostru (N)ţ, pe care-l dăruieşte sfintelor Tale biserici în pace, întreg, cinstit, sănătos, îndelungat în zile, drept învăţând cuvântul adevărului Tău.

Strana: Pe toţi şi pe toate.

Diaconul pomeneşte încet la proscomidiar pomelnicul bi sericii pentru cei vii. Preotul se roagă în taină:

Preotul: Adu-Ţi aminte, Doamne, de oraşul (sau: de satul, sau: de sfânt locaşul) acesta, în care vieţuim şi de toate oraşele şi satele şi de cei ce cu credinţă vieţuiesc într-însele. Adu-Ţi aminte, Doamne, de cei ce călătoresc pe ape, pe uscat şi prin aer, de cei bolnavi, de cei ce pătimesc, de cei robiţi şi de mântuirea lor. Adu-Ţi aminte, Doamne, de cei ce aduc daruri şi fac bine în sfintele Tale biserici, şi îşi aduc aminte de cei săraci; şi trimite peste noi toţi milele Tale.

Cu glas tare preotul spune următorul ecfonis:

Preotul: Şi ne dă nouă, cu o gură şi cu o inimă, a slăvi şi a cânta preacinstitul şi de mare cuviinţă numele Tău, al Tatălui şi al Fiului şi al Sfântului Duh, acum şi pururea şi în vecii vecilor.

Diaconul înconjoară Sfânta Masă spre colţul din stânga plecându-şi capul şi preotul îl binecuvântează. Apoi diaconul iese prin uşa dinspre miazănoapte, mergând în mijlocul bisericii pentru rostirea ecteniei.

Strana: Amin.

Preotul, stând în dreptul sfintelor uşi se întoarce către cre dincioşi şi, binecuvântându-i cu mâna, zice ecfonisul:

Preotul: Şi să fie milele marelui Dumnezeu şi Mântuitorului nostru Iisus Hristos cu voi cu toţi.

Strana: Şi cu duhul tău.

Se lasă perdeaua.

Ectenia de dinaintea Rugăciunii Domneşti

Diaconul: Pe toţi sfinţii pomenindu-i, iară şi iară cu pace, Domnului să ne rugăm.

Strana: Doamne miluieşte.

Diaconul: Pentru Cinstitele Daruri ce s-au adus şi s-au sfinţit, Domnului să ne rugăm.

Ca Iubitorul de oameni, Dumnezeul nostru, Cel ce le-a primit pe Dânsele în sfântul, cel mai presus de ceruri şi duhov nicescul Său jertfelnic, întru miros de bună mireasmă duhovnicească, să ne trimită nouă dumneze iescul har şi darul Sfântului Duh, să ne rugăm.

Pentru ca să fim izbăviţi noi de tot necazul, mânia, primejdia şi nevoia, Domnului să ne rugăm.

În timp ce diaconul îşi urmează ectenia, preotul zice în taină rugăciunea de dinaintea Rugăciunii Domneşti:

Diaconul: Apără, mântuieşte, miluieşte şi ne păzeşte pe noi Dumnezeule cu harul Tău.

Ziua toată desăvârşită, sfântă, în pace şi fără de păcat, la Domnul să cerem.

Strana: Dă, Doamne.

Diaconul: Înger de pace, credincios îndreptător al sufletelor şi al trupurilor noastre, la Domnul să cerem.

Milă şi iertare de păcatele şi de greşelile noastre, la Domnul să cerem.

Cele bune şi de folos sufletelor noastre şi pace lumii, la Domnul să cerem.

Cealaltă vreme a vieţii noastre în pace întru pocăinţă a o săvârşi, la Domnul să cerem.

 

 

 

Sfârşit creştinesc vieţii noastre, fără durere, neînfruntat, în pace şi răspuns bun la înfricoşătoarea judecată a lui Hristos, să cerem.

Unirea credinţei şi împărtăşirea Sfântului Duh cerând, pe noi înşine şi unii pe alţii şi toată viaţa noastră lui Hristos Dumnezeu să o dăm.

Strana: Ţie, Doamne.

Rugăciunea de dinaintea Rugăciunii Domneşti

Preotul: Ţie, Stăpâne, Iubitorule de oameni, Îţi încredinţăm toată viaţa şi nădejdea noastră şi cerem şi ne rugăm şi cu umilinţă cădem înaintea Ta: Învredniceşte-ne să ne împărtăşim cu cuget curat, cu cereştile şi înfricoşătoarele Tale Taine ale acestor sfinte şi duhovniceşti mese, spre lăsarea păcatelor, spre iertarea greşelilor spre împărtăşirea cu Sfântul Duh, spre moştenirea împărăţiei cerurilor, spre îndrăznirea cea către Tine, iar nu spre judecată, sau spre osândă.

Cu glas tare preotul zice ecfonisul:

Preotul: Şi ne învredniceşte pe noi, Stăpâne, cu îndrăznire, fără de osândă, să cutezăm a Te chema pe Tine, Dumnezeul cel ceresc, Tată, şi a zice:

Cel mai mare sau strana zice rar şi desluşit (dacă nu o cântă credincioşii) rugăciunea:

Rugăciunea Domnească

În timpul rugăciunii, diaconul îşi pune orarul cruciş peste piept.

Toţi: Tatăl nostru, Care eşti în ceruri, sfinţească-se numele Tău, vie împărăţia Ta, facă-se voia Ta, precum în cer aşa şi pe pământ; pâinea noastră cea spre fiinţă dă-ne-o nouă astăzi, şi ne iartă nouă greşelile noastre, precum şi noi iertăm greşiţilor noştri, şi nu ne duce pe noi în ispită, ci ne izbăveşte de cel rău.

Preotul zice ecfonisul:

Preotul: Că a Ta este împărăţia şi puterea şi slava, a Tatălui şi a Fiului şi a Sfântului Duh, acum şi pururea şi în vecii vecilor.

Strana: Amin.

Ridicând puţin perdeaua, preotul zice:

Preotul: Pace tuturor.

Strana: Şi duhului tău.

Diaconul: Capetele voastre, Domnului să le plecaţi.

Strana: Ţie, Doamne.

Preotul zice în taină rugăciunea de după Rugăciunea Domnească:

Preotul: Mulţumim Ţie, Împărate nevăzut, Cel ce toate le-ai făcut cu puterea Ta cea nemăsurată şi cu mulţimea milei Tale din nefiinţă la fiinţă toate le-ai adus. Însuţi, Stăpâne, caută din cer spre cei ce şi-au plecat Ţie capetele lor; că nu le-au plecat trupului şi sângelui, ci Ţie, înfricoşătorului Dumnezeu. Tu deci, Stăpâne, cele puse înainte nouă tuturor, spre bine le întocmeşte, după trebuinţa deosebită a fiecăruia: cu cei ce călătoresc pe ape, pe uscat şi prin aer împreună călătoreşte, pe cei bolnavi îi tămăduieşte, Cel ce eşti doctorul sufletelor şi al trupurilor noastre.

Preotul zice cu glas tare:

Preotul: Cu harul şi cu îndurările şi cu iubirea de oameni a Unuia-Născut Fiului Tău, cu Care eşti binecuvântat, împreună cu Preasfântul şi bunul şi de viaţă făcătorul Tău Duh, acum şi pururea şi în vecii vecilor.

Strana: Amin.

Preotul se roagă în taină:

Preotul: Ia aminte, Doamne Iisuse Hristoase, Dumnezeul nostru, din sfânt locaşul Tău şi de pe scaunul slavei împărăţiei Tale şi vino ca să ne sfinţeşti pe noi, Cel ce sus împreună cu Tatăl şezi şi aici în chip nevăzut, împreună cu noi eşti. Şi ne învredniceşte, prin mâna Ta cea puternică, a ni se da nouă Preacuratul Tău Trup şi Scumpul Tău Sânge şi prin noi la tot poporul.

Preotul şi diaconul se închină de trei ori, zicând în taină de fiecare dată:

Clericii: Dumnezeule, curăţeşte-mă pe mine păcătosul şi mă miluieşte.

Diaconul sau, dacă nu este diacon, preotul zice cu glas tare:

Diaconul: Să luăm aminte…

Preotul, luând Sfântul Trup cu amândouă mâinile, Îl înalţă în semnul Sfintei Cruci, deasupra sfântului disc, zicând :

Preotul: …Sfintele, sfinţilor.

Strana: Unul Sfânt, unul Domn, Iisus Hristos, întru slava lui Dumnezeu-Tatăl. Amin.

Sfânta Împărtăşanie

Această cântare se schimbă în funcţie de zilele săptămânii şi se pot zice acum şi alte cântări.

Strana: Lăudaţi-l pe Domnul din ceruri; lăudaţi-L pe El întru cele înalte. Aliluia, aliluia, aliluia!

Diaconul intră în sfântul altar şi stă în dreapta preotului care ia Sfântul Trup în mâini. Diaconul zice:

Diaconul: Sfărâmă, părinte, Sfântul Trup.

Preotul sfărâmă Sfântul Trup în patru părţi, cu luare-aminte şi cu evlavie, zicând:

Preotul: Se sfărâmă şi se împarte Mielul lui Dumnezeu, Cel ce se sfărâmă şi nu se desparte, Cel ce se mănâncă pururea şi niciodată nu se sfârşeşte, ci pe cei ce se împărtăşesc îi sfinţeşte.

Aşează cele patru părţi pe sfântul disc în semnul crucii astfel:

Diaconul arată cu orarul sfântul potir, zicând:

Diaconul: Plineşte, părinte, sfântul potir.

Preotul ia părticica, însemnată cu IS, face cu dânsa semnul Sfintei Cruci deasupra sfântului potir, şi zice:

Preotul: Plinirea potirului credinţei Sfântului Duh.

Pune părticica în sfântul potir. Apoi îşi şterge degetele cu buretele, deasupra sfântului disc.

Diaconul: Amin.

Diaconul ia căldura şi zice:

Diaconul: Binecuvântează, părinte, căldura.

Preotul binecuvântează căldura, zicând:

Preotul: Binecuvântată este căldura sfinţilor Tăi, Doamne, totdeauna, acum şi pururea şi în vecii vecilor.

Diaconul, sau dacă nu este diacon, preotul zice:

Diaconul: Amin

Diaconul toarnă apoi în chipul Sfintei Cruci atât cât chibzuieşte că ajunge să încălzescă Sfintele, zicând:

Diaconul: Căldura credinţei plină de Duhul Sfânt. Amin.

Preotul împarte cu copia părticica HS în tot atâtea părticele câţi clerici împreună-slujitori sunt. El le pune pe partea de jos a sfântului disc. Cei prezenţi fac trei închinăciuni şi cer apoi iertare unul de la altul. Apoi preotul zice:

Preotul: Apropie-te, diacone.

Diaconul trecând prin partea de răsărit a Sfintei Mese, vine la stânga preotului. Ţinând palmele întinse cruciş, dreapta peste stânga, zice:

Diaconul: Dă-mi mie, părinte, Cinstitul şi Preasfântul Trup al Domnului şi Dumnezeului şi Mântuitorului nostru Iisus Hristos.

Preotul, având buretele între degetele de la mâna stângă, ia una din bucăţile din părticica HS şi ţinând-o deasupra buretelui, o dă diaconului, zicând:

Preotul: Cinstitul şi Preasfântul Trup al Domnului şi Dumnezeului şi Mântuitorului nostru Iisus Hristos se dă ţie diaconului (N), spre iertarea păcatelor tale şi spre viaţa de veci.

Diaconul, primind părticica din Sfântul Trup în palma dreaptă, răspunde:

Diaconul: Amin. Hristos în mujlocul nostru.

Preotul: Este şi va fi.

Diaconul sărută dreapta preotului şi se duce în partea de răsărit a Sfintei Mese şi plecându-şi capul aşteaptă să ia şi preotul părticica din Sfântul Trup. Preotul pune buretele sub degetul mijlociu al mâinii drepte, între arătător şi inelar, iar cu stânga ridică părticica sa şi o pune în palma dreaptă, zicând:

Preotul: Cinstitul şi Preasfântul Trup al Domnului şi Dumnezeului şi Mântuitorului nostru Iisus Hristos se dă mie preotului (N), spre iertarea păcatelor mele şi spre viaţa de veci.

Îşi şterge degetele cu buretele, deasupra sfântului disc şi aşezând palma stânga sub mâna dreaptă, se pleacă înaintea Sfintei Mese şi împreună cu diaconul zic în taină rugăciunile dinaintea împărtăşirii:

Rugăciunile dinaintea Împărtăşaniei

Cred, Doamne, şi mărturisesc că Tu eşti cu adevărat Hristos, Fiul lui Dumnezeu celui viu, Care ai venit în lume să mântuieşti pe cei păcătoşi, dintre care cel dintâi sunt eu. Încă cred că Acesta este însuşi Preacurat Trupul Tău şi Acesta este însuşi Scump Sângele Tău. Deci mă rog Ţie: Miluieşte-mă şi-mi iartă greşelile mele cele de voie şi cele fără de voie, cele cu cuvântul sau cu lucrul, cele întru ştiinţă şi întru neştiinţă. Şi mă învredniceşte, fără osândă, să mă împărtăşesc cu Preacuratele Tale Taine, spre iertarea păcatelor şi spre viaţa de veci. Amin.

Cinei Tale celei de taină, Fiul lui Dumnezeu, astăzi, părtaş mă primeşte, că nu voi spune vrăjmaşilor Tăi, Taina Ta, nici sărutare Îţi voi da ca Iuda, ci ca tâlharul mărturisindu-mă strig Ţie: Pomeneşte-mă, Doamne, în împărăţia Ta.

Nu spre judecată sau spre osândă să-mi fie mie împărtăşirea cu Sfintele Tale Taine, Doamne, ci spre tămăduirea sufletului şi a trupului.

Preotul şi diaconul se împărtăşesc, cu părticelele pe care le ţin în mâini, cu frică şi cu toată evlavia, ştergându-şi după aceea mâna cu buretele deasupra sfântului antimis.

Preotul, luând cu amândouă mâinile şi cu un acoperământ sfântul potir, se împărtăşeşte de trei ori dintr-însul, zicând:

Preotul: Mă împărtăşesc eu, robul lui Dumnezeu, preotul (N), cu Cinstitul şi Sfântul Sânge al Domnului şi Dumnezeului şi Mântuitorului nostru Iisus Hristos, spre iertarea păcatelor mele şi spre viaţa de veci. Amin.

Apoi îşi şterge preotul buzele sale şi sfântul potir cu aco perământul şi zice:

Preotul: Iată S-a atins de buzele mele şi va şterge fărădelegile mele şi de păcatele mele mă va curăţi.

Încă ţinând sfântul potir cu un acoperământ, cheamă pe diacon, zicând:

Preotul: Apropie-te, diacone.

Diaconul vine, se închină şi zice:

Diacon: Iată vin la nemuritorul Împărat.

Diaconul ia cu stânga colţul liber al acoperământului şi îl aşează sub bărbie, iar cu dreapta apucă de marginea pos tamentului sfântului potir, spre a înlesni preotului lucrarea, iar preotul îl împărtăşeşte de trei ori, zicând:

Preotul: Se împărtăşeşte robul lui Dumnezeu, diaconul (N), cu Cinstitul şi Sfântul Sânge al Domnului şi Dumnezeului şi Mântui to rului nostru Iisus Hristos, spre iertarea păcatelor sale şi spre viaţa de veci.

Şi diaconul zice:

Diaconul: Amin.

După ce s-a împărtăşit diaconul, preotul zice:

Preotul: Iată s-a atins de buzele tale şi va şterge fărădelegile tale şi de păcatele tale te va curăţi.

Diaconul îşi şterge apoi buzele şi sfântul potir cu aco perământul.

(Tipicul american) Când sunt mai mulţi credincioşi pregătiţi să se împărtăşească, sfărâmă cu grijă cele două sfinte părţi NI şi KA în sfântul potir. Părticica Preasfintei Născătoarei de Dumnezeu, a sfinţilor, a viilor şi a morţilor nu se pun în potir ci se lasă pe sfântul disc, până ce se vor cumineca toţi credincioşii. Când diaconul pune părticelele NI şi KA în potir, zice:

(Tipicul românesc) Punând întâi părticelele NI şi KA una după alta în sfântul potir, diaconul (sau dacă nu este diacon, preotul), zice:

Diaconul: Învierea lui Hristos văzând, să ne închinăm Sfântului Domnului Iisus, unuia Celui fără de păcat. Crucii Tale ne închinăm, Hristoase, şi sfântă Învierea Ta o lăudăm şi o slăvim; că Tu eşti Dumnezeul nostru, afară de Tine pe altul nu ştim, numele Tău numim. Veniţi toţi credincioşii să ne închinăm sfintei Învierii lui Hristos, că iată a venit prin cruce bucurie la toată lumea. Totdeauna binecuvântând pe Domnul, lăudăm Învierea Lui, că răstignire răbdând pentru noi, cu moartea pe moarte a stricat.

(Tipicul românesc) Când pune în sfântul potir părticica Născătoarei de Dumnezeu, diaconul (dacă nu este diacon, preotul) zice:

Diaconul: Luminează-te, luminează-te, noule Ierusalime, că slava Domnului peste tine a răsărit. Saltă acum şi te bucură, Sioane, iar tu, Curată, Născătoare de Dumnezeu, veseleşte-te întru Învierea Celui născut al tău.

(Tipicul românesc) Când pune în sfântul potir, părticelele pentru cele nouă cete ale sfinţilor, diaconul (sau dacă nu este diacon, preotul) zice:

Diaconul: O, Paştile cele mari şi preasfinţite, Hristoase! O, Înţelepciunea şi Cuvântul lui Dumnezeu şi Puterea! Dă-ne nouă să ne împărtăşim cu Tine, mai cu adevărat, în ziua cea neînserată a Împărăţiei Tale.

(Tipicul românesc) Diaconul sau preotul trage după aceea uşor cu buretele miridele pentru vii şi pentru morţi, şi le pune în sfântul potir, zicând:

Diaconul: Spală, Doamne, păcatele celor ce s-au pomenit aici, cu Cinstit Sângele Tău, pentru rugăciunile sfinţilor Tăi.

Diaconul sau preoţii, ştergând apoi bine sfântul disc şi sfântul antimis, ia părticelele rămase şi le pune în sfântul potir pe care după aceea îl acoperă. Pune apoi pe sfântul disc Aerul, întocmit, apoi sfânta steluţă, iar peste ea acoperământul. După aceea, preotul citeşte în taină rugăciunea de mulţumire.

* Adesea, predica se ţine acum.

Rugăciunea de mulţumire

Preotul: Mulţumim Ţie, Stăpâne, Iubitorule de oa meni, Dătătorule de bine al sufletelor noastre, că şi în ziua de acum ne-ai învrednicit pe noi de cereştile şi nemuritoarele Tale Taine. Îndreptează calea noastră, întăreşte-ne pe noi, pe toţi, întru frica Ta; păzeşte viaţa noas tră, întăreşte paşii noştri, pentru rugă ciunile şi mijlocirile măritei Născătoarei de Dum nezeu şi pururea Fecioarei Maria şi pentru ale tuturor sfinţilor Tăi.

Preotul şi diaconul îşi spală mâinile. Când se termină pre dica, se ridică perdeaua şi se deschid sfintele uşi, iar diaconul, închinându-se o dată, primeşte sfântul potir de la preot şi, stând între sfintele uşi, înalţă potirul şi zice:

Diaconul: Cu frică de Dumnezeu, cu credinţă şi cu dragoste să vă apropiaţi.

Strana: Binecuvântat este Cel ce vine în numele Domnului. Dumnezeu este Domnul şi s-a arătat nouă!

În Săptămâna Luminată strana cântă: Hristos a înviat… (o dată).

Întorcându-se spre sfântul altar, diaconul dă sfântul potir preotului. Credincioşii se apropie, unul câte unul, să se împărtăşească cu Sfintele Daruri. Preotul, stând cu faţa către ei şi ţinând în mâini sfântul potir, zice rugăciunile dinaintea împărtăşaniei:

Preotul: Cred, Doamne, şi mărturisesc…, Cinei Tale celei de taină…, Nu spre judecată sau spre osândă…,

Credincioşii vin unul după altul cu umilinţă şi cu frică, închinându-se şi ţinând mâinile strânse la piept. Preotul zice fiecăruia:

Preotul: Se împărtăşeşte robul lui Dumnezeu (N) cu Cinstitul şi Sfântul Trup şi Sânge al Domnului şi Dumnezeului şi Mântuitorului nostru Iisus Hristos, spre iertarea păcatelor lui şi spre viaţa de veci.

În timpul împărtăşirii credincioşilor, strana cântă: Trupul lui Hristos primiţi…, Cinei Tale celei de taină sau alte cântări.

Strana: Trupul lui Hristos primiţi şi din izvorul cel fără de moarte gustaţi. Aliluia, aliluia, aliuluia!

Cei împărtăşiţi îşi şterg buzele cu sfântul acoperământ şi sărută sfântul potir închinându-se.

La încheierea împărtăşirii credincioşilor, preotul, ţinând cu amândouă mâinile sfântul potir (sau, de nu este nimeni de împărtăşit, luându-l de la diacon) îi binecuvântează pe cre dincioşi cu sfântul potir şi zice

Preotul: Mântuieşte, Dumnezeule, poporul Tău şi binecuvântează moştenirea Ta.

Strana: Am văzut lumina cea adevărată, am pri mit Duhul cel ceresc; am aflat credinţa cea adevărată, nedespărţitei Treimi închi nându-ne, că Aceasta ne-a mântuit pe noi.

De la Paşti până la Înălţare: Hristos a înviat… (o dată)

De la Înălţare până la Rusalii: Înălţatu-Te-ai întru mărire…

În timpul cântării, preotul pune sfântul potir pe sfântul antimis şi diaconul pune în sfântul potir celelalte părticele de pe sfântul disc.

Preotul tămâiază Sfintele Daruri de trei ori, zicând:

Preootul: Înalţă-Te peste ceruri, Dumnezeule, şi peste tot pământul slava Ta.

Preotul dă cădelniţa diaconului, care le ridică deasupra capului şi, trecând prin faţa Sfintei Mese, se întoarce spre credincioşi arătându-le sfântul disc, apoi îl duce la proscomidiar şi-l pune acolo.

Preotul se închină de trei ori în faţa Sfintei Mese şi zice în taină:

Preotul: Binecuvântat este Dumnezeul nostru…

Dacă nu este diacon, preotul se închină de trei ori înaintea Sfintei Mese, ia sfântul disc cu mâna stângă şi sfântul potir cu mâna dreaptă şi ţinând sfântul potir deasupra sfântului disc, zice în taină: Binecuvântat este Dumnezeul nostru…

Sfârşindu-se de cântat la strană: Am văzut Lumina cea adevărată, preotul se întoarce către credincioşi, zicând cu glas mare:

Preotul: …totdeauna, acum şi pururea şi în vecii vecilor.

Strana: Amin.

Să se umple gurile noastre de lauda Ta, Doamne, ca să lăudăm mărirea Ta; că ne-ai învrednicit pe noi să ne împărtăşim cu sfintele, dumnezeieştile, nemuritoarele, preacuratele şi de viaţă făcătoarele Tale Taine. Întăreşte-ne pe noi întru sfinţenia Ta, toată ziua să ne învăţăm dreptatea Ta. Aliluia, aliluia, aliluia!

În timpul acestei cântări, preotul merge la proscomidiar şi pune sfântul potir acolo (iar dacă nu este diacon, duce şi sfântul disc). Preotul cădeşte Sfintele de trei ori, nezicând nimic. Diaconul, având capul acoperit, merge în faţa sfintelor uşi şi zice ectenia (dacă nu este diacon, următoarea ectenie se zice de către preot). Preotul se întoarce la Sfânta Masă şi strânge sfântul antimis, începând cu partea de răsărit şi continuând cu cea de apus, cea de miazăzi şi în urmă cea de miazănoapte.

Ectenia de mulţumire

Diaconul: Drepţi, primind dumnezeieştile, sfintele, preacuratele, nemuritoarele, cereştile şi de viaţă făcătoarele, înfricoşătoarele lui Hristos Taine, cu vrednicie să mulţumim Domnului.

Strana: Doamne miluieşte.

Diaconul: Apără, mântuieşte, miluieşte şi ne păzeşte pe noi, Dumnezeule, cu harul Tău.

Strana: Doamne miluieşte.

Diaconul: Ziua toată desăvârşită, sfântă, în pace şi fără de păcat cerând, pe noi înşine şi unii pe alţii şi toată viaţa noastră, lui Hristos Dumnezeu, să o dăm.

Strana: Ţie, Doamne.

Diaconul merge înaintea icoanei Mântuitorului şi aşteaptă acolo cu capul plecat, până la sfârşitul rugăciunii amvonului.

Preotul face cruce peste sfântul antimis cu Sfânta Evanghelie, zicând ecfonisul:

Preotul: Că Tu eşti sfinţirea noastră şi Ţie slavă înălţăm, Tatălui şi Fiului şi Sfântului Duh, acum şi pururea şi în vecii vecilor.

Aşează Sfânta Evanghelie pe Sfânta Masă, aşa cum era la începutul Sfintei Liturghii.

Strana: Amin.

Preotul, având capul acoperit şi privind spre credincioşi zice:

Preotul: Cu pace să ieşim.

Strana: Întru numele Domnului.

Diaconul: Domnului să ne rugăm.

Strana: Doamne miluieşte.

Preotul, luându-şi Liturghierul, iese prin sfintele uşi, merge în mijlocul bisericii, face o închinăciune către altar şi zice rugăciunea amvonului.

Rugăciunea amvonului

Preotul: Cel ce binecuvântezi pe cei ce Te binecuvântează, Doamne, şi sfinţeşti pe cei ce nădăjduiesc întru Tine, mântuieşte poporul Tău şi binecuvântează moştenirea Ta. Plinirea Bisericii Tale o păzeşte; sfinţeşte pe cei ce iubesc podoaba casei Tale; Tu pe aceştia îi preamăreşte cu dumnezeiască puterea Ta; şi nu ne lăsa pe noi cei ce nădăjduim întru Tine. Pace lumii Tale dăruieşte, bisericilor Tale, preoţilor, (aici se pomeneşte Cârmuirea ţării, după îndrumările Sfântului Sinod) şi la tot poporul Tău. Că toată darea cea bună şi tot darul desăvârşit de sus este, pogorând de la Tine, Părintele luminilor, şi Ţie slavă şi mulţumire şi închinăciune înălţăm, Tatălui şi Fiului şi Sfântului Duh, acum şi pururea şi în vecii vecilor.

Strana: Amin.

Dacă credincioşii aduc daruri întru cinstirea şi pomenirea Sfântului sau pentru sărbătoare (colivi, brânză şi ouă, struguri, pârgă de poame, ori alte roade), se cântă la strană troparele şi condacul sărbătorii.

Strana: (Cântarea cuvenită)

Preotul tămâind zice:

Preotul: Domnului să ne rugăm.

Strana: Doamne miluieşte.

Preotul, stând lângă daruri, zice cu glas mare rugăciunea potrivită cu felul de daruri (rugăciunile de acest fel se găsesc mai departe în Liturghier).

Preotul: (Zice rugăciunea potrivită din Liturghier)

Strana: Amin.

Strana cântă:

Strana: Fie numele Domnului binecuvântat… (de 3 ori)

În Săptămâna LuminatăHristos a înviat… (de trei ori)

Strana continuă cu Psalmul 33 (de trei ori):

Strana: Bine voi cuvânta pe Domnul…

Preotul se pleacă spre credincioşi, în dreapta şi în stânga, şi intră prin sfintele uşi. Diaconul intră prin uşa dinspre miazănoapte. Merg către proscomidiar unde îşi descoperă şi îşi pleacă capetele amândoi. Preotul zice următoarea rugăciune:

Preotul: Plinirea Legii şi a proorocilor Tu însuţi fiind, Hristoase, Dumnezeul nostru, Cel ce ai plinit toată rânduiala părintească, umple de bucurie şi de veselie inimile noastre, totdeauna, acum şi pururea şi în vecii vecilor. Amin.

Diaconul, din sfintele uşi, zice:

Diaconul: Domnului să ne rugăm.

Strana: Doamne miluieşte.

Diaconul îşi descoperă capul, se întoarce la proscomidiar şi consumă ce a rămas din Sfintele Taine. El curăţă sfântul potir cu vin şi apă. Apoi îl şterge cu un ştergar anume pregătit şi pune sfântul potir cu celelalte obiecte liturgice.

Preotul, acoperindu-şi capul, binecuvântează pe credincioşi dintre sfintele uşi:

Preotul: Binecuvântarea Domnului peste voi toţi cu al Său har şi cu a Sa iubire de oameni, totdeauna, acum şi pururea şi în vecii vecilor.

Strana: Amin.

Otpustul

Preotul se pleacă către icoana Mântuitorului şi zice:

Preotul: Slavă Ţie, Hristoase Dumnezeule, nădejdea noastră, slavă Ţie.

Strana: Slavă. Tatălui şi Fiului şi Sfântului Duh. Şi acum şi pururea şi în vecii vecilor. Amin.

Doamne miluieşte. Doamne miluieşte. Doamne miluieşte.

Întru numele Domnului, părinte, binecuvântează.

Preotul: Cel ce a înviat din morţi…; iar de nu va fi duminică zice: Hristos, Adevăratul Dumnezeul nostru, pentru rugăciunile Preacuratei Maicii Sale, ale Sfinţilor, măriţilor şi întru tot lăudaţilor Apostoli, ale Sfântului (N) (al cărui hram îl poartă biserica), ale celui între sfinţi Părintelui nostru Ioan Gură de Aur, arhiepiscopul Constantinopolului, ale Sfântului (N), a cărui pomenire o săvârşim, ale Sfinţilor şi drepţilor dumnezeieşti Părinţi Ioachim şi Ana şi pentru ale tuturor sfinţilor, să ne miluiască şi să ne mântuiască pe noi, ca un bun şi de oameni iubitor.

Strana: Amin.

Preotul se întoarce cu faţa spre icoana Mântuitorului şi zice:

Preotul: Pentru rugăciunile sfinţilor părinţilor noştri, Doamne Iisuse Hristoase, Dumnezeul nostru, miluieşte-ne pe noi.

Strana: Amin.

Preotul se întoarce în altar şi închide sfintele uşi şi perdeaua. Ieşind prin uşa diaconului, el (sau altcineva anume rânduit) împarte anafura credincioşilor. Când se termină aceasta, se întoarce în altar şi, dacă nu este diacon, el însuşi consumă Sfintele Taine. Preotul şi diaconul îşi scot veşmintele şi zic rugăciunile de mulţumire.

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Goddelijke liturgie van Johannes Chrysostomos in het italiaans


 

Divina Liturgia di San Giovanni Crisostomo

Source: fanarion.blogspot.gr

“…se vi capiterà di assistere a un servizio divino (…)

entrerete in contatto con ciò di cui realmente vive la Chiesa,

e vedrete come essa vive.

E una volta venuti in contatto con essa anche voi,

per qualche ora o per un istante, potrete diventare un’altra persona.

Durante quel lungo, tormentoso eppur lieto star ritti in una chiesa

sentirete (se aprite il vostro cuore) – come nel punto di intersezione di due raggi o di due torrenti ininterrotti: pentimento e grazia –

che si scioglie e si dilegua tutto ciò che è accumulato, etico, solidamente razionale,

tutto ciò che è necessario alla vita civilizzata,

tutto ciò che è troppo individuale,

tutto ciò che è mediamente umano.

E questo momento di gioia spirituale – se riuscite a incorporarvi in essa –

deve colmare totalmente di sé la vita.

Ma per giungere a un fine così inconcepibilmente elevato

è indispensabile distinguere totalmente le passioni terrene,

troncare la volontà propria, dedicarsi al digiuno, alla preghiera, a una lunga, volontaria crocifissione.

La concezione ortodossa non è umana in senso ontologico;

non conosce infatti concetti come quelli di “natura umana” o “legge di natura” nella loro accezione neutra;

ogni uomo in quanto dato è uno strumento guasto, corrotto,

che deve essere accordato attraverso un duro lavoro spirituale

perché renda gloria al Creatore…”

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Vladimir Zelinsky

(da: “Convertiti alla Chiesa”)

+

Dopo essersi inchinato davanti alle Porte Sante, il Diacono dice:

Benedici, signore.

Il Sacerdote, elevando il s. Vangelo e facendo con esso un segno di croce, ad alta voce dice:

Benedetto il regno del Padre, del Figlio e dello Spirito Santo, ora e sempre, e nei secoli dei secoli.

Il Coro: Amìn.

Quindi il Diacono, davanti alle Porte Sante, dice le invocazioni di pace, mentre i Cori cantano alternativamente, con ogni devozione: Signore, pietà.

In pace preghiamo il Signore.

Per la pace che viene dall’alto e per la salvezza delle anime nostre, preghiamo il Signore.

Per la pace del mondo intero, per la prosperità delle Sante Chiese di Dio e per l’unione di tutti, preghiamo il Signore.

Per questa santa dimora, e per coloro che vi entrano con fede, pietà e timor di Dio, preghiamo il Signore.

Per il nostro beatissimo Patriarca (o piissimo Metropolita, o Arcivescovo, o Vescovo) N., per il venerabile presbiterio e per il diaconato in Cristo, per tutto il clero e il popolo, preghiamo il Signore.

Per i nostri Governanti e per le Autorità civili e militari, preghiamo il Signore.

Per questa città (o santo monastero, o paese), per ogni città e paese, e per i fedeli che vi abitano, preghiamo il Signore.

Per la salubrità del clima, per l’abbondanza dei frutti della terra e per tempi di pace, preghiamo il Signore.

Per i naviganti, i viandanti, i malati, i sofferenti, i prigionieri, e per la loro salvezza, preghiamo il Signore.

Per essere liberati da ogni afflizione, flagello, pericolo e necessità, preghiamo il Signore.

Soccorrici, salvaci, abbi pietà di noi e custodiscici, o Dio, con la tua grazia.

Facendo memoria della tuttasanta, immacolata, benedetta, gloriosa Signora nostra, Madre di Dio e sempre vergine Maria, insieme con tutti i Santi, raccomandiamo noi stessi, gli uni gli altri, e tutta la nostra vita a Cristo Dio.

Il Coro: A te, o Signore.

Preghiera della prima Antifona, sommessamente.

Signore Dio nostro, la cui potenza è incomparabile, la misericordia immensa e l’amore per gli uomini ineffabile: tu, o Sovrano, per la tua clemenza volgi lo sguardo su di noi e sopra questa santa dimora, e largisci a noi e a quanti pregano con noi copiose le tue misericordie e la tua pietà.

A voce alta: Poiché ogni gloria, onore e adorazione si addice a Te, Padre, Figlio e Spirito Santo, ora e sempre, e nei secoli dei secoli.

Il Coro: Amìn.

I Cori cantano la prima antifona, o il primo salmo dei Tipici, secondo la prescrizione rituale. Durante il canto, il Diacono, fatto un inchino profondo, si sposta e va a collocarsi davanti all’lcone della Madre di Dio, rivolto verso quella del Cristo, tenendo l’Orarion con tre dita della destra.

Al termine dell’Antifona, ritornato al posto consueto, fatto un inchino profondo, dice:

Ancora preghiamo in pace il Signore.

Il Coro: Signore, pietà.

Soccorrici, salvaci, abbi pietà di noi e custodiscici, o Dio, con la tua grazia.

Il Coro: Signore, pietà.

Facendo memoria della tuttasanta, immacolata, benedetta, gloriosa Signora nostra, Madre di Dio e sempre Vergine Maria, insieme con tutti i Santi, raccomandiamo noi stessi, gli uni gli altri, e tutta la nostra vita a Cristo Dio.

Il Coro: A te, o Signore.

Preghiera della seconda Antifona, sommessamente.

Signore, Dio nostro, salva il tuo popolo e benedici la tua eredità ; custodisci in pace tutta quanta la tua Chiesa, santifica coloro che amano il decoro della tua dimora ; tu, in cambio, glorificali con la tua divina potenza e non abbandonare noi che speriamo in te.

A voce alta: Poiché tua è la potenza, il regno, la forza e la gloria, Padre, Figlio e Spirito Santo, ora e sempre, e nei secoli dei secoli.

Il Coro: Amìn.

I Cori cantano parimenti la seconda Antifona o il secondo salmo dei Tipici. Il Diacono si comporta come durante la prima Antifona.

Alla fine dell’Antifona, o del salmo dei tipici, si aggiunge:

0 unigenito Figlio e Verbo di Dio, che pur essendo immortale, hai accettato per la nostra salvezza d’incarnarti nel seno della santa Madre di Dio e sempre vergine Maria: Tu, che senza mutamento, ti sei fatto uomo e fosti crocifisso, o Cristo Dio, con la tua morte calpestando la morte ; Tu, che sei uno della Trinità santa, glorificato con il Padre e con lo Spirito Santo, salvaci.

Al termine dell’lnno O unigenito Figlio, il Diacono dice la piccola litania:

Ancora preghiamo in pace il Signore.

Il Coro: Signore, pietà.

Soccorrici, salvaci, abbi pietà di noi e custodiscici, o Dio, con la tua grazia.

Il Coro: Signore, pietà.

Facendo memoria della tuttasanta, immacolata, benedetta, gloriosa Signora nostra, Madre di Dio e sempre vergine Maria, insieme con tutti i Santi, raccomandiamo noi stessi, gli uni gli altri, e tutta la nostra vita a Cristo Dio.

Il Coro: A te, o Signore.

Il Diacono entra nel s. Vima per la porta sud.

Preghiera della terza Antifona, sommessamente.

Tu che ci hai concesso la grazia di pregare insieme unendo le nostre voci, Tu che hai promesso di esaudire le suppliche anche di due o tre uniti nel tuo nome; Tu, anche ora, esaudisci le richieste dei tuoi servi a loro bene, e concedi nella vita presente la conoscenza della tua verità, e nel secolo futuro la vita eterna.

A voce alta: Poiché tu sei Dio buono e amico degli uomini, e noi rendiamo gloria a Te, Padre, Figlio e Spirito Santo, ora e sempre, e nei secoli dei secoli.

Il Coro: Amìn.

Mentre i Cori cantano la terza Antifona, o i Macarismi, giunti al Gloria, il Sacerdote e il Diacono fanno tre profondi inchini davanti alla s. Mensa. Si aprono le Porte sante.

Il Sacerdote, preso il s. Vangelo, lo consegna al Diacono. Escono dalla porta Nord, preceduti dai ceroferari e fanno il piccolo Introito.

Stando al posto consueto, ambedue chinano la testa. Il Diacono dice sottovoce: Preghiamo il Signore. Il Sacerdote recita la seguente preghiera.

Preghiera dell’Introito. Sommessamente.

Sovrano Signore, Dio nostro, che hai costituito nei cieli schiere ed eserciti di Angeli ed Arcangeli a servizio della tua gloria, fa che al nostro ingresso si accompagni l’ingresso degli Angeli santi, che con noi celebrino e glorifichino la tua bontà.

Poiché ogni gloria, onore e adorazione si addice a Te, Padre, Figlio e Spirito Santo, ora e sempre, e nei secoli dei secoli. Amìn.

Terminata la preghiera, il Diacono, tenendo l’Oràrion con tre dita, dice al Sacerdote, indicando l’oriente con la destra:

Benedici, signore, il santo ingresso.

Il Sacerdote, benedicendo, dice sommessamente:

Sia benedetto l’ingresso dei tuoi Santi in ogni tempo, ora e sempre, e nei secoli dei secoli. Amìn.

Quindi il Diacono porge a baciare il s. Vangelo al Sacerdote, mentre egli bacia la mano del Sacerdote stesso.

Al termine del Doxasticòn dei Macarismì o della terza Antifona, il Diacono, stando nel mezzo, davanti al Sacerdote, solleva le mani mostrando il s. Vangelo e facendo con esso il segno della croce, dice a voce alta:

Sapienza! In piedi!

E si canta l’Isodikòn:

Venite, adoriamo e prostriamoci davanti a Cristo. O Figlio di Dio, ammirabile nei Santi (Se è Domenica, si dice: …che sei risorto dai morti), salva noi che a te cantiamo: Alliluia.

Nelle feste del Signore si canta l’Isodikòn della Festa.

Quindi fatto un inchino profondo, entrano nel s. Vima attraverso le Porte regie, e il Diacono depone il s. Vangelo sopra la s. Mensa.

I Cantori dicono i consueti Tropari, mentre il Sacerdote recita la seguente preghiera.

Preghiera dell’Inno Trisagio. Sommessamente.

Dio santo, che dimori nel santuario e sei lodato con l’inno trisagio dai Serafini e glorificato dai Cherubini e adorato da tutte le Potestà celesti: Tu, che dal nulla hai tratto all’essere tutte le cose, che hai creato l’uomo a tua immagine e somiglianza, adornandolo di tutti i tuoi doni; Tu, che dài sapienza e prudenza a chi te ne chiede e non disprezzi il peccatore, ma hai istituito la penitenza a salvezza ; Tu, che hai reso noi, miseri e indegni tuoi servi, degni di stare anche in quest’ora dinanzi alla gloria del tuo santo altare e di offrirti l’adorazione e la glorificazione a te dovuta: Tu stesso, o Sovrano, accetta anche dalle labbra di noi peccatori l’inno trisagio, e volgi nella tua bontà lo sguardo su di noi. Perdonaci ogni colpa volontaria ed involontaria: santifica le anime nostre e i nostri corpi, e concedici di renderti santamente il culto tutti i giorni della nostra vita, per l’intercessione della santa Madre di Dio e di tutti i Santi, che sin dal principio dei secoli ti furono accetti.

Giunti i cantori all’ultimo Tropario, il Diacono, piegando la testa e tenendo l’Oràrion in mano con tre dita, dice al Sacerdote:

Benedici, signore, il tempo del Trisagion.

E il Sacerdote, segnandolo con la croce, dice a voce alta:

Poiché tu sei santo, o Dio nostro, e noi rendiamo gloria a te, Padre, Figlio e Spirito Santo, ora e sempre.

Il Diacono viene vicino alle s. Porte, e prosegue dicendo ad alta voce, rivolgendosi a quelli di fuori:

E nei secoli dei secoli.

Il Coro: Amìn. E si canta l’inno trisagio.

Santo Dio, Santo Forte, Santo Immortale, abbi pietà di noi (tre volte).

Gloria al Padre, al Figlio e allo Spirito Santo, ora e sempre, e nei secoli dei secoli. Amìn.

Santo Immortale, abbi pietà di noi.

Il Diacono: Più forte!

Il Coro: Santo Dio, Santo Forte, Santo Immortale, abbi pietà di noi.

_______________________________________

In alcune feste, invece del Trisagio, si canta:

Quanti siete stati battezzati in Cristo, di Cristo vi siete rivestiti. Alliluia.

Nella terza Domenica della santa e grande Quaresima e nella festa dell’universale Esaltazione della preziosa e vivificante Croce, si canta:

Adoriamo la tua Croce, o Sovrano, e glorifichiamo la tua santa Risurrezione.

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Mentre si canta il Trisagio, anche il Sacerdote e il Diacono lo recitano, accompagnandolo con tre inchini profondi davanti alla s. Mensa.

Quindi il Diacono dice, rivolto al Sacerdote:

Comanda, signore.

Si recano al Trono. Nell’andare, il Sacerdote dice:

Benedetto colui che viene nel nome del Signore.

Il Diacono: Benedici, signore, la superna Cattedra.

Il Sacerdote: Benedetto sei Tu, sul trono di gloria del tuo regno, assiso sui Cherubini, in ogni tempo, ora e sempre, e nei secoli dei secoli. Amìn.

Al termine del Trisagio, il Diacono si porta davanti alle Porte sante e dice:

Stiamo attenti!

Il Lettore recita i versetti del Prokìmenon.

Il Diacono: Sapienza!

Il Lettore dice il titolo della lezione dell’Apostolo.

Il Diacono: Stiamo attenti.

Terminata la lettura del brano dell’Apostolo, il Sacerdote dice:

Pace a te, che hai letto.

Mentre il Lettore canta l’Alliluia con i versetti, il Diacono, messo l’incenso nel turibolo, si avvicina al Sacerdote e ne riceve la benedizione. Tracciata la croce, incensa tutto intorno la s. Mensa, il Santuario, le sacre Iconi ed il Sacerdote.

Il Sacerdote, stando davanti alla s. Mensa, dice sommessamente la seguente preghiera:

Preghiera prima del Vangelo

O Signore, amico degli uomini, fa risplendere nei nostri cuori la pura luce della tua divina conoscenza, e apri gli occhi della nostra mente all’intelligenza dei tuoi insegnamenti evangelici. Infondi in noi il timore dei tuoi santi comandamenti, affinché, calpestati i desideri carnali, noi trascorriamo una vita spirituale, meditando ed operando tutto ciò che sia di tuo gradimento. Poiché tu sei la luce delle anime e dei corpi nostri, o Cristo Dio, e noi rendiamo gloria a te insieme con il tuo eterno Padre e il tuo Spirito santissimo, buono e vivificante, ora e sempre, e nei secoli dei secoli. Amìn.

Il Diacono, deposto il turibolo, si accosta al Sacerdote e, piegando la testa, prende il s. vangelo dalle mani del Sacerdote e, tenendo l’Oràrion con la punta delle dita, dice:

Benedici, signore, colui che va ad annunziare il Vangelo del santo glorioso Apostolo ed Evangelista N. (Matteo, o Marco, o Luca, o Giovanni).

Il Sacerdote, segnandolo con la croce, dice:

Dio, per intercessione dell’ Apostolo ed Evangelista N., ti conceda di annunziare con grande efficacia la sua parola, in adempimento del Vangelo del suo diletto Figlio e Signore nostro, Gesù Cristo.

Il Diacono conclude: Amìn. Quindi, facendo una metania, prende il vangelo e, preceduto dai ceroferari, esce dalle Porte Sante recandosi all’ambone o neI luogo stabilito.

ll Sacerdote, stando davanti alla s. Mensa, rivolto verso occidente, dice ad alta voce:

Sapienza! In piedi! Ascoltiamo il santo Vangelo. Pace a tutti.

Il Coro: E al tuo spirito.

Il Diacono: Lettura del santo Vangelo secondo N. (Matteo, o Marco, o Luca, o Giovanni).

Il Coro: Gloria a te, o Signore, gloria a te.

Il Sacerdote: Stiamo attenti!

Terminato il Vangelo, il Coro dice: Gloria a te, o Signore, gloria a te.

Il Diacono si reca fino alle Porte sante e consegna al Sacerdote il s. vangelo. Questi nel prenderlo dice al Diacono:

Pace a te, che hai annunciato la buona novella.

Baciando il s. Vangelo e tracciando con esso un segno di croce verso il popolo, lo depone sulla s. Mensa.

Nuovamente si chiudono le Porte sante.

Il Diacono, stando al suo consueto posto, dice la grande Litania, mentre i due Cori cantano, alternativamente, con ogni devozione: Signore, pietà (tre volte).

Diciamo tutti con tutta l’anima, e con tutta la nostra mente diciamo:

Signore onnipotente, Dio dei Padri nostri, ti preghiamo, esaudiscici ed abbi pietà.

Abbi pietà di noi, o Dio, secondo la tua grande misericordia ; noi ti preghiamo, esaudiscici ed abbi pietà.

Preghiera della grande supplica. Sommessamente.

Signore, nostro Dio, accetta dai tuoi servi questa insistente supplica ed abbi pietà di noi secondo l’abbondanza della tua misericordia, e fa discendere i tuoi benefici su di noi e su tutto il tuo popolo, che da te attende copiosa misericordia.

Preghiamo ancora per il nostro beatissimo Patriarca N. (o per il nostro piissimo Metropolita, o Arcivescovo, o Vescovo) e per il venerato presbiterio.

Preghiamo per i nostri fratelli, sacerdoti, ieromonaci, diaconi, ierodiaconi e monaci, e per tutti i nostri fratelli in Cristo.

Preghiamo ancora per implorare sui servi di Dio, che dimorano in questa città (o paese) (o sui fratelli di questo santo monastero) misericordia, vita, pace, sanità, salvezza, protezione, perdono e remissione dei peccati.

Preghiamo ancora per i beati e indimenticabili fondatori di questa santa chiesa (o monastero), e per tutti i padri e fratelli nostri defunti, che qui piamente riposano, e per gli ortodossi di tutto il mondo.

Preghiamo ancora per coloro che presentano offerte e operano il bene in questo santo e venerato tempio, e per coloro che qui prestano servizio e cantano, e per tutto il popolo qui presente che da te attende grande e copiosa misericordia.

A voce alta: Poiché tu sei Dio misericordioso e amico degli uomini, e noi rendiamo gloria a te: Padre, Figlio e Spirito Santo, ora e sempre, e nei secoli dei secoli.

Il Coro: Amìn.

Il Diacono dice, mentre i cori rispondono, alternativamente: Signore, pietà.

Catecumeni, pregate il Signore.

Fedeli, preghiamo per i catecumeni.

Affinché il Signore abbia misericordia di loro.

Li istruisca nella parola della verità.

Riveli loro il Vangelo della giustizia.

Li unisca alla sua santa Chiesa, cattolica e apostolica.

Salvali, abbi pietà di loro, soccorrili e custodiscili, o Dio, con la tua grazia.

Catecumeni, chinate il vostro capo al Signore.

Il Coro: A te, o Signore.

Preghiera dei catecumeni, detta sommessamente dal Sacerdote, prima di dispiegare l’Iletòn:

Signore, Dio nostro, che abiti nel più alto dei cieli e riguardi alle più umili creature, che per la salute del genere umano mandasti l’unigenito tuo Figlio e Dio, il nostro Signore Gesù Cristo, rivolgi lo sguardo sui tuoi servi catecumeni, che a te hanno chinato il loro capo, e rendili degni, nel tempo propizio, del lavacro della rigenerazione, della remissione dei peccati e della veste dell’incorruttibilità ; uniscili alla tua santa Chiesa, cattolica ed apostolica, e annoverali tra l’eletto tuo gregge.

A voce alta: Affinché, insieme con noi, anch’essi glorifichino l’onorabilissimo e magnifico tuo nome, Padre, Figlio e Spirito Santo, ora e sempre, e nei secoli dei secoli.

Il Coro: Amìn.

Il Sacerdote dispiega l’Iletòn.

Il Diacono: Catecumeni, uscite tutti! Catecumeni, uscite! Tutti voi catecumeni, uscite! Non rimanga nessun catecumeno. Tutti noi fedeli, ancora preghiamo in pace il Signore.

Il Coro: Signore, pietà.

Soccorrici, salvaci, abbi pietà di noi e custodiscici, o Dio, con la tua grazia.

Il Coro: Signore, pietà.

Sapienza!

Prima preghiera dei fedeli, detta sommessamente dal Sacerdote, dopo aver dispiegato l’Iletòn:

Rendiamo grazie a Te, o Dio delle Potestà, che ci degni del favore di stare anche ora davanti al tuo santo altare e d’implorare prostrati le tue misericordie per i nostri peccati e per le mancanze del popolo. Accogli, o Dio, la nostra preghiera. Rendici degni di offrirti preci, suppliche e sacrifici incruenti per tutto il tuo popolo ; e rendi capaci noi, ai quali hai affidato questo tuo ministero per la potenza dello Spirito Santo, d’invocarti in ogni tempo ed in ogni luogo, senza condanna e senza colpa con la pura testimonianza della nostra coscienza: ascoltaci e sii a noi propizio nell’immensa tua bontà.

A voce alta: Poiché ogni gloria, onore, e adorazione si addice a Te: Padre, Figlio e Spirito Santo, ora e sempre, e nei secoli dei secoli.

Il Coro: Amìn.

Il Diacono: Ancora preghiamo in pace il Signore.

Il Coro: Signore, pietà.

Soccorrici, salvaci, abbi pietà di noi e custodiscici, o Dio, con la tua grazia.

Il Coro: Signore, pietà.

Sapienza!

Seconda Preghiera dei fedeli, detta sommessamente dal Sacerdote:

Di nuovo e più volte ci prostriamo dinanzi a te e ti preghiamo, o buono e amico degli uomini, affinché Tu, riguardando benigno alla nostra preghiera, purifichi le anime nostre e i nostri corpi da ogni impurità della carne e dello spirito, e ci conceda di stare, liberi da colpa e da condanna, davanti al tuo santo altare. Dona, o Dio, anche a quelli che pregano con noi il progresso nella vita, nella fede e nell’intelligenza spirituale. Concedi loro che ti servano sempre con timore ed amore, e partecipino senza colpa e senza condanna ai tuoi santi misteri e siano resi degni del tuo celeste regno.

A voce alta: Affinché, custoditi sempre dalla tua potenza, rendiamo gloria a Te: Padre, Figlio e Spirito Santo, ora e sempre, e nei secoli dei secoli.

Il Coro: Amìn.

Il Diacono entra nel sacro Vima per il lato Nord e si aprono le sante Porte.

Il primo Coro incomincia a cantare lentamente e melodiosamente l’Inno Cherubico:

Noi che misticamente raffiguriamo i Cherubini, e alla Trinità vivificante cantiamo l’inno trisagio, deponiamo ogni mondana preoccupazione.

Mentre si canta l’Inno Cherubico, il Sacerdote dice sommessamente la seguente preghiera.

Preghiera dell’Inno Cherubico

Nessuno che sia schiavo di desideri e di passioni carnali è degno di presentarsi o di avvicinarsi o di offrire sacrifici a Te, Re della gloria, poiché il servire Te è cosa grande e tremenda anche per le stesse Potenze celesti. Tuttavia, per l’ineffabile e immenso tuo amore per gli uomini, ti sei fatto uomo senza alcun mutamento e sei stato costituito nostro sommo Sacerdote, e, quale Signore dell’universo, ci hai affidato il ministero di questo liturgico ed incruento sacrificio. Tu solo infatti, o Signore Dio nostro, imperi sovrano sulle creature celesti e terrestri, tu che siedi su un trono di Cherubini, Tu che sei Signore dei Serafini e Re di Israele, Tu che solo sei santo e dimori nel santuario. Supplico dunque Te, che solo sei buono e pronto ad esaudire: volgi il tuo sguardo su di me peccatore e inutile tuo servo, e purifica la mia anima e il mio cuore da una coscienza cattiva ; e, per la potenza del tuo Santo Spirito, fa che io, rivestito della grazia del sacerdozio, possa stare dinanzi a questa tua sacra mensa e consacrare il tuo corpo santo ed immacolato e il sangue tuo prezioso. A Te mi appresso, inchino il capo e ti prego: non distogliere da me il tuo volto e non mi respingere dal numero dei tuoi servi, ma concedi che io, peccatore e indegno tuo servo, ti offra questi doni. Tu infatti, o Cristo Dio nostro, sei l’offerente e l’offerto, sei colui che riceve i doni e che in dono ti dai, e noi ti rendiamo gloria insieme con il tuo Padre senza principio, e il santissimo, buono e vivificante tuo Spirito, ora e sempre, e nei secoli dei secoli. Amìn.

Durante il canto dell’Inno Cherubico, il Diacono, preso il turibolo, vi mette l’incenso e, tracciata una croce, si avvicina al Sacerdote. Presane la benedizione, incensa intorno la s. Mensa, tutto il Santuario, il Sacerdote, infine le sacre Iconi e tutto il popolo. Recita il salmo 50 e i tropari penitenziali a sua scelta. Rientrato nel santuario, depone il turibolo.

Quindi il Sacerdote e il Diacono recitano l’Inno Cherubico davanti alla s. Mensa.

Il Sacerdote: Noi che misticamente raffiguriamo i Cherubini, e alla Trinità vivificante cantiamo l’inno trisagio, deponiamo ogni mondana preoccupazione.

Il Diacono: Affinché possiamo accogliere il Re dell’universo, scortato invisibilmente dalle angeliche schiere. Alliluia, alliluia, alliluia.

Baciano poi la s. Mensa e, fatto un nuovo inchino profondo, rivolti al popolo chinano le loro teste. E così, precedendo il Diacono, vanno alla Pròtesi. Il Diacono incensa i s. Doni recitando tra se stesso tre volte: O Dio, sii propizio a me peccatore e abbi pietà di me. Dice poi, rivolto al Sacerdote: Eleva, o signore. Il Sacerdote prende l’Aìr e ponendolo sulle spalle del Diacono, dice:

Elevate le vostre mani verso le cose sante e benedite il Signore.

Quindi preso il s. Disco, ricoperto dal velo, lo pone sulla testa del Diacono con ogni attenzione e riverenza; il Diacono regge con un dito anche il turibolo. Il Sacerdote prende il s. Calice tra le mani. Escono per il lato Nord, preceduti dai ceroferari. Girano processionalmente nel Tempio, facendo il grande Introito e dicendo:

Il Signore Dio si ricordi di tutti noi nel suo regno in ogni tempo, ora e sempre, e nei secoli dei secoli.

Il Coro: Amìn.

Il Coro, completa l’Inno Cherubico:

Affinché possiamo accogliere il Re dell’universo, scortato invisibilmente dalle angeliche

schiere. Alliluia, alliluia, alliluia.

Il Diacono, entrando per le s. Porte, si ferma sulla destra e, mentre il Sacerdote sta per entrare, gli dice:

Il Signore Dio si ricordi del tuo sacerdozio nel suo regno in ogni tempo, ora e sempre, e nei secoli dei secoli.

Ed il Sacerdote a lui:

Il Signore Dio si ricordi del tuo diaconato (o ierodiaconato) nel suo regno, ora e sempre, e nei secoli dei secoli.

Il Sacerdote depone il s. Calice sulla sacra Mensa e, preso il s. Disco dalla testa del Diacono, lo colloca sul lato destro della Mensa.

Nuovamente si chiudono le s. Porte e la tenda.

Il Sacerdote quindi, tolti i veli dal s. Disco e dal s. Calice, li colloca in un canto della s. Mensa. Prende poi l’Aìr dalle spalle del Diacono, e, incensatolo, ricopre i s. Doni, dicendo:

Giuseppe d’Arimatea, deposto dalla croce l’intemerato tuo corpo, lo involse in una candida sindone con aromi e, resigli i funebri onori, lo pose in un sepolcro nuovo.

Prende il turibolo dalle mani del Diacono e incensa i s. Doni tre volte, dicendo:

Allora offriranno vitelli sul tuo altare (tre volte).

Restituito il turibolo, abbassa il Felònion e, chinata la testa, dice al Diacono:

Ricordati di me, fratello e concelebrante.

Ed il Diacono a lui:

Il Signore Dio si ricordi del tuo sacerdozio nel suo regno.

E il Sacerdote al Diacono:

Prega per me, o mio concelebrante.

Il Diacono: Lo Spirito Santo discenderà su di te e la potenza dell’Altissimo ti adombrerà.

Il Sacerdote: Lo stesso Spirito concelebrerà con noi tutti i giorni di nostra vita.

Il Diacono, chinando anche egli il capo mentre regge l’Oràrion con tre dita della destra, dice al Sacerdote:

Ricordati di me, signore santo.

Il Sacerdote: Il Signore Dio si ricordi di te nel suo regno in ogni tempo, ora e sempre, e nei secoli dei secoli.

Il Diacono, detto Amìn, bacia la destra del Sacerdote ed esce. Dal posto consueto, dice:

Compiamo la nostra preghiera al Signore.

I Cori alternativamente: Signore, pietà.

Per i preziosi doni offerti, preghiamo il Signore.

Per questa santa dimora, e per coloro che vi entrano con fede, pietà e timor di Dio, preghiamo il Signore.

Per essere liberati da ogni afflizione, flagello, pericolo e necessità, preghiamo il Signore.

Preghiera dell’Offerta, detta sommessamente dal Sacerdote, dopo la deposizione dei Doni divini sulla s. Mensa:

Signore, Dio onnipotente, tu che solo sei santo e accetti il sacrificio di lode da coloro che

t’invocano con tutto il cuore, accogli anche la preghiera di noi peccatori, e fa che giunga al tuo santo altare. Rendici atti ad offrirti doni e sacrifici spirituali per i nostri peccati e per le mancanze del popolo. Dégnati di farci trovare grazia al tuo cospetto, affinché ti sia accetto il nostro sacrificio, e lo Spirito buono della tua grazia scenda su di noi, su questi doni qui presenti e su tutto il tuo popolo.

Soccorrici, salvaci, abbi pietà di noi e custodiscici, o Dio, con la tua grazia.

Il Coro: Signore, pietà.

Chiediamo al Signore che l’intero giorno sia perfetto, santo, tranquillo e senza peccato.

I Cori alternativamente: Concedi, o Signore.

Chiediamo al Signore un angelo di pace, guida fedele, custode delle anime nostre e dei nostri corpi.

Chiediamo al Signore la remissione e il perdono dei nostri peccati e delle nostre colpe.

Chiediamo al Signore ogni bene, utile alle anime nostre, e la pace per il mondo.

Chiediamo al Signore la grazia di trascorrere il resto della nostra vita nella pace e nella penitenza.

Chiediamo una morte cristiana, serena, senza dolore e senza rimorso, e una valida difesa dinanzi al tremendo tribunale di Cristo.

Facendo memoria della tuttasanta, immacolata, benedetta, gloriosa Signora nostra, Madre di Dio e sempre vergine Maria, insieme con tutti i Santi, raccomandiamo noi stessi, gli uni gli altri, e tutta la nostra vita a Cristo Dio.

Il Coro: A te, o Signore.

Il Sacerdote, a voce alta: Per la misericordia del tuo unigenito Figlio, con il quale sei benedetto insieme con il santissimo, buono e vivificante tuo Spirito, ora e sempre, e nei secoli dei secoli.

Il Coro: Amìn.

Il Sacerdote: Pace a tutti.

Il Coro: E al tuo spirito.

Il Diacono: Amiamoci gli uni gli altri, affinché in unità di spirito, professiamo la nostra fede.

Il Coro: Nel Padre, nel Figlio e nello Spirito Santo: Trinità consustanziale e indivisibile.

Il Sacerdote fa tre inchini e dice sommessamente:

Ti amerò, o Signore, mia forza ; il Signore è mio sostegno, mio rifugio e mio liberatore.

Bacia quindi i s. Doni, così come sono ricoperti, prima il s. Disco, poi il s. Calice e la s. Mensa davanti a lui. Parimenti anche il Diacono fa tre inchini profondi, nel luogo dove sta, e bacia il suo Oràrion dove è il segno della croce e poi dice a voce alta:

Le porte! Le porte! Con sapienza stiamo attenti.

Si apre la tenda.

Il Sacerdote, sollevando l’Aìr e dispiegandolo sopra i Doni, lo agita.

Il popolo, o, com’è d’uso, colui che presiede, recita:

Credo in un solo Dio Padre, onnipotente Creatore del cielo e della terra, di tutte le cose visibili e invisibili. E in un solo Signore, Gesù Cristo, unigenito Figlio di Dio, nato dal Padre prima di tutti i secoli; Luce da Luce, Dio vero da Dio vero; generato, non creato; della stessa sostanza del Padre; per mezzo di lui tutte le cose sono state create. Per noi uomini e per la nostra salvezza discese dal cielo; e per opera dello Spirito Santo si è incarnato nel seno della vergine Maria e si è fatto uomo. Fu pure crocifisso per noi sotto Ponzio Pilato, e patì e fu sepolto e il terzo giorno è risuscitato, secondo le Scritture. È salito al cielo e siede alla destra del Padre. E di nuovo verrà, nella gloria, per giudicare i vivi e i morti: e il suo regno non avrà fine. E nello Spirito Santo, che è Signore e dà la vita, e procede dal Padre e con il Padre e il Figlio è adorato e glorificato: e ha parlato per mezzo dei profeti. Credo nella Chiesa una, santa, cattolica e apostolica. Professo un solo battesimo per il perdono dei peccati. Aspetto la resurrezione dei morti e la vita del mondo che verrà Amìn.

Il Diacono: Stiamo con devozione, stiamo con timore attenti ad offrire in pace la santa oblazione.

Il Coro: Offerta di pace, sacrificio di lode.

Il Diacono fa un inchino profondo ed entra nel s. Vima per il lato Sud.

Il Sacerdote, tolto l’Aìr dai santi Doni, lo depone in disparte; poi si rivolge al popolo e dice a voce alta:

La grazia del nostro Signore Gesù Cristo, l’amore di Dio Padre e la comunione dello Spirito Santo siano con tutti voi (e benedice il popolo).

Il Coro: E con il tuo spirito.

Il Sacerdote, alzando le mani, prosegue ad alta voce:

Innalziamo i nostri cuori.

Il Coro: Sono rivolti al Signore.

Il Sacerdote, volgendosi verso oriente, dice:

Rendiamo grazie al Signore.

Il Coro: È cosa buona e giusta adorare il Padre, il Figlio e lo Spirito Santo: Trinità consustanziale e indivisibile.

Mentre il Diacono agita con devozione il Ripidio sopra i sacri Doni, il Sacerdote prega sommessamente:

È degno e giusto celebrarti, benedirti, lodarti, ringraziarti, adorarti in ogni luogo del tuo dominio. Poiché tu sei il Dio ineffabile, inconcepibile, invisibile, incomprensibile, sempre esistente e sempre lo stesso: Tu e il tuo unigenito Figlio e il tuo Santo Spirito. Tu dal nulla ci hai tratti all’esistenza e, caduti, ci hai rialzati ; e nulla hai tralasciato di fare fino a ricondurci al cielo e a donarci il futuro tuo regno. Per tutti questi beni rendiamo grazie a te, all’unigenito tuo Figlio e al tuo Santo Spirito, per tutti i benefici a noi fatti che conosciamo e che non conosciamo, palesi ed occulti. Ti rendiamo grazie altresì per questo sacrificio, che ti sei degnato di ricevere dalle nostre mani, sebbene ti stiano dinanzi migliaia di Arcangeli e miriadi di Angeli, i Cherubini e i Serafini dalle sei ali e dai molti occhi, sublimi, alati,

Prosegue quindi ad alta voce:

i quali cantano l’inno della vittoria, esclamando e a gran voce dicendo:

In questo momento il Diacono prende l’Asterisco dal s. Disco, traccia sopra di esso un segno di croce e, baciandolo, lo pone in disparte.

Il Coro: Santo, Santo, Santo, il Signore dell’universo: il cielo e la terra sono pieni della tua gloria. Osanna nell’alto dei cieli. Benedetto colui che viene nel nome del Signore. Osanna nell’alto dei cieli.

Il Sacerdote prega sommessamente:

Noi pure, o Signore, amico degli uomini, con queste beate Potenze esclamiamo e diciamo: Sei santo, tutto santo,Tu e il tuo unigenito Figlio e il tuo Santo Spirito. Sei santo, tutto santo e magnifica è la tua gloria. Tu hai amato il mondo a tal segno da dare l’unigenito tuo Figlio, affinché chiunque crede in Lui non perisca, ma abbia la vita eterna. Egli, compiendo con la sua venuta tutta l’economia di salvezza a nostro favore, nella notte in cui veniva tradito, o, piuttosto, consegnava se stesso per la vita del mondo, prese il pane nelle sue mani sante, innocenti e immacolate, e, dopo aver rese grazie, lo benedisse (e benedice), lo santificò, lo spezzò e lo diede ai suoi santi discepoli e apostoli, dicendo:

II Sacerdote, a capo chino, alzando con riverenza la destra, mentre il Diacono indica il s. Disco e regge l’Oràrion con tre dita della destra:

Prendete, mangiate: questo è il mio Corpo, che per voi viene spezzato in remissione dei peccati.

Il Coro: Amìn.

Quindi segna con la croce il s. Calice, dicendo sommessamente:

Similmente anche il calice, dopo che ebbe cenato, dicendo:

Piegando la testa, con la mano sollevata, con riverenza, dice a voce alta, mentre il Diacono gli indica il s. Calice e regge l’Oràrion con tre dita della destra:

Bevetene tutti: questo è il mio Sangue, del Nuovo Testamento, che viene sparso per voi e per molti in remissione dei peccati.

Il Coro: Amìn.

Il Sacerdote prega sommessamente:

Memori dunque di questo precetto del Salvatore e di tutto ciò che è stato compiuto per noi: della croce, della sepoltura, della resurrezione al terzo giorno, dell’ascensione ai cieli, della sua presenza alla destra del Padre, della seconda e gloriosa venuta.

Ad alta voce: Gli stessi doni, da Te ricevuti, a Te offriamo in tutto e per tutto.

Il Coro: A Te inneggiamo, Te benediciamo, Te ringraziamo, o Signore, e Ti supplichiamo, o Dio nostro.

Il Sacerdote prega sommessamente:

Ancora ti offriamo questo culto spirituale e incruento; e ti invochiamo e ti preghiamo, e ti supplichiamo: manda il tuo Spirito Santo su di noi e sopra i Doni qui presenti.

Il Diacono depone il Ripìdion e si accosta al Sacerdote ; ambedue fanno tre inchini profondi davanti alla s. Mensa. Quindi il Diacono, a capo chino, indicando con l’Oràrion il s. Pane, dice sommessamente:

Benedici, signore, il santo Pane.

Il Sacerdote, rialzando il capo, fa il segno della croce sul s. Pane, dicendo:

E fa di questo Pane il prezioso Corpo del tuo Cristo.

Il Diacono: Amìn.

E di nuovo il Diacono, indicando con l’Oràrion il s. Calice:

Benedici, signore, il santo Calice.

E il Sacerdote, benedicendo, dice:

E fa di ciò che è in questo Calice il prezioso Sangue del tuo Cristo.

Il Diacono: Amìn.

Nuovamente il Diacono, indicando con l’Oràrion ambedue le Specie, dice:

Benedici, signore, ambedue le Cose sante.

E il Sacerdote, benedicendo ambedue le Cose sante, dice:

Trasmutandole per virtù del tuo Santo Spirito.

Il Diacono: Amìn, amìn, amìn.

E dopo aver inchinato il capo al Sacerdote e detto: Ricòrdati di me peccatore, o signore santo, si pone nel luogo dove stava prima, e, preso il Ripìdion, ventila i s. Doni, come prima.

Il Sacerdote prega sommessamente:

Affinché, per coloro che ne partecipano, siano purificazione dell’anima, remissione dei peccati, unione nel tuo Santo Spirito, compimento del regno dei cieli, titolo di fiducia in te e non di giudizio o di condanna.

Ti offriamo inoltre questo culto spirituale per quelli che riposano nella fede: Progenitori, Padri, Patriarchi, Profeti, Apostoli, Predicatori, Evangelisti, Martiri, Confessori, Vergini, e per ogni anima giusta che ha perseverato fino alla fine nella fede.

Preso il turibolo, incensa tre volte la s. Mensa, dicendo ad alta voce:

In modo particolare ti offriamo questo sacrificio per la tuttasanta, immacolata, bene-

detta, gloriosa Signora nostra, Madre di Dio e sempre vergine Maria.

Consegna il turibolo aI Diacono, che incensa intorno alla s. Mensa, e commemora i morti e i vivi che vuole.

Il Coro: È veramente giusto proclamare beata te, o Deìpara, che sei beatissima, tutta pura e Madre del nostro Dio. Noi magnifichiamo te, che sei più onorabile dei Cherubini e incomparabilmente più gloriosa dei Serafini, che in modo immacolato partoristi il Verbo di Dio, o vera Madre di Dio.

Nelle feste del Signore e della Madre di Dio e nelle loro Apòdosi, si canta l’Inno dell’Ode nona.

Il Sacerdote prega sommessamente:

Per il santo profeta e precursore Giovanni Battista, per i santi gloriosi e insigni Apostoli, per il Santo N., di cui celebriamo la memoria, e per tutti i tuoi santi: per le loro preghiere, o Signore, visitaci benevolmente.

Ricòrdati anche di tutti quelli che si sono addormentati nella speranza della resurrezione per la vita eterna.

Qui il Sacerdote commemora i defunti che vuole.

E fa che riposino ove risplende la luce del tuo volto.

Ancora ti preghiamo: ricòrdati, o Signore, di tutto l’episcopato ortodosso, che dispensa rettamente la tua parola di verità, di tutto il presbiterio, del diaconato in Cristo e di tutto il clero.

Ancora ti offriamo questo culto spirituale per tutto il mondo, per la Santa Chiesa cattolica e apostolica, per coloro che vivono nella castità e nella santità, per i nostri governanti e per le autorità civili e militari. Concedi loro, o Signore, un governo pacifico, affinché noi pure in questa loro pace trascorriamo piamente e degnamente una vita quieta e tranquilla.

A voce alta: Ricòrdati in primo luogo, o Signore, […] del nostro beatissimo Patriarca N., e del nostro piissimo (Metropolita, o Arcivescovo o Vescovo N.,) e concedi alle tue sante Chiese che essi vivano in pace, incolumi, onorati, sani, longevi e dispensino rettamente la tua parola di verità.

Il Diacono, stando davanti alle Porte sante, commemora i vivi. Poi dice a voce alta:

E ricòrdati, o Signore, di quelli che ciascuno ha in mente, e di tutti e di tutte.

Il Coro: E di tutti e di tutte.

Il Sacerdote prega sommessamente:

Ricòrdati, o Signore, della città (o paese, o monastero) in cui dimoriamo, e di ogni città e paese, e dei fedeli che vi abitano. Ricòrdati, o Signore, dei naviganti, dei viandanti, dei malati, dei sofferenti, dei prigionieri e della loro salvezza. Ricòrdati, Signore, di coloro che presentano offerte e si adoperano per il bene delle tue sante Chiese e di quanti si ricordano dei poveri, e largisci su noi tutti la tua misericordia.

A voce alta: E concedici di glorificare e di lodare con una sola voce e con un sol cuore l’onorabilissimo e magnifico tuo nome, Padre, Figlio e Spirito Santo, ora e sempre, e nei secoli dei secoli.

Il Coro: Amìn.

Rivolto quindi al popolo e benedicendolo, dice a voce alta:

E le misericordie del grande Dio e Salvatore nostro Gesù Cristo siano con tutti voi.

Il Coro: E con il tuo spirito.

Il Diacono, preso il permesso dal Sacerdote, esce e dal solito posto dice:

Ricordando tutti i santi, preghiamo ancora in pace il Signore.

I Cori alternativamente: Signore, pietà.

Per i preziosi doni offerti e santificati, preghiamo il Signore.

Affinché il misericordioso nostro Dio, accettandoli in odore di soavità spirituale nel suo altare santo, celeste e immateriale, ci mandi in contraccambio la grazia divina e il dono dello Spirito Santo.

Per essere liberati da ogni afflizione, flagello, pericolo e necessità, preghiamo il Signore.

Il Sacerdote prega sommessamente:

A te affidiamo tutta la nostra vita e la nostra speranza, o Signore, amico degli uomini, e ti invochiamo e ti supplichiamo: dégnati di farci partecipare con pura coscienza ai celesti e tremendi misteri di questa sacra e spirituale mensa, per la remissione dei peccati, per il perdono delle colpe, per l’unione nello Spirito Santo, per l’eredità del regno dei cieli, per una maggiore fiducia in te, e non a nostro giudizio o condanna.

Il Diacono: Soccorrici, salvaci, abbi pietà di noi e custodiscici, o Dio, con la tua grazia.

Il Coro: Signore, pietà.

Chiediamo al Signore che l’intero giorno sia perfetto, santo, tranquillo e senza peccato.

I Cori, alternativamente: Concedi, o Signore.

Chiediamo al Signore un angelo di pace, guida fedele, custode delle anime nostre e dei nostri corpi.

Chiediamo al Signore la remissione e il perdono dei nostri peccati e delle nostre colpe.

Chiediamo al Signore ogni bene, utile alle nostre anime, e la pace per il mondo.

Chiediamo al Signore la grazia di trascorrere il resto della nostra vita nella pace e nella penitenza.

Chiediamo una morte cristiana, serena, senza dolore e senza rimorso, e una valida difesa dinanzi al tremendo tribunale di Cristo.

Chiedendo l’unità della fede e l’unione nello Spirito Santo, affidiamo noi stessi, gli uni gli altri, e tutta la nostra vita a Cristo Dio.

Il Coro: A te, o Signore.

Il Sacerdote a voce alta:

E concedici, o Signore, che con fiducia e senza condanna osiamo chiamare Padre Te, Dio del Cielo, e dire:

Il popolo o, com’è d’uso, chi presiede:

Padre nostro, che sei nei cieli, sia santificato il tuo nome, venga il tuo regno, sia fatta la tua volontà, come in cielo così in terra. Dacci oggi il nostro pane quotidiano, e rimetti a noi i nostri debiti come noi li rimettiamo ai nostri debitori, e non ci indurre in tentazione,

ma liberaci dal male.

Il Sacerdote, a voce alta:

Poiché tuo è il regno, la potenza e la gloria, Padre, Figlio e Spirito Santo, ora e sempre, e nei secoli dei secoli.

Il Coro: Amìn.

Il Sacerdote: Pace a tutti.

Il Coro: E al tuo spirito.

Il Diacono: Inchinate il vostro capo al Signore.

Il Coro: A te, o Signore.

Il Sacerdote prega sommessamente:

Rendiamo grazie a Te, o Re invisibile, che con la tua infinita potenza hai creato l’universo, e nell’abbondanza della tua misericordia dal nulla hai tratto all’esistenza tutte le cose. Tu, o Signore, volgi dal cielo lo sguardo su quanti hanno chinato la fronte davanti a te, poiché non l’hanno inchinata alla carne e al sangue, ma a Te, Dio tremendo. Tu dunque, o Signore, per il bene di noi tutti appiana il cammino di nostra vita secondo la necessità di ciascuno: naviga con i naviganti, accompagna i viandanti, risana i malati, tu medico delle anime e dei corpi nostri.

A voce alta: Per la grazia, la misericordia e la benignità dell’ unigenito tuo Figlio, con il quale sei benedetto insieme con il santissimo, buono e vivificante tuo Spirito, ora e sempre, e nei secoli dei secoli.

Il Coro: Amìn.

Il Sacerdote prega sommessamente:

Signore Gesù Cristo nostro Dio, riguarda a noi dalla tua santa dimora e dal trono di gloria del tuo regno, e vieni a santificarci, Tu che siedi in alto con il Padre e sei invisibilmente qui con noi. Dègnati con la potente tua mano di far partecipi noi e, per mezzo nostro, tutto il popolo, dell’immacolato tuo Corpo e del prezioso tuo Sangue.

Il Sacerdote e il Diacono, dal proprio posto, fanno tre metanie con l’invocazione:

O Dio, sii propizio a me peccatore e abbi pietà di me.

Intanto il Diacono si cinge l’Oràrion a forma di croce.

Quando poi vede il Sacerdote stendere le mani e toccare il s. Pane per fare l’Elevazione, dice ad alta voce:

Stiamo attenti!

Il Sacerdote, elevando il s. Pane, dice a voce alta:

Le Cose Sante ai Santi.

Il Coro: Solo uno è Santo, solo uno è Signore: Gesù Cristo, per la gloria di Dio Padre. Amin.

Si canta il Kinonikòn del giorno o della Festa.

Si chiude la tenda.

Quindi il Diacono entra nel s. Vima per il lato Sud e, stando alla destra del Sacerdote, che regge il s. Pane, dice:

Spezza, signore, il santo Pane.

Il Sacerdote, spezzandolo in quattro parti, con ogni attenzione e riverenza, dice:

Si spezza e si spartisce l’Agnello di Dio: Egli è spezzato e non si divide, è sempre mangiato e mai si consuma, ma santifica coloro che ne partecipano.

Le dispone nel s. Disco in forma di croce, così:

ΙΣ

NI KA

Il Diacono, indicando con l’Oràrion il s. Calice, dice:

Riempi, signore, il santo Calice.

Il Sacerdote, presa la particola posta in alto, traccia con essa una croce sopra il s. Calice, dicendo:

Pienezza di fede, di Spirito Santo.

E la immerge nel s. Calice.

Il Diacono: Amìn.

Prende quindi lo Zeon e dice al Sacerdote:

Benedici, signore, lo Zeon.

Il Sacerdote lo benedice, dicendo:

Benedetto il fervore dei tuoi Santi, ora e sempre, e nei secoli dei secoli. Amìn.

Il Diacono versa nel s. Calice una dose sufficiente di Zeon, dicendo:

Fervore di fede, pieno di Spirito Santo.

Deposto lo Zeon, si discosta alquanto, mentre il Sacerdote, chinata la testa, prega dicendo:

Credo, o Signore, e confesso che tu sei veramente il Cristo, Figlio del Dio vivente, che sei venuto nel mondo per salvare i peccatori, il primo dei quali sono io. Credo ancora che questo è veramente il tuo Corpo immacolato e questo è proprio il tuo Sangue prezioso. Ti prego dunque: abbi pietà di me e perdonami tutti i miei peccati, volontari e involontari, commessi con parole, con opere, con conoscenza o per ignoranza. E fammi degno di partecipare, senza mia condanna, ai tuoi immacolati misteri, per la remissione dei peccati e la vita eterna.

Poi:

Del tuo mistico convito, o Figlio di Dio, rendimi oggi partecipe, poiché non svelerò il mistero ai tuoi nemici, né ti darò il bacio di Giuda, ma come il ladrone ti prego: ricordati di me, o Signore, nel tuo regno.

E se vuole:

Signore, non son degno che tu entri nella sordida casa dell’anima mia ; ma, come ti degnasti di giacere in una spelonca e in un presepe di animali, e di assiderti nella casa di Simone il lebbroso, accogliendo la peccatrice colpevole simile a me, tu stesso dégnati di entrare nel presepe della stolta anima mia e nell’immondo corpo di me morto e lebbroso. E come non disprezzasti la bocca impura della peccatrice, che baciava gli immacolati tuoi piedi, così, Signore Dio mio, non disprezzare neppure me peccatore, ma, come buono e amico degli uomini, fammi degno di partecipare del tuo santissimo Corpo e del tuo Sangue.

O Dio nostro, condona, rimetti, perdona tutti i miei peccati, con cui ti offesi, sia con cognizione, sia per ignoranza, sia con la parola, sia con l’opera ; perdonali tutti, buono e misericordioso come sei ; per l’intercessione della tua purissima Madre sempre Vergine rendimi degno di ricevere il prezioso ed immacolato tuo Corpo a salute dell’anima mia e del mio corpo. Poiché tuo è il regno, e tue sono la potenza e la gloria nei secoli dei secoli. Amìn.

E per finire:

O Signore, la partecipazione dei tuoi misteri non mi torni a giudizio o a condanna, ma a salvezza dell’anima e del corpo.

Il Sacerdote prende una particola del s. Pane e dice:

A me N., sacerdote, si dona il prezioso e santissimo Corpo del Signore, Dio e Salvatore nostro Gesù Cristo, per la remissione dei peccati e la vita eterna.

Si comunica così con il s. Pane, con timore e rispetto. Quindi dice:

Diacono, avvicinati.

Il Diacono, accostandosi, fa devotamente una metania e, chiedendo perdono, dice:

Dammi, o signore, il prezioso e santissimo Corpo del Signore, Dio e Salvatore nostro Gesù Cristo, per la remissione dei miei peccati e la vita eterna.

Il Sacerdote, preso il s. Pane, lo depone nella palma del Diacono, dicendo:

A te N., diacono, viene dato il prezioso, santissimo e immacolato Corpo del Signore,

Dio e Salvatore nostro Gesù Cristo, per la remissione dei tuoi peccati e la vita eterna.

Il Diacono, baciata la mano che gli ha posto il s. Pane sulla palma, si reca dietro la s. Mensa, e, chinato il capo, lo consuma.

Quindi il Sacerdote, prendendo il s. Calice con il velo, dice:

A me N., sacerdote, si dona anche il prezioso e santissimo Sangue del Signore, Dio e Salvatore nostro Gesù Cristo, per la remissione dei miei peccati e la vita eterna.

Sorbisce tre volte e, asciugatosi con il velo le labbra e asterso il s. Calice, bacia questo dicendo:

Questo ha toccato le mie labbra, cancellerà le mie iniquità e mi purificherà dai miei peccati.

Invita quindi il Diacono, dicendo:

Diacono, di nuovo, avvicinati.

Il Diacono, avvicinandosi, fa una metania e dice:

Di nuovo mi avvicino al Re Immortale.

Dammi, o signore, il prezioso e santissimo Sangue del Signore e Salvatore nostro Gesù Cristo, per la remissione dei miei peccati e la vita eterna.

Il Sacerdote, facendogli sorbire tre volte dal s. Calice, dice:

A te N., diacono, si dona pure il prezioso e santissimo Sangue del Signore, Dio e Salvatore nostro Gesù Cristo, per la remissione dei tuoi peccati e la vita eterna.

Comunicatosi il Diacono, il Sacerdote dice:

Questo ha toccato le tue labbra, cancellerà le tue iniquità e ti purificherà dai tuoi peccati.

Si apre quindi la porta del s. Vima. Il Diacono, fatto un profondo inchino, prende il s. Calice con riverenza, si reca alla s. Porta e, sollevandolo, lo mostra al popolo, dicendo:

Con timore di Dio, con fede e amore, avvicinatevi.

Il Coro: Amìn, amìn. Benedetto colui che viene nel nome del Signore; il Signore è Dio ed è apparso a noi.

I fedeli si accostano per comunicarsi. Il Sacerdote, distribuendo a ciascuno la comunione, dice:

Il servo (o la serva) di Dio N., riceve il prezioso e santissimo Corpo e Sangue del Signore, Dio e Salvatore nostro Gesù Cristo, per la remissione dei suoi peccati e la vita eterna.

Mentre si comunicano i fedeli, i cori cantano in modo andante, una o più volte, secondo il numero dei comunicanti:

Del tuo mistico convito, o Figlio di Dio, rendimi oggi partecipe, poiché non svelerò il mistero ai tuoi nemici, né ti darò il bacio di Giuda, ma come il ladrone ti prego: ricordati di me, o Signore, nel tuo regno.

Dopo la divina comunione, il Sacerdote benedice il popolo. dicendo a voce alta:

Salva, o Dio, il tuo popolo e benedici la tua eredità.

Il Coro: Abbiamo visto la vera luce, abbiamo ricevuto lo Spirito celeste, abbiamo trovato la vera fede, adorando la Trinità indivisibile, poiché essa ci ha salvati.

Nelle feste del Signore si canta il Tropario della festa.

Il Sacerdote e il Diacono ritornano alla s. Mensa. Il Sacerdote incensa tre volte, dicendo tra sè:

Sii Tu esaltato sopra i cieli, o Dio, e su tutta la terra si espanda la tua gloria.

Quindi, preso il s. Disco, lo pone sulla testa del Diacono. Questi, presolo con riverenza, guardando verso la porta e senza dire nulla, si reca alla Protesi e ve lo ripone. Il Sacerdote, fatto un inchino profondo e preso il s. Calice, rivolto verso la porta guardando il popolo, dice sommessamente:

Benedetto il nostro Dio.

Ad alta voce: In ogni tempo, ora e sempre, e nei secoli dei secoli.

Depone il Calice sulla protesi.

Il Coro: Amìn. E, se c’è l’uso, canta:

Che la nostra bocca sia ripiena della tua lode, Signore, perché ci hai fatti degni di partecipare ai tuoi santi, immacolati ed immortali misteri. Conservaci nella tua santità, affinché proclamiamo la tua gloria, meditando ogni giorno la tua giustizia: Allìluia, allìluia, allìluia.

Il Diacono esce dal Santuario, e dal solito posto dice:

In piedi! Dopo aver partecipato ai divini, santi, immacolati, immortali, celesti, vivificanti misteri di Cristo, rendiamo degne grazie al Signore.

Il Coro: Signore, pietà.

Soccorrici, salvaci, abbi pietà di noi e custodiscici, o Dio, con la tua grazia.

Il Coro: Signore, pietà.

Chiedendo che l’intero giorno trascorra santamente, in pace e senza peccato, affidiamo noi stessi, gli uni gli altri, e tutta la nostra vita a Cristo Dio.

Il Coro: A te, o Signore.

Il Sacerdote aggiunge sommessamente la preghiera di ringraziamento:

Ti rendiamo grazie, o Signore amico degli uomini, benefattore delle anime nostre, perché anche in questo giorno ci hai resi degni dei tuoi celesti e immortali misteri. Dirigi la nostra via, confermaci tutti nel tuo timore, custodisci la nostra vita, rendi sicuri i nostri passi, per le preghiere e le suppliche della gloriosa tua Madre e sempre vergine Maria e di tutti i tuoi Santi.

A voce alta: Poiché tu sei la nostra santificazione, e noi rendiamo gloria a te: al Padre, al Figlio e allo Spirito Santo, ora e sempre, e nei secoli dei secoli.

Il Coro: Amìn.

Il Sacerdote: Procediamo in pace.

Il Coro: Nel nome del Signore.

Il Diacono: Preghiamo il Signore.

Il Coro: Signore, pietà.

Preghiera dell’opisthàmvonos detta a voce alta dal Sacerdote fuori del Vima:

O Signore, tu che benedici coloro che ti benedicono e santifichi quelli che hanno fiducia in te, salva il tuo popolo e benedici la tua eredità. Custodisci tutta quanta la tua Chiesa, santifica coloro che amano il decoro della tua casa; Tu, in contraccambio, glorificali con la tua divina potenza, e non abbandonare noi che speriamo in te. Dona la pace al mondo che è tuo, alle tue Chiese, ai sacerdoti, ai governanti, all’esercito e a tutto il tuo popolo; poiché ogni beneficio e ogni dono perfetto viene dall’alto e discende da te, Padre della luce. E noi rendiamo gloria, grazie e adorazione a Te, Padre, Figlio e Spirito Santo, ora e sempre, e nei secoli dei secoli.

Il Coro: Amìn. Sia benedetto il nome del Signore da questo momento e per l’eternità (tre volte).

Terminata la preghiera, il Sacerdote rientra per le Porte sante e, rivolto verso la Protesi, dice questa preghiera:

Preghiera detta sommessamente prima che il Diacono raccolga i santi Doni:

O Cristo Dio nostro, Tu che sei la perfezione della Legge e dei Profeti e hai compiuto

tutta la missione ricevuta dal Padre, riempi di gioia e di felicità i nostri cuori, ora e sempre, e nei secoli dei secoli. Amìn.

Il Diacono entra per il lato Nord e, stando davanti aIla Porta, dice ad alta voce:

Preghiamo il Signore:

Il Coro: Signore, pietà.

Il Sacerdote, benedicendo il popolo, dice:

La benedizione e la misericordia del Signore scendano su di voi con la sua grazia e la sua benignità in ogni tempo, ora e sempre, e nei secoli dei secoli.

Il Coro: Amìn.

Il Sacerdote: Gloria a te, o Cristo Dio, speranza nostra, gloria a te.

Il Coro, o il lettore: Gloria al Padre, al Figlio e allo Spirito Santo; ora e sempre, e nei secoli dei secoli. Amìn. Signore, pietà (tre volte). Benedici, o signore santo.

Il Sacerdote, rivolto al popolo, dà il Congedo:

(Se è Domenica: Il Risorto dai morti ), Cristo nostro vero Dio, per l’intercessione della tuttasanta e immacolata Sua Madre, per la virtù della preziosa e vivificante Croce, per la protezione delle venerande e celesti Potestà incorporee, per le suppliche del venerato e glorioso Profeta e Precursore Giovanni Battista, dei gloriosi e santi Apostoli, dei santi gloriosi e vittoriosi Martiri, dei nostri santi Padri teofori, del nostro santo Padre Giovanni Crisostomo, arcivescovo di Costantinopoli, del Santo (N., titolare della chiesa), del Santo (N., del giorno), dei santi e giusti progenitori del Signore Gioacchino ed Anna, e di tutti i Santi, abbia pietà di noi, e ci salvi, poiché è buono e amico degli uomini.

Il Coro: Amìn.

Il Diacono raccoglie con ogni timore e cura i s. Doni in modo che neppure una minima parte ne cada, o venga trascurata. Lava quindi le mani nel luogo consueto.

Il Sacerdote, uscito, distribuisce l’antidoron al popolo, dicendo ad ognuno:

La benedizione e la misericordia del Signore scenda sopra di te.

Entrato poi nel s. Vima, depone le vesti sacerdotali, dicendo:

Ora, Signore, lascia che secondo la tua parola il tuo servo se ne vada in pace, perché i miei occhi hanno mirato il tuo Salvatore, che tu hai preparato al cospetto di tutti i popoli, qual luce che illumina le genti e gloria del tuo popolo Israele.

Aggiunge il Trisagio ed il resto, l’Apolitichion del giorno, se vuole, o il Tropario del Crisostomo:

La grazia, che come fiaccola luminosa s’è irradiata dalla tua bocca, ha illuminato l’universo; tu hai lasciato al mondo i tesori della tua generosità, ci hai mostrato il vertice dell’umiltà, o Padre Giovanni Crisostomo, ammaestrandoci con le tue parole, intercedi presso Cristo Dio Verbo affinché salvi le anime nostre.

Signore, pietà (12 volte). Gloria al Padre … Tu che sei più onorabile…

Fa l’Apòlisi e, facendo un inchino profondo e ringraziando Dio per tutti i benefici, esce.

Fine della Divina Liturgia

del

Crisostomo

San Giovanni Crisostomo

Sebastiano del Piombo, 1511

Venezia, Chiesa di San Giovanni Crisostomo

Il testo della Divina Liturgia di San Giovanni Crisostomo in lingua italiana qui riprodotto, è in parte tratto dal volume:

“Divina Liturgia Sancti Ioannis Chrysostomi in textu graeco primigenio emendatissimo et in textu italico”

Libreria Editrice Vaticana, 1967

 

 

 

 

 


 Overdenking : De Heilige Drieeenheid – Joh.van het KRUIS

Overdenking van de week :  Het WOORD : DE DRIEEENHEID

 

In den beginne woonde

Het Woord : het leefde in God,       

ikoon Christus 002 (396 x 522)

 

 

En in Hem bezat het

Zijn eindeloos geluk.

Het Woord was zelve God,

Want het heette ‘Albegin’

Het woonde in den beginne

En had zelf geen begin.

Hij Zelve was Begin;

Daarom dierf Hij begin :

Geboren van de Oorsprong,

Heet het Woord  ‘de Zoon’.

Altijd had Hij het ontvangen

En ontvangt het altijd weer;

Altijd geeft Hij het zijn wezen

En behoudt het daarbij zelf.

Zo is de glorie van de Zoon

Dezelfde die de Vader heeft

En gans zijn glorie heeft de Vader

Gelegd in Hem, zijn Zoon.

Evenals beminde en minnaar

Zo woont elk van Beiden in de Ander,

En de liefde die Hen één maakt

Is volkomen eender minnen,

Waarbij de éne die van de Ander

Evenaart in kracht en wezen:

Drie Personen, en toch is er

Onder Haar slechts één beminde.

En in Haar : die éne liefde

En één Minnaar die ze voortbrengt,

En de Minnaar is ’t beminde,

Waarin elk van Haar het zijn heeft.

’t Zijn toch dat de Drie bezitten

is aan elk van Drieën eigen;

en elkéén der Drie omvat in

minne wat haar zijn in Zich heeft.

Dit zijn is aan elk eenmalig,

En dit zijn alleen verenigt

Haar in een onzegbaar één-zijn,

Waar geen woord voor is te vinden.

Zo dan is oneindig groot de

Liefde die Haar heeft verbonden,

Wijl in Drie één éne liefde

Die haar wezenheid bepaald heeft:

Liefde immers is méér liefde

Naar mate dat zij één is

 

(Heilige Johannes van het Kruis)

 

Bezinningsteksten van Vader VASILY (DEEL 2)

Bezinningsteksten uit het dagboek van Vader Vasily 

                monnik van het Optina Poestyn klooster –Deel 2 

 

  31 mei 1989 Ik heb U mijn  trouw beloofd,Heer,Maar bij de eerste tegenslag moest ik afhaken en heb ik U geloochend.Nu ik zie dat U dit wilt vergelden,Herinner ik mij mijn beloften en loop weg, bitter huilend. De ellendige Judas  hield van JezusEnkel om het gewin, en ik, zwakkeling, doe hetzelfde.Ik weiger de goddelijke liefde,Verdwaald in de duisternis van de trots.Red mij, Heer, opdat ik niet val in het ravijn van het verraad en het Eeuwig verderf. Toen jij van God de gave had gekregen om mensen te genezenBen jij trots geworden, Judas.Jij bent in verzoeking gebracht door wat je gekregen hebt.Net zo probeer ik, de driemaal vervloekte, schatten van trots te vergaren.Ik ben bang om U ook maar éénmaal te verraden.Red mij Heer opdat ik U alleen alle roem en dank zal doen toekomen. 1 juni 1989 Ik weet, Heer, dat u iedere zoon kunt straffen en vergeven.Maar ik kan mijn tranen niet onderdrukkenAls ik zie dat iemand door U gestraft wordt.Vergeef, Heer en schenk mij geduld en dankbaarheid. Met mijn verstand weet ikDat U de treurenden  en vernederden met roem beloont,Maar mijn ziel kan niet worden getroost door de komende beloningen.Ik word bevangen door verdrietAls ik zie hoe mijn dierbaren worden vernederd.Ontferm u over mij, Heer,Leer mij te bidden voor mijn vijanden die enkel in aantal toenemen. 22 juli 1989 De goddelozen hebben het kleed van Christus verscheurdEn lachend aan ons overhandigd.Wij trekken dit schandkleed aan,Wassen het schoon met onze tranenEn maken het wit met ons berouw. Wonderbaarlijke Moeder Gods en onze allerwonderlijkste VerlosserJezus Christus :Onze harten verheugen zich als wij U aanroepen.Onze ogen beginnen te huilen als zij Uw gezichten zien.Verlaat de Uwen niet, want onze harten hebben nooit een ander bevelhebbergehad. 12 augustus 1989 Komt broeders, de tijd is gekomen.We richten een monument op voor onze profeten.We versieren de graven van de heiligen en zingen :Vaders, als wij in uw tijd hadden geleefdhadden wij niet gedeeld in uw kruisdood,Want we zijn bang voor de dood.Toch hebben wij de moed om uit te roepen :God van onze vaderen, ere zij U. Door de heldendaden van uw heiligenheeft U alle roem verdiend.U bent gelijk geworden aan de Schepper :Geboren op een onbekende manier,Hebt u het kruis gediend,Folteringen en beschimpingen hebt u doorstaan.U bent waardig gevonden te sterven aan het kruisOm roemvol op te staan uit de dood,Waarmee U ons hebt opgedragen een groot feest te vierenTer ere van uw waarlijk wonderbare opstanding. 

 


                                   

 

 

Verzoekingen

  1. Zonde van het woord : zinloos gepraat, kwaadsprekerij, godslastering enz..
  2. Leugen : afvalligheid, Gods naam nodeloos aanroepen
  3. Laster : veroordeling, kleineren, schelden, anderen bespotten, belasteren
  4. Buikdienaars : vraatzucht en andere vormen van behagen van de buik.
  5. Luiheid
  6. Diefstal
  7. Hebzucht en gierigheid.
  8. Verkwisting.
  9. Onwaarheid spreken
  10. Jaloezie
  11. Trots.
  12. Woede en razernij.
  13. Gebrek aan vergevingsgezindheid
  14. Moord, gewelddadig ingrijpen en andermans leven.
  15. Waarzeggerij.
  16. Ontucht, lichtzinnige gedachten, fantasieën ,
  17. Overspel, echtbreuk.
  18. Sodomie.
  19. Ketterij.
  20. onbarmhartigheid.

  

Staat op, gelovigen, heft uw hoofden omhoog,Want de heiligen hebben de aarde als een wolk bedekt.Roemvolle hoogte, onvergankelijke bescherming van het Russische geloof !Uw daden stralen als een regenboog,Uw barmhartigheid is groot als een levenschenkende regen,Uw profetieën zijn als gedonder in de hemel,Uw wonderen als de bliksemschichten.U hebt het aardse voor het hemelse verwisseld,En nu straalt u voor ons met het Thabor-licht,Om ons de zon van de waarheid te doen kennen :Christus onze God {…} Moeder Gods : de hemelse krachten, tezamen met de mensheidverbazen zich ten zeerste over Uw Goddelijk Moederschap.Verheugt u, vriend en vijand !Vandaag dient iedereen zich te verheugenEn met zoete stem te zingen :Niemand kan de liefde van God weerstaan.Zij overwint ieder mens met haar vreugdeEn doet iedereen blij neerknielen.God is hiermee almachtig en wonderlijk,Hij schenkt roem aan Zijn heiligenEn aan de onwaardigen Zijn grote genade.{…} 28 oktober 1989                         Kondakion, toon 2 U hebt gedronken uit de kelk van Christus,Uw zielen met tranen gewassen,Uw vlees met lijden gereinigd.U was in de wereld en de wereld kende u niet,Maar aan hen die U hebben aanvaardGaf U het vermogen om kinderen Gods te worden. Heilige Vaderen, bid tot God, moge uw woorden binnendringen in ons,Opdat wij uw roem mogen zien, vol genade en waarheid.Verscheur het oude kleed waarin onze aarde heeft gezondigd, Heer.Omgord ons met vreugdeEn bedek ons met de krans van Uw goedheid. (Uit het boek :  Een bloedig Pasen  door Nina Pavlova)Vertaling : Piet Eggermont – uitgeverij Iveron Amsterdam – 2005Teksten uitgekozen  door Kris B. –   
 
 

Bezinningsteksten van Vader Vasily (DEEL 1 )

BEZINNINGSTEKSTEN VAN VADER VASILY : MONNIK  EN

MARTELAAR VAN HET OPTINA POESTIN KLOOSTER  IN

MOSCOU  (deel 1)

Het russische Optina klooster werd kort na de communistische

 revolutie verwoest., zoals zovele andere orthodoxe kloosters

en kerken. Na de val van het communisme, werd het klooster

aan de Kerk teruggegeven  en met veel moeite terug hersteld. 

In de zomer van 1988 bestond het corpus van het

klooster uit een vader-abt , twee priestermonniken , twee

diakenmonniken en vier novicen. Op 3 juni 1988 werd de eerste

Goddelijke Liturgie gevierd. In de  paasacht van 1993 zou het

klooster opnieuw het toneel worden van een gruwelijke gebeurtenis :

drie monniken werden er op gruwelijke wijze vermoord : Vader

Ferapont (Vladimir Poesjkarjov) Vader Trofim (Leonid

tatarnikov) en Vader Vasily (Igor Rosljakov). Sindsdien spreekt

men van de drie martelaren van Optino Poestyn.

 

Vader Vasily, één van de drie, hield er nauwkeurig een

dagboek op na. Vooral de gebeden en bezinnende teksten 

 maken een grote indruk. Wij geven hier een bloemlezing

van een aantal  diep religieuze teksten  teksten die geschreven

 zijn vanaf 1988 tot aan zijn dood. In 1993.

 

De teksten zijn genomen uit het boek : EEN BLOEDIG PASEN,

geschreven en bijeengebracht door Nina Pavlova (vertaling Pieter

Eggermont) en uitgegeven bij uitgeverij IVERON – Amsterdam, 2005

 

21 maart 1988 :

 

Nooit zat ik in vrolijk gezelschap,

Nooit heb ik vreugde gekend.

Ik leefde eenzaam, gegrepen door U,

En was van Uw toorn vervuld. (Jeremias 15,17)

 

Nooit was ik dronken op een feest,

Nooit ging ik om met geleerde personen.

Ik leefde alleen, door U bevreesd

En stond zwijgend voor de ikonen.

 

3 april 1988, Palmzondag :

 

Liturgie in Poesjkino. Preek over de eucharistie :

1.Al duizend jaar kiest de Heer, op voorspraak van de Heilige Vaders,

zijn dienaren uit het Russische volk om te dienen in zijn hemelse

stad, het Nieuwe Jerusalem.

2.  De ellende van ons land is te wijten aan het onbegrip van de

Russische priesterstand

(en daardoor hun veronachtzamen) van frequente communie.

Vader Johannes Krestjankin, bisschop Ignatius Brjantsjaninov

3.  Eucharistie betekent ‘deelgenoot’ zijn.

4.  Geen beschouwende, maar een actieve aanwezigheid in de kerk.

 

21 juni t/m 29 augustus 1988, Optina Poestyn : citaten :

 

“Wee hem die het loon van de werknemer afneemt, want dat is

hetzelfde als bloed vergieten” (Efraïm de Syriër)

 

“Met zijn leven getuigt de mens van zijn begrip van de waarheid”

(Isaäc de Syriër)

 

 “De belangrijkste deugden zijn : kennis van je eigen onmacht,

geduld, zelfoverwinning. Zij leiden de mens naar de deemoed”

(Vader Ambrosius)

 

De bijbel is de sleutel tot de geschiedenis. De geest van de

geschiedenis. Pas daarna komt de archeologie, de geologie enz…

 

“Dat was ferme taal van God”

een oude priestermonnik.

 

3 september 1988 : citaat :

 

“Eensgezindheid is niet per se goed, de rovers zijn het ook

wel eens met elkaar eens” Johannes Chrysostomos

 

17 november 1988  : citaten :

 

“Hoe groter de liefde, des te groter de ontberingen voor de ziel.

Hoe voller de liefde, des te voller de kennis.

Hoe vuriger de liefde, des te vuriger het gebed

. Hoe volmaakter de liefde,

des te heiliger het leven “ Starets Silouan

 

Er is niets dat ons in de weg staat om God te beminnen.

Wat moet je doen om de vrede in lichaam en geest te beweren ?

Iedereen liefhebben als jezelf, en ieder

uur gereed zijn om te sterven.

 

27 februari 1989 :

 

Al het aardse is weerloos. Niets meer

dan een schaduw, een voorbode

van de Opstanding uit de doden

van Christus onze Heer.

 

20 maart 1989 In hoeveel stukken moet ik

mijn kleed verscheuren

Om rust in mijn ziel en vergeving te vinden ?

Hoeveel as moet ik over mijn gewonde

hoofd strooien

Om van mijn kwade gedachten af te komen ?

 

Welke vodden moet ik aantrekken

Om mijn zonden onder ogen te komen ?

Doelloos zwerf ik rond naar alle kanten

Vruchteloos zoek ik mijn berouw.

 

Maar U, Heer, die heeft gezegd : ‘Zonder Mij kunnen

jullie niets doen

Treed binnen in heel mijn lichaam met Uw woord.

Verbrijzel mijn versteende hart

En maak het tot een bron van tranen van berouw.

 

Waar anders kan ik leren huilen, dan bij U, o God ?

Waar anders kan ik rouwen, dan in Uw tempel ?

Waar anders kan ik troost vinden, dan in Uw woorden,

 Heilige God ?

Laat mij niet in de steek, Heer, en gedenk mij.

 

Net als Saulus ga ik als een bezetene tegen U tekeer

En verjaag Uw genade van mij weg,

Maar U, Heer, verschijn in mijn hart en beschijn mij met

het licht van Uw liefde,

Zodat ik, de vervloekte, uitroep : Wat moet ik doen, Heer ?

 

Ik ga naar U toe, Heer, maar tegelijkertijd heb ik kwade gedachten,

Net als Anania en Saffira verberg ik een deel van mijn ziel

voor ijdele wereldse zaken.

Zie mijn onmacht en maak as van mijn geheimen,

zodat ik zonder oordeel voor U kom.

 

Heer, hef mij op, want ik ben neergeknield voor de zonde.

Zoon, leid mij uit mijn schandelijk leven.

Heilige, schijn met Uw licht over mijn nachtelijke zoektocht.

Onbenaderbare Drievuldigheid, laat mij tot U komen met mijn

onophoudelijk

Berouw.

 

Ik ga naar U Vader, maar probeer net als Anania en Safira te

verhullen dat

ik  een deel van mijn ziel  besteed aan ijdele zaken.

Ik geef U heel mijn leven, maar ik bewaar de hoop op mijn

eigen krachten.

Ik sta ’s ochtends op om u te loven in mijn ochtendgebeden,

maar heimelijk

verberg ik mij voor Uw woorden.

Kijk barmhartig naar mijn zwakheden en reinig de bodem

van mijn ziel.

Breng mij terug naar U zonder oordeel.

 

Er is niets dat mijn ziel als troost aanvaardt.

Als ik om mij heen kijk zie ik slechts boze en trotse mensen

die mij bedreigen.

’s Nachts word ik getroffen door de leugens van mijn hart.

Van alle kant komen verdriet en slechte woorden.

Ik kan mij er niet tegen verweren, alleen mijn geween kan

mij beschermen.

 

Heer, gij hebt mij ontmaskerd en ik kniel voor U neder.

Laten mijn haren mijn ogen bedekken, opdat zelfs de nacht

mijn tranen niet ziet.

Mijn verdriet is enkel voor U, God

Verlaat mij niet, de opstandige, maar bezoek mij en red mij.

 

Mijn ziel heeft een ongewone honger, mijn hart een ongewone dorst :

Ik snak naar de woorden van  God, naar Uw waarheid.

Christus, zie neer op mijn onmacht

En schenk mij Uw hemels manna.

 

Meester, aan U geef ik heel mijn leven,

Maar heimelijk blijf ik hopen op mijn eigen krachten.

Ik doe U roem toekomen, maar daarbij probeer ik een deel

van mijn slechtheid

te verbergen.

Heer, minacht niet het berouw van mijn hart en

ontferm U over mij.

 

21 maart 1989 :

 

“Je moet jezelf opofferen aan de kerk, en niet de kerk

opofferen voor jouweigen heil.” Uit : de laatste brief

van metropoliet Benjamin Kazansky (1874-1922)

 

24 maart 1989 :

 

Als mijn naaste mij beledigt, gaat mijn ziel naar U uit, o Heer.

Als mijn ziel het moeilijk heeft, roepen mijn lippen Uw naam aan.

Maar waar moet ik naartoe gaan als U zegt : ik ken u niet ?

Dan kan zelfs de aarde mij niet bedekken, noch kan de hemel

zich over mij ontfermen.

 

Verwerp mij niet van voor Uw aangezicht.

Ik offer U het Uwe, en toch roem ik mijzelf.

Net als de tovenaar Simon probeer ik met gebeden

en goede daden de

Heilige Geest te verwerven. (Hand.8,9-25)

Vergeef mij , Heer en denk niet terug aan mijn oneerlijkheid.

 

26 maart 1989 :

 

Mijn mond belijdt openlijk het geloof in U, God.

Mijn lichaam is bereid tot ascese en ontberingen.

Maar mijn ziel bereidt zich zwijgend voor om U te verlaten.

Heer, verbrijzel mijn gevoelloze hart en wek mij op uit de

slaap van de onwetendheid.

 

Tegen moedeloosheid : psalm 102,37,91

In geval van menselijke intriges : spalm 3,54,59,143

 

Als ik U verlaten heb, God, verlaat mij dan niet helemaal,

Maar duld mijn waanzin en ongerechtigheid.

Bedek mijn vleselijke begeerten.

Vergeef mij in het uur van mijn berouw.

Denk niet terug aan mijn onstandvastigheid en tweeslachtigheid.

 

28 maart 1989 :citaten :

 

“…Als we de uitspraken van onze vaders gebruiken om

onze eigen bekoorlijke wil door te voeren, richten wij onze

ziel te gronde” (Dorotheüs van Gaza)

 

Het opschrift bij het oude monument voor I -V -Kirejevsky :

“Ik heb vanaf mijn jeugd de wijsheid liefgehad en haar nagestreefd,

totdat ik begreep dat ik haar slechts van God kan ontvangen”

 

“Wanneer zij de heilige zien sterven, zullen zij niet kunnen

begrijpen wat God voor hem heeft bereid” (S.Tsetverikov)

 

29 maart : citaat :

 

“Nu gij uw ziel gereinigd hebt door de waarheid gehoorzaam

te aanvaarden, moet gij elkander beminnen met oprechte

broederliefde,met hart en vurigheid” (1 Petrus 1,22)

 

 

3 april 1989 : Op de dag van de heiligverklaring van de startsen

van Optina :

 

Rom.14,7-9 :’Niemand leeft voor zichzelf, niemand sterft voor

zichzelf. Zolang wij leven,leven wij voor de Heer, en sterven wij,

dan sterven wij voor de Heer : of we leven of sterven, Hem

behoren wij toe.. Daarvoor is Christus gestorven en weer

levend geworden : om Heer te zijn over doden en levenden.’

 

Het grote sacrament van de heiligheid :

De aarde geeft aan de hemel wat haar toekomt.

De zonen aanvaarden hun vaders in ongeschonden toestand,

Heiligheid wordt zichtbaar en voelbaar !

 

Houdt stand, rechtgelovigen ! Bekeert u, ongelovigen !

Het bewijs is hier, laat allen geloven in het eeuwige leven !

 

Laat de wateren terugvloeien naar hun bron

Om de woorden terug te brengen die hier zijn uitgesproken.

Laat de velden en bloemen met dauw bedekt worden,

Om ons te laten zien welke tranen hier zijn vergoten.

 

Laat het stof en de stenen ( de ruïnes) tot leven komen,

Zodat wij de oude warmte weer kunnen voelen.

Laat de bomen zich verheffen

Om te onthullen hoe hier medelijden is beoefend.

 

Laat ons dot alles weerzien opdat wij mogen huiveren

En met schaamte tot u smeken :

Heilge vaders, verwerp uw onwaardige zonen niet.

 

14 mei 1989 : heilige Pafnutius van Borvsk

 

Vandaag zingen wij jubelend uw roem

En kussen teder uw heilige ikonen.

Wij vullen de ikonenlamp met olie,

Ontsteken de kaarsen en de wierook.

 

Uw beeltenissen dragen wij op een banier in processie.

Vandaag is het feest van de kinderen,

Die met tranen smeken :

Komt en verblijft bij ons, onwaardige volgelingen.

 

Monastieke hemellichamen,

Wonderlijke vlucht van adelaars,

Rijkgevulde kaarsenstandaard van de Moeder Gods,

Waarlijke druiventros van Christus’wijngaard,

Zó noemen wij jullie, heilige startsen van optina.

 

31 mei 1989 :

 

Ik heb U mijn trouw beloofd, Heer,

Maar bij de eerste tegenslag moest ik afhaken en heb U geloochend.

Nu ik zie dat U dit wilt vergelden,

Herinner ik mij mijn beloften

En loop weg, bitter huilend.

 

De ellendige Judas hield van Jezus

Enkel om het gewin, en ik, zwakkeling, die hetzelfde.

Ik weiger de goddelijke liefde,

Verdwaald in de duisternis van de trots.

Red mij, Heer, opdat ik niet val in het ravijn van het verraad

en het eeuwig verderf.

 

Toen jij van God de gave had gekregen om mensen te genezen

Ben jij trots geworden, Judas.

Jij bent in verzoeking gebracht door wat je gekregen hebt.

Net zo probeer ik, de driemaal vervloekte, schatten van trots

te vergaren.

Ik ben bang om U ook maar éénmaal te verraden.

Red mij, Heer, opdat ik U alleen
alle roem en dank zal doen toekomen.

 

 

1 juni 1989 :

 

Ik weet, Heer, dat u iedere zoon kunt straffen en vergeven.

Maar ik kan mijn tranen niet onderdrukken

Als ik zie dat iemand door U gestraft wordt.

Vergeef, Heer en schenk mij geduld en dankbaarheid.

 

Met mijn verstand weet ik

Dat U de treurenden en vernederden met roem beloont,

Maar mijn ziel kan niet worden getroost door de komende beloningen.

Ik wordt bevangen door verdriet

Als ik zie hoe mijn dierbaren worden vernederd.

Ontferm u over mij, Heer,

Leer mij te bidden voor mijn vijanden die enkel in aantal toenemen.

 

Teksten uit het boek ‘een bloedig Pasen)

Uitgekozen door Kris B.

(wordt vervolgd)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Bezinningsteksten uit het dagboek van Vader Vasily (deel 1 en deel 2)

Bezinningsteksten uit het dagboek van

Vader Vasily – monnik van het Optina

Poestin Klooster

 

 

Het russische Optina klooster werd kort na de

communistische revolutie verwoest., zoals zovele

andere orthodoxe kloosters en kerken.

Na de val van het communisme, werd het klooster aan

de Kerk teruggegeven  en met veel moeite terug hersteld. In

de zomer van 1988 bestond het corpus van het klooster uit

eenvader-abt , twee priestermonniken , twee diakenmonniken

en vier novicen.

Op 3 juni 1988 werd de eerste Goddelijke Liturgie gevierd.

In de  paasacht van 1993 zou het klooster

opnieuw het toneel worden van een gruwelijke gebeurtenis :

drie monniken werden er op gruwelijke wijze vermoord :

Vader Ferapont (Vladimir Poesjkarjov) Vader Trofim

(Leonid tatarnikov) en

Vader Vasily (Igor Rosljakov). Sindsdien spreekt men

van de drie

 martelaren van Optino Poestyn.

 

Vader Vasily, één van de drie, hield er nauwkeurig een

dagboek op na.

Vooral de gebeden en bezinnende teksten  maken een

grote indruk. Wij geven hier een bloemlezing van een aantal 

 diep religieuze teksten 

teksten die geschreven zijn vanaf 1988 tot aan zijn dood,

in 1993.

 

De teksten zijn genomen uit het boek : EEN BLOEDIG PASEN,

 geschreven en bijeengebracht door Nina Pavlova (vertaling

Pieter Eggermont) en uitgegeven bij uitgeverij IVERON –

Amsterdam,

 2005

 

21 maart 1988 :

 

Nooit zat ik in vrolijk gezelschap,

Nooit heb ik vreugde gekend.

Ik leefde eenzaam, gegrepen door U,

En was van Uw toorn vervuld. (Jeremias 15,17)

 

Nooit was ik dronken op een feest,

Nooit ging ik om met geleerde personen.

Ik leefde alleen, door U bevreesd

En stond zwijgend voor de ikonen.

 

3 april 1988, Palmzondag :

 

Liturgie in Poesjkino. Preek over de eucharistie :1.   Al

duizend jaar kiest de Heer, op voorspraak van de Heilige

Vaders,zijn dienaren uit het Russische volk om te dienen in

zijn hemelse stad,

het Nieuwe Jerusalem. 2.  De ellende van ons land is te

wijten aan het onbegrip van de Russische priesterstand

(en daardoor hun veronachtzamen) van frequente communie.

(Vader Johannes Krestjankin, bisschop Ignatius

Brjantsjaninov) 3.  Eucharistie betekent ‘deelgenoot’ zijn.

4.  Geen beschouwende, maar een actieve aanwezigheid in

de kerk.

 

21 juni t/m 29 augustus 1988, Optina Poestyn : citaten :

 

“Wee hem die het loon van de werknemer afneemt, want

dat ishetzelfde als bloed vergieten” (Efraïm de Syriër)

 

“Met zijn leven getuigt de mens van zijn begrip van de

waarheid”

(Isaäc de Syriër)

 

 “De belangrijkste deugden zijn : kennis van je eigen onmacht,

geduld, zelfoverwinning. Zij leiden de mens naar de deemoed”

(Vader Ambrosius)

 

De bijbel is de sleutel tot de geschiedenis. De geest van

de geschiedenis.

Pas daarna komt de archeologie, de geologie enz…

 

“Dat was ferme taal van God”

een oude priestermonnik.

 

3 september 1988 : citaat :

 

“Eensgezindheid is niet per se goed, de rovers zijn het ook

wel eens met elkaar eens” Johannes Chrysostomos

 

17 november 1988  : citaten :

 

“Hoe groter de liefde, des te groter de ontberingen voor

de ziel. Hoe voller de liefde, des te voller de kennis. Hoe

vuriger de liefde, des te vuriger het gebed. Hoe volmaakter

de liefde, des te heiliger het leven “

Starets Silouan

 

Er is niets dat ons in de weg staat om God te beminnen.

Wat moet je doen om de vrede in lichaam en geest te

beweren ? Iedereen liefhebben

als jezelf, en ieder uur gereed zijn om te sterven.

 

27 februari 1989 :

 

Al het aardse is weerloos. Niets meer dan een schaduw,

een voorbode van de Opstanding uit de doden

van Christus onze Heer.

 

20 maart 1989 :

 

In hoeveel stukken moet ik mijn kleed verscheuren

Om rust in mijn ziel en vergeving te vinden ?

Hoeveel as moet ik over mijn gewonde hoofd strooien

Om van mijn kwade gedachten af te komen ?

 

Welke vodden moet ik aantrekken

Om mijn zonden onder ogen te komen ?

Doelloos zwerf ik rond naar alle kanten

Vruchteloos zoek ik mijn berouw.

 

Maar U, Heer, die heeft gezegd : ‘Zonder Mij kunnen

jullie niets doen.

Treed binnen in heel mijn lichaam met Uw woord.

Verbrijzel mijn versteende hart

En maak het tot een bron van tranen van berouw.

 

Waar anders kan ik leren huilen, dan bij U, o God ?

Waar anders kan ik rouwen, dan in Uw tempel ?

Waar anders kan ik troost vinden, dan in Uw woorden,

Heilige God ?

Laat mij niet in de steek, Heer, en gedenk mij.

 

Net als Saulus ga ik als een bezetene tegen U tekeer

En verjaag Uw genade van mij weg,

Maar U, Heer, verschijn in mijn hart en beschijn mij

met het licht van Uw liefde,Zodat ik, de vervloekte, uitroep :

Wat moet ik doen, Heer ?

 

Ik ga naar U toe, Heer, maar tegelijkertijd heb ik kwade

gedachten,net als Anania en Saffira verberg ik een deel

van mijn ziel voor ijdele wereldse zaken.

Zie mijn onmacht en maak as van mijn geheimen,

zodat ik zonder oordeel voor U kom.

 

Heer, hef mij op, want ik ben neergeknield voor de zonde.

Zoon, leid mij uit mijn schandelijk leven.

Heilige, schijn met Uw licht over mijn nachtelijke zoektocht.

Onbenaderbare Drievuldigheid, laat mij tot U komen met mijn

onophoudelijk Berouw.

 

Ik ga naar U Vader, maar probeer net als Anania en Safira

 te verhullen dat ik  een deel van mijn ziel  besteed aan ijdele

zaken.

Ik geef U heel mijn leven, maar ik bewaar de hoop op mijn

eigen krachten.

Ik sta ’s ochtends op om u te loven in mijn ochtendgebeden,

maar heimelijk verberg ik mij voor Uw woorden.

Kijk barmhartig naar mijn zwakheden en reinig de bodem

van mijn ziel.

Breng mij terug naar U zonder oordeel.

 

Er is niets dat mijn ziel als troost aanvaardt.

Als ik om mij heen kijk zie ik slechts boze en trotse mensen

die mij bedreigen.

’s Nachts word ik getroffen door de leugens van mijn hart.

Van alle kant komen verdriet en slechte woorden.

Ik kan mij er niet tegen verweren, alleen mijn geween kan

mij beschermen.

 

Heer, gij hebt mij ontmaskerd en ik kniel voor U neder.

Laten mijn haren mijn ogen bedekken, opdat zelfs de nacht

mijn tranen niet ziet.

Mijn verdriet is enkel voor U, God

Verlaat mij niet, de opstandige, maar bezoek mij en red mij.

 

Mijn ziel heeft een ongewone honger, mijn hart een

ongewone dorst :

Ik snak naar de woorden van  God, naar Uw waarheid.

Christus, zie neer op mijn onmacht

En schenk mij Uw hemels manna.

 

Meester, aan U geef ik heel mijn leven,

Maar heimelijk blijf ik hopen op mijn eigen krachten.

Ik doe U roem toekomen, maar daarbij probeer ik een deel van

 mijn slechtheid te verbergen.

Heer, minacht niet het berouw van mijn hart en ontferm U

 over mij.

 

21 maart 1989 :

 

“Je moet jezelf opofferen aan de kerk, en niet de kerk

opofferen

voor jouw eigen heil.” Uit : de laatste brief van metropoliet

Benjamin Kazansky

(1874-1922)

 

24 maart 1989 :

 

Als mijn naaste mij beledigt, gaat mijn ziel naar U uit, o Heer.

Als mijn ziel het moeilijk heeft, roepen mijn lippen Uw naam

 aan.

Maar waar moet ik naartoe gaan als U zegt : ik ken u niet ?

Dan kan zelfs de aarde mij niet bedekken, noch kan de hemel

zich over mij ontfermen.

 

Verwerp mij niet van voor Uw aangezicht.

Ik offer U het Uwe, en toch roem ik mijzelf.

Net als de tovenaar Simon probeer ik met gebeden en

goede daden de Heilige Geest te verwerven. (Hand.8,9-25)

Vergeef mij , Heer en denk niet terug aan mijn oneerlijkheid.

 

26 maart 1989 :

 

Mijn mond belijdt openlijk het geloof in U, God.

Mijn lichaam is bereid tot ascese en ontberingen.

Maar mijn ziel bereidt zich zwijgend voor om U te verlaten.

Heer, verbrijzel mijn gevoelloze hart en wek mij op uit de slaap

van de onwetendheid.

 

Tegen moedeloosheid : psalm 102,37,91

In geval van menselijke intriges : spalm 3,54,59,143

 

Als ik U verlaten heb, God, verlaat mij dan niet helemaal,

Maar duld mijn waanzin en ongerechtigheid.

Bedek mijn vleselijke begeerten.

Vergeef mij in het uur van mijn berouw.

Denk niet terug aan mijn onstandvastigheid en tweeslachtigheid.

 

28 maart 1989 :citaten :

 

“…Als we de uitspraken van onze vaders gebruiken om onze

eigen bekoorlijke wil door te voeren, richten wij onze ziel

te gronde”

(Dorotheüs van Gaza)

 

Het opschrift bij het oude monument voor IVKirejevsky :

“Ik heb vanaf mijn jeugd de wijsheid liefgehad en haar

nagestreefd, totdat ik begreep dat ik haar slechts van God

kan ontvangen”

 

“Wanneer zij de heilige zien sterven, zullen zij niet kunnen

 begrijpen wat God voor hem heeft bereid” (S.Tsetverikov)

 

29 maart : citaat :

 

“Nu gij uw ziel gereinig
d hebt door de waarheid gehoorzaam

te aanvaarden, moet gij elkander beminnen met oprechte

broederliefde,met hart en vurigheid” (1 Petrus 1,22)

 

 

3 april 1989 : Op de dag van de heiligverklaring van de

startsen van Optina :

 

Rom.14,7-9 :’Niemand leeft voor zichzelf, niemand sterft

voor zichzelf.

Zolang wij leven,Leven wij voor de Heer, en sterven wij,

dan sterven wij voor de Heer : of we leven of sterven, Hem

behoren wij toe..

Daarvoor is Christus gestorven en weer levend geworden :

om Heer

te zijn over doden en levenden.’

 

Het grote sacrament van de heiligheid :

De aarde geeft aan de hemel wat haar toekomt.

De zonen aanvaarden hun vaders in ongeschonden toestand,

Heiligheid wordt zichtbaar en voelbaar !

 

Houdt stand, rechtgelovigen ! Bekeert u, ongelovigen !

Het bewijs is hier, laat allen geloven in het eeuwige leven !

 

Laat de wateren terugvloeien naar hun bron

Om de woorden terug te brengen die hier zijn uitgesproken.

Laat de velden en bloemen met dauw bedekt worden,

Om ons te laten zien welke tranen hier zijn vergoten.

 

Laat het stof en de stenen ( de ruïnes) tot leven komen,

Zodat wij de oude warmte weer kunnen voelen.

Laat de bomen zich verheffen

Om te onthullen hoe hier medelijden is beoefend.

 

Laat ons dot alles weerzien opdat wij mogen huiveren

En met schaamte tot u smeken :

Heilge vaders, verwerp uw onwaardige zonen niet.

 

14 mei 1989 : heilige Pafnutius van Borvsk

 

Vandaag zingen wij jubelend uw roem

En kussen teder uw heilige ikonen.

Wij vullen de ikonenlamp met olie,

Ontsteken de kaarsen en de wierook.

 

Uw beeltenissen dragen wij op een banier in processie.

Vandaag is het feest van de kinderen,

Die met tranen smeken :

Komt en verblijft bij ons, onwaardige volgelingen.

 

Monastieke hemellichamen,

Wonderlijke vlucht van adelaars,

Rijkgevulde kaarsenstandaard van de Moeder Gods,

Waarlijke druiventros van Christus’wijngaard,

Zó noemen wij jullie, heilige startsen van optina.

 

31 mei 1989 :

 

Ik heb U mijn trouw beloofd, Heer,

Maar bij de eerste tegenslag moest ik afhaken en heb U

geloochend.

Nu ik zie dat U dit wilt vergelden,

Herinner ik mij mijn beloften

En loop weg, bitter huilend.

De ellendige Judas hield van Jezus

Enkel om het gewin, en ik, zwakkeling, die hetzelfde.

Ik weiger de goddelijke liefde,

Verdwaald in de duisternis van de trots.

Red mij, Heer, opdat ik niet val in het ravijn van het verraad

en het eeuwig verderf.

 

Toen jij van God de gave had gekregen om mensen te genezen

Ben jij trots geworden, Judas.

Jij bent in verzoeking gebracht door wat je gekregen hebt.

Net zo probeer ik, de driemaal vervloekte, schatten van trots

te vergaren.

Ik ben bang om U ook maar éénmaal te verraden.

Red mij, Heer, opdat ik U alleen alle roem en dank zal

doen toekomen.

 

 

1 juni 1989 :

 

Ik weet, Heer, dat u iedere zoon kunt straffen en vergeven.

Maar ik kan mijn tranen niet onderdrukken

Als ik zie dat iemand door U gestraft wordt.

Vergeef, Heer en schenk mij geduld en dankbaarheid.

 

Met mijn verstand weet ik

Dat U de treurenden en vernederden met roem beloont,

Maar mijn ziel kan niet worden getroost door de komende

beloningen.

Ik wordt bevangen door verdriet

Als ik zie hoe mijn dierbaren worden vernederd.

Ontferm u over mij, Heer,

Leer mij te bidden voor mijn vijanden die enkel in aantal

toenemen.

 

Teksten uit het boek ‘een bloedig Pasen)

Uitgekozen door Kris B.

(wordt vervolgd)

 

 

 

 

 

Bezinningsteksten uit het dagboek van Vader Vasily – monnik van het Optina Poestyn klooster –Deel 2

 

 

 

31 mei 1989

 

Ik heb U mijn  trouw beloofd,Heer,

Maar bij de eerste tegenslag moest ik afhaken en heb ik U geloochend.

Nu ik zie dat U dit wilt vergelden,

Herinner ik mij mijn beloften en loop weg, bitter huilend.

 

De ellendige Judas  hield van Jezus

Enkel om het gewin, en ik, zwakkeling, doe hetzelfde.

Ik weiger de goddelijke liefde,

Verdwaald in de duisternis van de trots.

Red mij, Heer, opdat ik niet val in het ravijn van het verraad en het

Eeuwig verderf.

 

Toen jij van God de gave had gekregen om mensen te genezen

Ben jij trots geworden, Judas.

Jij bent in verzoeking gebracht door wat je gekregen hebt.

Net zo probeer ik, de driemaal vervloekte, schatten van trots te vergaren.

Ik ben bang om U ook maar éénmaal te verraden.

Red mij Heer opdat ik U alleen alle roem en dank zal doen toekomen.

 

1 juni 1989

 

Ik weet, Heer, dat u iedere zoon kunt straffen en vergeven.

Maar ik kan mijn tranen niet onderdrukken

Als ik zie dat iemand door U gestraft wordt.

Vergeef, Heer en schenk mij geduld en dankbaarheid.

 

Met mijn verstand weet ik

Dat U de treurenden  en vernederden met roem beloont,

Maar mijn ziel kan niet worden getroost door de komende beloningen.

Ik word bevangen door verdriet

Als ik zie hoe mijn dierbaren worden vernederd.

Ontferm u over mij, Heer,

Leer mij te bidden voor mijn vijanden die enkel in aantal toenemen.

 

22 juli 1989

 

De goddelozen hebben het kleed van Christus verscheurd

En lachend aan ons overhandigd.

Wij trekken dit schandkleed aan,

Wassen het schoon met onze tranen

En maken het wit met ons berouw.

 

Wonderbaarlijke Moeder Gods en onze allerwonderlijkste Verlosser

Jezus Christus :

Onze harten verheugen zich als wij U aanroepen.

Onze ogen beginnen te huilen als zij Uw gezichten zien.

Verlaat de Uwen niet, want onze harten hebben nooit een ander bevelhebber

gehad.

 

12 augustus 1989

 

Komt broeders, de tijd is gekomen.

We richten een monument op voor onze profeten.

We versieren de graven van de heiligen en zingen :

Vaders, als wij in uw tijd hadden geleefd

hadden wij niet gedeeld in uw kruisdood,

Want we zijn bang voor de dood.

Toch hebben wij de moed om uit te roepen :

God van onze vaderen, ere zij U.

 

Door de heldendaden van uw heiligen

heeft U alle roem verdiend.

U bent gelijk geworden aan de Schepper :

Geboren op een onbekende manier,

Hebt u het kruis gediend,

Folteringen en beschimpingen hebt u doorstaan.

U bent waardig gevonden te sterven aan het kruis

Om roemvol op te staan uit de dood,

Waarmee U ons hebt opgedragen een groot feest te vieren

Ter ere van uw waarlijk wonderbare opstanding.

 

                             *********************

Verzoekingen

 

1.     Zonde van het woord : zinloos gepraat, kwaadsprekerij, godslastering enz..

2.     Leugen : afvalligheid, Gods naam nodeloos aanroepen

3.     Laster : veroordeling, kleineren, schelden, anderen bespotten, belasteren

4.     Buikdienaars : vraatzucht en andere vormen van behagen van de buik.

5.     Luiheid

6.     Diefstal

7.     Hebzucht en gierigheid.

8.     Verkwisting.

9.     Onwaarheid spreken

10.     Jaloezie

11.      Trots.

12.       Woede en razernij.

13.        Gebrek aan vergevingsgezindheid

14.         Moord, gewelddadig ingrijpen en andermans leven.

15.         Waarzeggerij.

16.          Ontucht, lichtzinnige gedachten, fantasieën.

      17.        Overspel, echtbreuk.

      18.         Sodomie.

      19.          Ketterij.

      20. onbarmhartigheid.

Staat op, gelovigen, heft uw hoofden omhoog,

Want de heiligen hebben de aarde als een wolk bedekt.

Roemvolle hoogte, onvergankelijke bescherming van het Russische geloof !

Uw daden stralen als een regenboog,

Uw barmhartigheid is groot als een levenschenkende regen,

Uw profetieën zijn als gedonder in de hemel,

Uw wonderen als de bliksemschichten.

U hebt het aardse voor het hemelse verwisseld,

En nu straalt u voor ons met het Thabor-licht,

Om ons de zon van de waarheid te doen kennen :

Christus onze God {…}

 

Moeder Gods : de hemelse krachten, tezamen met de mensheid

verbazen zich ten zeerste over Uw Goddelijk Moederschap.

Verheugt u, vriend en vijand !

Vandaag dient iedereen zich te verheugen

En met zoete stem te zingen :

Niemand kan de liefde van God weerstaan.

Zij overwint ieder mens met haar vreugde

En doet iedereen blij neerknielen.

God is hiermee almachtig en wonderlijk,

Hij schenkt roem aan Zijn heiligen

En aan de onwaardigen Zijn grote genade.{…}

 

28 oktober 1989

 

                    Kondakion, toon 2

 

U hebt gedronken uit de kelk van Christus,

Uw zielen met tranen gewassen,

Uw vlees met lijden gereinigd.

U was in de wereld en de wereld kende u niet,

Maar aan hen die U hebben aanvaard

Gaf U het vermogen om kinderen Gods te worden.

 

Heilige Vaderen, bid tot God, moge uw woorden binnendringen in ons,

Opdat wij uw roem mogen zien, vol genade en waarheid.

Verscheur het oude kleed waarin onze aarde heeft gezondigd, Heer.

Omgord ons met vreugde

En bedek ons met de krans van Uw goedheid.

 

(Uit het boek :  Een bloedig Pasen  door Nina Pavlova)

Vertaling : Piet Eggermont – uitgeverij Iveron Amsterdam – 2005

Teksten uitgekozen  door Kris B. – Vervolgt

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Akathist tot de Moeder Gods in het ITALIAANS

Inno Acatisto alla Madre di Dio

L‘Acatisto (dal greco Akáthistos) è un antico inno in onore della Vergine Maria. L’ autore è anonimo, anche se molti attribuiscono la creazione dell’inno a Romano il Melode (V sec.), in ringraziamento per la protezione della città di Costantinopoli dall’invasione di orde barbariche. La parola Acatisto suggerisce che l’inno debba essere recitato in piedi; l’inno costituisce una forma del genere liturgico del “Kondakion“. A questo proposito scrive P. Olivier Raquez: “Il kondakion è un genere letterario di inni propriamente bizantini sviluppatosi a partire dalla fine del V secolo. Era composto di un proemio e di un numero variabile di strofe (ìkoi) più o meno numerose. Nei secoli successivi è scomparso a favore del genere del canone. Oggi, come complesso organico di più strofe, se ne conserva uno solo, il celebre inno Akathistos.” (O. Raquez, Guida alla Celebrazione dell’Ufficio Divino nelle Chiese di tradizione bizantina, LIPA, Roma, 2002).

L’Acatisto è recitato privatamente dai fedeli, come devozione personale, e pubblicamente nelle chiese: è frequentemente cantato durante la Grande Quaresima, soprattutto al venerdì: il quinto venerdì di Quaresima è appunto detto “dell’inno Acatisto”.

1
Accolto l’ordine dell’arcana missione, senza indugio l’Angelo si presenta alla dimora di Giuseppe e dice alla Vergine: Colui che discendendo fa piegare i cieli si racchiude senza mutamento tutto in te. E, vedendolo prendere nel tuo grembo la figura di servo, stupito e a te esclamo: Gioisci, o Sposa Semprevergine!

2
Il primo fra gli angeli fu inviato dal cielo a recare il saluto alla Madre di Dio e vedendoti assumere con la voce incorporea un corpo, o Signore, al solo saluto, restò attonito e rivolto a lei esclamava così:
Gioisci, per te splenderà la gioia;
Gioisci, per te cesserà la maledizione;
Gioisci, redenzione del caduto Adamo;
Gioisci, riscatto delle lacrime di Eva;
Gioisci, altezza inaccessibile all’intelligenza dell’uomo;
Gioisci, profondità insondabile alla mente degli angeli;
Gioisci, sei divenuta il trono del Re;
Gioisci, perché reggi Colui che tutto regge;
Gioisci, stella che annunci il sole;
Gioisci, grembo della divina incarnazione;
Gioisci, per te si rinnova la creazione;
Gioisci, per te si fa bambino il Creatore.
Gioisci, o Sposa Semprevergine!

3
Sapendosi in purezza, la Santa Vergine risponde a Gabriele senza timore: “La stranezza del tuo parlare risulta incomprensibile alla mia anima. Tu annunci una maternità in un seno verginale esclamando: Alleluia?”

4
Desiderando la Vergine conoscere il mistero, esclamò al santo servitore: “Dal mio grembo votato alla verginità, dimmi come può essere generato un figlio?” E l’Angelo le rispose con riverenza soltanto questo:
Gioisci, partecipante al mistero ineffabile;
Gioisci, credente di ciò che matura nel silenzio;
Gioisci, preludio ai miracoli di Cristo;
Gioisci, compendio dei suoi dogmi;
Gioisci, scala celeste per cui discese Iddio;
Gioisci, ponte che conduce dalla terra al cielo;
Gioisci, degli Angeli inaudito prodigio;
Gioisci, dei demoni terribile sconfitta;
Gioisci, perché generasti ineffabilmente la Luce;
Gioisci, perché a nessuno hai rivelato il mistero;
Gioisci, perché trascendi la conoscenza dei sapienti;
Gioisci, perché illumini la mente dei credenti;
Gioisci, o Sposa Semprevergine!

5
La potenza dell’Altissimo coprì allora con la sua ombra la Vergine affinché concepisse; e il suo seno senza frutto si trasformò in campo fertile per coloro che vogliono cogliervi salvezza, cantando: Alleluia!

6
Accolto Dio nel grembo, la Vergine corse verso Elisabetta e il figlio di costei riconobbe subito il suo saluto e gioì e con balzi, quasi cantici, esclamava alla Madre di Dio:
Gioisci, virgulto di pianta che non si dissecca;
Gioisci, possesso di un frutto che non marcisce;
Gioisci, perché allevi Colui che con amore nutre gli uomini;
Gioisci, perché generi Colui che crea la nostra vita;
Gioisci, terreno che produce abbondanza di misericordia;
Gioisci, mensa che porti ricchezza di propiziazione;
Gioisci, perché fai fiorire il giardino di delizie;
Gioisci, perché prepari un rifugio per le anime;
Gioisci, profumo che rende gradite le suppliche;
Gioisci, propiziatrice di perdono al mondo intero;
Gioisci, compiacenza di Dio verso gli uomini;
Gioisci, fiducia degli uomini verso Dio;
Gioisci, o Sposa Semprevergine!

7
Aveva dentro di sé una tempesta di pensieri contrastanti il prudente Giuseppe. Era sconvolto: ti sapeva vergine ma sospettava un’unione furtiva, o Immacolata. Ma appena apprese il tuo concepimento per opera dello Spirito Santo disse: Alleluia!

A Te, o Madre di Dio, che guidasti la nostra difesa, innalziamo l’inno della vittoria e della riconoscenza, per essere stata salvati da terribili sciagure. Tu, dunque, nella tua potenza invincibile, liberaci da ogni sorta di pericoli, cosicché a Te si esclami: Gioisci, o Sposa Semprevergine.

8
I pastori udirono gli angeli che inneggiavano alla venuta di Cristo incarnato e, accorrendo a lui come verso il Pastore, lo videro quale Agnello senza macchia nutrirsi nel seno di Maria e dissero inneggiando a lei:
Gioisci, Madre dell’Agnello e del Pastore;
Gioisci, ovile del gregge spirituale;
Gioisci, difesa contro i nemici invisibili;
Gioisci, chiave che apre le porte del Paradiso;
Gioisci, perché il cielo si rallegra con la terra;
Gioisci, perché la terra si allieta con i cieli;
Gioisci, voce degli Apostoli che mai tace;
Gioisci, coraggio invincibile dei martiri;
Gioisci, forte baluardo della fede;
Gioisci, fulgido vessillo della grazia;
Gioisci, perché spogliasti il regno dei morti;
Gioisci, perché ci rivestisti di gloria;
Gioisci, o Sposa Semprevergine!

9
I Magi scorsero la stella che guidava verso Dio e seguirono la sua luce usandola come fiaccola, con essa cercavano il potente Sovrano e, raggiunto l’Irraggiungibile, lo salutarono acclamando: Alleluia!

10
I figli dei Caldei videro in mano della Vergine Colui che plasmò con le sue mani l’uomo; lo riconobbero come il Signore, benché avesse preso figura di servo, e si affrettarono ad adorarlo con doni ed esclamare alla Benedetta:
Gioisci, Madre dell’astro che mai tramonta;
Gioisci, splendore del mistico giorno;
Gioisci, perché hai spento la fucina dell’inganno;
Gioisci, perché illumini gli iniziati al mistero della Trinità;
Gioisci, perché hai spodestato il crudele tiranno degli uomini dal suo impero;
Gioisci, perché hai manifestato Cristo Signore amico dell’uomo;
Gioisci, perché ci liberi dal culto pagano;
Gioisci, perché ci salvi dalle opere di corruzione;
Gioisci, perché hai posto fine all’adorazione del fuoco;
Gioisci, perché hai allontanato la fiamma delle passioni;
Gioisci, guida di saggezza per i credenti;
Gioisci, gioia di tutte le generazioni;
Gioisci, o Sposa Semprevergine!

11
Diventati divini messaggeri, i Magi si avviarono verso Babilonia, dove portarono a compimento il tuo responso e a tutti proclamarono Te o Cristo, senza curarsi dello stolto Erode, che non seppe cantare: Alleluia!

12
In Egitto hai fatto splendere la luce della verità dissipando le tenebre della menzogna; gli idoli infatti, o Salvatore, non sostennero la tua possanza e crollarono; e coloro che se ne andarono liberi acclamarono la Madre di Dio:
Gioisci, perché risollevi gli uomini;
Gioisci, perché abbatti i demoni;
Gioisci, perché hai calpestato dell’inganno dell’errore;
Gioisci, perché hai smascherato la falsità degli idoli;
Gioisci, onda del mare che sommergi il pur avveduto Faraone;
Gioisci, roccia che abbeveri chi ha sete della vita;
Gioisci, colonna di fuoco, che guida coloro che sono nelle tenebre;
Gioisci, protezione del mondo più grande della nube;
Gioisci, cibo sostitutivo della manna;
Gioisci, perché distribuisci il santo alimento dell’allegrezza;
Gioisci, perché sei la terra della promessa;
Gioisci, perché da te sgorgano miele e latte;
Gioisci, o Sposa Semprevergine!

13
Tu fosti presentato bambinello a Simeone mentre ormai stava per abbandonare questo presente mondo fallace, ma egli ti riconobbe come Dio perfetto e per questo ammirò l’ineffabile tua sapienza esclamando: Alleluia!

A Te, o Madre di Dio, che guidasti la nostra difesa, innalziamo l’inno della vittoria e della riconoscenza, per essere stata salvati da terribili sciagure. Tu, dunque, nella tua potenza invincibile, liberaci da ogni sorta di pericoli, cosicché a Te si esclami: Gioisci, o Sposa Semprevergine.

14
Una nuova creazione rivelò il Creatore apparso fra noi sue creature; poiché germinato da un grembo incontaminato lo conservò intatto quale era prima, così noi, contemplando il miracolo, inneggiamo alla Vergine, esclamando:
Gioisci, fiore della verginità;
Gioisci, corona della castità,
Gioisci, perché fai risplendere l’immagine della (nostra) resurrezione;
Gioisci, perché ci manifesti la vita angelica;
Gioisci, albero dai magnifici frutti che nutrono i fedeli;
Gioisci, pianta dalle ombrose fronde che offrono riparo a molti;
Gioisci, perché hai portato in seno Colui che è guida degli erranti;
Gioisci, perché hai dato alla luce Colui che è il liberatore dei prigionieri;
Gioisci, perché sei la nostra propiziatrice presso il giusto Giudice;
Gioisci, perché sei la riconciliazione per molti peccatori;
Gioisci, perché dai rifugio a chi è privo di fiducia;
Gioisci, perché possiedi un amore che supera ogni desiderio;
Gioisci, o Sposa Semprevergine!

15
Mirando questa prodigiosa natività, distacchiamoci da questo mondo, elevando la nostra mente al cielo; perché l’Altissimo apparve sulla terra come umile uomo, per attrarre in alto coloro che a lui acclamano: Alleluia!

16
L’incomprensibile Verbo discese in terra nella sua pienezza senza per nulla allontanarsi dai cieli; perché con condiscendenza divina e non mutazione di luogo si abbassò e nacque dalla Vergine che, assorta in Dio, udiva:
Gioisci, dimora del Dio infinito;
Gioisci, porta di un venerando mistero;
Gioisci, verità incomprensibile per chi non crede;
Gioisci, indubbio vanto per chi crede;
Gioisci, cocchio santissimo di Colui che siede sui Cherubini;
Gioisci, dimora bellissima di Colui che è sopra i Serafini;
Gioisci, perché concili cose contrarie;
Gioisci, perché congiungi verginità e maternità;
Gioisci, perché hai distrutto la prevaricazione;
Gioisci, perché hai fatto spalancare il Paradiso;
Gioisci, perché sei la chiave del regno di Cristo;
Gioisci, speranza di beni eterni;
Gioisci, o Sposa Semprevergine!

17
Tutta la schiera degli angeli ammirò stupita la grande opera della tua Incarnazione; perché vedeva Colui, che è inaccessibile come Dio, accessibile a tutti come uomo, vivere con noi e ascoltare da tutti: Alleluia!

18
Vediamo diventare davanti a te, o Madre di Dio, i più eloquenti retori muti come pesci, perché incapaci di spiegare come Tu, rimanendo vergine, abbia potuto partorire. Noi invece ammirando il mistero, con fede esclamiamo:
Gioisci, dimora della sapienza di Dio;
Gioisci, scrigno della sua provvidenza;
Gioisci, perché sveli ignoranti gli uomini di dottrina;
Gioisci, perché scopri insipienti gli uomini di scienza;
Gioisci, perché sono diventati stolti i sottili indagatori;
Gioisci, perché si sono inariditi i creatori di mitologie;
Gioisci, perché dissolvi le astuzie dei sofisti;
Gioisci, perché ricolmi le reti dei pescatori;
Gioisci, perché ci trai fuori dall’abisso dell’ignoranza;
Gioisci, perché arricchisci molti di sapienza;
Gioisci, scialuppa di chi vuol essere salvato;
Gioisci, porto dei naviganti in questa vita;
Gioisci, o Sposa Semprevergine!

19
Volendo salvare il mondo, il Creatore di tutte le cose in esso venne spontaneamente; e benché come Dio fosse Pastore, apparve per noi e fra noi come agnello, come uomo parlava agli uomini, ma come Dio sente dirsi: Alleluia!

A Te, o Madre di Dio, che guidasti la nostra difesa, innalziamo l’inno della vittoria e della riconoscenza, per essere stata salvati da terribili sciagure. Tu, dunque, nella tua potenza invincibile, liberaci da ogni sorta di pericoli, cosicché a Te si esclami: Gioisci, o Sposa Semprevergine.

20
O Vergine Madre di Dio, tu sei il riparo di vergini e di quanti a Te accorrono; perché tale ti ha costituita il Creatore del cielo e della terra, o Inviolata, ponendo dimora nel tuo grembo e insegnando a tutti a salutarti:
Gioisci, colonna della verginità;
Gioisci, porta della salvezza;
Gioisci, prima ispiratrice della spirituale creazione;
Gioisci, dispensatrice della bontà divina;
Gioisci, perché rigeneri chi è concepito nel male;
Gioisci, perché ridoni intelligenza a chi è privo di intelletto;
Gioisci, perché hai schiacciato chi corrompe le menti;
Gioisci, perché hai dato alla luce il seminatore della castità;
Gioisci, talamo di nozze illibate;
Gioisci, perché riconcili con il Signore i fedeli;
Gioisci, santa educatrice di vergini;
Gioisci, perché accompagni alle nozze le anime sante;
Gioisci, o Sposa Semprevergine!

21
È vinto ogni canto che voglia eguagliare l’abbondanza delle tue molte misericordie, o Signore; anche se a te, o santo Re, offrissimo tanti cantici quanti i granelli di sabbia mai faremmo cosa degna di quanto hai donato a chi ti acclama: Alleluia!

22
Noi vediamo la Vergine come fiaccola splendente, apparsa a coloro che sono nelle tenebre; perché avendo acceso il Lume immateriale, ella guida tutti alla cognizione divina, illuminando di splendore le menti e viene onorata da questa esclamazione:
Gioisci, raggio del Sole spirituale;
Gioisci, riverbero dello splendore senza tramonto;
Gioisci, fulgore che illumini le anime;
Gioisci, tuono che atterrisci i nemici;
Gioisci, perché fai sorgere la luce sfolgorante;
Gioisci, perché fai scaturire il fiume dalle inesauribili acque;
Gioisci, simbolo del fonte battesimale;
Gioisci, perché togli le macchie del peccato;
Gioisci, lavacro che purifichi la coscienza;
Gioisci, coppa che mesci esultanza;
Gioisci, fragranza del profumo di Cristo;
Gioisci, vita del mistico convito;
Gioisci, o Sposa Semprevergine!

23
Volendo perdonare le antiche offese, Colui che rimette i debiti a tutti spontaneamente si presentò a coloro che si erano allontanati dalla grazia e, lacerata la condanna del peccato, da tutti sente esclamare: Alleluia!

24
Lodando il tuo parto, noi tutti ti celebriamo come tempio vivente, o Madre di Dio. Nel tuo grembo, infatti, abitò il Signore, Colui che l’universo regge nelle sue mani. Egli ti fece santa e ricca di gloria e ha insegnato a tutti a cantarti:
Gioisci, tempio del Verbo di Dio;
Gioisci, la più santa di tutti i santi;
Gioisci, arca d’oro, cesellata dallo Spirito Santo;
Gioisci, tesoro inesauribile della vita;
Gioisci, diadema prezioso dei pii regnanti;
Gioisci, venerabile gloria dei vescovi devoti;
Gioisci, baluardo inespugnabile della Chiesa;
Gioisci, fortezza invincibile dell’impero;
Gioisci, per te si innalzano i trofei;
Gioisci, per te soccombono i nemici;
Gioisci, salute per il mio corpo;
Gioisci, salvezza per la mia anima;
Gioisci, o Sposa Semprevergine!

A Te, o Madre di Dio, che guidasti la nostra difesa, innalziamo l’inno della vittoria e della riconoscenza, per essere stata salvati da terribili sciagure. Tu, dunque, nella tua potenza invincibile, liberaci da ogni sorta di pericoli, cosicché a Te si esclami: Gioisci, o Sposa Semprevergine!

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OVERWEGING VAN DE WEEK : GELOVEN (Kierkegaard)

GELOVEN….

 

Is eigenlijk voortgaan langs de weg, waar alle menselijke wegwijzers wijzen : terug,terug,terug.

De weg is bovendien nog smal (….) en duister, ja hij is niet alleen duister, aardeduister, maar hij is als een donkere weg, waar een verwarrende lichtschijn de duisternis nog groter maakt – de verwarrende lichtschijn bestaat juist hierin dat alle menselijke wegwijzers het tegenovergestelde aanwijzen.

 

GELOOF…..

 

Is in het Nieuwe Testament geen bepaling, die ligt in de sfeer van het intellectuele, maar is een ethische bepaling, het betekent de persoonlijke verhouding tussen God en mens. Er wordt daarom van het geloof gevraagd (als uitdrukking van overgave), om te geloven tegen het verstand in, om te geloven ofschoon men niet kan zien (allemaal persoonlijke bepalingen, ethisch). De apostel spreekt van een gehoorzaamheid des geloofs. Het geloof wordt op de proef gesteld, wordt beproefd enzovoort…

De verwarring in het geloofsbegrip komt vooral van de alexandrijnen. Zo heeft Augustinus het verward door zijn begrip ‘geloof’ precies eender als Plato (in ‘de staat’) op te vatten.

 

HET GELOOF – ‘DE GRONDEN’…

 

Als stelling moet men voorop zetten : ‘het geloof’ kan niet begrepen worden, hoogstens kan men begrijpen, dat het niet begrepen kan worden’ – zo ook : ‘voor iets, dat onvoorwaardelijk is kunnen geen gronden worden aangehaald, hoogstens kan men gronden aangeven, waarom er geen gronden kunnen wotrden aangehaald’

 

 

S. KIERKEGAARD  (Kierkegaard : een keuze uit zijn dagboeken,

1957, Het Spectrum, pp.137,141vv)

La divina liturgia di san Giovanni Crisostomo 


 

LA DIVINA LITURGIA

DI

SAN GIOVANNI CRISOSTOMO

 

Il Diacono: Benedici, signore.

Il Sacerdote, elevando il s. Vangelo e facendo con esso un segno di croce, ad alta voce dice:

Benedetto il regno del Padre, del Figlio e dello Spirito Santo, ora e sempre, e nei secoli dei secoli.

Il Coro: Amìn.

Quindi il Diacono dice le invocazioni di pace, mentre i Cori cantano alternativamente, con ogni devozione: Kyrie, eleison.

In pace preghiamo il Signore.

Per la pace che viene dall’alto e per la salvezza delle anime nostre, preghiamo il Signore.

Per la pace del mondo intero, per la prosperità delle Sante Chiese di Dio e per l’unione di tutti, preghiamo il Signore.

Per questa santa dimora, e per coloro che vi entrano con fede, pietà e timor di Dio, preghiamo il Signore.

Per il nostro beatissimo Patriarca (o piissimo Metropolita, o Arcivescovo, o Vescovo) N., per il venerabile presbiterio e per il diaconato in Cristo, per tutto il clero e il popolo, preghiamo il Signore.

Per i nostri Governanti e per le Autorità civili e militari, preghiamo il Signore.

 

Per questa città (o santo monastero, o paese), per ogni città e paese, e per i fedeli che vi abitano, preghiamo il Signore.

Per la salubrità del clima, per l’abbondanza dei frutti della terra e per tempi di pace, preghiamo il Signore.

Per i naviganti, i viandanti, i malati, i sofferenti, i prigionieri, e per la loro salvezza, preghiamo il Signore.

Per essere liberati da ogni afflizione, flagello, pericolo e necessità, preghiamo il Signore.

Soccorrici, salvaci, abbi pietà di noi e custodiscici, o Dio, con la tua grazia.

Facendo memoria della tuttasanta, immacolata, benedetta, gloriosa Signora nostra, Genitrice di Dio e sempre vergine Maria, insieme con tutti i Santi, raccomandiamo noi stessi, gli uni gli altri, e tutta la nostra vita a Cristo Dio.

Il Coro: A te, o Signore.

Preghiera della prima Antifona, sommessamente.

Signore Dio nostro, la cui potenza è incomparabile, la misericordia immensa e l’amore per gli uomini ineffabile: tu, o Sovrano, per la tua clemenza volgi lo sguardo su di noi e sopra questa santa dimora, e largisci a noi e a quanti pregano con noi copiose le tue misericordie e la tua pietà.

A voce alta: Poiché ogni gloria, onore e adorazione si addice a Te, Padre, Figlio e Spirito Santo, ora e sempre, e nei secoli dei secoli.

Il Coro: Amìn.

I Cori cantano la prima antifona, o il primo salmo dei Tipici, secondo la prescrizione rituale. Durante il canto, il Diacono, fatto un inchino profondo, si sposta e va a collocarsi davanti all’lcone della Genitrice di Dio, rivolto verso quella del Cristo, tenendo l’Orarion con tre dita della destra.

Al termine dell’Antifona, ritornato al posto consueto, fatto un inchino profondo, dice:

Ancora preghiamo in pace il Signore.

Il Coro: Kyrie, eleison.

 

Soccorrici, salvaci, abbi pietà di noi e custodiscici, o Dio, con la tua grazia.

Il Coro: Kyrie, eleison.

Facendo memoria della tuttasanta, immacolata, benedetta, gloriosa Signora nostra, Genitrice di Dio e sempre Vergine Maria, insieme con tutti i Santi, raccomandiamo noi stessi, gli uni gli altri, e tutta la nostra vita a Cristo Dio. Il Coro: A te, o Signore.

Preghiera della seconda Antifona, sommessamente.

Signore, Dio nostro, salva il tuo popolo e benedici la tua eredità ; custodisci in pace tutta quanta la tua Chiesa, santifica coloro che amano il decoro della tua dimora ; tu, in cambio, glorificali con la tua divina potenza e non abbandonare noi che speriamo in te.

A voce alta: Poiché tua è la potenza, il regno, la forza e la gloria, Padre, Figlio e Spirito Santo, ora e sempre, e nei secoli dei secoli.

Il Coro: Amìn.

I Cori cantano la seconda Antifona o il secondo salmo dei Tipici. ll Diacono si comporta come durante la prima Antifona.

Alla fine dell’Antifona, o del salmo dei tipici, si aggiunge:

O unigenito Figlio e Verbo di Dio, che pur essendo immortale, hai accettato per la nostra salvezza d’incarnarti nel seno della santa Genitrice di Dio e sempre vergine Maria: Tu, che senza mutamento, ti sei fatto uomo e fosti crocifisso, o Cristo Dio, con la tua morte calpestando la morte ; Tu, che sei uno della Trinità santa, glorificato con il Padre e con lo Spirito Santo, salvaci.

Al termine dell’lnno O unigenito Figlio, il Diacono dice la piccola litania:

Ancora preghiamo in pace il Signore.

Il Coro: Kyrie, eleison.

Soccorrici, salvaci, abbi pietà di noi e custodiscici, o Dio, con la tua grazia.

Il Coro: Kyrie, eleison.

 

Facendo memoria della tuttasanta, immacolata, benedetta, gloriosa Signora nostra, Genitrice di Dio e sempre vergine Maria, insieme con tutti i Santi, raccomandiamo noi stessi, gli uni gli altri, e tutta la nostra vita a Cristo Dio.

Il Coro: A te, o Signore.

Il Diacono entra nel s. vima per la porta sud.

Preghiera della terza Antifona, sommessamente.

Tu che ci hai concesso la grazia di pregare insieme unendo le nostre voci, Tu che hai promesso di esaudire le suppliche anche di due o tre uniti nel tuo nome ; Tu, anche ora, esaudisci le richieste dei tuoi servi a loro bene, e concedi nella vita presente la conoscenza della tua verità, e nel secolo futuro la vita eterna.

A voce alta: Poiché tu sei Dio buono e amico degli uomini, e noi rendiamo gloria a Te, Padre, Figlio e Spirito Santo, ora e sempre, e nei secoli dei secoli.

Il Coro: Amìn.

Mentre i Cori cantano la terza Antifona, o i Macarismi, giunti al Gloria, il Sacerdote e il Diacono fanno tre profondi inchini davanti alla s. Mensa. Si aprono le Porte sante.

Il Sacerdote, preso il s. Vangelo, lo consegna al Diacono. Escono dalla porta Nord, preceduti dai ceroferari e fanno il piccolo Introito mentre il Coro canta uno o più Apolitikia.

Stando al posto consueto, ambedue chinano la testa. Il Diacono dice sottovoce: Preghiamo il Signore. Il Sacerdote recita la seguente preghiera.

Preghiera dell’Introito. Sommessamente.

Sovrano Signore, Dio nostro, che hai costituito nei cieli schiere ed eserciti di Angeli ed Arcangeli a servizio della tua gloria, fa che al nostro ingresso si accompagni l’ingresso degli Angeli santi, che con noi celebrino e glorifichino la tua bontà.

Poiché ogni gloria, onore e adorazione si addice a Te, Padre, Figlio e Spirito Santo, ora e sempre, e nei secoli dei secoli. Amìn.

Terminata la preghiera, il Diacono, tenendo l’Oràrion con tre dita, dice al

 

Sacerdote, indicando l’oriente con la destra:

Benedici, signore, il santo ingresso.

Il Sacerdote, benedicendo, dice sommessamente:

Sia benedetto l’ingresso dei tuoi Santi in ogni tempo, ora e sempre, e nei secoli dei secoli. Amìn.

Quindi il Diacono porge a baciare il s. Vangelo al Sacerdote, mentre egli bacia la mano del Sacerdote stesso.

Al termine del Doxasticòn dei Macarismì o della terza Antifona, il Diacono, stando nel mezzo, davanti al Sacerdote, solleva le mani mostrando il s. Vangelo e facendo con esso il segno della croce, dice a voce alta:

Sapienza! In piedi!

E si canta l’Isodikòn:

Venite, adoriamo e prostriamoci davanti a Cristo. O Figlio di Dio, ammirabile nei Santi (Se è Domenica, si dice: …che sei risorto dai morti), salva noi che a te cantiamo: Alliluia.

Nelle feste del Signore si canta l’Isodikòn della Festa.

Quindi fatto un inchino profondo, entrano nel s. Vima attraverso le Porte regie, e il Diacono depone il s. Vangelo sopra la s. Mensa.

I Cantori dicono i consueti Tropari, mentre il Sacerdote recita la seguente preghiera.

Preghiera dell’Inno Trisagio. Sommessamente.

Dio santo, che dimori nel santuario e sei lodato con l’inno trisagio dai Serafini e glorificato dai Cherubini e adorato da tutte le Potestà celesti: Tu, che dal nulla hai tratto all’essere tutte le cose, che hai creato l’uomo a tua immagine e somiglianza, adornandolo di tutti i tuoi doni ; Tu, che dài sapienza e prudenza a chi te ne chiede e non disprezzi il peccatore, ma hai istituito la penitenza a salvezza ; Tu, che hai reso noi, miseri e indegni tuoi servi, degni di stare anche in quest’ora dinanzi alla gloria del tuo santo altare e di offrirti l’adorazione e la glorificazione a te dovuta: Tu stesso, o Sovrano, accetta anche dalle labbra di noi peccatori l’inno trisagio, e volgi nella tua bontà lo sguardo su di noi.

Perdonaci ogni colpa volontaria ed involontaria: santifica le anime nostre e i nostri corpi, e concedici di renderti santamente il culto tutti i giorni della nostra vita, per l’intercessione della santa Genitrice di Dio e di tutti i Santi, che sin dal principio dei secoli ti furono accetti.

Giunti i cantori all’ultimo Tropario, il Diacono, piegando la testa e tenendo l’Oràrion in mano con tre dita, dice al Sacerdote:

Benedici, signore, il tempo del Trisagion.

E il Sacerdote, segnandolo con la croce, dice a voce alta:

Poiché tu sei santo, o Dio nostro, e noi rendiamo gloria a te, Padre, Figlio e Spirito Santo, ora e sempre.

Il Diacono viene vicino alle s. Porte, e prosegue dicendo ad alta voce, rivolgendosi a quelli di fuori:

E nei secoli dei secoli.

Il Coro: Amìn. E si canta l’inno trisagio.

Santo Dio, Santo Forte, Santo Immortale, abbi pietà di noi (tre volte).

Gloria al Padre, al Figlio e allo Spirito Santo, ora e sempre, e nei secoli dei secoli. Amìn.

Santo Immortale, abbi pietà di noi.

Il Diacono: Più forte!

Il Coro: Santo Dio, Santo Forte, Santo Immortale, abbi pietà di noi.

In alcune feste, invece del Trisagio, si canta:

Quanti siete stati battezzati in Cristo, di Cristo vi siete rivestiti. Alliluia.

Nella terza Domenica della santa e grande Quaresima e nella festa dell’universale Esaltazione della preziosa e vivificante Croce, si canta:

Adoriamo la tua Croce, o Sovrano, e glorifichiamo la tua santa Risurrezione.

Mentre si canta il Trisagio, anche il Sacerdote e il Diacono lo recitano, accompagnandolo con tre inchini profondi davanti alla s. Mensa.

Quindi il Diacono dice, rivolto al Sacerdote:

 

Comanda, signore.

Si recano al Trono. Nell’andare, il Sacerdote dice:

Benedetto colui che viene nel nome del Signore.

Il Diacono: Benedici, signore, la superna Cattedra.

Il Sacerdote: Benedetto sei Tu, sul trono di gloria del tuo regno, assiso sui Cherubini, in ogni tempo, ora e sempre, e nei secoli dei secoli. Amìn.

Al termine del Trisagio, il Diacono si porta davanti alle Porte sante e dice:

Stiamo attenti!

Il Lettore recita i versetti del Prokìmenon.

Il Diacono: Sapienza!

Il Lettore dice il titolo della lezione dell’Apostolo.

Il Diacono: Stiamo attenti.

Terminata la lettura del brano dell’Apostolo, il Sacerdote dice:

Pace a te, che hai letto.

Mentre il Lettore canta l’Alliluia con i versetti, il Diacono, messo l’incenso nel turibolo, si avvicina al Sacerdote e ne riceve la benedizione. Tracciata la croce, incensa tutto intorno la s. Mensa, il Santuario, le sacre Iconi ed il Sacerdote.

Il Sacerdote, stando davanti alla s. Mensa, dice sommessamente la seguente preghiera:

Preghiera prima del Vangelo

O Signore, amico degli uomini, fa risplendere nei nostri cuori la pura luce della tua di

vina conoscenza, e apri gli occhi della nostra mente all’intelligenza dei tuoi insegnamenti evangelici. lnfondi in noi il timore dei tuoi santi comandamenti, affinché, calpestati i desideri carnali, noi trascorriamo una vita spirituale, meditando ed operando tutto ciò che sia di tuo gradimento. Poiché tu sei la luce delle anime e dei corpi nostri, o Cristo Dio, e noi rendiamo gloria a te insieme con il tuo eterno Padre e il tuo Spirito santissimo, buono e vivificante, ora e sempre, e nei secoli dei secoli. Amìn.

Il Diacono, deposto il turibolo, si accosta al Sacerdote e, piegando la testa, prende il s. vangelo dalle mani del Sacerdote e, tenendo l’Oràrion con la punta delle dita, dice:

Benedici, signore, colui che va ad annunziare il Vangelo del santo glorioso Apostolo ed Evangelista N. (Matteo, o Marco, o Luca, o Giovanni).

Il Sacerdote, segnandolo con la croce, dice:

Dio, per intercessione dell’ Apostolo ed Evangelista N., ti conceda di annunziare con grande efficacia la sua parola, in adempimento del Vangelo del suo diletto Figlio e Signore nostro, Gesù Cristo.

Il Diacono conclude: Amìn. Quindi, facendo una metania, prende il vangelo e, preceduto dai ceroferari, esce dalle Porte Sante recandosi all’ambone o neI luogo stabilito.

ll Sacerdote, stando davanti alla s. Mensa, rivolto verso occidente, dice ad alta voce:

Sapienza! In piedi! Ascoltiamo il santo Vangelo. Pace a tutti.

Il Coro: E al tuo spirito.

Il Diacono: Lettura del santo Vangelo secondo N. (Matteo, o Marco, o Luca, o Giovanni).

Il Coro: Gloria a te, o Signore, gloria a te.

Il Sacerdote: Stiamo attenti!

Terminato il Vangelo, il Coro dice: Gloria a te, o Signore, gloria a te.

Il Diacono si reca fino alle Porte sante e consegna al Sacerdote il s. vangelo. Questi nel prenderlo dice al Diacono:

Pace a te, che hai annunciato la buona novella.

Baciando il s. Vangelo e tracciando con esso un segno di croce verso il

popolo, lo depone sulla s. Mensa.

Nuovamente si chiudono le Porte sante.

Il Diacono, stando al suo consueto posto, dice la grande Litania, mentre i due Cori cantano, alternativamente, con ogni devozione: Kyrie, eleison (tre volte).

Diciamo tutti con tutta l’anima, e con tutta la nostra mente diciamo:

Signore onnipotente, Dio dei Padri nostri, ti preghiamo, esaudiscici ed abbi pietà.

Abbi pietà di noi, o Dio, secondo la tua grande misericordia ; noi ti preghiamo, esaudiscici ed abbi pietà.

Preghiera della grande supplica. Sommessamente.

Signore, nostro Dio, accetta dai tuoi servi questa insistente supplica ed abbi pietà di noi secondo l’abbondanza della tua misericordia, e fa discendere i tuoi benefici su di noi e su tutto il tuo popolo, che da te attende copiosa misericordia.

Preghiamo ancora per il nostro beatissimo Patriarca N. (o per il nostro piissimo Metropolita, o Arcivescovo, o Vescovo) e per il venerato presbiterio.

Preghiamo per i nostri fratelli, sacerdoti, ieromonaci, diaconi, ierodiaconi e monaci, e per tutti i nostri fratelli in Cristo.

Preghiamo ancora per implorare sui servi di Dio, che dimorano in questa città (o paese) (o sui fratelli di questo santo monastero) misericordia, vita, pace, sanità, salvezza, protezione, perdono e remissione dei peccati.

Preghiamo ancora per i beati e indimenticabili fondatori di questa santa chiesa (o monastero), e per tutti i padri e fratelli nostri defunti, che qui piamente riposano, e per gli ortodossi di tutto il mondo.

Preghiamo ancora per coloro che presentano offerte e operano il bene in questo santo e venerato tempio, e per coloro che qui prestano servizio e cantano, e per tutto il popolo qui presente che da te attende grande e copiosa misericordia.

A voce alta: Poiché tu sei Dio misericordioso e amico degli uomini, e noi rendiamo gloria a te: Padre, Figlio e Spirito Santo, ora e sempre, e nei secoli

dei secoli.

Il Coro: Amìn.

Il Diacono dice, mentre i cori rispondono, alternativamente: Kyrie, eleison.

Catecumeni, pregate il Signore.

Fedeli, preghiamo per i catecumeni.

Affinché il Signore abbia misericordia di loro.

Li istruisca nella parola della verità.

Riveli loro il Vangelo della giustizia.

Li unisca alla sua santa Chiesa, cattolica e apostolica.

Salvali, abbi pietà di loro, soccorrili e custodiscili, o Dio, con la tua grazia.

Catecumeni, chinate il vostro capo al Signore.

Il Coro: A te, o Signore.

Preghiera dei catecumeni, detta sommessamente dal Sacerdote, prima di dispiegare l’Iletòn:

Signore, Dio nostro, che abiti nel più alto dei cieli e riguardi alle più umili creature, che per la salute del genere umano mandasti l’unigenito tuo Figlio e Dio, il nostro Signore Gesù Cristo, rivolgi lo sguardo sui tuoi servi catecumeni, che a te hanno chinato il loro capo, e rendili degni, nel tempo propizio, del lavacro della rigenerazione, della remissione dei peccati e della veste dell’incorruttibilità ; uniscili alla tua santa Chiesa, cattolica ed apostolica, e annoverali tra l’eletto tuo gregge.

A voce alta: Affinché, insieme con noi, anch’essi glorifichino l’onorabilissimo e magnifico tuo nome, Padre, Figlio e Spirito Santo, ora e sempre, e nei secoli dei secoli.

Il Coro: Amìn.

Il Sacerdote dispiega l’Iletòn.

Il Diacono: Catecumeni, uscite tutti! Catecumeni, uscite! Tutti voi catecumeni, uscite! Non rimanga nessun catecumeno. Tutti noi fedeli, ancora preghiamo in pace il Signore.

Il Coro: Kyrie, eleison.

Soccorrici, salvaci, abbi pietà di noi e custodiscici, o Dio, con la tua grazia.

Il Coro: Kyrie, eleison.

Sapienza!

Prima preghiera dei fedeli, detta sommessamente dal Sacerdote, dopo aver dispiegato l’Iletòn:

Rendiamo grazie a Te, o Dio delle Potestà, che ci degni del favore di stare anche ora davanti al tuo santo altare e d’implorare prostrati le tue misericordie per i nostri peccati e per le mancanze del popolo. Accogli, o Dio, la nostra preghiera. Rendici degni di offrirti preci, suppliche e sacrifici incruenti per tutto il tuo popolo ; e rendi capaci noi, ai quali hai affidato questo tuo ministero per la potenza dello Spirito Santo, d’invocarti in ogni tempo ed in ogni luogo, senza condanna e senza colpa con la pura testimonianza della nostra coscienza: ascoltaci e sii a noi propizio nell’immensa tua bontà.

A voce alta: Poiché ogni gloria, onore, e adorazione si addice a Te: Padre, Figlio e Spirito Santo, ora e sempre, e nei secoli dei secoli.

Il Coro: Amìn.

Il Diacono: Ancora preghiamo in pace il Signore.

Il Coro: Kyrie, eleison.

Soccorrici, salvaci, abbi pietà di noi e custodiscici, o Dio, con la tua grazia.

Il Coro: Kyrie, eleison.

Sapienza!

Seconda Preghiera dei fedeli, detta sommessamente dal Sacerdote:

Di nuovo e più volte ci prostriamo dinanzi a te e ti preghiamo, o buono e amico degli uomini, affinché Tu, riguardando benigno alla nostra preghiera, purifichi le anime nostre e i nostri corpi da ogni impurità della carne e dello spirito, e ci conceda di stare, liberi da colpa e da condanna, davanti al tuo santo altare. Dona, o Dio, anche a quelli che pregano con noi il progresso nella vita, nella fede e nell’intelligenza spirituale. Concedi loro che ti servano sempre con timore ed amore, e partecipino senza colpa e senza condanna ai tuoi santi misteri e siano resi degni del tuo celeste regno.

A voce alta: Affinché, custoditi sempre dalla tua potenza, rendiamo gloria a Te: Padre, Figlio e Spirito Santo, ora e sempre, e nei secoli dei secoli.

Il Coro: Amìn.

Il Diacono entra nel sacro vima per il lato Nord e si aprono le sante Porte.

Il primo Coro incomincia a cantare lentamente e melodiosamente l’Inno Cherubico:

Noi che misticamente raffiguriamo i Cherubini, e alla Trinità vivificante cantiamo l’inno trisagio, deponiamo ogni mondana preoccupazione.

Mentre si canta l’Inno Cherubico, il Sacerdote dice sommessamente la seguente preghiera.

Preghiera dell’Inno Cherubico

Nessuno che sia schiavo di desideri e di passioni carnali è degno di presentarsi o di avvicinarsi o di offrire sacrifici a Te, Re della gloria, poiché il servire Te è cosa grande e tremenda anche per le stesse Potenze celesti. Tuttavia, per l’ineffabile e immenso tuo amore per gli uomini, ti sei fatto uomo senza alcun mutamento e sei stato costituito nostro sommo Sacerdote, e, quale Signore dell’universo, ci hai affidato il ministero di questo liturgico ed incruento sacrificio. Tu solo infatti, o Signore Dio nostro, imperi sovrano sulle creature celesti e terrestri, tu che siedi su un trono di Cherubini, Tu che sei Signore dei Serafini e Re di Israele, Tu che solo sei santo e dimori nel santuario. Supplico dunque Te, che solo sei buono e pronto ad esaudire: volgi il tuo sguardo su di me peccatore e inutile tuo servo, e purifica la mia anima e il mio cuore da una coscienza cattiva ; e, per la potenza del tuo Santo Spirito, fa che io, rivestito della grazia del sacerdozio, possa stare dinanzi a questa tua sacra mensa e consacrare il tuo corpo santo ed immacolato e il sangue tuo prezioso. A Te mi appresso, inchino il capo e ti prego: non distogliere da me il tuo volto e non mi respingere dal numero dei tuoi servi, ma concedi che io, peccatore e indegno tuo servo, ti offra questi doni. Tu infatti, o Cristo Dio nostro, sei l’offerente e l’offerto, sei colui che riceve i doni e che in dono ti dai, e noi ti rendiamo gloria insieme con il tuo Padre senza principio, e il santissimo, buono e vivificante tuo Spirito, ora e sempre, e nei secoli dei secoli. Amìn.

Durante il canto dell’Inno Cherubico, il Diacono, preso il turibolo, vi mette l’incenso e, tracciata una croce, si avvicina al Sacerdote. Presane la benedizione , incensa intorno la s. Mensa, tutto il Santuario, iI Sacerdote, infine le sacre Iconi e tutto il popolo. Recita il salmo 50 e i tropari penitenziali a sua scelta. Rientrato nel santuario, depone il turibolo.

Quindi il Sacerdote e il Diacono recitano l’Inno Cherubico davanti alla s. Mensa.

Il Sacerdote: Noi che misticamente raffiguriamo i Cherubini, e alla Trinità vivificante cantiamo l’inno trisagio, deponiamo ogni mondana preoccupazione.

Il Diacono: Affinché possiamo accogliere il Re dell’universo, scortato invisibilmente dalle angeliche schiere. Alliluia, alliluia, alliluia.

Baciano poi la s. Mensa e, fatto un nuovo inchino profondo, rivolti al popolo chinano le loro teste. E così, precedendo il Diacono, vanno alla Pròtesi. Il Diacono incensa i s. Doni recitando tra se stesso tre volte: O Dio, sii propizio a me peccatore e abbi pietà di me. Dice poi, rivolto al Sacerdote: Eleva, o signore. Il Sacerdote prende l’Aìr e ponendolo suIle spalle del Diacono, dice:

Elevate le vostre mani verso le cose sante e benedite il Signore.

Quindi preso il s. Disco, ricoperto dal velo, lo pone sulla testa del Diacono con ogni attenzione e riverenza ; il Diacono regge con un dito anche il turibolo. Il Sacerdote prende il s. Calice tra le mani. Escono per il lato Nord, preceduti dai ceroferari. Girano processionalmente nel Tempio, facendo il grande Introito e dicendo:

Il Signore Dio si ricordi di tutti noi nel suo regno in ogni tempo, ora e sempre, e nei secoli dei secoli.

Il Coro: Amìn.

Il Coro, completa l’Inno Cherubico:

Affinché possiamo accogliere il Re dell’universo, scortato invisibilmente dalle angeliche

schiere. Alliluia, alliluia, alliluia.

Il Diacono, entrando per le s. Porte, si ferma sulla destra e, mentre il Sacerdote sta per entrare, gli dice:

Il Signore Dio si ricordi del tuo sacerdozio nel suo regno in ogni tempo, ora e sempre, e nei secoli dei secoli.

Ed il Sacerdote a lui:

Il Signore Dio si ricordi del tuo diaconato (o ierodiaconato) nel suo regno, ora e sempre, e nei secoli dei secoli.

Il Sacerdote depone il s. Calice sulla sacra Mensa e, preso il s. Disco dalla testa del Diacono, lo colloca sul lato destro della Mensa.

Nuovamente si chiudono le s. Porte e la tenda.

Il Sacerdote quindi, tolti i veli dal s. Disco e dal s. Calice, li colloca in un canto della s. Mensa. Prende poi l’Aìr dalle spalle del Diacono, e, incensatolo, ricopre i s. Doni, dicendo:

Giuseppe d’Arimatea, deposto dalla croce l’intemerato tuo corpo, lo involse in una candida sindone con aromi e, resigli i funebri onori, lo pose in un sepolcro nuovo.

Prende il turibolo dalle mani del Diacono e incensa i s. Doni tre volte, dicendo:

Allora offriranno vitelli sul tuo altare (tre volte).

Restituito il turibolo, abbassa il Felònion e, chinata la testa, dice al Diacono:

Ricordati di me, fratello e concelebrante.

Ed il Diacono a lui:

Il Signore Dio si ricordi del tuo sacerdozio nel suo regno.

E il Sacerdote al Diacono:

Prega per me, o mio concelebrante.

Il Diacono: Lo Spirito Santo discenderà su di te e la potenza dell’Altissimo ti adombrerà.

Il Sacerdote: Lo stesso Spirito concelebrerà con noi tutti i giorni di nostra vita.

Il Diacono, chinando anche egli il capo mentre regge l’Oràrion con tre dita della destra, dice al Sacerdote:

Ricordati di me, signore santo.

Il Sacerdote: Il Signore Dio si ricordi di te nel suo regno in ogni tempo, ora e sempre, e nei secoli dei secoli.

Il Diacono, detto Amìn, bacia la destra del Sacerdote ed esce. Dal posto consueto, dice:

Compiamo la nostra preghiera al Signore.

I Cori alternativamente: Kyrie, eleison.

Per i preziosi doni offerti, preghiamo il Signore.

Per questa santa dimora, e per coloro che vi entrano con fede, pietà e timor di Dio, preghiamo il Signore.

Per essere liberati da ogni afflizione, flagello, pericolo e necessità, preghiamo il Signore.

Preghiera dell’Offerta, detta sommessamente dal Sacerdote, dopo la deposizione dei Doni divini sulla s. Mensa:

Signore, Dio onnipotente, tu che solo sei santo e accetti il sacrificio di lode da coloro che

t’invocano con tutto il cuore, accogli anche la preghiera di noi peccatori, e fa che giunga al tuo santo altare. Rendici atti ad offrirti doni e sacrifici spirituali per i nostri peccati e per le mancanze del popolo. Dégnati di farci trovare grazia al tuo cospetto, affinché ti sia accetto il nostro sacrificio, e lo Spirito buono della tua grazia scenda su di noi, su questi doni qui presenti e su tutto il tuo popolo.

Soccorrici, salvaci, abbi pietà di noi e custodiscici, o Dio, con la tua grazia.

Il Coro: Kyrie, eleison.

Chiediamo al Signore che l’intero giorno sia perfetto, santo, tranquillo e senza peccato.

I Cori alternativamente: Concedi, o Signore.

Chiediamo al Signore un angelo di pace, guida fedele, custode delle anime nostre e dei nostri corpi.

Chiediamo al Signore la remissione e il perdono dei nostri peccati e delle nostre colpe.

Chiediamo al Signore ogni bene, utile alle anime nostre, e la pace per il mondo.

Chiediamo al Signore la grazia di trascorrere il resto della nostra vita nella pace e nella penitenza.

Chiediamo una morte cristiana, serena, senza dolore e senza rimorso, e una valida difesa dinanzi al tremendo tribunale di Cristo.

Facendo memoria della tuttasanta, immacolata, benedetta, gloriosa Signora nostra, Genitrice di Dio e sempre vergine Maria, insieme con tutti i Santi, raccomandiamo noi stessi, gli uni gli altri, e tutta la nostra vita a Cristo Dio.

Il Coro: A te, o Signore.

Il Sacerdote, a voce alta: Per la misericordia del tuo unigenito Figlio, con il quale sei benedetto insieme con il santissimo, buono e vivificante tuo Spirito, ora e sempre, e nei secoli dei secoli.

Il Coro: Amìn.

Il Sacerdote: Pace a tutti.

Il Coro: E al tuo spirito.

Il Diacono: Amiamoci gli uni gli altri, affinché in unità di spirito, professiamo la nostra fede.

Il Coro: Nel Padre, nel Figlio e nello Spirito Santo: Trinità consustanziale e indivisibile.

Il Sacerdote fa tre inchini e dice sommessamente:

Ti amerò, o Signore, mia forza ; il Signore è mio sostegno, mio rifugio e mio liberatore.

Bacia quindi i s. Doni, così come sono ricoperti, prima il s. Disco, poi il s. Calice e la s. Mensa davanti a Iui. Parimenti anche il Diacono fa tre inchini profondi, nel luogo dove sta, e bacia il suo Oràrion dove è il segno della

croce e poi dice a voce alta:

Le porte! Le porte! Con sapienza stiamo attenti.

Si apre la tenda.

Il Sacerdote, sollevando l’Aìr e dispiegandolo sopra i Doni, lo agita.

Il popolo, o, com’è d’uso, colui che presiede, recita:

Credo in un solo Dio Padre, onnipotente Creatore del cielo e della terra, di tutte le cose visibili e invisibili. E in un solo Signore, Gesù Cristo, unigenito Figlio di Dio, nato dal Padre prima di tutti i secoli; Luce da Luce, Dio vero da Dio vero; generato, non creato; consustanziale al Padre; per mezzo di lui tutte le cose sono state create. Per noi uomini e per la nostra salvezza discese dal cielo; e per opera dello Spirito Santo si è incarnato nel seno della vergine Maria e si è fatto uomo. Fu pure crocifisso per noi sotto Ponzio Pilato, e patì efu sepolto e il terzo giorno è risuscitato, secondo le Scritture. È salito al cielo e siede alla destra del Padre. E di nuovo verrà, nella gloria, per giudicare i vivi e i morti: e il suo regno non avrà fine. E nello Spirito Santo, che è Signore e dà la vita, e procede dal Padre e con il Padre e il Figlio è adorato e glorificato: e ha parlato per mezzo dei profeti. In una, santa, cattolica e apostolica Chiesa. Professo un solo battesimo per il perdono dei peccati. Aspetto la resurrezione dei morti e la vita dell’era ventura. Amìn.

Il Diacono: Stiamo con devozione, stiamo con timore attenti ad offrire in pace la santa oblazione.

Il Coro: Offerta di pace, sacrificio di lode.

Il Diacono fa un inchino profondo ed entra nel s. vima per il lato Sud.

Il Sacerdote, tolto l’Aìr dai santi Doni, lo depone in disparte; poi si rivolge al popolo e dice a voce alta:

La grazia del nostro Signore Gesù Cristo, l’amore di Dio Padre e la comunione dello Spirito Santo siano con tutti voi (e benedice il popolo).

Il Coro: E con il tuo spirito.

Il Sacerdote, alzando le mani, prosegue ad alta voce:

Innalziamo i nostri cuori.

Il Coro: Sono rivolti al Signore.

Il Sacerdote, volgendosi verso oriente, dice:

Rendiamo grazie al Signore.

Il Coro: È cosa buona e giusta adorare il Padre, il Figlio e lo Spirito Santo: Trinità consustanziale e indivisibile.

Mentre il Diacono agita con devozione il Ripidio sopra i sacri Doni, il Sacerdote prega sommessamente:

È degno e giusto celebrarti, benedirti, lodarti, ringraziarti, adorarti in ogni luogo del tuo dominio. Poiché tu sei il Dio ineffabile, inconcepibile, invisibile, incomprensibile, sempre esistente e sempre lo stesso: Tu e il tuo unigenito Figlio e il tuo Santo Spirito. Tu dal nulla ci hai tratti all’esistenza e, caduti, ci hai rialzati ; e nulla hai tralasciato di fare fino a ricondurci al cielo e a donarci il futuro tuo regno. Per tutti questi beni rendiamo grazie a te, all’unigenito tuo Figlio e al tuo Santo Spirito, per tutti i benefici a noi fatti che conosciamo e che non conosciamo, palesi ed occulti. Ti rendiamo grazie altresì per questo sacrificio, che ti sei degnato di ricevere dalle nostre mani, sebbene ti stiano dinanzi migliaia di Arcangeli e miriadi di Angeli, i Cherubini e i Serafini dalle sei ali e dai molti occhi, sublimi, alati,

Prosegue quindi ad alta voce:

i quali cantano l’inno della vittoria, esclamando e a gran voce dicendo:

In questo momento iI Diacono prende l’Asterisco dal s. Disco, traccia sopra di esso un segno di croce e, baciandolo, lo pone in disparte.

Il Coro: Santo, Santo, Santo, il Signore dell’universo: il cielo e la terra sono pieni della tua gloria. Osanna nell’alto dei cieli. Benedetto colui che viene nel nome del Signore. Osanna nell’alto dei cieli.

Il Sacerdote prega sommessamente:

Noi pure, o Signore, amico degli uomini, con queste beate Potenze esclamiamo e diciamo: Sei santo, tutto santo,Tu e il tuo unigenito Figlio e il tuo Santo Spirito. Sei santo, tutto santo e magnifica è la tua gloria. Tu hai amato il mondo a tal segno da dare l’unigenito tuo Figlio, affinché chiunque crede in Lui non perisca, ma abbia la vita eterna. Egli, compiendo con la sua venuta tutta l’economia di salvezza a nostro favore, nella notte in cui veniva tradito, o, piuttosto, consegnava se stesso per la vita del mondo, prese il pane nelle sue mani sante, innocenti e immacolate, e, dopo aver rese grazie, lo benedisse (e

benedice), lo santificò, lo spezzò e lo diede ai suoi santi discepoli e apostoli, dicendo:

II Sacerdote, a capo chino, alzando con riverenza la destra, mentre il Diacono indica il s. Disco e regge l’Oràrion con tre dita della destra:

Prendete, mangiate: questo è il mio Corpo, che per voi viene spezzato in remissione dei peccati.

Il Coro: Amìn.

Quindi segna con la croce il s. Calice, dicendo sommessamente:

Similmente anche il calice, dopo che ebbe cenato, dicendo:

Piegando la testa, con la mano sollevata, con riverenza, dice a voce alta, mentre il Diacono gli indica il s. Calice e regge l’Oràrion con tre dita della destra:

Bevetene tutti: questo è il mio Sangue, del Nuovo Testamento, che viene sparso per voi e per molti in remissione dei peccati.

Il Coro: Amìn.

Il Sacerdote prega sommessamente:

Memori dunque di questo precetto del Salvatore e di tutto ciò che è stato compiuto per noi: della croce, della sepoltura, della resurrezione al terzo giorno, dell’ascensione ai cieli, della sua presenza alla destra del Padre, della seconda e gloriosa venuta.

Ad alta voce: Gli stessi doni, da Te ricevuti, a Te offriamo in tutto e per tutto.

Il Coro: A Te inneggiamo, Te benediciamo, Te ringraziamo, o Signore, e Ti supplichiamo, o Dio nostro.

Il Sacerdote prega sommessamente:

Ancora ti offriamo questo culto spirituale e incruento; e ti invochiamo e ti preghiamo, e ti supplichiamo: manda il tuo Spirito Santo su di noi e sopra i Doni qui presenti.

Il Diacono depone il Ripìdion e si accosta al Sacerdote ; ambedue fanno tre inchini profondi davanti alla s. Mensa. Quindi il Diacono, a capo chino,

indicando con l’Oràrion il s. Pane, dice sommessamente:

Benedici, signore, il santo Pane.

Il Sacerdote, rialzando il capo, fa il segno della croce sul s. Pane, dicendo:

E fa di questo Pane il prezioso Corpo del tuo Cristo.

Il Diacono: Amìn.

E di nuovo il Diacono, indicando con l’Oràrion il s. Calice:

Benedici, signore, il santo Calice.

E il Sacerdote, benedicendo, dice:

E fa di ciò che è in questo Calice il prezioso Sangue del tuo Cristo.

Il Diacono: Amìn.

Nuovamente il Diacono, indicando con l’Oràrion ambedue le Specie, dice:

Benedici, signore, ambedue le Cose sante.

E il Sacerdote, benedicendo ambedue le Cose sante, dice:

Trasmutandole per virtù del tuo Santo Spirito.

Il Diacono: Amìn, amìn, amìn.

E dopo aver inchinato il capo al Sacerdote e detto: Ricòrdati di me peccatore, o signore santo, si pone nel luogo dove stava prima, e, preso il Ripìdion, ventila i s. Doni, come prima.

Il Sacerdote prega sommessamente:

Affinché, per coloro che ne partecipano, siano purificazione dell’anima, remissione dei peccati, unione nel tuo Santo Spirito, compimento del regno dei cieli, titolo di fiducia in te e non di giudizio o di condanna.

Ti offriamo inoltre questo culto spirituale per quelli che riposano nella fede: Progenitori, Padri, Patriarchi, Profeti, Apostoli, Predicatori, Evangelisti, Martiri, Confessori, Vergini, e per ogni anima giusta che ha perseverato fino alla fine nella fede.

Preso il turibolo, incensa tre volte la s. Mensa, dicendo ad alta voce:

In modo particolare ti offriamo questo sacrificio per la tuttasanta, immacolata, bene¬

detta, gloriosa Signora nostra, Genitrice di Dio e sempre vergine Maria.

Consegna il turibolo aI Diacono, che incensa intorno alla s. Mensa, e commemora i morti e i vivi che vuole.

Il Coro: È veramente giusto proclamare beata te, o Deipara, che sei beatissima, tutta pura e Madre del nostro Dio. Noi magnifichiamo te, che sei più onorabile dei Cherubini e incomparabilmente più gloriosa dei Serafini, che in modo immacolato partoristi il Verbo di Dio, o vera Genitrice di Dio.

Nelle feste del Signore e della Genitrice di Dio e nelle loro Apòdosi, si canta l’Inno dell’Ode nona.

Il Sacerdote prega sommessamente:

Per il santo profeta e precursore Giovanni Battista, per i santi gloriosi e insigni Apostoli, per il Santo N., di cui celebriamo la memoria, e per tutti i tuoi santi: per le loro preghiere, o Signore, visitaci benevolmente.

Ricordati anche di tutti quelli che si sono addormentati nella speranza della resurrezione per la vita eterna.

Qui il Sacerdote commemora i defunti che vuole.

E fa che riposino ove risplende la luce del tuo volto.

Ancora ti preghiamo: ricordati, o Signore, di tutto l’episcopato ortodosso, che dispensa rettamente la tua parola di verità, di tutto il presbiterio, del diaconato in Cristo e di tutto il clero.

Ancora ti offriamo questo culto spirituale per tutto il mondo, per la Santa Chiesa cattolica e apostolica, per coloro che vivono nella castità e nella santità, per i nostri governanti e per le autorità civili e militari. Concedi loro, o Signore, un governo pacifico, affinché noi pure in questa loro pace trascorriamo piamente e degnamente una vita quieta e tranquilla.

A voce alta: Ricordati in primo luogo, o Signore, del nostro beatissimo Patriarca N., e del nostro piissimo (Metropolita, o Arcivescovo o Vescovo N.), e

concedi alle tue sante Chiese che essi vivano in pace, incolumi, onorati, sani, longevi e dispensino rettamente la tua parola di verità.

Il Diacono, stando davanti alle Porte sante, commemora i vivi. Poi dice a voce alta:

E ricordati, o Signore, di quelli che ciascuno ha in mente, e di tutti e di tutte. Il Coro: E di tutti e di tutte.

Il Sacerdote prega sommessamente:

Ricordati, o Signore, della città (o paese, o monastero) in cui dimoriamo, e di ogni città e paese, e dei fedeli che vi abitano. Ricordati, o Signore, dei naviganti, dei viandanti, dei malati, dei sofferenti, dei prigionieri e della loro salvezza. Ricordati, Signore, di coloro che presentano offerte e si adoperano per il bene delle tue sante Chiese e di quanti si ricordano dei poveri, e largisci su noi tutti la tua misericordia.

A voce alta: E concedici di glorificare e di lodare con una sola voce e con un sol cuore l’onorabilissimo e magnifico tuo nome, Padre, Figlio e Spirito Santo, ora e sempre, e nei secoli dei secoli.

Il Coro: Amìn.

Rivolto quindi al popolo e benedicendolo, dice a voce alta:

E le misericordie del grande Dio e Salvatore nostro Gesù Cristo siano con tutti voi.

Il Coro: E con il tuo spirito.

Il Diacono, preso il permesso dal Sacerdote, esce e dal solito posto dice:

Ricordando tutti i santi, preghiamo ancora in pace il Signore.

I Cori alternativamente: Kyrie, eleison.

Per i preziosi doni offerti e santificati, preghiamo il Signore.

Affinché il misericordioso nostro Dio, accettandoli in odore di soavità spirituale nel suo altare santo, celeste e immateriale, ci mandi in contraccambio la grazia divina e il dono dello Spirito Santo.

Per essere liberati da ogni afflizione, flagello, pericolo e necessità, preghiamo il Signore.

Il Sacerdote prega sommessamente:

A te affidiamo tutta la nostra vita e la nostra speranza, o Signore, amico degli uomini, e ti invochiamo e ti supplichiamo: dégnati di farci partecipare con pura coscienza ai celesti e tremendi misteri di questa sacra e spirituale mensa, per la remissione dei peccati, per il perdono delle colpe, per l’unione nello Spirito Santo, per l’eredità del regno dei cieli, per una maggiore fiducia in te, e non a nostro giudizio o condanna.

Il Diacono: Soccorrici, salvaci, abbi pietà di noi e custodiscici, o Dio, con la tua grazia.

Il Coro: Kyrie, eleison.

Chiediamo al Signore che l’intero giorno sia perfetto, santo, tranquillo e senza peccato.

I Cori, alternativamente: Concedi, o Signore.

Chiediamo al Signore un angelo di pace, guida fedele, custode delle anime nostre e dei nostri corpi.

Chiediamo al Signore la remissione e il perdono dei nostri peccati e delle nostre colpe.

Chiediamo al Signore ogni bene, utile alle nostre anime, e la pace per il mondo.

Chiediamo al Signore la grazia di trascorrere il resto della nostra vita nella pace e nella penitenza.

Chiediamo una morte cristiana, serena, senza dolore e senza rimorso, e una valida difesa dinanzi al tremendo tribunale di Cristo.

Chiedendo l’unità della fede e l’unione nello Spirito Santo, affidiamo noi stessi, gli uni gli altri, e tutta la nostra vita a Cristo Dio.

Il Coro: A te, o Signore.

Il Sacerdote a voce alta:

E concedici, o Signore, che con fiducia e senza condanna osiamo chiamare

Padre Te, Dio del Cielo, e dire:

Il popolo o, com’è d’uso, chi presiede:

Padre nostro, che sei nei cieli, sia santificato il tuo nome, venga il tuo regno, sia fatta la tua volontà, come in cielo così in terra. Dacci oggi il nostro pane quotidiano, e rimetti a noi i nostri debiti come noi li rimettiamo ai nostri debitori, e non ci indurre in tentazione, ma liberaci dal maligno.

Il Sacerdote, a voce alta:

Poiché tuo è il regno, la potenza e la gloria, Padre, Figlio e Spirito Santo, ora e sempre, e nei secoli dei secoli.

Il Coro: Amìn.

Il Sacerdote: Pace a tutti.

Il Coro: E al tuo spirito.

Il Diacono: Inchinate il vostro capo al Signore.

Il Coro: A te, o Signore.

Il Sacerdote prega sommessamente:

Rendiamo grazie a Te, o Re invisibile, che con la tua infinita potenza hai creato l’universo, e nell’abbondanza della tua misericordia dal nulla hai tratto all’esistenza tutte le cose. Tu, o Signore, volgi dal cielo lo sguardo su quanti hanno chinato la fronte davanti a te, poiché non l’hanno inchinata alla carne e al sangue, ma a Te, Dio tremendo. Tu dunque, o Signore, per il bene di noi tutti appiana il cammino di nostra vita secondo la necessità di ciascuno: naviga con i naviganti, accompagna i viandanti, risana i malati, tu medico delle anime e dei corpi nostri.

A voce alta: Per la grazia, la misericordia e la benignità dell’ unigenito tuo Figlio, con il quale sei benedetto insieme con il santissimo, buono e vivificante tuo Spirito, ora e sempre, e nei secoli dei secoli.

Il Coro: Amìn.

Il Sacerdote prega sommessamente:

Signore Gesù Cristo nostro Dio, riguarda a noi dalla tua santa dimora e dal

trono di gloria del tuo regno, e vieni a santificarci, Tu che siedi in alto con il Padre e sei invisibilmente qui con noi. Dègnati con la potente tua mano di far partecipi noi e, per mezzo nostro, tutto il popolo, dell’immacolato tuo Corpo e del prezioso tuo Sangue.

Il Sacerdote e il Diacono, dal proprio posto, fanno tre metanie con l’invocazione:

O Dio, sii propizio a me peccatore e abbi pietà di me.

Intanto il Diacono si cinge l’Oràrion a forma di croce.

Quando poi vede il Sacerdote stendere le mani e toccare il s. Pane per fare l’Elevazione, dice ad alta voce:

Stiamo attenti!

Il Sacerdote, elevando il s. Pane, dice a voce alta:

Le Cose Sante ai Santi.

Il Coro: Solo uno è Santo, solo uno è Signore: Gesù Cristo, per la gloria di Dio Padre. Amin.

Si canta il Kinonikòn del giorno o della Festa.

Si chiude la tenda.

Quindi il Diacono entra nel s. vima per il lato Sud e, stando alla destra del Sacerdote, che regge il s. Pane, dice:

Spezza, signore, il santo Pane.

Il Sacerdote, spezzandolo in quattro parti, con ogni attenzione e riverenza, dice:

Si spezza e si spartisce l’Agnello di Dio: Egli è spezzato e non si divide, è sempre mangiato e mai si consuma, ma santifica coloro che ne partecipano.

Le dispone nel s. Disco in forma di croce.

Il Diacono, indicando con l’Oràrion il s. Calice, dice:

Riempi, signore, il santo Calice.

Il Sacerdote, presa la particola posta in alto, traccia con essa una croce sopra il s. Calice, dicendo:

Pienezza di fede, di Spirito Santo.

E la immerge nel s. Calice.

Il Diacono: Amìn.

Prende quindi lo Zeon e dice al Sacerdote:

Benedici, signore, lo Zeon.

Il Sacerdote lo benedice, dicendo:

Benedetto il fervore dei tuoi Santi, ora e sempre, e nei secoli dei secoli. Amìn.

Il Diacono versa nel s. Calice una dose sufficiente di Zeon, dicendo:

Fervore di fede, pieno di Spirito Santo.

Deposto lo Zeon, si discosta alquanto, mentre il Sacerdote, chinata la testa, prega dicendo:

Credo, o Signore, e confesso che tu sei veramente il Cristo, Figlio del Dio vivente, che sei venuto nel mondo per salvare i peccatori, il primo dei quali sono io. Credo ancora che questo è veramente il tuo Corpo immacolato e questo è proprio il tuo Sangue prezioso. Ti prego dunque: abbi pietà di me e perdonami tutti i miei peccati, volontari e involontari, commessi con parole, con opere, con conoscenza o per ignoranza. E fammi degno di partecipare, senza mia condanna, ai tuoi immacolati misteri, per la remissione dei peccati e la vita eterna.

Poi:

Del tuo mistico convito, o Figlio di Dio, rendimi oggi partecipe, poiché non svelerò il mistero ai tuoi nemici, né ti darò il bacio di Giuda, ma come il ladrone ti prego: ricordati di me, o Signore, nel tuo regno.

E se vuole:

Signore, non son degno che tu entri nella sordida casa dell’anima mia ; ma, come ti degnasti di giacere in una spelonca e in un presepe di animali, e di

assiderti nella casa di Simone il lebbroso, accogliendo la peccatrice colpevole simile a me, tu stesso dégnati di entrare nel presepe della stolta anima mia e nell’immondo corpo di me morto e lebbroso. E come non disprezzasti la bocca impura della peccatrice, che baciava gli immacolati tuoi piedi, così, Signore Dio mio, non disprezzare neppure me peccatore, ma, come buono e amico degli uomini, fammi degno di partecipare del tuo santissimo Corpo e del tuo Sangue.

O Dio nostro, condona, rimetti, perdona tutti i miei peccati, con cui ti offesi, sia con cognizione, sia per ignoranza, sia con la parola, sia con l’opera ; perdonali tutti, buono e misericordioso come sei ; per l’intercessione della tua purissima Madre sempre Vergine rendimi degno di ricevere il prezioso ed immacolato tuo Corpo a salute dell’anima mia e del mio corpo. Poiché tuo è il regno, e tue sono la potenza e la gloria nei secoli dei secoli. Amìn.

E per finire:

O Signore, la partecipazione dei tuoi misteri non mi torni a giudizio o a condanna, ma a salvezza dell’anima e del corpo.

Il Sacerdote prende una particola del s. Pane e dice:

A me N., sacerdote, si dona il prezioso e santissimo Corpo del Signore, Dio e Salvatore nostro Gesù Cristo, per la remissione dei peccati e la vita eterna.

Si comunica così con il s. Pane, con timore e rispetto. Quindi dice:

Diacono, avvicinati.

Il Diacono, accostandosi, fa devotamente una metania e, chiedendo perdono, dice:

Dammi, o signore, il prezioso e santissimo Corpo del Signore, Dio e Salvatore nostro Gesù Cristo, per la remissione dei miei peccati e la vita eterna.

Il Sacerdote, preso il s. Pane, lo depone nella palma del Diacono, dicendo:

A te N., diacono, viene dato il prezioso, santissimo e immacolato Corpo del Signore,

Dio e Salvatore nostro Gesù Cristo, per la remissione dei tuoi peccati e la vita eterna.

Il Diacono, baciata la mano che gli ha posto il s. Pane sulla palma, si reca dietro la s. Mensa, e, chinato il capo, lo consuma.

Quindi il Sacerdote, prendendo il s. Calice con il velo, dice:

A me N., sacerdote, si dona anche il prezioso e santissimo Sangue del Signore, Dio e Salvatore nostro Gesù Cristo, per la remissione dei miei peccati e la vita eterna.

Sorbisce tre volte e, asciugatosi con il velo le labbra e asterso il s. Calice, bacia questo dicendo:

Questo ha toccato le mie labbra, cancellerà le mie iniquità e mi purificherà dai miei peccati.

Invita quindi il Diacono, dicendo:

Diacono, di nuovo, avvicinati.

Il Diacono, avvicinandosi, fa una metania e dice:

Di nuovo mi avvicino al Re Immortale.

Dammi, o signore, il prezioso e santissimo Sangue del Signore e Salvatore nostro Gesù Cristo, per la remissione dei miei peccati e la vita eterna.

Il Sacerdote, facendogli sorbire tre volte dal s. Calice, dice:

A te N., diacono, si dona pure il prezioso e santissimo Sangue del Signore, Dio e Salvatore nostro Gesù Cristo, per la remissione dei tuoi peccati e la vita eterna.

Comunicatosi il Diacono, il Sacerdote dice:

Questo ha toccato le tue labbra, cancellerà le tue iniquità e ti purificherà dai tuoi peccati.

Si apre quindi la porta del s. vima. Il Diacono, fatto un profondo inchino, prende il s. Calice con riverenza, si reca alla s. Porta e, sollevandolo, lo mostra al popolo, dicendo:

Con timore di Dio, con fede e amore, avvicinatevi.

Il Coro: Amìn, amìn. Benedetto colui che viene nel nome del Signore; il Signore è Dio ed è apparso a noi.

I fedeli si accostano per comunicarsi. Il Sacerdote, distribuendo a

ciascuno la comunione, dice:

Il servo (o la serva) di Dio N., riceve il prezioso e santissimo Corpo e Sangue del Signore, Dio e Salvatore nostro Gesù Cristo, per la remissione dei suoi peccati e la vita eterna.

Mentre si comunicano i fedeli, i cori cantano in modo andante, una o più volte, secondo il numero dei comunicanti:

Del tuo mistico convito, o Figlio di Dio, rendimi oggi partecipe, poiché non svelerò il mistero ai tuoi nemici, né ti darò il bacio di Giuda, ma come il ladrone ti prego: ricordati di me, o Signore, nel tuo regno.

Dopo la divina comunione, il Sacerdote benedice il popolo. dicendo a voce alta:

Salva, o Dio, il tuo popolo e benedici la tua eredità.

Il Coro: Abbiamo visto la vera luce, abbiamo ricevuto lo Spirito celeste, abbiamo trovato la vera fede, adorando la Trinità indivisibile, poiché essa ci ha salvati.

Nelle feste del Signore si canta il Tropario della festa.

Il Sacerdote e il Diacono ritornano alla s. Mensa. Il Sacerdote incensa tre volte, dicendo tra sè:

Sii Tu esaltato sopra i cieli, o Dio, e su tutta la terra si espanda la tua gloria.

Quindi, preso il s. Disco, lo pone sulla testa del Diacono. Questi, presolo con riverenza, guardando verso la porta e senza dire nulla, si reca alla Protesi e ve lo ripone. Il Sacerdote, fatto un inchino profondo e preso il s. Calice, rivolto verso la porta guardando il popolo, dice sommessamente:

Benedetto il nostro Dio.

Ad alta voce: In ogni tempo, ora e sempre, e nei secoli dei secoli.

Depone il Calice sulla protesi.

Il Coro: Amìn. E, se c’è l’uso, canta:

Che la nostra bocca sia ripiena della tua lode, Signore, perché ci hai fatti degni di partecipare ai tuoi santi, immacolati ed immortali misteri. Conservaci nella

tua santità, affinché proclamiamo la tua gloria, meditando ogni giorno la tua giustizia: Allìluia, allìluia, allìluia.

Il Diacono esce dal Santuario, e dal solito posto dice:

In piedi! Dopo aver partecipato ai divini, santi, immacolati, immortali, celesti,

vivificanti misteri di Cristo, rendiamo degne grazie al Signore.

Il Coro: Kyrie, eleison.

Soccorrici, salvaci, abbi pietà di noi e custodiscici, o Dio, con la tua grazia.

Il Coro: Kyrie, eleison.

Chiedendo che l’intero giorno trascorra santamente, in pace e senza peccato, affidiamo noi stessi, gli uni gli altri, tutta la nostra vita a Cristo Dio.

Il Coro: A te, o Signore.

Il Sacerdote aggiunge sommessamente la preghiera di ringraziamento:

Ti rendiamo grazie, o Signore amico degli uomini, benefattore delle anime nostre, perché anche in questo giorno ci hai resi degni dei tuoi celesti e immortali misteri. Dirigi la nostra via, confermaci tutti nel tuo timore, custodisci la nostra vita, rendi sicuri i nostri passi, per le preghiere e le suppliche della gloriosa tua Madre e sempre vergine Maria e di tutti i tuoi Santi.

A voce alta: Poiché tu sei la nostra santificazione, e noi rendiamo gloria a te: al Padre, al Figlio e allo Spirito Santo, ora e sempre, e nei secoli dei secoli.

Il Coro: Amìn.

Il Sacerdote: Procediamo in pace.

Il Coro: Nel nome del Signore.

Il Diacono: Preghiamo il Signore.

Il Coro: Kyrie, eleison.

Preghiera dell’opisthàmvonos detta a voce alta dal Sacerdote fuori del vima:

O Signore, tu che benedici coloro che ti benedicono e santifichi quelli che

hanno fiducia in te, salva il tuo popolo e benedici la tua eredità. Custodisci tutta quanta la tua Chiesa, santifica coloro che amano il decoro della tua casa; Tu, in contraccambio, glorificali con la tua divina potenza, e non abbandonare noi che speriamo in te. Dona la pace al mondo che è tuo, alle tue Chiese, ai sacerdoti, ai governanti, all’esercito e a tutto il tuo popolo; poiché ogni beneficio e ogni dono perfetto viene dall’alto e discende da te, Padre della luce. E noi rendiamo gloria, grazie e adorazione a Te, Padre, Figilo e Spirito Santo, ora e sempre, e nei secoli dei secoli.

Il Coro: Amìn. Sia benedetto il nome del Signore da questo momento e per l’eternità (tre volte).

Terminata la preghiera, il Sacerdote rientra per le Porte sante e, rivolto verso la Protesi, dice questa preghiera:

Preghiera detta sommessamente prima che il Diacono raccolga i santi Doni:

O Cristo Dio nostro, Tu che sei la perfezione della Legge e dei Profeti e hai compiuto

tutta la missione ricevuta dal Padre, riempi di gioia e di felicità i nostri cuori, ora e sempre, e nei secoli dei secoli. Amìn.

Il Diacono entra per il lato Nord e, stando davanti aIla Porta, dice ad alta voce:

Preghiamo il Signore:

Il Coro: Kyrie, eleison.

Il Sacerdote, benedicendo il popolo, dice:

La benedizione e la misericordia del Signore scendano su di voi con la sua grazia e la sua benignità in ogni tempo, ora e sempre, e nei secoli dei secoli.

Il Coro: Amìn.

Il Sacerdote: Gloria a te, o Cristo Dio, speranza nostra, gloria a te.

Il Coro, o il lettore: Gloria al Padre, al Figlio e allo Spirito Santo; ora e sempre, e nei secoli dei secoli. Amìn. Kyrie, eleison (tre volte). Benedici, o signore santo.

Il Sacerdote, rivolto al popolo, dà il Congedo:

(Se è Domenica: Il Risorto dai morti ), Cristo nostro vero Dio, per l’intercessione della tuttasanta e immacolata Sua Madre, per la virtù della preziosa e vivificante Croce, per la protezione delle venerande e celesti Potestà incorporee, per le suppliche del venerato e glorioso Profeta e Precursore Giovanni Battista, dei gloriosi e santi Apostoli, dei santi gloriosi e vittoriosi Martiri, dei nostri santi Padri teofori, del nostro santo Padre Giovanni Crisostomo, arcivescovo di Costantinopoli, del Santo (N., titolare della chiesa), del Santo (N., del giorno), dei santi e giusti progenitori del Signore Gioacchino ed Anna, e di tutti i Santi, abbia pietà di noi, e ci salvi, poiché è buono e amico degli uomini.

Il Coro: Amìn.

Il Diacono raccoglie con ogni timore e cura i s. Doni in modo che neppure una minima parte ne cada, o venga trascurata. Lava quindi le mani nel luogo consueto.

Il Sacerdote, uscito, distribuisce l’antidoron al popolo, dicendo ad ognuno:

La benedizione e la misericordia del Signore scenda sopra di te.

Entrato poi nel s. Vima, depone le vesti sacerdotali, dicendo:

Ora, Signore, lascia che secondo la tua parola il tuo servo se ne vada in pace, perché i miei occhi hanno mirato il tuo Salvatore, che tu hai preparato al cospetto di tutti i popoli, qual luce che illumina le genti e gloria del tuo popolo Israele.

Aggiunge il Trisagio ed il resto, l’Apolitichion del giorno, se vuole, o il Tropario del Crisostomo:

La grazia, che come fiaccola luminosa s’è irradiata dalla tua bocca, ha illuminato l’universo; tu hai lasciato al mondo i tesori della tua generosità, ci hai mostrato il vertice dell’umiltà, o Padre Giovanni Crisostomo, ammaestrandoci con le tue parole, intercedi presso Cristo Dio Verbo affinché salvi le anime nostre.

Kyrie, eleison (12 volte). Gloria al Padre … Tu che sei più onorabile…

Fa l’Apòlisi e, facendo un inchino profondo e ringraziando Dio per tutti i benefici, esce.


 

 

 

OVERWEGING VAN DE WEEK

 

  De  perfectionisten leggen zichzelf op dat ze zich moeten houden aan een pietluttig-starre reeks gebeden en goede werken, waarvan de inachtneming het doel van hun leven wordt…. Maar dat betekent dat de mens bloedeloos wordt, hij verliest zijn geest en zijn ziel….Mensen hebben hun hartstochten, hun behoeften gedood. …Wanneer je jezelf ieder genot misgunt, wordt je ongenietbaar en agressief. In het verbod om ook maar ergens van te genieten zit veel aggressiviteit” (Uit  “Goed omgaan met jezelf” – Anselm Grün. Pp.44-45 – UitgeverijTen Have/Lannoo)

De Heilige Jozef

DE HEILIGE JOZEF

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Evangelie volgens Mattheüs 2,13-23

 

Homelie gehouden door Vader  René op 31 december 1995 in de Crypte van de Franstalige Orthodoxe Parochie te Parijs (Rue Daru)

 

 

            Van de voorouders of ouders van de Heer die wij deze zondag vieren, is de heilige Jozef voor ons de meest boeiende. Noch sint Mattheüs, noch sint Lucas zeggen ook maar iets over de persoon van Jozef zelf, tenzij dat hij de adoptievader is van Jezus. Zelf een bescheiden en ver verwijderde afstammeling van David, heeft Jozef ertoe bijgedragen om Jezus te doe binnentreden in de stam van David. Daarom ook heeft hij aan de Zoon van Maria de naam Jezus gegeven, volgens het woord van de Engel.

 

            Nochtans houdt de  terughoudendheid van de Evangelisten op zichzelf een onderricht in. De stilte van de Schrift laat de grote eigenschappen van de figuur van Jozef doorschemeren.

 

            Vooreerst is er zijn geloof. Wanneer Jozef de boodschap van de Engel aangaande het goddelijk moederschap van Maria ontvangt, dan stelt hij geen enkele vraag. Hij luistert, hij zegt dank. God  heeft gesproken, dit volstaat. Wat een verschil met Zacharias, nochtans priester van de Allerhoogste, aan wie God de komende   geboorte  voorspelt van Johannes de Doper. Zacharias is in verwarring, stelt zich vragen, discussieert, zoekt een teken. Jozef, die door het gebeuren met Maria in de war kon worden gebracht, aanvaardt zonder vraag noch twijfel.  Zijn geloof is volledig, onvoorwaardelijk.

 

            Een andere trek van Jozef is zijn nederigheid. Jozef spreekt niet. Hij is een zwijgzame, ’t is te zeggen een arme, een echte ‘arme van geest’. Hij gehoorzaamt aan elk bevel van de engel : ‘neem het kind en zijn moeder,’beveelt de engel herhaaldelijk.‘Hij nam het kind en zijn moeder,’onthult ons de evangelist eenvoudigweg . Datgene wat hij doet en wat hij weet is zuivere nederigheid. Jozef onderwerpt zich geheel aan Gods woord, in de volledige offergave van zijn persoon.In deze zin verbindt dit geloof zich met dat van Maria, in het aanvaarden van hetzelfde mysterie, dit van de tegenwoordigheid van God in Jezus.

 

            Het geloof en de nederigheid van Jozef zijn wezenlijk voor zijn heiligheid. Jozef aanvaardt niet alleen de realiteit van de maagdelijke geboorte van Christus, hij aanvaardt niet alleen om de verbintenis met Maria op zich te nemen, maar hij beleeft dit huwelijk in zijn volle werkelijkheid. Jozef was diegene die zijn leven opofferde voor zijn vrouw, in naam van hun zoon Jezus Christus. Het huwelijk van Jozef met Maria werd door hun wederzijdse heiligheid een nieuwe werkelijkheid, die de eenheid van Christus met zijn Kerk voorafbeeldt. Het is een vooruitlopen op het Koninkrijk, een aanvang van de komende wereld.

            Laatste karaktertrek van Jozef. De Kerk acht Anna en Joachim, de ouders van de Moeder van God  als heilig en rechtvaardig. Waarom rechtvaardig ? Omdat door hen, door de geboorte van de Moeder Gods, Gods gerechtigheid, die niets anders is dan zijn Plan voor het heil van de wereld zal kunnen vervuld worden. Eveneens, omdat Jozef in het bestaan van Maria heeft gedeeld, zonder enige twijfel, zonder de minste reserve, en omdat hij haar roeping als Moeder van de Redder heeft gerespecteerd, is ook Jozef deelgenoot geworden van het Heilsmysterie. Om die reden heeft ook hij deelgenomen aan de komst van  Gods rechtvaardigheid in de wereld en verdient hij ook rechtvaardig genoemd te worden. Wanneer Jozef Maria vergezelt naar Bethlehem, wanneer hij Maria en Jezus vergezelt naar Egypte en hen terugbrengt naar Nazareth, wanneer hij met Maria Jezus aanbiedt in de tempel, wanneer hij Jezus bij
hem opvoedt te Nazareth, in stilte en  discretie, vervult Jozef op mysterieuze wijze het plan van God. Hij is werkelijk een rechtvaardige voor God en de wereld.

 

            Ten slotte, wij kunnen het kort samenvatten, Jozef had een unieke verhouding met de Heer. Jozef had de verantwoordelijkheid voor de opvoeding, zijn onderricht en het leerproces van zijn geadopteerde Zoon, op alle vlakken van cultuur en religie. Alles wat betreft de menselijke natuur van Christus is voortgekomen uit de liefde en het gezag van Jozef, in eenheid met de Moeder van God wel te verstaan. De liefde en de ervaring van Jozef zullen Jezus geleid hebben in Zijn kinderjaren en zelfs in Zijn tienertijd, want op de leeftijd van twaalf jaar kende Jezus altijd Zijn vader. Voor zijn tijdgenoten in Nazareth  zal Jezus altijd de zoon van de schrijnwerker zijn. Voor de aanvang van Zijn openbaar leven toen hij dertig jaar was, heeft Jezus zeker deelgenomen aan het werk van Zijn adoptievader. Hij heeft hen slechts verlaten om het werk in vervulling te brengen van Zijn Vader in de hemel.

 

            Indien Jezus bij het begin van Zijn leven onderworpen was aan Zijn adoptievader, leefde Hij niet minder in Zijn goddelijke persoon in totale communio met Zijn hemelse Vader. Zo leefde Jozef  dicht bij de incarnatie van de Ene van de Heilige Drieeenheid. In de bijzondere band van Jezus met Jozef, zijn het vooral de goddelijke energieën van Jezus die zich zonder ophouden uitgestort hebben over Jozef. Jozef zal er zich bewust van geweest zijn een deelgenoot te zijn  van Jezus, een vereniging, een volstrekte en onzegbare communio, en door Hem met gans de Heilige Drieeenheid.

 

            Deze unieke roeping van Jozef brengt ons terug in herinnering dat voor God armoede een waardigheid is, de stilte en de duisternis een deugd, en de gehoorzaamheid aan zijn wil een voorbeeld voor allen die op hun beurt willen binnentreden in het mysterie van het heil.

 

Vrij vertaald uit ‘Bulletin de la Crypte’

N° 348 – dec.2006 door Kris B.

 

 Twee aspecten van de Kerk

TWEE ASPECTEN VAN  DE KERK

  

 

(uit : essai sur la théologie mystique

de l’église d’Orient’ Vladimir Lossky – hst. IX – pp. 171 vv.)

 

 

 

                        De rol van de twee goddelijke personen, gezonden in de wereld is niet dezelfde,alhoewel de Zoon en de Heilige Geest op aarde hetzelfde werk vervullen : zij scheppen de Kerk welke de vereniging met god voltrekt. (zoals wij hebben gezegd), de Kerk is terzelfdertijd het lichaam van Christus en de volheid van de Heilige Geest., ‘alles in allen vervullend’. De eenheid van het lichaam heeft betrekking tot de natuur, die verschijnt als ‘de enige mens’in Christus; de volheid van de Heilige Geest heeft betrekking op de personen, op de veelheid van menselijke hypostases, waarvan elk een alles en niet alleen een deel vertegenwoordigt.Zo zal de mens tegelijk een deel, een lid van het lichaam van Christus zijn dor zijn natuur, maar ook, als persoon, een zijn die in zich het ‘al’ bevat. De Heilige Geest die als een koninklijke zalving rust over de menselijkheid van de Zoon, hoofd van de Kerk, zich mededelend aan elk lid van dit lichaam,schept , om het zo te zeggen, meerdere Christussen, meerdere gezalfden van de Heer : personen op weg naar de déificatie naast de Goddelijke persoon. De Kerk als zijnde het werk van Christus en van de Heilige Geest. De ecclesiologie heeft een dubbel fundament, zij is geworteld zowel in de christologie als in de pneumatologie.

 

            Pater Y Congar bevestigt in zijn boek over de gescheiden Christenen, dat ‘ de oosterse gedachte in verband met de ecclesiologie, vanaf het begin, voor ogen heeft dat wat het inhoudelijk leert over de goddelijke realiteiten, veeleer dan zijn aardse aspect en zijn menselijke implicaties.De innerlijke realiteit van de eenheid in het geloof en in de liefde, veeleer dan de concrete eisen van de kerkelijke communio. Men heeft de relatief zwakke ecclesiologie van de Griekse Vaders opgemerkt, zegt hij. De waarheid is dat zij in grote mate blijven steken zijn  in een christologie en meer nog in een pneumatologie, de Kerk ziende in Christus en in de Heilige Geest, veeleer dan in zijn kerk-zijn als dusdanig’.

 

            ‘Pater Congar heeft in zekere zin gelijk : de oosterse theologie beschouwd de kerk nooit buiten Christus en de Heilige Geest. Nochtans, dit is zeker geen zwakheid in de benadering van de ecclesiologie : dit betekent veeleer dat voor de oosterse ecclesiologie ‘ het Kerk-zijn’ als zodanig uiterst complex is : zij is niet van deze wereld, alhoewel zij genomen is uit deze wereld, bestaande in de wereld en voor de wereld. De Kerk kan dus niet herleid worden zuiver en alleen tot zijn ‘aards aspect’ en tot de ‘menselijke implicaties’, zonder zijn ware natuur te verloochenen die ze onderscheidt van elke andere menselijke gemeenschap. Pater Congar zoekt tevergeefs in de oosterse dogmatische traditie een sociologie van de Kerk en laat, zonder het te merken, de buitengewone canonische rijkdom van de orthodoxe Kerk, terzijde : de zo verscheidene canons, de buitengewone en schitterende byzantijnse commentatoren zoals Aristide, Balsamon, Zonaras, de moderne canonische literatuur. De canons die het leven van de Kerk in haar aards aspect regelen, zijn onscheidbaar van de christelijke dogma’s. Het zijn geen juridische statuten om het zo te zeggen, maar toepassingen van de kerkelijke dogma’s, van de geopenbaarde traditie, op elk vlak van de moderne samenleving.

In het licht van deze canons verschijnt deze maatschappij als een  ‘totalitaire collectiviteit’, waar ‘het recht van de individuen’ niet bestaat; maar tezelfdertijd is elke persoon in dit lichaam het doel en kan het niet beschouwd worden als een middel. Het is de enige gemeenschap waar de harmonie van de individuele belangen  met deze van de collectiviteit geen onoplosbaar probleem vormt, want de uiterste verzuchtingen van elkeen komen overeen met het hoogste doel van allen, en dit laatste kan niet gerealiseerd worden ten koste van de belangen van iemand anders.

 

            Het gaat hier niet, om het zo te zeggen,over individuën en collectiviteiten, maar om menselijke personen, die hun volmaaktheid slechts kunnen bereiken in de eenheid   van natuur. De incarnatie is het fundament van deze eenheid van natuur ; het Pinksteren is de bevestiging van de veelheid van personen in de Kerk.

 

            Op het vla
k van de ecclesiologie, bevinden wij ons opnieuw voor het onderscheid tussen de natuur en de personen, onderscheid dat wij voor de eerste maal gezien hebben toen wij het dogma hebben onderzocht van de Drieeenheid in de oosterse traditie. Dit is niet verwonderlijk, want zoals Gregorius van Nyssa het zegt : ‘ Het Christendom is een immitatie van de goddelijke natuur’.(1) De Kerk is een beeld van de Heilige Drieeenheid. De Vaders herhalen het voortdurend, de canons bevestigen het, – bij voorbeeld, de beroemde canon 34 van de Apostolische Regels’  die de synodale administratie organiseertt van de metropolitaanse provincies, ‘ opdat de Vader, de Zoon en de Heilige Geest worden verheerlijkt’ in de orde zelf van het kerkelijk leven.Het is in het licht van het dogma van de Heilige Drieeenheid dat de meest bewonderenswaardige eigenschap van de Kerk – deze van de katholiciteit – zich manifesteert in zijn ware betekenis, strikt christelijk, die niet kan vertaald worden door de abstracte term van ‘universaliteit’.Want de strikte betekenis van het woord ‘katholiciteit’ bevat niet alleen de eenheid, maar ook de veelheid ; het duidt een overeenkomst aan tussen de twee of, veeleer, een zekere gelijkheid van de eenheid met de veelheid, die maakt dat de Kerk katholiek is in zijn geheel, zoals  ook in elk van zijn delen. De volheid van alles is niet een som der delen, elk deel bezit dezelfde volheid van het ‘alles’.Het mirakel van de katholiciteit openbaart  in het leven zelf van de Kerk de orde van leven eigen aan de Heilige Drieeenheid. Het dogma van de Drieeenheid , ‘katholiek’ bij uitstek is het model, de ‘canon’ van alle canons van de Kerk, het fundament van elke kerkelijke economie. Wij zullen de kwesties van canonische orde hier terzijde laten, ondanks het belang dat een studie over de intieme band tussen het trinitaire dogma en de administratieve structuur van de orthodoxe Kerk zou kunnen hebben. Dit zou ons te ver verwijderen van ons onderwerp die zich richt op theologische elementen die betrekking hebben op de vraag naar de eenheid met God. Het is alleen vanuit dit standpunt dat wij ons voornemen de oosterse ecclesiologie te bestuderen : De Kerk, als het milieu waar zich de vereniging van de menselijke personen met God realiseert. (p174-midden)

 

Vrij vertaald : Kris Biesbroeck

Didachè in het GRIEKS

ΔΙΔΑΧΗ ΤΩΝ ΔΩΔΕΚΑΑΠΟΣΤΟΛΩΝ

Διδαχὴ κυρίου διὰ τῶν δώδεκα ἀποστόλων τοῖς ἔθνεσιν.

I

  1. Ὁδοὶ δύο εἰσί, μία τῆς ζωῆς καὶ μία τοῦ θανάτου, διαφορὰ δὲ πολλὴ μεταξὺ τῶν δύο ὁδῶν.
  2. Ἡ μὲν οὖν τῆς ζωῆς ἐστιν αὕτη· πρῶτον ἀγαπησεις τὸν θεὸν τὸν ποιήσαντά σε, δεύτερον τὸν πλησίον σου ὡς σεαυτόν· πάντα δὲ ὅσα ἐὰν θελήσῃς μὴ γίνεσθαί σοι, καὶ σὺ ἄλλῳ μὴ ποίει. 3. Τούτων δὲ τῶν λόγων ἡ διδαχή ἐστιν αὕτη· εὐλογεῖτε τοὺς καταρωμένους ὑμῖν καὶ προσεύχεσθε ὑπὲρ τῶν ἐχθρῶν ὑμῶν, νηστεύετε δὲ ὑπὲρ τῶν διωκότων ὑμᾶς· ποία γὰρ χάρις, ἐὰν ἀγαπᾶτε τοὺς ἀγαπῶντας ὑμᾶς; οὐχὶ καὶ τὰ ἔθνη τὸ αὐτὸ ποιοῦσιν; ὑμεῖς δὲ ἀγαπᾶτε τοὺς μισοῦντας ὑμᾶς, καὶ οὐχ ἕξετε ἐχτρόν. 4. ἀπέχου τῶν σαρκικῶν καὶ σωματικῶν ἐπιθυμιῶν· ἐὰν τίς σοι δῷ ῥάπισμα εἰς τὴν δεξιὰν σιαγόνα, στέψον αὐτῷ καὶ τὴν ἄλλην, καὶ ἔσῃ τέλειος· ἐὰν ἀγγαρεύσῃ σέ τις μίλιον ἕν, ὕπαγε μεταυτοῦ δύο· ἐὰν ἄρῃ τις τὸ ἱμάτιόν σου, δὸς αὐτῳ καὶ τὸν χιτῶνα· ἐὰν λάβῃ τις ἀπὸ σοῦ τὸ σόν, μὴ ἀπαίτει· οὐδὲ γὰρ δύνασαι. 5. παντὶ τῷ αἰτοῦντί σε δίδου καὶ μὴ ἀπαίτει· πᾶσι γὰρ θέλει δίδοσθαι ὁ πατὴρ ἐκ τῶν ἰδίων χαρισμάτων. μακάριος ὁ διδοὺς κατὰ τὴν ἐντολήν· ἀθῷος γάρ ἐστιν. οὐαὶ τῷ λαμβάνοντι· εἰ μεν γὰρ γὰρ χρείαν ἔχων λαμβάνει τις, ἀθῷος ἔσται· ὁ δὲ μὴ χρείαν ἔχων δώσει δίκην, ἱνατί ἔλαβε καὶ εἰς τί· ἐν συνοχῇ δὲ γενόμενος ἐξετασθήσεται περὶ ὧν ἔπραξε, καὶ οὐκ ἐξελεύσεται ἐκεῖθεν, μέχρις οὗ ἀποδῷ τὸν ἔσχατον κοδράντην. 6. ἀλλὰ καὶ περὶ τούτου δὲ εἴρηται· Ἱδρωσάτω ἡ ἐλεημοσύνη σου εἰς τὰς χεῖράς σου, μέχρις ἂν γνῷς τίνι δῷς.

II

  1. Δευτέρα δὲ ἐντολὴ τῆς διδαχῆς· 2. οὐ φονεύσεις, οὐ μοιχεύσεις, οὐ παιδοφθορήσεις, οὐ πορνεύσεις, οὐ κλέψεις, οὐ μαγεύσεις, οὐ φαρμακεύσεις, οὐ φονεύσεις τ´κνον ἐν φθορᾷ, οὐδὲ γεννηθὲν ἀποκτενεῖς, οὐκ ἐπιθυμήσεις τὰ τοῦ πλησίον. 3. οὐκ ἐπιορκήσεις, οὐ ψευδομαρτυρήσεις, οὐ κακολογήσεις, οὐ μνησικακήσεις. 4. οὐκ ἔσῃ διγνώμων οὐδὲ δίγλωσσος· παγὶς γὰρ θανάτου ἡ διγλωσσία. 5. οὐκ ἔσται ὁ λόγος σου ψευδής, οὐ κενός, ἀλλὰ μεμεστωμένος πράξει. 6. οὐκ ἔσῃ πλεονέκτης οὐδὲ ἅρπαξ οὐδὲ ὑποκριτὴς οὐδὲ κακοήθης οὐδὲ ὑπερήφανος. οὐ λήψῃ βουλὴν πονηρὰν κατὰ τοῦ πλησίον σου. 7. οὐ μισήσεις πάντα ἄνθρώπον, ἀλλὰ οὓς μὲν ἐλέγξεις, περὶ δὲ ὧν προσεύξῃ, οὓς δὲ ἀγαπήσεις ὑπὲρ τὴν ψυχήν σου.

III

  1. Τέκνον μου, φεῦγε ἀπὸ παντὸς πονηροῦ καὶ ἀπὸ παντὸς ὁμοίου αὐτου. 2. μὴ γίνου ὀργίλος, ὁδηγεῖ γὰρ ἡ ὀργὴ πρὸς τὸν φόνον, μηδὲ ζηλωτὴς μηδὲ ἐπιστικὸς μηδὲ θυμικός· ἐκ γὰρ τούτων ἁπάντων φόνοι γεννῶνται. 3. τέκνον μου, μὴ γίνου ἐπιθυμητής, ὁδηγεῖ γὰρ ἡ ἐπιθυμία πρὸς τὴν πορνείαν, μηδὲ αἰσχχρολόγος μηδὲ υψηλόφθαλμος· ἐκ γὰρ τούτων ἁπαντων μοιχεῖαι γεννῶνται. 4. τέκνον μου, μὴ γίνου οἰωνοσκόπος, ἐπειδὴ ὁδηγεῖ εἰς τὴν εἰδωλολοατρίαν, μηδὲ ἐπαοιδὸς μηδὲ μαθηματικὸς μηδὲ περικαθαθαίρων, μηδὲ θέλε αὐτὰ βλέπειν· ἐκ γὰρ τούτων ἁπάντων εἰδωλολατρία γεννᾶται. 5. τέκνον μου, μὴ γίνου ψεύστης, ἐπειδὴ ὁδηγεῖ τὸ ψεῦσμα εἰς τὴν κλοπήν, μηδὲ φιλάργυρος μηδὲ κενόδοξος· ἐκ γὰρ τούτων ἁπάντων κλοπαὶ γεννῶνται. 6. τέκνον μου, μὴ γίνου γόγγυσος, ἐπειδὴ ὁδηγεῖ εἰς τὴν βλασφημίαν, μηδὲ αὐθάδης μηδὲ πονηρόφρων· ἐκ γὰρ τούτων ἁπάντων βλασφημίαι γεννῶνται. 7. ἴσθι δὲ πραΰς, ἐπεὶ οἱ πραεῖς κληρονομήσουσι τὴν γῆν. 8. γίνου μακρόθυμος καὶ ἐλεήμων καὶ ἄκακος καὶ ἡσύχιος καὶ ἀγαθὸς καὶ τρέμων τοὺς λόγους διὰ παντός, οὓς ἤκουσας. 9. οὐχ ὑψώσεις σεαυτὸν οὐδὲ δώσεις τῇ ψυχῇ σου θράσος. οὐ κολληθήσεται ἡ ψυχή σου μετὰ ὑψηλῶν, ἀλλὰ μετὰ δικαίων καὶ ταπεινῶν ἀναστραφήσῃ. 10. τὰ συμβαίνοντά σοι ἐνεργήματα ὡς ἀγαθὰ προσδέξῃ, εἰδὼς ὅτι ἄτερ θεοῦ οὐδὲν γίνεται.

IV

  1. Τέκνον μου, τοῦ λαλοῦντός σοι τὸν λόγον τοῦ θεοῦ μνησθήσῃ νυκτὸς καὶ ἡμέρας, τιμήσεις δὲ αὐτὸν ὡς κύριον· ὅθεν γὰρ ἡ κυριότης λαλεῖται, ἐκεῖ κύριός ἐστιν. 2. ἐκζητήσεις δὲ καθἡμέραν τὰ πρόσωπα τῶν ἁγίων, ἵνα ἐπαναπαῇς τοῖς λόγοις αὐτῶν. 3. οὐ ποθήσεις σχίσμα, εἰρηνεύσεις δὲ μαχομένους· κρινεῖς δικαίως, οὐ λήψῃ πρόσωπον ἐλέγξαι ἐπὶ παραπτώμασιν. 4. οὐ διψυχήσεις, πότερον ἔσται ἢ οὔ.
  2. Μὴ γίνου πρὸς μὲν τὸ λαβεῖν ἐκτείνων τὰς χεῖρας, πρὸς δὲ τὸ δοῦναι συσπῶν. 6. ἐὰν ἔχῃς διὰ τῶν χειρῶν σου, δώσεις λύτρωσιν ἁμαρτιῶν σου. 7. οὐ διστάσεις δοῦναι οὐδὲ διδοὺς γογγύσεις· γνώσῃ γάρ, τίς ἐστιν ὁ τοῦ μισθοῦ καλὸς ἀνταποδότης. 8. οὐκ ἀποστραφήσῃ τὸν ἐνδεόμενον, συγκοινωνήσεις δὲ πάντα τῷ ἀδελφῷ σοῦ καὶ οὐκ ἐρεῖς ἴδια εἶναι· εἰ γὰρ ἐν τῷ ἀθανάτῳ κοινωνοί ἐστε, πόσῳ μᾶλλον ἐν τοῖς θνητοῖς;
  3. Οὐκ ἀρεῖς τὴν χεῖρα σου ἀπὸ τοῦ υἱοῦ σου ἢ ἀπὸ τῆς θυγατρός σου, ἀλλὰ ἀπὸ νεότητος διδάξεις τὸν φόβον τοῦ θεοῦ. 10. οὐκ ἐπιτάξεις δούλῳ σου ἢ παιδίσκῃ, τοῖς ἐπὶ τὸν αὐτὸν θεὸν ἐλπίζουσιν, ἐν πικρίᾳ σου, μήποτε οὐ μὴ φοβηθήσονται τὸν ἐπἀμφοτέροις θεόν· οὐ γὰρ ἔρχεται κατὰ πρόσωπον καλέσαι, ἀλλἐφοὓς τὸ πνεῦμα ἡτοίμασεν. 11. ὑμεῖς δὲ οἱ δοῦλοι ὑποταγήσεσθε τοῖς κυρίοις ὑμῶν ὡς τύπτῳ θεοῦ ἐν αἰσχύνῃ καὶ φόβῳ.
  4. Μισήσεις πᾶσαν ὑπόκρισιν καὶ πᾶν ὃ μὴ ἀρεστὸν τῷ κυρίῳ. 13. οὐ μὴ ἐγκαταλίπῃς ἐντολὰς κυρίου, φυλάξεις δὲ ἃ παρέλαβες, μήτε προστιθεὶς μήτε ἀφαιρῶν. 14. ἐν ἐκκλησίᾳ ἐξομολογήσῃ τὰ παραπτώματά σου, καὶ οὐ προσελεύσῃ ἐπὶ προσευχήν σου ἐν συνειδήσει πονηρᾷ· αὕτη ἐστὶν ἡ ὁδὸς τῆς ζωῆς.

V

  1. Ἡ δὲ τοῦ θανάτου ὁδός ἐστιν αὕτη· πρῶτον πάντων πονηρά ἐστι καὶ κατάρας μεστή· φόνοι, μοιχεῖαι, ἐπιθυμίαι, προνεῖαι, κλοπαί, εἰδωλολατρίαι, μαγεῖαι, φαρμακίαι, ἁρπαγαί, ψευδομαρτυρίαι, ὑποκρίσεις, διπλοκαρδία, δόλος, ὑπερηφανία, κακία, αὐθάδεια, πλεονεξία, αἰσχρολογία, ζηλοτυπία, θρασύτης, ὕψος, ἀλαζονεία. 2. διῶκται ἀγαθῶν, μισοῦντες ἀλήθειαν, ἀγαπῶντες ψεῦδος, οὐ γινώσκοντες μισθὸν δικαιοσύνης, οὐ κολλώμενοι ἀγαθῷ οὐδὲ κρίσει δικαίᾳ ἀγρυπνοῦντες οὐκ εἰς τὸ ἀγαθόν, ἀλλεἰς τὸ πονηρόν· ὧν μακρὰν πραΰτης καὶ ὑπομονή, μάταια ἀγαπῶντες, διώκοντες ἀνταπόδομα, οὐκ ἐλεοῦντες πτωχόν, οὐ πονοῦντες ἐπὶ καταπονουμένῳ, οὐ γινώσκοντες τὸν ποιήσαντα αὐτούς, φονεῖς τέκνων, φθορεῖς πλάσματος θεοῦ, ἀποστρεφόμενοι τὸν ἐνδεόμενον, καταπονοῦντες τὸν θλιβόμενον, πλουσίων παράκλητοι, πενήτων ἄνομοι κριταί, πανθαμάρτητοι· ῥυσθείητε, τέκνα, ἀπὸ τούτων ἁπάντων.

VI

  1. Ὅρα, μὴ τίς σε πλανήσῃ ἀπὸ ταύτης τῆς ὁδοῦ τῆς διδαχῆς, ἐπεὶ παρεκτὸς θεοῦ σε διδάσκει. 2. εἰ μὲν γὰρ δύνασαι βαστάσαι ὅλον τὸν ζυγὸν τοῦ κυρίου, τέλειος ἔσῃ· εἰ δοὐ δύνασαι, ὃ δύνῃ, τοῦτο ποίει. 3. περὶ δὲ τῆς βρώσεως, ὃ δύνασαι βάστασον· ἀπὸ δὲ τοῦ εἰδωλοθύτου λίαν πρόσεχε· λατρεία γάρ ἐστι θεῶν νεκρῶν.

VII

  1. Περὶ δὲ τοῦ βαπτίσματος, οὕτω βαπτίσατε· ταῦτα πάντα προειπόντες, βαπτίσατε εἰς τὸ ὄνομα τοῦ πατρὸς καὶ τοῦ υἱοῦ καὶ τοῦ ἁγίου πνεύματος ἐν ὕδατι ζῶντι. 2. ἐὰν δὲ μὴ ἔχῃς ὕδωρ ζῶν, εἰς ἄλλο ὕδωρ βάπτισον· εἰ δοὐ δύνασαι ἐν ψυχρῷ, ἐν θερμῷ. 3. ἐὰν δὲ ἀμφότερα μὴ ἔχῃς, ἔκχεον εἰς τὴν κεφαλὴν τρὶς ὕδωρ εἰς ὄνομα πατρὸς καὶ υἱοῦ καὶ ἁγίου πνεύματος. 4. πρὸ δὲ τοῦ βαπτίσματος προνηστευσάτω ὁ βαπτίζων καὶ ὁ βαπτιζόμενος καὶ εἴ τινες ἄλλοι δύναται· κελεύεις δὲ νηστεῦσαι τὸν βαπτιζόμενον πρὸ μιᾶς ἢ δύο.

VIII

  1. Αἱ δὲ νηστεῖαι ὑμῶν μὴ ἔστωσαν μετὰ τῶν ὑποκριτῶν. νηστεύουσι γὰρ δευτέρα σαββάτων καὶ πέμπτῃ· ὑμεῖς δὲ νηστεύσατε τετράδα καὶ παρασκευήν. 2. μηδὲ προσεύχεσθε ὡς οἱ ὑποκριταί, ἀλλὡς ἐκέλευσεν ὁ κύριος ἐν τῷ εὐαγγελίῳ αὐτοῦ, οὕτω προσεύχεσθε· Πάτερ ἡμῶν ὁ ἐν τῷ οὐρανῷ, ἁγιασθήτω τὸ ὄνομά σου, ἐλθέτω ἡ βασιλεία σου, γενηθήτω τὸ θέλημά σου ὡς ἐν οὐρανῷ καὶ ἐπὶ γῆς· τὸν ἄρτον ἡμῶν τὸν ἐπιούσιον δὸς ἡμῖν σήμερον, καὶ ἄφες ἡμῖν τὴν ὀφειλη ὡς καὶ ἡμεῖς ἀφίεμεν τοῖς οφειλέταις ἡμῶν, καὶ μὴ εἰσενέγκῃς ἡμᾶς εἰς πειρασμόν, ἀλλὰ ῥῦσαι ἡμᾶς ἀπὸ τοῦ πονηροῦ· ὅτι σοῦ ἐστιν ἡ δύναμις καὶ ἡ δόξα εἰς τοὺς αἰῶνας. 3. τρὶς τῆς ἡμέρας οὕτω προσεύχεσθε.

IX

  1. Περὶ δὲ τῆς εὐχαριστίας, οὕτως εὐχαριστήσατε· 2. πρῶτον περὶ τοῦ ποτηρίονυ Εὐχαριστοῦμεν σοι, πάτερ ἡμῶν, ὑπὲρ τῆς ἁγίας ἀμπέλου Δαυεὶδ τοῦ παιδός σου· σοὶ ἡ δόξα εἰς τοὺς αἰῶνας. 3. περὶ δὲ τοῦ κλάσματος· Εὐχαριστοῦμέν σοι, πάτερ ἡμῶν, ὑπὲρ τῆς ζωῆς καὶ γνώσεως, ἧς ἐγνώρισας ἡμῖν διὰ Ἰησοῦ τοῦ παιδός σου. σοὶ ἡ δόξα εἰς τοὺς αἰῶνας. 4. ὥσπερ ἦν τοῦτο τὸ κλάσμα διεσκορπισμένον ἐπάνω τῶν ὀρέων καὶ συναχθὲν ἐγένετο ἕν, οὕτω συναχθήτω σου ἡ ἐκκλησία ἀπὸ τῶν περάτων τῆς γῆς εἰς τὴν σὴν βασιλείαν. ὅτι σοῦ ἐστιν ἡ δόξα καὶ ἡ δύναμις διὰ Ἰησοῦ Χριστοῦ εἰς τοὺς αἰῶνας. 5. μηδεὶς δὲ φαγέτω μηδὲ πιέτω ἀπὸ τῆς εὐχαριστίας ὑμῶν, ἀλλοἱ βαπτισθέντες εἰς ὄνομα κυρίου· καὶ γὰρ περὶ τούτου εἴρηκεν ὁ κύριος· Μὴ δῶτε τὸ ἅγιον τοῖς κυσί.

X

  1. Μετὰ δὲ τὸ ἐμπλησθῆναι οὗτως εὐχαριστήσατε· 2. Εὐχαριστοῦμέν σοι, πάτερ ἅγιε, ὑπὲρ τοῦ ἁγίου ὀνόματός σου, οὗ κατεσκήνωσας ἐν ταῖς καρδίαις ἡμῶν, καὶ ὑπὲρ τῆς γνώσεως καὶ πίστεως καὶ ἀθανασίας, ἥς ἐγνώρισας ἡμῖν διὰ Ἰησοῦ τοῦ παιδός σου· σοὶ ἡ δόξα εἰς τοὺς αἰῶνας. 3. σύ, δέσποτα παντοκράτορ, ἔκτισας τὰ πάντα ἕνεκεν τοῦ ὀνόματός σου, τροφήν τε καὶ ποτὸν ἔδωκας τοῖς ἀνθρώποις εἰς ἀπόλαυσιν, ἵνα σοι εὐχαριστήσωσιν, ἡμῖν δὲ ἐχαρίσω πνευματικὴν τροφὴν καὶ ποτὸν καὶ ζωὴν αἰώνιον διὰ τοῦ παιδός σου. 4. πρὸ πάντων εὐχαριστοῦμέν σοι, ὅτι δυνατὸς εἶ· σοὶ ἡ δόξα εἰς τοὺς αἰῶνας. 5. μνήσθητι, κύριε, τῆς ἐκκλησίας σου, τοῦ ῥύσασθαι αὐτὴν ἐν τῇ ἀγάπῃ σου, καὶ σύναξον αὐτὴν ἀπὸ τῶν τεσσάρων ἀνέμων, τὴν ἁγιασθεῖσαν, εἰς τὴν σὴν βασιλείαν, ἣν ἡτοίμασας αὐτῇ· ὅτι σοῦ ἐστιν ἡ δύναμις καὶ ἡ δόξα εἰς τοὺς αἰῶνας. 6. ἐλθέτω χάρις καὶ παρελθέτω ὁ κόσμος οὗτος. Ὡσαννὰ τῷ θεῷ Δαυείδ. εἴ τις ἅγιός ἐστιν, ἐρχέσθω· εἴ τις οὐκ ἔστι, μετανοείτω· μαρὰν ἀθά· ἀμήν. 7. τοῖς δὲ προφήταις ἐπιτρέπετε εὐχαριστεῖν ὅσα θέλουσιν.

XI

  1. Ὃς ἂν οὖν ἐλθὼν διδάξῃ ὑμᾶς ταῦτα πάντα τὰ προειρημένα, δέξασθε αὐτόν· 2. ἐὰν δὲ αὐτὸς ὁ διδάσκων στραφεὶς διδάσκῃ ἄλλην διδαχὴν εἰς τὸ καταλῦσαι, μὴ αὐτοῦ ἀκούσητε· εἰς δὲ τὸ προσθεῖναι δικαοσύνην καὶ γνῶσιν κυρίου, δέξασθε αὐτὸν ὡς κύριον.
  2. Περὶ δὲ τὼν ἀποστόλων καὶ προφητῶν, κατὰ τὰ δόγμα τοῦ εὐαγγελίου οὕτω ποιήσατε. 4. πᾶς δὲ ἀπόστολος ἐρχόμενος πρὸς ὑμᾶς δεχθήτω ὡς κύριος· 5. οὐ μενεῖ δὲ εἰ μὴ ἡμέραν μίαν· ἐὰν δὲ ᾖ χρεία, καὶ τὴν ἄλλην· τρεῖς δὲ ἐὰν μείνῃ, ψευδοπροφήτης ἐστίν. 6. ἐξἐρχόμενος δὲ ὁ ἀπόστολος μηδὲν λαμβανέτω εἰ μὴ ἄρτον, ἕως οὗ αὐλισθῇ· ἐὰν δὲ ἀργυριον αἰτῇ, ψευδοπροφήτης ἐστί.
  3. Καὶ πάντα προφήτην λαλοῦντα ἐν πνεύματι οὐ πειράσετε οὐδὲ διακρινεῖτε· πᾶσα γὰρ ἁμαρτία ἀφεθήσεται, αὕτη δὲ ἡ ἁμαρτία οὐκ ἀφεθήσεται. 8. οὐ πᾶς δὲ ὁ λαλῶν ἐν πνεύματι προφήτης ἐστίν, ἀλλἐὰν ἔχῃ τοὺς τρόπους κυρίου. ἀπὸ οὖν τῶν τρόπων γνωσθήσεται ὁ ψευδοπροφήτης καὶ ὁ προφήτης. 9. καὶ πᾶς προφήτης ὁριζων τράπεζαν ἐν πνεύματι οὐ φάγεται ἀπαὐτῆς, εἰ δὲ μήγε ψευδοπροφήτης ἐστί. 10. πᾶς δὲ προφήτης διδάσκων τὴν ἀλήθειαν, εἰ ἃ διδάσκει οὐ ποιεῖ, ψευδοπρφήτης ἐστί. 11. πᾶς δὲ προφήτης δεδοκιμασμένος, ἀληθινός, ποιῶν εἰς μυστήριον κοσμικὸν ἐκκλησίας, μὴ διδάσκων δὲ ποιεῖν, ὅσα αὐτὸς ποιεῖ, οὐ κριθήσεται ἐφὑμῶν· μετὰ θεοῦ γὰρ ἔχει τὴν κρίσιν· ὡσαύτως γὰρ ἐποίησαν καὶ οἱ ἀρχαῖοι προφῆται. 12. ὃς δἂν εἴπῃ ἐν πνεύματι· δός μοι ἀργύρια ἢ ἕτερά τινα, οὐκ ἀκούσεσθε αὐτοῦ· ἐὰν δὲ περὶ ἄλλων ὑστερούντων εἴπῃ δοῦναι, μηδεὶς αὐτὸν κρινέτω.

XII

  1. Πᾶς δὲ ὁ ἐρχόμενος ἐν ὀνόματι κυρίου δεχθήτω· ἔπειτα δὲ δοκιμάσαντες αὐτὸν γνώσεσθε, σύνεσιν γὰρ ἕξετε δεξιὰν καὶ ἀριστεράν. 2. εἰ μὲν παρόδιός ἐστιν ὁ ἐρχόμενος, βοηθεῖτε αὐτῷ, ὅσον δύνασθε· οὐ μενεῖ δὲ πρὸς ὑμᾶς εἰ μὴ δύο ἢ τρεῖς ἡμέρας, ἐὰν ᾖ ἀνάγκη. 3. εἰ δὲ θέλει πρὸς ὑμᾶς καθῆσθαι, τεχνίτης ὤν, ἐργαζέσθω καὶ φαγέτω. 4. εἰ δὲ οὐκ ἔχει τέχνην, κατὰ τὴν σύνεσιν ὑμῶν προνοήσατε, πῶς μὴ ἀργὸς μεθὑμῶν ζήσεται Χριστιανός. 5. εἰ δοὐ θέλει οὑτω ποιεῖν, χριστέμπορός ἐστι· προσέχετε ἀπὸ τῶν τοιούτων.

XIII

  1. Πᾶς δὲ προφήτης ἀληθινὸς θέλων καθῆσθαι πρὸς ὑμᾶς ἄξιός ἐστι τῆς τροφῆς αὐτοῦ. 2. ὡσαύτως διδάσκαλος ἀληθινός ἐστιν ἄξιος καὶ αὐτὸς ὥσπερ ὁ ἐργάτης τῆς τροφῆς αὐτοῦ. 3. πᾶσαν οὖν ἀπαρχὴν γεννημάτων ληνοῦ καὶ ἅλωνος, βοῶν τε καὶ προβάτων λαβὼν δώσεις τὴν ἀπαρχὴν τοῖς προφήταις· αὐτοὶ γάρ εἰσιν οἱ ἀρχιερεῖς ὑμῶν. 4. ἐὰν δὲ μὴ ἔχητε προφήτην, δότε τοῖς πτωχοῖς. 5. ἐὰν σιτίαν ποιῇς, τὴν ἀπαρχὴν λαβὼν δὸς κατὰ τὴν ἐντολήν. 6. ὡσαύτως κεράμιον οἴνου ἢ ἐλαίου ἀνοίξας, τὴν ἀπαρχὴν λαβὼν δὸς τοῖς προφήταις· 7. ἀργυρίου δὲ καὶ ἱματισμοῦ καὶ παντὸς κτήματος λαβὼν τὴν ἀπαρχήν, ὡς ἂν σοι δόξῃ, δὸς κατὰ τὴν ἐντολήν.

XIV

  1. Κατὰ κυριακὴν δὲ κυρίου συναχθέντες κλάσατε ἄρτον καὶ εὐχαριστήσατε, προεξομολογησάμενοι τὰ παραπτώματα ὑμῶν, ὅπως καθαρὰ ἡ θυσία ὑμῶν ᾐ. 2. πᾶς δὲ ἔχων τὴν ἀμφιβολίαν μετὰ τοῦ ἑταίρου αὐτοῦ μὴ συνελθέτω ὑμῖν, ἕως οὗ διαλλαγῶσιν, ἵνα μὴ κοινωθῇ ἡ θυσία ὑμῶν. 3. αὕτη γάρ ἐστιν ἡ ῥηθεῖσα ὑπὸ κυρίου· Ἐν παντὶ τόπῳ καὶ χρόνῳ προσφέρειν μοι θυσίαν καθαράν. ὅτι βασιλεὺς μέγας εἰμί, λέγει κύριος, καὶ τὸ ὄνομά μου θαυμαστὸν ἐν τοῖς ἔθνεσι.

XV

  1. Χειροτονήσατε οὖν ἑαυτοῖς ἐπισκόπους καὶ διακόνους ἀξίους τοῦ κυρίου, ἄνδρας πραεῖς καὶ ἀφιλαργύρους καὶ ἀληθεῖς καὶ δεδοκιμασμένους· ὑμῖν γὰρ λειτουργοῦσι καὶ αὐτοὶ τὴν λειτουργίαν τῶν προφητῶν καὶ διδασκάλων. 2. μὴ οὖν ὐπερίδητε αὐτούς· αὐτοὶ γὰρ εἰσιν οἱ τετιμημένοι ὑμῶν μετὰ τῶν προφητῶν καὶ διδασκάλων.
  2. Ἐλέγχετε δὲ ἀλλήλους μὴ ἐν ὀργῇ, ἀλλἐν εἰρήνῃ ὡς ἔχετε ἐν τῷ εὐαγγελίῳ· καὶ παντὶ ἀστοχοῦντι κατὰ τοῦ ἑτέρου μηδεὶς λαλείτω μηδὲ παρὑμῶν ἀκουέτω, ἕως οὗ μετανοήσῃ. 4. τὰς δὲ εὐχὰς ὑμῶν καὶ τὰς ἐλεημοσύνας καὶ πάσας τὰς πράξεις οὕτω ποιήσατε, ὡς ἔχετε ἐν τῷ εὐαγγελίῳ τοῦ κυρίου ἡμῶν.

XVI

  1. Γρηγορεῖτε ὑπὲρ τῆς ζωῆς ὑμῶν· οἱ λύχνοι ὑμῶν μὴ σβεσθήτωσαν, καὶ αἱ ὀσφύες ὑμῶν μὴ ἐκλυέσθωσαν, ἀλλὰ γίνεσθε ἕτοιμοι· οὐ γὰρ οἴδατε τὴν ὥραν, ἐν ᾗ ὁ κύριος ἡμῶν ἔρχεται. 2. πυκνῶς δὲ συναχθήσεσθε ζητοῦντες τὰ ἀνήκοντα ταῖς ψυχαῖς ὑμῶν· οὐ γὰρ ὠφελήσει ὑμᾶς ὁ πᾶς χρόνος τῆς πίστεως ὑμῶν, ἐὰν μὴ ἐν τῷ ἐσχάτῳ καιρῷ τελειωθῆτε. 3. ἐν γὰρ ταῖς ἐσχάταις ἡμέραις πληθυνθήσονται οἱ ψευδοπροφῆται καὶ οἱ φθορεῖς, καὶ στραφήσονται τὰ πρόβατα εἰς λύκους, και ἡ ἀγάπη στραφήσεται εἰς μῖσος. 4. αὐξανούσης γὰρ τῆς ἀνομίας μισήσουσιν ἀλλήλους καὶ διώξουσι καὶ παραδώσουσι, καὶ τότε φανήσεται ὁ κοσμοπλανὴς ὡς υἱὸσ θεοῦ, καὶ ποιήσει σημεῖα καὶ τέρατα, καὶ ἡ γῆ παραδοθήσεται εἰς χεῖρας αὐτοῦ, καὶ ποιήσει ἀθέμιτα, ἃ οὐδέποτε γέγονεν ἐξ αἰῶνος. 5. τότε ἥξει ἡ κτίσις τῶν ἀνθρώπων εἰς τὴν πύρωσιν τῆς δοκιμασίας, καὶ σκανδαλισθήσονται πολλοὶ καὶ ἀπολοῦνται, οἱ δὲ ὑπομείναντες ἐν τῇ πίστει αὐτῶν σωθήσονται ὑπαὐτου τοῦ καταθέματος. 6. καὶ τότε φανήσεται τὰ σημεῖα τῆς ἀληθείας· πρῶτον σημεῖον ἐκπετάσεως ἐν οὐρανῷ, εἶτα σημεῖον φωνῆς σάπιγγος, καὶ τὸ τρίτον ἀνάστασις νεκρῶν. 7. οὐ πάντων δέ, ἀλλὡς ἐρρέθη· Ἥξει ὁ κύριος καὶ πάντες οἱ ἅγιοι μεταὐτοῦ. 8. τότε ὄψεται ὁ κόσμος τὸν κύριον ἐρχόμενον ἐπάνω τῶν νεφελῶν τοῦ οὐρανοῦ.

http://www.ccel.org/ccel/lake/fathers2.v.html

 Didachè in het NEDERLANDS


 


 

Didachè Apostolorum

Vertaald uit het Engels.

Versie 1.0.1

©2012 copyright

Dit werk mag gekopieerd worden voor studiedoeleinden.

Voor commerciële doeleinden is kopiëren echter verboden.

De Didachè Apostolorum (Leer van de Apostelen) werd in 1873 ontdekt. Het bewaard gebleven geschrift dateert van 1056 en werd geschreven aan het einde van de 1e eeuw, tussen 90 en 100 na Christus. Dit betreft het oudst bewaard gebleven kerkelijk document en is mogelijk geschreven voor de heiden-Christenen. Het is een korte Catechese.

De tekst tussen haken is bijgevoegd om de leesbaarheid van de zinnen te bevorderen. Wat tussen haken staat, staat dus niet in de originele tekst of de Grondtekst.

Deze versie geldt als eerste vertaling.

Datum: 25 september 2012.

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Hoofdstuk 1. De Twee Wegen en het Eerste Gebod. Er zijn twee wegen, een van leven en een van de dood, maar het verschil tussen de twee wegen is groot. Dit is de weg naar het leven: Ten eerste, zult gij God, die u heeft gemaakt, liefhebben, ten tweede, heb uw naaste lief zoals u zelf, en doe niet aan een ander, wat u niet zelf zou willen worden aangedaan. En dit is de leer van deze woorden: Zegent hen die u vervloeken, en bidt voor uw vijanden, en vast voor wie u vervolgen¹. Want welke verdiensten hebt gij als gij liefheeft die u liefhebben? Doen de heidenen niet hetzelfde? Maar hebt lief, die u haten, en gij zult geen vijanden hebben. Onthoudt u van de vleselijke en wereldse begeerten. Als iemand u op de rechterwang slaat, keer hem ook de andere toe, en gij zult volmaakt zijn. Als iemand u dwingt een mijl te gaan, ga dan twee mijlen met hem mee. Als iemand uw mantel ontneemt, geef hem ook uw onderkleed. Als iemand steelt wat van u is, vraag het dan niet terug, want inderdaad, daartoe bent u niet in staat. Geef aan ieder die u iets vraagt, en vraag het niet terug, want het is de wil van de Vader dat onze eigen zegeningen aan allen worden meegedeeld. Gelukkig is hij die geeft volgens het gebod, want hij is onschuldig. Wee hem die neemt, want als hij neemt omdat hij het nodig heeft, hij is onschuldig, maar wie neemt en het niet nodig heeft zal rekenschap moeten afleggen, waarom en voor welk doel hij genomen heeft. En tijdens zijn opsluiting zal hij, worden onderzocht met betrekking tot hetgeen hij gedaan heeft, en hij zal niet vrijgelaten worden totdat hij de laatste penning betaald heeft. En ook met betreffende dit, het is gezegd: Laat uw aalmoezen zweten in uw handen, totdat u weet aan wie u moet geven.

Hoofdstuk 2. Het tweede gebod:. Zware zonde Verboden En het tweede gebod van het onderwijs:, Gij zult niet moorden, gij zult geen overspel plegen, gij zult geen pederastie plegen, gij zult geen ontucht plegen, gij zult niet stelen, gij zult geen magie beoefenen , gij zult geen hekserij beoefenen, gij zult geen kind vermoorden door abortus, noch (een kind) doden wat al geboren is. Gij zult niet de dingen van uw buurman begeren, gij zult niet zweren, gij zult geen valse getuigenis afgeven, gij zult geen kwaad spreken, gij zult ​​geen wrok hebben. Gij zult niet dubbelhartig, noch dubbel van tong zijn, want een dubbele tong is een strik des doods. Uw toespraak is niet vals, noch leeg, maar getuigt van uw levenswandel. Gij zult niet gierig, noch roofzuchtige, noch een hypocriet, noch tot het kwaad geneigd, noch hooghartig zijn. Gij spreekt geen kwaad tegen uw naaste. Gij zult niet iemand haten, maar sommigen zult gij berispen, en met betrekking tot sommigen zult gij bidden, en sommigen zult gij meer liefhebben dan uw eigen leven liefhebben.

Hoofdstuk 3. Andere Verboden Zonden. Mijn kind, vlucht al het kwaad, en van elke schijn van kwaad. Wees niet gevoelig voor toorn, want toorn leidt tot moord. Wees niet jaloers, noch twistziek, noch driftig, want uit al deze dingen komen moord voort. Mijn kind, wees niet wellustig, want wellust leidt tot ontucht. Spreek geen vuile taal, heb geen glurende ogen, want uit al deze dingen wordt overspel voortgebracht. Mijn kind, wees geen waarzegger, omdat het leidt tot afgoderij. Wees geen tovenaar, noch een astroloog, houdt u zich niet bezig met reinigingsriten, weiger al deze dingen te doen, want uit al deze dingen wordt afgoderij veroorzaakt. Mijn kind, wees geen leugenaar, want een leugen leidt tot diefstal. Heb het geld niet lief, noch wees ijdel, want uit al deze dingen komen diefstal voort. Mijn kind, wees geen mopperaar, omdat het naar Godslastering leidt. Weest niet eigenzinnig, noch kwaad van hart, want uit al deze dingen komen Godslasteringen voort.

Integendeel, weest zachtmoedig, want de zachtmoedigen zullen de aarde beërven2. Weest lankmoedigheid, medelijdend en argeloos en zachtmoedig en goed en blijf altijd beven voor de Woorden die gij gehoord hebt. Gij zult uzelf niet verheffen, noch uw ziel hoogmoedig laten worden. Hecht uw ziel niet aan trotsen, maar ga om met rechtvaardigen en nederigen. Aanvaard alles wat er ook gebeurt met de kennis dat buiten God om niets gebeurt.

Hoofdstuk 4. Diverse Voorschriften. Mijn kind, denk dag en nacht aan hem die het woord van God tot u spreekt, en eer hem zoals u met de Heer zou doen. Waar dan ook de Vorstelijke Regel wordt verkondigd, daar is de Heer. En gij zult dag na dag de heiligen zoeken opdat gij rust moogt vinden bij hun woorden. Gij zult geen verdeeldheid zoeken, maar breng bijeen hen die strijden voor de vrede. Oordeel rechtvaardig en bestraf overtredingen zonder aanziens des persoons. Gij zult iets niet onbeslist oordelen wanneer iets niet of wel zal zijn. Gij zult uw hand niet uitstrekken om te ontvangen, noch sluiten om te geven. Indien gij iets bezit door het werk van uw handen dan zult gij het weggeven als losprijs voor uw zonden. Aarzel niet om te geven, noch zult gij klagen wanneer gij geeft, omdat gij weet wie de Goede Beloner is. Gij zult u niet afwenden van de arme, maar eerder alle dingen delen met uw broeder, en niet zeggen dat het uw eigen bezittingen zijn. Want als gij gemeenschap hebt aan iets wat onsterfelijk is, hoeveel te meer in dingen die sterfelijk zijn? Ga niet uw handen aftrekken van uw zoon of dochter, maar leer ze eerder in hun jeugd de vrees voor God. Ga niets doen wat uw slaaf of slavin doet verbitteren, die op dezelfde God hopen, anders zouden zij de vrees voor God verliezen, die boven beiden (heer en meester) staat, want hij komt niet diegenen roepen naar uiterlijke schijn, maar hen wier Geest Hij heeft voorbereid. En gij slaven, gij moet onderdanig aan uw meesters zijn in eerbied en ontzag3, omdat uw meester het beeld is van God. Gij zult alle hypocrisie haten en alles wat niet welgevallig is aan de Heer. Verlaat onder geen voorwaarden de Geboden van de Heer, maar bewaar wat u hebt ontvangen, zonder iets toe te voegen en zonder iets daaraan weg te laten. In de kerk zult gij uw zonden belijden, en gij zult niet in de buurt komen in uw gebedsplaats met een slecht geweten. Dit is de manier van leven.

Hoofdstuk 5. De weg naar de dood En de weg van de dood is dit: In de eerste plaats dit is het kwaad met vervloekingen: moorden, overspel, lust, hoererij, diefstal, afgoderij, tovenarij, hekserij, verkrachting, valse getuigenissen, hypocrisie, dubbelhartigheid, bedrog, hoogmoed, verdorvenheid, eigenzinnigheid, hebzucht, vuile praat, jaloezie, overmoed, zelfverheffing, opschepperij, vervolgers van het goede, haters van de waarheid, minnaars van de leugen, zij kennen het loon van de gerechtigheid niet, zien het belang niet voor het goede, noch het rechtvaardig oordeel, kijken niet naar dat wat goed is, maar naar het boze, van wie zachtmoedigheid en geduld ver weg zijn, minnaars van ijdelheden, die wraak nastreven, geen medelijden hebben met een arme, niet werken voor de gekwelden, niet wetend van Hem die hun Schiep, kindermoordenaars, vernietigers van het werk van God, zich afkeren van de arme, hen kwelt die bedroefd zijn, voorsprekers van de rijken, wetteloze rechters van de armen, volslagen zondaars. Kinderen, verlost u van dezen.

Hoofdstuk 6. Tegen valse leraren, en voedsel geofferd aan afgoden. Ziet toe, en zorgt ervoor dat niemand van deze weg van de Leer afdwaalt , want (afdwaling) leert u van God te scheiden. Want als u in staat bent om het gehele juk van de Heer te dragen, zult u volmaakt zijn, maar als u niet in staat bent om dit te dragen, draag waar u toe in staat bent. En met betrekking tot voedsel, draag bij waar u toe in staat bent, maar wat aan afgoden geofferd is, daarvoor moet u uiterst voorzichtig zijn, want het is de dienstverlening aan dode goden.

Hoofdstuk 7. Over de Doop En betreffende de doop, doop op deze wijze: Na al deze dingen eerst gezegd te hebben, doop in de naam van de Vader, en van de Zoon en van de Heilige Geest, in stromend water. Maar als gij geen stromend water hebt, doop dan in ander water, en als ge niet dopen kunt in koud water, doe het dan in warm water. Maar als u geen van beide hebt, giet water drie keer op het hoofd in de naam van Vader, Zoon en Heilige Geest. Maar voor de doop, laat degene die doopt, de gedoopten en anderen (die daartoe in staat zijn) gaan vasten, maar draag de dopeling op een of twee dagen voor de doop te vasten.

Hoofdstuk 8. Vasten en gebed (het Onze Vader). Maar laat niet uw vasten samenvallen met de huichelaars, want zij vasten op de tweede en de vijfde dag van de week. In plaats daarvan vast op de vierde dag en de (dag van de) Voorbereiding (vrijdag). Bid niet zoals de huichelaars, maar zoals de Heer bevolen heeft in Zijn Evangelie, zoals deze:

Onze Vader die in de hemel zijt, Uw naam worde geheiligd. Uw Rijk kome. Uw wil geschiede op aarde zoals in de hemel. Geef ons heden ons dagelijks brood, en vergeef ons onze schuld zoals ook wij vergeven onze schuldenaren. En breng ons niet in bekoring, maar verlos ons van de kwade, want van U is de macht en de heerlijkheid tot in eeuwigheid 4 ..

Bid dit drie keer per dag.

Hoofdstuk 9. De Eucharistie. Aangaande nu de Eucharistie, dank op deze manier. Ten eerste, met betrekking tot de beker:

Wij danken U, onze Vader, voor de heilige wijnstok van David, Uw knecht, die U aan ons bekend heeft gemaakt door Jezus uw knecht. U zij de heerlijkheid tot in eeuwen der eeuwen.

En met betrekking tot het gebroken Brood:

Wij danken U, onze Vader, voor het leven en de kennis die U aan ons bekend gemaakt hebt door Jezus uw knecht, tot U zij de heerlijkheid tot in eeuwigheid. Zoals dit gebroken Brood werd verspreid over de heuvels, en werd verzameld en EEN werd, laat dus uw Kerk verzameld worden tot aan de einden der aarde in Uw Koninkrijk, want van U is de heerlijkheid en de macht door Jezus Christus tot in eeuwen der eeuwen.

Maar laat niemand eten of drinken van uw Eucharistie, tenzij ze zijn gedoopt in de naam van de Heer, want met betrekking tot dit heeft de Heer ook gezegd: “Geef niet wat Heilig is aan de honden.”

Hoofdstuk 10. Gebed na de Communie Maar nadat u verzadigd bent, geef op deze manier dank:

Wij danken U, heilige Vader, voor uw heilige naam, dat Gij het mogelijk gemaakt hebt om te wonen in onze harten, en voor de kennis en het geloof en de onsterfelijkheid, die Gij aan ons bekend gemaakt hebt door Jezus uw knecht, aan U zij de glorie tot in eeuwigheid. Gij, Almachtige Meester, die alles geschapen heeft omwille van Uw Naam; U gaf eten en drinken aan de mensheid voor de vreugde, opdat zij U danken, maar voor ons hebt Gij geestelijk Eten en Drinken gegeven en het eeuwige leven door Uw Dienaar. Voor alles danken wij U, dat U machtig bent, aan U zij de glorie tot in eeuwigheid. Vergeet Heer, Uw kerk niet, om het te bevrijden van alle kwaad en maak het volmaakt in Uw liefde, en verzamel het uit de vier windstreken, geheiligd voor Uw Koninkrijk dat Gij voor haar bereid hebt, want van U is de macht en de heerlijkheid tot in eeuwigheid. Laat de genade komen, en laat deze wereld voorbijgaan. Hosanna aan de Zoon Gods van David! Als iemand heilig is, hij kome, als iemand is niet zo, laat hem zich bekeren. Marán-athá(*). Amen.

Maar sta toe dat de profeten Dankzegging doen zoveel als zij dit verlangen.

Hoofdstuk 11. Met betrekking tot Leraren, Apostelen en Profeten. Wie dan ook komt en u leert al deze dingen die zijn gezegd, ontvangt hem. Maar als de leraar zelf afgedwaald is en een andere leer verkondigt die deze Leer vernietigt, luister niet naar hem. Maar als hij leert om de gerechtigheid en de kennis van de Heer te vergroten, ontvangt hem dan als de Heer. Maar met betrekking tot de apostelen en profeten, handel volgens het voorschrift van het Evangelie. Laat elke apostel die tot u komt worden ontvangen als de Heer. Maar hij mag niet langer dan een dag aanwezig zijn, of twee dagen als het nodig is. Maar als hij drie dagen blijft, is hij een valse profeet. En als de apostel vertrekt, laat hem voldoende brood nemen tot de volgende verblijfplaats. Als hij ​​om geld vraagt, dan is hij een valse profeet. En elke profeet die spreekt in de Geest zult gij niet beproeven of oordelen, want elke zonde zal vergeven worden, maar deze zonde zal niet vergeven worden. Maar niet iedereen die spreekt in de Geest is een profeet, maar alleen als hij de weg van de Heer volgt. Daarom zal van hun levenswijzen de valse profeet en de profeet bekend zijn. En elke profeet die om een maaltijd vraagt in de Geest, zal het niet eten, tenzij hij inderdaad een valse profeet is. En elke profeet die de Waarheid leert, maar niet doet wat hij leert, hij is een valse profeet. En elke profeet, die bewezen heeft waarachtig te zijn, en werkt aan het mysterie van de Kerk in de wereld, maar niet onderwijst aan anderen om te doen wat hij zelf doet, mag niet onder u worden geoordeeld, want God zal over hem oordelen, want zo deden ook de oude profeten. Maar wie zegt in de Geest, Geef me geld, of iets anders, daar zult gij niet naar hem luisteren. Maar als hij vraagt om iets voor anderen die in nood zijn, laat niemand hem oordelen.

Hoofdstuk 12. Ontvangst van de christenen , maar ontvangt iedereen die komt in de naam van de Heer, en stel hem daarna op de proef, want gij zult rechts en links kunnen onderscheiden. Als hij een reiziger is , zult gij hem bijstaan ​​zo ver als gij in staat bent, maar hij zal niet meer dan twee of drie dagen bij u blijven, indien nodig. Maar als hij bij u wil blijven, en een ambacht heeft, laat hem dan werken en eten. Maar als hij volgens uw kennis – geen ambacht heeft, zorg ervoor dat geen Christen werkeloos5 blijft. Maar als hij wil niet werken, hij is handelaar in het Christendom. Ziet er op toe van dezen weg te blijven.

Hoofdstuk 13. Ondersteuning van de Profeten. Maar iedere ware profeet die wil leven onder u is zijn levensonderhoud waard. Dus ook elke ware leraar en arbeider is waardig levensonderhoud te ontvangen. De eerste vruchten, dus van de producten van wijnpers en dorsvloer, van runderen en van schapen, zult gij nemen en te geven aan de profeten, want zij zijn uw hogepriesters. Maar als gij geen profeet hebt, geef het (goed dan) aan de armen. Als gij een partij deeg maakt, neem de eerstelingen en geeft volgens het gebod. Dus ook als gij een kruik wijn of olie opent, neemt u de eerstelingen en geeft het aan de profeten, en van het geld en de kleding en van elk bezit, neemt u de eerstelingen, en geeft volgens het gebod.

Hoofdstuk 14. Christelijke bijeenkomst op de dag des Heren. Maar elke dag des Heren komt u bijeen en breekt het Brood, en zeg dank na uw zonden te hebben beleden, dat uw offer rein zal zijn. Maar laat niemand die in onmin staat samen te komen met u, totdat zij verzoend zijn, opdat uw offer niet zal worden ontheiligd. Want dit is het, waarvan gesproken is door de Heer: “In elke plaats en tijd biedt mij een zuivere offerande aan, want Ik ben een grote Koning, zegt de Heer, en mijn naam is geweldig onder de volken6.”

Hoofdstuk 15. Bisschoppen en diakens. Benoem daarom, voor uw zelf, bisschoppen en diakens die de Heer waardig zijn, zachtmoedige mannen, en geen minnaars van geld, waarheidsgetrouw en betrouwbaar, want ook zij zijn in de dienst zoals van profeten en leraren. Daarom veracht hen niet, want zij zijn uw geëerde personen, samen met de profeten en leraren. En berisp elkaar, niet in toorn, maar in vrede, zoals staat in het Evangelie. Maar voor iedereen die ageert tegen een ander, laat niemand spreken, noch laat hij iets van u horen totdat hij berouw toont. Maar wat betreft uw gebeden en aalmoezen en al uw daden, handel zoals het staat in het Evangelie van onze Heer.

Hoofdstuk 16. Waakzaamheid, de wederkomst van de Heer. Waakt over uw leven. Laat uw lampen niet uitgeblust worden, noch uw lendenen losgemaakt, maar wees bereid, want gij weet niet het uur waarop onze Heer zal komen. Maar kom vaak samen, op zoek naar de dingen die bevorderlijk zijn voor uw zielen, want de hele tijd van uw geloof zal niet baten, als gij niet volmaakt zijt in het laatste ogenblik. Want in de laatste dagen zullen de valse profeten en de verdervers worden vermenigvuldigd, en de schapen zullen veranderen in wolven, en de liefde zal veranderd worden in haat, want wanneer wetteloosheid toeneemt, zullen zij elkaar haten en vervolgen en elkander overleveren, en dan zal de misleider van de wereld als Zoon van God verschijnen, en hij zal tekenen doen en wonderen, en de aarde zal in zijn handen worden overgeleverd, en hij zal boosaardige dingen doen die nog nooit zijn voorgekomen sinds het begin. Dan zal de schepping van de mens terecht komen in het vuur van beproeving, en velen zullen tot struikelen worden gebracht en zullen vergaan, maar wie volhardt in het geloof wordt gered van de vloek zelf. En dan zal het teken van de waarheid komen: ten eerste, het teken van een uitspanning in de hemel, dan het teken van het geluid van de bazuin. En ten derde, de opstanding van de doden – maar niet van alle, maar zoals er wordt gezegd: “De Heer zal komen en al Zijn heiligen met Hem7.” Dan zal de wereld de Heer zien komen op de wolken van de hemel.

Noten:

(*)Marán-athá is een Aramees woord en betekent Onze Heer kome. Zie ook 1 Korinthiërs 16 : 22

  1. Zie Matteus 5 vers 43 tot 48
  2. Zie Matteus 5 vers 4
  3. Zie 1 Petrus 2 vers 18
  4. Zie Matteus 6 vers 9
  5. Zie 1 Tessaloncia 3 vers 12
  6. Zie Malakias (Maleachi) 1 vers 11
  7. Zie Matteus 25 vers 31 en Judas 1 vers 14 (geciteerd uit het Boek Henoch)

10th December 2013 geplaatst door Liefde en Trouw aan de Kerk

 

 

 Over de sacramenten (deel 2)

ORTHODOX RITUEEL  – de sacramenten – deel 2

Zalving – Eucharistie – Vergeving

 

(Vri vertaald uit het boek : Orthodoxie – Metropoliet Kallistos (Ware)

door Kris B.

 

ZALVING

 

De zalving volgt onmiddellijk na het doopsel. De priester neemt een speciale olie, het heilig chrisma (myron), en zalft het kind met  een kruisteken : eerst op het voorhoofd, dan de ogen, de neus, de mond en de oren, de borst, de handen en de voeten. Bij elke zalving, zegt hij : ‘ Zegel en gave van de Heilige Geest,Amen’ Het kind, dat ingelijfd is in Christus door het doopsel, ontvangt zo de gave van de Heilige Geest en wordt een laikos (leek), een lid van het Godsvolk (laos). De zalving is een verderzetten van Pinksteren : dezelfde Geest die zichbaar over de apostelen  verscheen in vurige tongen, daalt onzichtbaar neer over de nieuw gedoopte.

 

Door deze zalving wordt elk lid van de Kerk een profeet, en neemt hij deel aan het koninklijk priesterschap van Christus. Alle christenen , juist omdat zij gezalfd zijn, zijn geroepen om bewuste getuigen te zijn van de waarheid. ‘ Gij echter hebt een zalving(chrisma) van de Heilige en gij weet dat allen’ (I joh.,II,20).

In het westen wordt de zalving gegeven door een bisschop (4), maar in het oosten wordt de zalving gegeven door een priester. Wel is het zo, dat het chrisma moet worden gezegend door een bisschop (volgens een streng  orthodoxe  gebruik, is het slechts een bisschop die aan het hoofd staat van een autocephale Kerk, welke het voorrecht heeft om het heilig chrisma te wijden). Zo is, zowel in het westen , als in het oosten de bisschop betrokken bij het christelijk initiatiesacrament : in het  westen op een direkte manier, in het oosten op een indirekte.

De zalving is ook gebruikt als sacrament van verzoening. Als een orthodox afvallig is en wilt

(4) Momenteel is het zo, dat ook in de rooms-katholieke Kerk, de zalving niet alleen meer door de bisschop wordt toegediend. Ook gewone priesters kunnen het doen. Gewoonlijk zijn het de hoofden van een dekenij (dekens), en medewerkers van de bisschop die de zalving toedienen, maar ook de bisschop zelf.

 

terugkeren naar zijn religie, dan is het met het sacrament van de zalving dat men hem opnieuw opneemt. Hetzelfde geldt voor rooms-katholieken die orthodox worden : het patriarchaat van Constantinopel en de griekse Kerk ontvangen hen algemeen gezien met de zalving (myronzalving). Maar de Russische Kerk vraagt hen alleen een geloofsbelijdenis en geen zalving met chrisma. Anglikanen en protestanten worden altijd met een zlving opgenomen.

 

Zo spoedig mogelijk na de myronzalving zal het orthodoxe kind te communie gaan. Zijn oudste herinneringen aan de Kerk zullen deze zijn van zijn naderen tot de heilige gaven van het lichaam en bloed van Christus. Hij gaat niet, zoals bij de rooms katholieken, te communie op de leeftijd van zes-zeven jaar, of op de leeftijd van de adolescentie zoals bij de anglikanen., maar het is nooit uitgesloten.

 

EUCHARISTIE

 

De eucharistie wordt gecelebreerd in alle orthodoxe Kerken onder een van de vier verschillende  vormen :

 

1.      De liturgie van de Heilige Johannes Chrysostomos (gewoonlijk is dit de liturgie van de zondagen en de weekdagen).

2.      De liturgie van de Heilige Basilius de Grote (gebruikt tien maal per jaar, zij verschilt uiterlijk een weinig van deze van de Heilige Chrisostomos, maar de persoonlijke gebeden van de priester zijn wat langer)

3.      De liturgie van de Heilige Jacobus, broeder van Christus (één maal per jaar gebruikt, op de dag van de Heilige Jacobus, 23 oktober, en dit slechts op enkele plaatsen (5).

4.      De liturgie van de voorafbereidde gaven (gebruikt de woensdagen en de vrijdagen gedurende de grote Vasten, en de drie eerste dagen van de Heilige Week. Het zijn liturgieën zonder consecratie, waarin de communie wordt uitgedeeld met de geconsacreerde elementen van de vorige zondag).

 

Ziehier, in grote lijnen, de structuur van de liturgie van de Heilige Johannes Chrysostomos en van de Heilige Basilius :

 

I.       De voorbereidingProthese of Proscomidie : voorbereiding van het brood en de wijn welke tijdens de liturgie zullen gebruikt worden.

II         De liturgie van de catechumenen – Synaxe

a. Begin van de dienst (Enarxis) (6).

Grote litanie of vredeslitanie

      Psalm 102 (103)

                                       Kleine litanie

                                       Psalm 145 (146) gevolgd door de hymne Eniggeboren Zoon en         

                                       Woord van God

(5) Tot voor kort was zij slechts in gebruik te Jeruzalem en op het griekse eiland Zante.Zij is hernomen door onder andere de Patriarchale Kerk van Constantinopel, de Kathedraal (griekse) van Londen en het russisch monasterie van Jordanville (USA)

(6) Strikt begint de Synaxe met de kleine intocht ; De Enarxis bij het begin van de dienst was vroeger een aparte dienst.

                                                           

 

 

 

       Kleine liturgie

       De zaligsprekingen ( met de troparia van de dag).

     

       b.  Kleine intrede, gevolgd door de intredehymne of het introïtus van

                                        Het trisagion :’Heilige God, Heilige Sterke, Heilige Onsterfelijke

                                        Ontferm U over ons’ (driemaal of meer gezongen)

 

c.       Lezing uit de Schrift.

                                        Prokimenon – verzen (hoofdzakelijk genomen uit de psalmen)

                                        Uit de brieven

                                        Alléluia negen maal gezongen ( drie maal drie met verzen)

                                        Evangelie

                                        Predikatie ( soms naar het einde van de dienst overgebracht)

 

d.      Gebeden voor de Kerk

Dringende litanie

Litanie voor de overledenen

Litanie voor  de Catechumenen en wegzending van de catechumenen.

 

                   III        De liturgie van de gelovigen (of eucharistie)

 

a.       Twee korte litanieën leiden tot de grote intrede die gevolgd   

Wordt door de smekende litanie.

 

b.      Vredeskus en credo

 

c.       Eucharistisch gebed

 

Dankgebed dat eindigt met de woorden van Christus : Dit is mijn

Lichaam…….Dit is mijn bloed……

Anamnese. De priester gedenkt de dood van Christus, de graflegging, de verrijzenis, de hemelvaart en de tweede komst ; en offert de heilige gaven aan God.  

Epiclese. Aanroeping van de Heilige Geest over de heilige gaven.Gedachtenis aan alle leden van de Kerk : De Moeder van God, de heiligen, de overledenen, de levenden.

Smeeklitanie, gevolgd door het Onze-Vader.

 

d.      Opheffing en breking van de geconsacreerde gaven.

 

e.       Communie van de priester en de gelovigen.

 

f.        Einde van de dienst, dankgebeden, eindzegen en uitdeling van 

het gezegend brood of  antidoron.

 

Het eerste deel van de liturgie, de dienst van de voorbereiding, wordt gecelebreerd door de priester en de diaken, in de prothesis. Het gemeenschappelijk deel van de dienst bevat twee delen : synaxe (hymen, gebeden, lezingen uit de schrift) en  de eucharistie : synaxe en eucharistie waren oorspronkelijk twee afzonderlijke diensten, maar sedert de IV e  eeuw zijn zij samengesmolten tot één dienst. In elk van de twee vindt men een processie : de kleine en de grote intocht. Het evangelie wordt in processie rond het altaar gedragen tijdens de kleine intocht, en tijdens de grote intocht wordt worden het brood en de wijn (die op voorhand klaargemaakt zijn) binnengedragen en op het altaar gezet. De kleine intocht komt overeen met het intrïtus van de westerse rite (oorspronkelijk was dit het begin van het publieke deel van de dienst, maar tegenwoordig wordt het  ze voorafgegaan door verschillende litanieën en psalmen) ; De grote intocht is een offer-processie. Syntaxe en eucharistie hebben elk een hoogtepunt : in de syntaxe is het de lezing van het Evangelie, in de eucharistie is het de epiclese van de Heilige Geest.

 

Het orthodoxe geloof in verband met de eucharistie is zeer duidelijk weergegeven in het eucharistisch gebed. De priester leest met zachte stem het begin va
n de dankzegging, tot wanneer hij aan de woorden van Christus tijdens het laatste avondmaal komt :’ Neemt, eet, dit is mijn lichaam…Drink allen hieruit, dit is mijn bloed…’. Deze passage wordt steeds met volle stem gelezen opdat allen het zouden horen. Dan gaat de priester met zachte stem voort met de anamnese:

 

‘ Dit verlossend gebod indachtig, stellen wij nu tegenwoordig alles wat voor ons geschied is : het kruis, het Graf, de Opstanding op de derde dag, de Hemelvaart, de Troon ter rechterzijde, en de Wederkomst in heerlijkheid en..

 

(en nu met harde stem)

 

Offeren wij het uwe, genomen uit het uwe, namens alles en voor alles.

 

De Epiclese wordt gewoonlijk met zachte stem gebeden, maar het is geen algemene regel :

 

‘Zend uw heilige Geest neer over ons en over deze voor U neergelegde gaven’

En maak dit brood het kostbaar lichaam van uw Christus

En wat in deze kelk is, het kostbaar bloed van uw Christus

Ze herscheppend door uw Heilige Geest. Amen, Amen, Amen ‘(7).

 

De priester en de diaken buigen nu voor de heilige gaven die nu geconsacreerd zijn.

Het is evident, dat orthodoxen en katholieken het ‘ moment van de consecratie’ anders opvatten. Volgens de latijnse theologie is de consecratie op het moment  van de instellingswoorden : ‘Dit is mijn Lichaam….Dit is mijn Bloed’. Volgens de orthodoxe theologie is de consecratie niet voltooid voor het einde van de epiclese. En de orthodoxe Kerk veroordeeld de aanbidding van de heilige gaven voor dit moment, als artolatrie (aanbidding van brood). Er is nochtans geen enkel gegeven in de orthodoxe theologie die ons moet doen geloven dat de consecratie voltooid is alleen maar na de epiclese, noch dat de instellingswoorden maar bijkomstig zijn of van weinig belang. Voor de orthodoxe Kerk vormt

het eucharistisch gebed een ondeelbaar   geheel waarvan de drie belangrijkste fasen ,

(7) Anamnese en epiclese, zoals hier naar voor gebracht komen van de liturgie van de             Heilige Johannes Chrisostomos ; in deze van Sint Basilius is het licht verschillend.

 

 

dankzegging,anamnese, epiclese een integrerend deel vormen van de ene consecratorische daad. Maar het is duidelijk, dat, als er een consecratie-moment moet worden gekozen, het zeker voor het amen van de epiclese moet zijn.(8).

 

Tegenwoordigheid van Christus in de eucharistie.

 

De woorden van de epiclese bewijzen overvloedig dat de orthodoxe Kerk gelooft dat het brood en de wijn, na de consecratie, werkelijk het lichaam en het Bloed van Christus zijn : het zijn geen symbolen, maar realiteiten. Nochtans, terwijl de orthodoxie de realiteit van de verandering bevestigt, zal zij nooit proberen uit te leggen hoe dit gebeurt. Het eucharistisch gebed gebruikt een neutrale term ‘metaballo’ : Veranderen, anders worden. Het is juist, dat in de XVII eeuw enkele orthodoxe auteurs , en zelfs concilies, de latijnse term ‘transsubstantiatie’ ( in het grieks : metaousios) hebben gebruikt, evenals het scholastieke onderscheid tussen substantie en accidenten (9).Maar de Vaders van Jeruzalem voegden er terzelfdertijd aan toe, dat het gebruik van deze termen geen uitleg geeft over het ‘hoe’  van de verandering, want dit is een mysterie dat altijd onbegrijpelijkr moet blijven (10). Nochtans, ondanks deze lichte afkeuring, hebben vele orthodoxen dit compromis met de latijnse en scholastieke terminologie aanvaard, en in 1838, heeft de russische Kerk een vertaling uitgegeven van de acten van Jeruzalem, waarin het merkwaardig is vast te stellen, dat het woord ‘transsubstantiatie’  is weerhouden, maar door een vernuftige paragraaf men de technische termen van substantie en accidenten heeft kunnen vermijden(11).

Hedendaagse orthodoxe schrijvers gebruiken nog de term transsubstantiatie, maar ze benadrukken twee punten.Ten eerste : er kunnen veel andere termen gebruikt worden om de betekenis van de consecratie aan te duiden. De term transsubstantiatie heeft voor hen geen beslissende autoriteit. Ten tweede : het gebruik ervan betekent niet noodzakelijk dat men de ideeën van de Aristotelische filosofie aanvaardt.

 

Het orthodox standpunt is helder samengevat in de ontwikkelde Catechismuus van Philaret, metropoliet van Moskou (1782-1867), dat bekrachtigd is door de russische Kerk in 1839 :

                                                                                                                                                                (8) Het lijkt erop dat de canon van de romeinse liturgie geen epiclese heeft; maar verschillende orthodoxe liturgisten, waaronder Nicolas Cabasilas, zien de paragraaf ‘Supplices te’ als een feitelijke epiclese. De hedendaagse katholieken, met enige notabele uitzonderingen zien het echter niet zo.

(9) De middeleeuwse filosofie maakt een onderscheid tussen substantie (dat wat een ding maakt tot wat het is) en de accidenten, of de kwaliteiten die aan de substantie toebehoren (Alles wat de zintuigen waarnemen : volume, gewicht,vorm,kleur, smaak, reuk enz..) De substantie is iets wat inzichzelf bestaat (ens per se), maar de accidenten bestaan enkel in iets anders (ens in allo). Door dit onderscheid op de eucharistie toe te passen komt men tot de leer van de transsubstantiatie : volgens deze leer, heeft er op het moment van de consecratie een verandering in de substantie plaats, terwijl de accidenten blijven  wat ze waren ; de substantie van brood en wijn is veranderd in het Lichaam en Bloed van Christus, maar de accidenten van brood en wijn blijven zichbaar voor de zintuigen.

(10)  Zonder twijfel denken ook veel rooms-katholieken op dezelfde wijze

(11)  Dit is een interessant voorbeeld van de wijze waarop de Kerk ‘selectief’ omgaat met het      aanvaarden van de decreten van de  locale Concilies.

                                                           

 

‘Vraag : Hoe moeten wij het woord ‘transsubstantiatie’ verstaan ?

Antwoord : …..het woord transsubstantiatie zegt ons niet hoe het brood en de wijn zijn veranderd in het Lichaam en Bloed van Christus, maar het betekent alleen dat het brood en de wijn werkelijk het Lichaam en Bloed van de Heer zijn geworden’ (12)

 

En de Catechismus vervolgt met een citaat van Johannes van Damascus :

 

‘Als je wilt weten hoe dit gebeurt, volstaat het te weten dat dit door de Heilige Geest is…..

wij weten niets méér : het woord van God is waar, actief en almachtig, maar ondoorgrondbaar in zijn daden’ (13).

 

Het heilg sacrament wordt in bijna elke orthodoxe parochiekerk bewaard, meestal op het altaar, maar er is geen reglement hiervoor. Het worden er echter geen publieke vereringsplechtigheden  voor gehouden, zoals dit het gebruik is in de romms-katholieke Kerk.Er is geen uitstalling en zegen van het Heilig sacrament. Er is ook geen theologische grondslag (in de zin van onderscheiden van een liturgische reden) voor. Tijdens de liturgie zegent de priester de gelovigen met de geconsacreerde elementen, maar nooit daar buiten.

De Eucharistie : offer. Voor de orthodoxe Kerk is de eucharistie een offer. De orthodoxe leer is opnieuw heel duidelijk aangegeven in de tekst van de liturgie zelf: ‘offeren wij het Uwe, genomen uit het Uwe, namens alles en voor alles’. Datgene dat geofferd wordt in de eucharistie, is Christus zelf, en het is Christus, die in de Kerk, het offer vervult : Hij is de priester én het slachtoffer, Gij ,Christus onze God, zijt het immers Die offert en geofferd wordt

(14).Wij offeren het U : de eucharistie is geofferd aan God, de Heilige Drieeenheid, niet alleen aan de Vader, maar ook aan de Heilige Geest en aan Christus zelf. Zo ook wanneer wij vragen : wat is het offer van de eucharistie? Door wie is het geofferd ? Aan wie is het geofferd ? Het antwoord is altijd : Christus (15).

 

Wij offeren het U voor allen : volgens de orthodoxe theologie is de eucharistie een verzoenend offer ( in het grieks : thusia hilastirios ) en dit voor levenden en doden.Het is dus het offer van Christus dat geofferd wordt in de eucharistie, maar wat wil dit zeggen ?

De theorieën van de theologen zijn veelzijdig op dit punt; de Kerk heeft er enkele als ongeschikt verworpen, maar heeft zich anderzijds nooit  definitief ingelaten met een of andere specifieke uitleg van het eucharistisch offer. Nicolas Cabasilas vat op deze wijze het orthodoxe standpunt samen :

 

            ‘Vooreerst, het is noch een simpel beeld, noch een symbool, maar een werkelijk offer, en , ten tweede, het is niet het brood dat geofferd wordt, maar het werkelijk Lichaam van Christus; ten derde, Het Lam Gods is slechts éénmaal geofferd  en voor allen… In de eucharistie bestaat het offer niet in de bloedige offerande van het Lam, maar in de transformatie van het brood in het Lam van het offer (16)’.

 (12)  The Doctrine of the Russian Church, traduit par RWBlackmore, London, 1845,p.92

 (13)  Sur la Foi orthodoxe, IV,13 (P.G., XCIV, 1145A).

 (14)  Ingetogen gebed van de priester voor de grote intocht.

 (15)  Plechtig bepaald door het concilie van Constantinopel in 1156(P.G.,CXL,176-177)

 (16)  Explication de la divine Liturgie,32

 

 

 

           De eucharistie is geen herdenking noch een denkbeeldige tegenwoordigstelling van het offer van Christus, maar een reëel offer. Nochtans is het geen nieuw offer, ook niet een

herhaling van het offer op de Calvarie, het Lam is geofferd ‘eenmaal voor allen’. Alle elementen van het offer – de menswording, het laatste avondmaal, de kruisiging, de verrijzenis, de hemelvaart (17) worden niet herhaald in de eucharistie, maar worden ‘tegenwoordig gesteld’ . ‘ Gedurende de liturgie, door zijn heilige  kracht  , worden wij geprojekteerd naar het punt waar de eeuwigheid de tijd kruist, en op dat moment worden wij reële tijdgenoten  van de bijbelse gebeurtenissen.’. ‘ Alle Heilige Kerkelijke avondmalen zijn niets anders dan  één eeuwig en enige avondmaal, dat van Christus vanuit de hoge.Dezelfde goddelijke act, heeft op een bepaald moment van de geschiedenis plaatsgehad in de geschiedenis, en offert zich nog altijd in het sacrament’(18).

 

            Het wordt gegeven op een klein lepeltje dat een deel van het brood en wijn bevat. De gelovige ontvangt het rechtop. Voor de communie is een strikte vasten vereist : vanaf middernacht mag niets gegeten of gedronken worden (19). Algemeen gezien communiceren (vele) orthodoxen slechts vijf of zes-maal per jaar; niet uit lauwheid tegenover het sacrament, maar uit gewoonte. Recent zijn enkele parochies in Griekenland en in Rusland teruggekeerd tot de oorspronkelijke wekelijkse communie, en het lijkt erop dat dit dit ook frequenter is geworden in de landen van het (vroegere) oostblok. Men kan alleen hopen, dat dit gebruik zich verder zal ontwikkelen in de komende jaren.

 

            Na eindzegen van de liturgie, komen de gelovigen het kruis kussen, het kruis dat de priester hen geeft, en zij ontvangen een klein stukje brood, genaamd  antidoron’ : het is gezegend, maar niet geconsacreerd, alhoewel het genomen is uit hetzelfde brood dat gebruikt werd bij de consecratie. In de meeste orthodoxe parochies,  zijn ook de niet-orthodoxen uitgenodigd om dit antidoron te ontvangen, teken van broederlijkheid en christelijke liefde.

 

VERGEVING

 

            Een orthodox kind ontvangt de heilige communie heel vroeg. Wanneer hij groot genoeg is om goed en kwaad van mekaar te onderscheiden, en begrip heeft van wat zonde is ( dit rond de leeftijd van zes, zeven jaar), dan ontvangt het een nieuw sacrament : dat van de vergeving of de biecht ( in het grieks metanoia of exomologisis). Door dit sacrament worden de zonden, bedreven na de doop vergeven, en de zondaar hervindt hierdoor opnieuw de verzoening met de Kerk : daarom wordt dit ook genoemd een ‘tweede doop’.Het gaat daarbij ook om een een morele kuur voor de genezing van de ziel, want de priester geeft niet alleen  de absolutie, maar ook geestelijke leiding.

 

            Oorspronkelijk was de biecht publiek, daar de zonde niet alleen een misdrijf is tegenover God, maar ook tegenover de gemeenschap. Nochtans is de biecht sedert eeuwen, zowel in het Oosten als in het Westen, een persoonlijk onderhoud geworden tussen priester en 

(17)        Het offer van Christus bevat véél meer dan zijn dood alleen : dit is een heel belangrijk punt in de leer van de Kerkvaders en van de orthodoxie.

(18)        P.Evdokimov, L’orthodoxie,p.208 en p.241

(19)        ‘Zij die de Keizer uitnodigen, reinigen hun huis ; zo ook jij die God wil ontvangen in het huis van uw lichaam, en  voor de verlichting van uw leven moet dit lichaam eerst geheiligd worden door vasten’ (Gennade, Les cent Chapitres). In geval van ziekte of een dringende noodzaak, kan de biechtvader hiervan dispenseren.

 

 

gelovige. De priester is gehouden tot absolute geheimhouden van wat hem in de biecht is gezegd.

 

            Er is in de orthodoxe Kerk gaan ‘biechtstoel’ aanwezig zoals in de rooms-katholieke Kerken : biechteling en priester staan gewoonlijk voor de iconostase, dikwijls achter een scherm, of in een plaats daarvoor voorbehouden, terwijl  in het westende biechteling geknield zit. In de orthodoxe ker blijven biechteling en priester rechtopstaan ( alhoewel het ook zittend kan gebeuren). De biechteling staat voor een verhoogde standaard bedekt met een doek, vergelijkbaar met deze welke gebruikt wordt om de ikonen op te leggen en op dewelke zich een kruis en een ikoon van Christus bevindt, of een evangelieboek. De priester staat een weinig aan de zijde ervan, en deze houding duidt, duidelijker dan in het westen, aan dat het God is die oordeelt, en dat de priester slechts een getuige is. Dit wordt nog meer onderlijnd door wat de priester zegt voor het aanhoren van de belijdenis : ‘ Mijn kind, Christus is onzichtbaar aanwezig om uw belijdenis te ontvangen. Heb geen schaamte, vrees niet en verberg niets. Maar zegt alles zonder terughoudendheid wat gij misdaan hebt, om de vergeving van onze Heer Jezus Christus te ontvangen. Kijk naar Zijn ikoon voor u, ik ben slechts een getuige om getuigenis af te leggen voor Hem over alles wat je mij zult toevertrouwen. Indien je een of ander voor mij verbergt verdubbel je je zonden. Heb moed, Jij bent gekomen tot de geneesheer. Waak er u voor ongenezen terug te keren’ (20).

 

            Daarna ondervraagt de priester de penitent en geeft hem raad. De penitent knielt of buigt het hoofd waarop de priester zijn stola legt, en, het hand ondersteunend geeft hij de vergeving. De formules die hiervoor gebruikt worden zijn verschillend : in de griekse tekst, in de derde persoon ( God vergeeft U), in de slavische tekst in de eerste persoon (Ik vergeef U). Ziehier de griekse tekst :

 

            ‘Alles wat jij aan mijn nederige persoon hebt toevertrouwd, of alles  wat gij verzuimt hebt  te zeggen, door onwetendheid of vergetelheid, wat het ook is, dat God U vergeve in deze wereld en in de andere..Heb geen angst meer, ga in vrede’.

 

En de tekst van de slavische formule :

 

          &nbs
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‘Dat onze Heer en God, Jezus Christus, door de genade en de overvloed van Zijn liefde voor de mensen, U alle overtredingen moge vergeven, mijn kind. En ik, onwaardige priester, vergeef je, door de kracht die mij gegeven is door Hem, en onthef je van al uw zonden’

 

            Deze formule in de eerste persoon is onder latijnse invloed ingevoerd door Pierre de Moghila in  Oekraine, en door de russische Kerk aangenomen in de XVIIIe eeuw.

 

             De priester kan, als hij het nuttig vindt een penitentie opleggen (epitimia), maar dit  is niet essentieel voor het sacrament, en het is iets wat zelden voorkomt. Het is de gewoonte van de orthodoxen om  zich toe te vertrouwen aan een ‘geestelijke vader’, dit is niet noodzakelijk de priester van hun parochie (21). Wat betreft de frequentie van de biecht bestaan er ook geen regels, dit wordt overgelaten aan  de discretie van de geestelijke vader.

(20)  Een aansporing die men vindt in de slavische boeken, maar niet in de griekse.

(21)  De orthodoxe Kerk heeft ook leken als geestelijke leiders, zij kunnen de biecht aanhoren, raad geven, de penitent van Gods vergeving verzekeren, maar zij kunnen de sacramentele absolutie niet geven. Daarvoor zendt hij hem naar een priester.  

.In het geval van minder frequente communies, moet de gelovige biechten voor te communiceren, maar in het geval van frequente communies moet de gelovige niet telkens voor de communie biechten.

(wordt vervolgd)